quinta-feira, 15 de novembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
Angola, Dia 11 de novembro, teu dia!Hoje é o teu dia Angola, do meu coração,
dia da tua tão desejada independência,
pena que tantos sofreram sem razão
e tudo perderam por falta de inteligência.
É assim nesta vida em que vivemos e lutamos,
nem sempre o discernimento está presente,
tantos perderam o trabalho de longos anos,
e tu Angola, perdeste gente tão competente.
Agora estás livre, independente com alegria,
e nós, portugueses que te temos na alma,
desejamos-te um futuro próspero e de harmonia,
que instales na tua terra a paz e a calma.
Que o amanhã seja a garantia da felicidade
entre países agora irmãos, Angola e Portugal,
que possamos viver sem laivos de animosidade
e levarmos bem longe este sentimento sem igual.
Parabéns Angola, pelo 11 de Novembro teu Dia,
um marco na tua História de país de encantamentos,
estarás eternamente na minha alma, com simpatia,
porque fazes parte da minha vida de sentimentos.
José Carlos Moutinho
É assim nesta vida em que vivemos e lutamos,
nem sempre o discernimento está presente,
tantos perderam o trabalho de longos anos,
e tu Angola, perdeste gente tão competente.
Agora estás livre, independente com alegria,
e nós, portugueses que te temos na alma,
desejamos-te um futuro próspero e de harmonia,
que instales na tua terra a paz e a calma.
Que o amanhã seja a garantia da felicidade
entre países agora irmãos, Angola e Portugal,
que possamos viver sem laivos de animosidade
e levarmos bem longe este sentimento sem igual.
Parabéns Angola, pelo 11 de Novembro teu Dia,
um marco na tua História de país de encantamentos,
estarás eternamente na minha alma, com simpatia,
porque fazes parte da minha vida de sentimentos.
José Carlos Moutinho
" DESRESPEITO "O caminho a percorrer
Nunca foi, nem será Fácil
Muros , pontes se levantam
Enormes ,que custam tanto
Num tempo fugaz e ágil
Já nada parece Fácil
E pra vos dificultar mais a vida
Mais obstáculos surgirão
Já não há a Voz da razão
E deviam já ter descanso
Ler um livro no seu canto
Com os seus netos brincar
Ler-lhes histórias de embalar
Fazer bolas de sabão
Mas passam frio e fome
O seu corpo já não dorme
Reina assim a ingratidão
Onde tudo é permitido
E já num tom aflito
Lá grita de desespero
Neste mundo eu já não fico!
Acabou!
Quero morrer!
Podem-me fazer o enterro!
Celeste Leite
Num tempo fugaz e ágil
Já nada parece Fácil
E pra vos dificultar mais a vida
Mais obstáculos surgirão
Já não há a Voz da razão
E deviam já ter descanso
Ler um livro no seu canto
Com os seus netos brincar
Ler-lhes histórias de embalar
Fazer bolas de sabão
Mas passam frio e fome
O seu corpo já não dorme
Reina assim a ingratidão
Onde tudo é permitido
E já num tom aflito
Lá grita de desespero
Neste mundo eu já não fico!
Acabou!
Quero morrer!
Podem-me fazer o enterro!
Celeste Leite
Sobre um Mar de prata voa a Liberdade
Sinto-me livre
Solta
Sem destino perco-me
para melhor me encontrar.
Dentro de mim há continentes
Rios, mares, vales e desertos
Há gente de todas as raças e culturas
Há credos e crenças
Sinto-me livre
Amo o pouco que me faz tanto
Tenho paixão ardente
Que me faz amante
Deste momento
breve
quase etéreo
que me faz tão feliz
Elsa Martins Esteves.
Dentro de mim há continentes
Rios, mares, vales e desertos
Há gente de todas as raças e culturas
Há credos e crenças
Sinto-me livre
Amo o pouco que me faz tanto
Tenho paixão ardente
Que me faz amante
Deste momento
breve
quase etéreo
que me faz tão feliz
Elsa Martins Esteves.
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