segunda-feira, 30 de julho de 2012
FICAVA
Ficava,
Ficava quando estavas,
Ficava quando não estavas,
Ficava assim….
Olhar sereno ,
Ansiando emoções,
Sedento de momentos tocantes,
Um dia…partiste!
Não mais fiquei assim…
Olhar ensombrado,
Perdido nos porquês…
Perdido nos “ses”…
A crença de te vislumbrar
Desvaneceu-se!
Ficar assim…foi….!
Não é mais!!
Tina Tinoco
Ficava,
Ficava quando estavas,
Ficava quando não estavas,
Ficava assim….
Olhar sereno ,
Ansiando emoções,
Sedento de momentos tocantes,
Um dia…partiste!
Não mais fiquei assim…
Olhar ensombrado,
Perdido nos porquês…
Perdido nos “ses”…
A crença de te vislumbrar
Desvaneceu-se!
Ficar assim…foi….!
Não é mais!!
Tina Tinoco
Meditando com as garças
Nas margens daquele lago de sonhos,
Desfilam altivas, nas suas longas pernas,
Garças multicolores das minhas ilusões;
Seu caminhar desengonçado,
Lembra-me o balanço da própria vida
E no desequilíbrio dos sentimentos,
Que se insinuam falsos e cínicos;
Vejo nas suas penas de diversas cores,
As cores negras das penas que a mentira causa
Na falsidade das emoções,
De gente que sorri, ofendendo
Que promete e jamais cumpre,
Que abraça friamente, no orgulho do seu ódio;
E as garças impávidas e indiferentes
Aos meus pensamentos,
Buscam com os seus longos bicos,
O sustento que a natureza lhes oferece,
Na luta pela continuidade da vida,
Porque as aves não odeiam,
Talvez só saibam voar e amar.
José Carlos Moutinho
Nas margens daquele lago de sonhos,
Desfilam altivas, nas suas longas pernas,
Garças multicolores das minhas ilusões;
Seu caminhar desengonçado,
Lembra-me o balanço da própria vida
E no desequilíbrio dos sentimentos,
Que se insinuam falsos e cínicos;
Vejo nas suas penas de diversas cores,
As cores negras das penas que a mentira causa
Na falsidade das emoções,
De gente que sorri, ofendendo
Que promete e jamais cumpre,
Que abraça friamente, no orgulho do seu ódio;
E as garças impávidas e indiferentes
Aos meus pensamentos,
Buscam com os seus longos bicos,
O sustento que a natureza lhes oferece,
Na luta pela continuidade da vida,
Porque as aves não odeiam,
Talvez só saibam voar e amar.
José Carlos Moutinho
domingo, 29 de julho de 2012
QUERO SER A MINHA SOMBRA
Nao tenho as palavras necessarias,
que vistam a pedra nua, que fluiu
desse teu ventre polido por mim.
Meus dedos foram senhorios,
do feudo da minha felicidade.
Sentiram o calor do Sol,
na tua pele sedenta de sombra...
A minha sombra, que te cobria.
Ha fogo e agua escritos aqui...
Tenho o veludo e areia agrestes,
que me tocam ao mesmo tempo,
em dor e sabor inigualaveis,
pelo prazer de te ter comigo.
Ha feridas que cicatrizo,
a cada fechar d'olhos...
que nao vejo, mas sinto!
Talvez... a ternura da sinceridade,
nao o seja... por isso escrevo.
Toco-te o rosto como petalas,
caidas de jardim inacabado.
Por sentir, por querer sentir.
Quero dormir sem que o sonho
me engane... quero-te a ti!
Se as palavras sao ocas...
Se o espaco e pouco e fragil...
Nao tenho as palavras necessarias...
Um so corpo e alma... cheio de tudo.
Desejos dimensionados ao que procuro,
na disfuncionalidade do que digo,
sera sempre ponto de chegada.
A ponto de partida, sera incognita.
Que complicado e afinal, ser tao simples.
Preciso de ser a minha sombra,
para que me possas entender.
Carlos Lobato
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