quinta-feira, 28 de junho de 2012

Silêncio de uma despedida

Vamos?

E fomos…

Ambos perdidos

Explorar os sentidos

Sedução e prazer

Sem nada para dizer

Viver o momento

Sem arrependimento

Um crime perfeito

Ao nosso jeito

Não houve pecado

No regresso ao passado

Emocionante viagem

Livres de bagagem

Presos a um lugar

Ainda por desmistificar

E desse segredo teu

Que agora é meu

Só eu tenho a chave

Para nós sem entrave

Mas apenas em sonhos meus

Porque depois do adeus

Entre nós o silêncio ficou

Sobre tudo o que se passou.


Cristina Russo
Amo-te do mesmo modo, que a borboleta ama a flor,
onde poisa, cautelosa e leve.
É por isso que os nossos voos são um constante versejar de pétalas,
que rimam com a tua boca de morango,
e o teu corpo de marfim.
Esculpo-te com os meus dedos, breves,
quando regressas,
saudosa,
feita mulher,
só para mim…
Depois, o momento para!
Abre-se a janela do tempo
E a borboleta, cansada,
Pousa uma última vez
Na pétala colorida de cetim.
Amo-te do mesmo modo,
precisamente do mesmo modo,
como me amas a mim…

Magnólia
 
Amo-te e acho que esse sentimento não vai mudar
apenas porque a gente se afasta
Tem coisas que o tempo só faz crescer
e a vontade amadurecer

Por isso eu amo-te agora,
no hoje e no amanhã
ainda que de uma estranha forma,
quase esquiva, quase vã
como quase que adivinhando
que o meu hoje
não é o teu amanhã

Mas amo-te das mesma forma
e isso eu não consigo mudar
por muito que tente

são reis
 
Ao longo da vida, muitas coisas aprendi,
Não o suficiente, mas de algumas faço referência,
Ser sincero, honesto e frontal sempre as senti,
Mas, meu Deus, cumpri-las é como uma penitência.
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José Carlos Moutinho.
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BOM DIA AMIGOS...Mesmo incompreendidos, devemos ser nós próprios, no caminho da rectidão!
 

quarta-feira, 27 de junho de 2012