quarta-feira, 8 de agosto de 2012
…
assim me perco
entre o subir
e o caminhar
entre o espaço
celestial
e o infinito
incógnita sem
solução à vista
entre dois desconhecidos
não pode haver escolha
somente
uma moeda ao ar
definirá o caminho
opção feita entre
uma cara e uma coroa
as duas faces da vida
o ir ou o ficar
o subir ou o descer
o avançar ou o recuar
e vejo-me eu aqui
num problema
sem solução à vista
jorge morais
e o infinito
incógnita sem
solução à vista
entre dois desconhecidos
não pode haver escolha
somente
uma moeda ao ar
definirá o caminho
opção feita entre
uma cara e uma coroa
as duas faces da vida
o ir ou o ficar
o subir ou o descer
o avançar ou o recuar
e vejo-me eu aqui
num problema
sem solução à vista
jorge morais
Amizade com Devoção
Que aflora lúdicas seriedades,
Com devoção ...
Devoto a ti meu coração
Repleto de amor e carinho,
Pela vossa amizade transmitida
com devoção,
Muito Obrigada
pelas palavras
sempre reconfortantes.
Sempre coalharei com fartura
na mais bela perfeição cada gesto
do meu amigo.
E se coloco um pouco
da minha felicidade em vossas mãos,
É porque serenamente
confio na amizade e na vida,
Sem qualquer hesitação!
Uma amizade com devoção abre a porta
e senta-se no nosso coração,
convidando o sol
para aquecer o sentimento frio
e as palavras molhadas
sem a minha permissão.
Sónia Pinto
Pela vossa amizade transmitida
com devoção,
Muito Obrigada
pelas palavras
sempre reconfortantes.
Sempre coalharei com fartura
na mais bela perfeição cada gesto
do meu amigo.
E se coloco um pouco
da minha felicidade em vossas mãos,
É porque serenamente
confio na amizade e na vida,
Sem qualquer hesitação!
Uma amizade com devoção abre a porta
e senta-se no nosso coração,
convidando o sol
para aquecer o sentimento frio
e as palavras molhadas
sem a minha permissão.
Sónia Pinto
REFÉM DE TORGA E VERNEMais um minuto para respirar.
De noite, no sopé da montanha,
no meio da seara
e do vento das Hespanhas.
Parece que se afastam força e montada
em busca da brisa do norte
a mesma que asfixia os peixes perdidos.
Ah... Porque me intoxicam
com oxigénio aspergido
na candura aviltada?
Já não haverá paletas
para pintores de Virtude
em palácios plenos de Sol e Reis?
Há muito que espero salamandras
e siluros apeados
ávidos de cavernas hidrotermais.
Ainda tenho meio minuto
com todo o arresto dos montes
em lençóis pejados de infinito.
Respiro sem pressa
adivinhando a aurora aflita
a contar horas de penumbra.
José Brites Marques Inácio
BOLA DE CRISTAL
A minha bola de cristal
adivinha o futuro
em ecos de silêncio.
Florescem sonhos,
crescem rosas sem espinhos
no oásis-miragem
e no deserto-doirado da solidão
há lírios de Paz e hinos de Amor.
Abre-se a porta da minha ânsia
e fecho os olhos para não despertar...
Ah! Minha bola de cristal!
É belo o meu futuro
enquanto silêncio...
Ensurdece-me
ou abate montanhas
para que se calem os ecos...
De Maria La-Salete Sá
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