sexta-feira, 30 de novembro de 2012
QueroVer aquilo que desejo
Tudo que quero ser
O que me convém
Sem pensar em ninguém...
Desnuda do olhar
Devoras-me
Deixa a tentação
Levar-me
No aconchego
Da paixão...
Não posso
Mas quero
Queres-me
Tens-me...
Basta um gesto
Sem palavras
No silencio
Um arrepio...
Tua boca atrevida
Teu cheiro
Um desejo contido
Um prazer
Um gemido...
Desnuda do olhar
Devoras-me
Deixa a tentação
Levar-me
No aconchego
Da paixão...
Não posso
Mas quero
Queres-me
Tens-me...
Basta um gesto
Sem palavras
No silencio
Um arrepio...
Tua boca atrevida
Teu cheiro
Um desejo contido
Um prazer
Um gemido...
Irá Rodrigues
Quero pintar-te
Quero pintar teu sorriso,
Mas pintor nunca serei
Não possuo o que é preciso
De telas e cores nada sei
Queria captar esse traço
Essa sombra aí no canto,
Essa magia, esse encanto
Esse falso embaraço...
Mas não percebo de telas
Não sei usar o carvão
Nem tampouco aguarelas
...e falta-me a precisão
Queria tanto conseguir
Mas não sei como se faz
Nosso beijo colorir
...a magia que ele traz
Mas pinto-te com ilusão
Invento uma nova cor
Uso guaches de coração
E pinceladas de amor
Como pintor sou um fracasso
Mas pinto-te só para mim
Neste poema que faço
Ao ver-te sorrires assim
Paladino Das Estrelas
Queria captar esse traço
Essa sombra aí no canto,
Essa magia, esse encanto
Esse falso embaraço...
Mas não percebo de telas
Não sei usar o carvão
Nem tampouco aguarelas
...e falta-me a precisão
Queria tanto conseguir
Mas não sei como se faz
Nosso beijo colorir
...a magia que ele traz
Mas pinto-te com ilusão
Invento uma nova cor
Uso guaches de coração
E pinceladas de amor
Como pintor sou um fracasso
Mas pinto-te só para mim
Neste poema que faço
Ao ver-te sorrires assim
Paladino Das Estrelas
TEMPO esquecido Enquanto o sol espreita
As estrelas brilham na noite
E acompanham a lua
Tu estarás sempre á procura
Do que não procuras
Acreditas, não querendo
Esperas, não esperando
Ao compasso de um tempo
Que corre apressado
Confuso por entre tantas flores
Que atravessam o teu jardim
Ficas parado, deixando o tempo passar
Indeciso sem saberes o rumo a tomar
E o tempo vai passando…
Esqueces que tudo o que foi, passou
E se nada fizeres…
Será um tempo que voou
Por entre sonhos, lembranças e emoções
Tudo se perde por uma indecisão
Entre sonhos vagos e mortais
Entre o passo que se dá
Não querendo aceitar o seu rumo
Esqueces…
Que nada acontece por acaso
Entre o teu mundo real e ilusório
Ele é real, existe
Está ali tão perto de ti
E apenas tu não vês, não queres ver
O tempo que espera por ti….
Se nada fizeres…
Chegará um tempo em que se esgota
Voará pelo infinito recolhendo às estrelas
E perdes o melhor que os Deuses têm para ti
Do que não procuras
Acreditas, não querendo
Esperas, não esperando
Ao compasso de um tempo
Que corre apressado
Confuso por entre tantas flores
Que atravessam o teu jardim
Ficas parado, deixando o tempo passar
Indeciso sem saberes o rumo a tomar
E o tempo vai passando…
Esqueces que tudo o que foi, passou
E se nada fizeres…
Será um tempo que voou
Por entre sonhos, lembranças e emoções
Tudo se perde por uma indecisão
Entre sonhos vagos e mortais
Entre o passo que se dá
Não querendo aceitar o seu rumo
Esqueces…
Que nada acontece por acaso
Entre o teu mundo real e ilusório
Ele é real, existe
Está ali tão perto de ti
E apenas tu não vês, não queres ver
O tempo que espera por ti….
Se nada fizeres…
Chegará um tempo em que se esgota
Voará pelo infinito recolhendo às estrelas
E perdes o melhor que os Deuses têm para ti
Carla Gomes
domingo, 25 de novembro de 2012
NOITE DE POESIA
Há uma pedra preciosa
onde se senta a noite
Há uma pedra preciosa
onde se senta a noite
quando as palavras brotam.
É nascente, pois.
E tem alma lustrosa
como fiandeiras ao luar.
Tem as mais belas quadras
com coração de mar.
É cantiga sedosa
que passeia bonomia nos montes
e nas vangloriadas fontes
de tantas penas por lavar.
- És noite e és gota de sequeiro
seio de mão cheia e sedimento
de um rio que devia sorrir e não veio
mas falas-me de amor
e de quantas estrelas anseiam
tua voz das pedras
tuas nascentes tépidas
que o corpo glosa
e a alma inquieta despe
na alvura de basto calor.
José Brites Marques Inácio
É nascente, pois.
E tem alma lustrosa
como fiandeiras ao luar.
Tem as mais belas quadras
com coração de mar.
É cantiga sedosa
que passeia bonomia nos montes
e nas vangloriadas fontes
de tantas penas por lavar.
- És noite e és gota de sequeiro
seio de mão cheia e sedimento
de um rio que devia sorrir e não veio
mas falas-me de amor
e de quantas estrelas anseiam
tua voz das pedras
tuas nascentes tépidas
que o corpo glosa
e a alma inquieta despe
na alvura de basto calor.
José Brites Marques Inácio
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