quarta-feira, 1 de agosto de 2012

A MINHA BRISA

Tu és a brisa
que tempera a calma
das noites longas, sem fim,

onde adormeço
nas horas lentas
de cansaço ausente.
Tu és a brisa
do meu Verão quente,
que rasga o meu tédio
pela tarde seca,
que me resgata
e me navega inteira,
que risca meu nome
no céu da paixão,
que acende o meu fogo,
me deita no chão
e faz de mim menina,
amante, companheira.

Paula Amaro
 
 

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