quinta-feira, 15 de novembro de 2012

 Vibração Intemporal
A vibração do tempo
Aqui, ali, agora
Por todos nós a fora
Aflora sentimentos
Ânsia de viver
Num tempo
Sem horas, dias, anos
Que fazer?!
Reviver ou viver?!
Amar ou sofrer?!
Não!!
Apenas Ser
Um vácuo
De prazer
De viver...


Sandra Fonseca Matias


Tu ( nome )
Repara bem neste texto
E em todo o seu contexto.
Ouve a palavra certa,
O verbo justo,

As silabas perfeitas
E as letras mais belas
Que formam
O que te quero dizer..
AMO-TE!

R
ogerio p. Carreira

domingo, 11 de novembro de 2012

Um homem sensato pode apaixonar-se como um doido, mas não como um tolo.
François La Rochefoucauld
 
Uma tarde com muita Poesia!!!
Angola, Dia 11 de novembro, teu dia!

Hoje é o teu dia Angola, do meu coração,
dia da tua tão desejada independência,
pena que tantos sofreram sem razão

e tudo perderam por falta de inteligência.

É assim nesta vida em que vivemos e lutamos,

nem sempre o discernimento está presente,
tantos perderam o trabalho de longos anos,
e tu Angola, perdeste gente tão competente.

Agora estás livre, independente com alegria,

e nós, portugueses que te temos na alma,
desejamos-te um futuro próspero e de harmonia,
que instales na tua terra a paz e a calma.

Que o amanhã seja a garantia da felicidade

entre países agora irmãos, Angola e Portugal,
que possamos viver sem laivos de animosidade
e levarmos bem longe este sentimento sem igual.

Parabéns Angola, pelo 11 de Novembro teu Dia,

um marco na tua História de país de encantamentos,
estarás eternamente na minha alma, com simpatia,
porque fazes parte da minha vida de sentimentos.

José Carlos Moutinho
 
" DESRESPEITO "

O caminho a percorrer
Nunca foi, nem será Fácil
Muros , pontes se levantam

Enormes ,que custam tanto
Num tempo fugaz e ágil
Já nada parece Fácil
E pra vos dificultar mais a vida
Mais obstáculos surgirão
Já não há a Voz da razão
E deviam já ter descanso
Ler um livro no seu canto
Com os seus netos brincar
Ler-lhes histórias de embalar
Fazer bolas de sabão
Mas passam frio e fome
O seu corpo já não dorme
Reina assim a ingratidão
Onde tudo é permitido
E já num tom aflito
Lá grita de desespero
Neste mundo eu já não fico!
Acabou!
Quero morrer!
Podem-me fazer o enterro!

Celeste Leite 
 
Restolho
Em cada dia morremos
para amanhã voltarmos a nascer
no mesmo solo onde as folhas se sacrificam
pela alegria das flores da próxima Primavera...

Paulo Lemos