TODAS AS SEMANAS INTERPRETA-SE UMA FOTO DIFERENTE
“Uma imagem…Mil Sorrisos” dá-nos asas à imaginação. Regista um momento que fica eternizado na nossa memória. No entanto se virmos uma imagem, ela provoca-nos sensações diferentes. Como fazer chegar uma imagem a quem não a vê? Cada um tem a sua interpretação e esta pode valer um sorriso… ou melhor mil sorrisos a quem a lê." Cristina Russo - mentora da iniciativa.
NÓS FORNECEMOS A IMAGEM E VOCÊS ESCREVEM SOBRE O QUE ELA VOS TRANSMITE.
ATENÇÃO: SÓ SERÃO VÁLIDAS AS PUBLICAÇÕES FEITAS NO PRÓPRIO DIA - DAS 00:00H ÀS 24:00H. FORA DO DIA SERÃO ELIMINADAS
1 - Obrigatório identificar a iniciativa com:
- ou nome da iniciativa
- ou foto da iniciativa
- ou ambos
2 - A foto a ser usada é sempre a da iniciativa
3 - Textos a publicar no Grupo
Contamos com a participação e imaginação de todos!
TODAS AS IMAGENS SÃO TIRADAS DA NET, COM AUTORES DESCONHECIDOS.
13-12-2016
Iniciativa a ser interpretada
Terça Feira 13-12-2016
06-12-2016
Imagem a ser interpretar
Terça Feira 06-12-2016
29-11-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 29-11-2016
Iniciativa a ser interpretada
Terça Feira 13-12-2016
BANCO DE JARDIM
....
Há quanto tempo me esperas…
Tu que não dormes um segundo
Pois és confidente do Mundo,
Que tudo vê…tudo ouve…tudo sente…
Na tua espera ansiosa.
Em eterna clemência, estás
Destinado ao tempo, sem fim…
Como relógio de matriz
Que em cada badalada diz
Que é como o vento
Que corre a esmo, sem medo.
E no teu silêncio concordante
Descobres a essência
Daqueles que na tua epiderme
Sentam a Vida confessando segredos,
Desnudando a Alma
Em ecos pensados que sussurram
O som doce dos beijos trocados,
Onde se juram
Eternas histórias de Amor que se repetem,
De amores que não perduram.
Os risos das crianças!
Os sons dos choros mal contidos.
Os sonhos de um pobre pedinte
Que ali se deixou dormir
E te agracia em desmedida.
E quando as sombras se acasalam,
As aves adormecem,
E as flores com as plantas já não falam,
Nem mais se ouve o bater das asas
Na luta pelas migalhas,
É a hora da despedida desse momento emprestado,
Levando comigo a saudade compensada
Com início, meio e até sempre…
.
Isabel Lucas Simões
O BANCO DA AVENIDA
Sentes-te triste ...
e um laivo de solidão
te ensombra no murmúrio da avenida,
mas, repentinamente,
vejo-te sorrir.
Lembras as crianças
que em teu redor corriam
e jogavam às escondidas e apanhada,
soltando gritos de alegria,
entusiasmantes.
Lembras os jovens de skate
em louca correria,
fazendo malabarismos
e tu alarmado com as quedas
que adivinhavas.
Lembras os namorados
sentados em teu colo,
de mãos entrelaçadas
e de sorrisos no rosto,
beijando-se ternamente
e demoradamente.
Lembras os pais,
levando os bébés em carrinho,
que na sombra do arvoredo, dormitavam
na espera do biberon, ao acordarem.
Lembras o casal de velhinhos
de mãos dadas,
envolvidos de ternura
em ti descansando
e o passado rememorando.
E … tu querias clamar:
foi aqui, neste banco
que pela primeira vez se beijaram.
Exulta-te!
Coubeste às vivências que por ti se cruzaram.
O BANCO DA AVENIDA
Sentes-te triste ...
e um laivo de solidão
te ensombra no murmúrio da avenida,
mas, repentinamente,
vejo-te sorrir.
Lembras as crianças
que em teu redor corriam
e jogavam às escondidas e apanhada,
soltando gritos de alegria,
entusiasmantes.
Lembras os jovens de skate
em louca correria,
fazendo malabarismos
e tu alarmado com as quedas
que adivinhavas.
Lembras os namorados
sentados em teu colo,
de mãos entrelaçadas
e de sorrisos no rosto,
beijando-se ternamente
e demoradamente.
Lembras os pais,
levando os bébés em carrinho,
que na sombra do arvoredo, dormitavam
na espera do biberon, ao acordarem.
Lembras o casal de velhinhos
de mãos dadas,
envolvidos de ternura
em ti descansando
e o passado rememorando.
E … tu querias clamar:
foi aqui, neste banco
que pela primeira vez se beijaram.
Exulta-te!
Coubeste às vivências que por ti se cruzaram.
José Lopes da Nave
“AQUELE BANCO DE JARDIM”
Saudades daquele banco
O que vivi e o que vivo
Quantos beijos trocados...
Quantas caricias adiadas
Vagueio por entre o arvoredo
Que te rodeia e protege
Tens um brilho de mistério
Já passaram tantas vidas
Por ti meu amigo
Quantos segredos guardados
Quantas vidas começadas
Por entre a folhagem
O sol ilumina-te
Dá-te uma áurea etérea
Sempre me segredaste
Tens um longo caminho a percorrer
Acertaste amigo
Deixei-me levar em palavras fúteis
Errei mas voltei atrás
Segui o meu trilho de vida
Queimei o coração
Mas reencontrei-me
Hoje vim matar saudades
Não resisti e sentei-me
A luz do sol parou no tempo
O som do vento aquietou
A minha alma traída
Segredou por entre a nossa árvore
Ele bem te avisou
Percebi
Mostraste-me o caminho
Não o segui
Nunca é tarde
Vim apresentar-te o meu amor
Obrigada amigo
Serás sempre o meu eterno banco de jardim…
“BRASA” MAGDA BRAZINHA
Homem Só
Nesse banco de jardim...
Estás sentado
De corpo quebrado...
Pensas no que tens vivido
E não faz sentido.
Contas os trocos...
Que tens na algibeira
Manobras o que tens...
À tua maneira.
Gesticulas...falas sozinho
Nesse banco sentado
Quebrado sem rumo...
Nem norte cansado...
Num tédio de morte.
Olhas à tua volta...
Nada ouves nada vez.
Talvez te interrogues...
Dos porquês???
E assim ficas...por aí sentado
Pelo tempo fora...
Sem dia nem hora...
Desacreditado...
Com a solidão a teu lado...
Apenas porque não Crês!!!
“AQUELE BANCO DE JARDIM”
Saudades daquele banco
O que vivi e o que vivo
Quantos beijos trocados...
Quantas caricias adiadas
Vagueio por entre o arvoredo
Que te rodeia e protege
Tens um brilho de mistério
Já passaram tantas vidas
Por ti meu amigo
Quantos segredos guardados
Quantas vidas começadas
Por entre a folhagem
O sol ilumina-te
Dá-te uma áurea etérea
Sempre me segredaste
Tens um longo caminho a percorrer
Acertaste amigo
Deixei-me levar em palavras fúteis
Errei mas voltei atrás
Segui o meu trilho de vida
Queimei o coração
Mas reencontrei-me
Hoje vim matar saudades
Não resisti e sentei-me
A luz do sol parou no tempo
O som do vento aquietou
A minha alma traída
Segredou por entre a nossa árvore
Ele bem te avisou
Percebi
Mostraste-me o caminho
Não o segui
Nunca é tarde
Vim apresentar-te o meu amor
Obrigada amigo
Serás sempre o meu eterno banco de jardim…
“BRASA” MAGDA BRAZINHA
Homem Só
Nesse banco de jardim...
Estás sentado
De corpo quebrado...
Pensas no que tens vivido
E não faz sentido.
Contas os trocos...
Que tens na algibeira
Manobras o que tens...
À tua maneira.
Gesticulas...falas sozinho
Nesse banco sentado
Quebrado sem rumo...
Nem norte cansado...
Num tédio de morte.
Olhas à tua volta...
Nada ouves nada vez.
Talvez te interrogues...
Dos porquês???
E assim ficas...por aí sentado
Pelo tempo fora...
Sem dia nem hora...
Desacreditado...
Com a solidão a teu lado...
Apenas porque não Crês!!!
13-12-16 Maria G.
AQUELE BANCO
Esperei por ti sentada naquele banco...
T' ão pouco sabia de ti mas te imaginava
Eras como uma página de um livro em branco
Pronto a ser desfolhado como eu me lembrava
Chegas-te de mansinho com um doce olhar de menino perdido
Nas ruas onde também eu me perdera
So querias um afago,uma carícia ou amor
Num abraço apertado nos sentimos voando
Num infinito de prazeres que há muito não sentíamos
Por momentos me belisquei para saber se era real
Ali permanecemos onde as palavras saiam famintas de ser escutadas
Numa troca de olhares que chegava e ainda parecia surreal
Seria o princípio de algo que ainda era estranho
Mas num ápice de tempo aumentou o tamanho do sentimento
Amor???? não sei se foi
Cumplicidade,amizade ,partilha ou paixão
E hoje aqui dentro do coração
Tenho a certeza que reina amor e a maior dedicação.
AQUELE BANCO
Esperei por ti sentada naquele banco...
T' ão pouco sabia de ti mas te imaginava
Eras como uma página de um livro em branco
Pronto a ser desfolhado como eu me lembrava
Chegas-te de mansinho com um doce olhar de menino perdido
Nas ruas onde também eu me perdera
So querias um afago,uma carícia ou amor
Num abraço apertado nos sentimos voando
Num infinito de prazeres que há muito não sentíamos
Por momentos me belisquei para saber se era real
Ali permanecemos onde as palavras saiam famintas de ser escutadas
Numa troca de olhares que chegava e ainda parecia surreal
Seria o princípio de algo que ainda era estranho
Mas num ápice de tempo aumentou o tamanho do sentimento
Amor???? não sei se foi
Cumplicidade,amizade ,partilha ou paixão
E hoje aqui dentro do coração
Tenho a certeza que reina amor e a maior dedicação.
Anabela Fernandes
O VELHO BANCO
Avenida tranquila. ...
Primavera talvez.
Verde as árvores, as bermas.
Chão decorado, entre as pedras da calçada.
Verdura sobressaía, procurando o sol de cada dia.
O VELHO BANCO
Avenida tranquila. ...
Primavera talvez.
Verde as árvores, as bermas.
Chão decorado, entre as pedras da calçada.
Verdura sobressaía, procurando o sol de cada dia.
O Banco permanecia, solitário.
Esperava o cair de uma ou outra folha cansada.
Um pedinte que se sentasse para reconfortar os pés cansados.
Por vezes sentavam-se rindo alegres petizes contentes.
E uma ou outra ave canora,
Cantava maviosamente uma area de ópera.
Velho banco, passei sentei.
Escutei um murmúreo de vento.
Arrepiou-se minha pele.
O banco suspirou!
Enfrentei-o de pé.
Perguntei?
Quantas são tuas histórias?...
O vento manso falou entre suspiros e musica.
Como quem declama um poema.
Sou banco perdido, apenas beijado pela chuva.
Fui testemunha de amores verdadeiros.
De beijos roubados, a castos lábios.
Fui testemunha de juras de amor intemporais.
Fui leito de pobres mais solitários que eu.
No breu da noite.
Fui já testemunha de desrespeito,
Violação, grito estrangulado.
Sangue de virgens...
Confiantes que era por amor que se imolavam.
Toldaram-se meus olhos,
Contraíram-se meus lábios.
Estava frio. A noite descia em neblina.
Teciam-se sombras.
Abeirou-se um velhinho.
Trazia rotos pertences.
Um canito por companhia.
Assobiaba feliz.
Repartiu com o seu amigo, a magra refeição.
Chamou o banco de leito.
Estendeu uma manta cossada.
Aconchegou o seu felpudo de quatro patas.
contemplou, o céu, sonhando uma ou outra estrela.
Agradeceu as tábuas duras daquele banco.
Adormeceu aquecendo com a grandeza de seu coração a noite fria.
Pois a primavera dormia vestida de névoas e orvalho.
Augusta Maria Gonçalves.
Esperava o cair de uma ou outra folha cansada.
Um pedinte que se sentasse para reconfortar os pés cansados.
Por vezes sentavam-se rindo alegres petizes contentes.
E uma ou outra ave canora,
Cantava maviosamente uma area de ópera.
Velho banco, passei sentei.
Escutei um murmúreo de vento.
Arrepiou-se minha pele.
O banco suspirou!
Enfrentei-o de pé.
Perguntei?
Quantas são tuas histórias?...
O vento manso falou entre suspiros e musica.
Como quem declama um poema.
Sou banco perdido, apenas beijado pela chuva.
Fui testemunha de amores verdadeiros.
De beijos roubados, a castos lábios.
Fui testemunha de juras de amor intemporais.
Fui leito de pobres mais solitários que eu.
No breu da noite.
Fui já testemunha de desrespeito,
Violação, grito estrangulado.
Sangue de virgens...
Confiantes que era por amor que se imolavam.
Toldaram-se meus olhos,
Contraíram-se meus lábios.
Estava frio. A noite descia em neblina.
Teciam-se sombras.
Abeirou-se um velhinho.
Trazia rotos pertences.
Um canito por companhia.
Assobiaba feliz.
Repartiu com o seu amigo, a magra refeição.
Chamou o banco de leito.
Estendeu uma manta cossada.
Aconchegou o seu felpudo de quatro patas.
contemplou, o céu, sonhando uma ou outra estrela.
Agradeceu as tábuas duras daquele banco.
Adormeceu aquecendo com a grandeza de seu coração a noite fria.
Pois a primavera dormia vestida de névoas e orvalho.
Augusta Maria Gonçalves.
06-12-2016
Imagem a ser interpretar
Terça Feira 06-12-2016
“CUIDEM BEM DA NATUREZA”
Acordei, saí e comtemplei a natureza
Não havia chuva
No ar um cheirinho a maresia...
O encanto e o aroma da manhã
Uma paz um sossego
Parece um paraíso
Pensei no que fazem ao meio ambiente
O homem constrói e destrói
Casas, matas, animais
Não para a destruição
É a poluição do ar
A fome a nível mundial
Os fogos
O aquecimento global
As guerras
Não pensam nas nossas crianças
Deixam o mundo ao deus dará
Cada vez mais frágil
Mais degradado
Temos de parar e pensar
Em tudo o e está a acontecer
Deem paz ao mundo
E às suas gentes
Por favor…
Cuidem bem da natureza…
“BRASA” MAGDA BRAZINHA
DOIS TEMPOS
No princípio era o paraíso, porém no decorrer do tempo avolumaram-se contradições sujeitas a idiossincrasias dominadas por questões, as mais diversas....
Hoje, a concórdia da humanidade está desagregada.
DOIS TEMPOS
No princípio era o paraíso, porém no decorrer do tempo avolumaram-se contradições sujeitas a idiossincrasias dominadas por questões, as mais diversas....
Hoje, a concórdia da humanidade está desagregada.
Assim,
tribulações
dominam o planeta,
encaminhando
guerras e terror,
fome e angústia,
famílias destroçadas,
procurando asilo
em outros mundos,
numa diáspora
inimaginável,
sendo as crianças
o elo mais perturbador
duma realidade irreal,
aflitiva a que se assiste.
José Lopes da Nave
VIREI O MUNDO AO AVESSO
Sorri e chorei...
Barreiras ultrapassei
Fiz das lágrimas
Meu refúgio
Andei na corda bamba
Sem nunca desistir
Virei o mundo ao avesso
Quando este me tombou
Alguém me segredou
Lá do alto me acolheu
Um dia escuro
Outro claro
Uma mão foi meu amparo
Fez nos estragos um reparo
Aqui estou eu
Ainda viva
Fazendo da escrita
Meu casulo
Nela nunca me anulo
Sou o que sou
Sonhadora
Amante
Mulher
E mãe
Ás vezes ignorada
Outras amada
Neste planeta
Vivo por inteiro.
tribulações
dominam o planeta,
encaminhando
guerras e terror,
fome e angústia,
famílias destroçadas,
procurando asilo
em outros mundos,
numa diáspora
inimaginável,
sendo as crianças
o elo mais perturbador
duma realidade irreal,
aflitiva a que se assiste.
José Lopes da Nave
VIREI O MUNDO AO AVESSO
Sorri e chorei...
Barreiras ultrapassei
Fiz das lágrimas
Meu refúgio
Andei na corda bamba
Sem nunca desistir
Virei o mundo ao avesso
Quando este me tombou
Alguém me segredou
Lá do alto me acolheu
Um dia escuro
Outro claro
Uma mão foi meu amparo
Fez nos estragos um reparo
Aqui estou eu
Ainda viva
Fazendo da escrita
Meu casulo
Nela nunca me anulo
Sou o que sou
Sonhadora
Amante
Mulher
E mãe
Ás vezes ignorada
Outras amada
Neste planeta
Vivo por inteiro.
Anabela Fernandes.
ATÉ QUANDO ?
Até quando o seres humanos...
Vão destruindo a beleza,
Provocando tantos danos,
À linda mãe Natureza.
ATÉ QUANDO ?
Até quando o seres humanos...
Vão destruindo a beleza,
Provocando tantos danos,
À linda mãe Natureza.
Até quando meus senhores?
Vós que mandais nesta Terra,
Mandam parar os horrores
E deixam de fazer guerra.
Até quando esta pobreza?
Que é por vós provocada,
Para aumentar a riqueza,
Que é por vós ostentada.
Não chega o que têm já?
Querem mais e sempre mais,
Anda o Mundo ao Deus dará,
Quando será que parais?
Um dia, tarde será,
P´ró Mundo se recompor,
Nessa altura acabará,
Tudo num imenso horror.
Só temos o nosso Mundo
P´ra nele podermos viver,
Se acaso ele “ For ao fundo”,
Vai a vida desaparecer.
Não adiem por mais tempo
O que é preciso fazer,
Acabem com o tormento,
Que muitos estão sofrer.
Não pensem que são eternos,
Pensem bem, tenham juízo,
Transformem estes “Infernos”,
De novo, num Paraíso.
António Henriques
LÁGRIMAS DA NATUREZA
Triste é a realidade ...
que se abate sobre a Terra
de todos e de cada um, a maldade
que a fere em constante guerra.
Vós que mandais nesta Terra,
Mandam parar os horrores
E deixam de fazer guerra.
Até quando esta pobreza?
Que é por vós provocada,
Para aumentar a riqueza,
Que é por vós ostentada.
Não chega o que têm já?
Querem mais e sempre mais,
Anda o Mundo ao Deus dará,
Quando será que parais?
Um dia, tarde será,
P´ró Mundo se recompor,
Nessa altura acabará,
Tudo num imenso horror.
Só temos o nosso Mundo
P´ra nele podermos viver,
Se acaso ele “ For ao fundo”,
Vai a vida desaparecer.
Não adiem por mais tempo
O que é preciso fazer,
Acabem com o tormento,
Que muitos estão sofrer.
Não pensem que são eternos,
Pensem bem, tenham juízo,
Transformem estes “Infernos”,
De novo, num Paraíso.
António Henriques
LÁGRIMAS DA NATUREZA
Triste é a realidade ...
que se abate sobre a Terra
de todos e de cada um, a maldade
que a fere em constante guerra.
Veste-se a Natureza de breu
sangra de dor ao seu jeito...
o "Homem" ainda não aprendeu
que a vida pede respeito.
Cobre de lixo os caminhos
polui os rios e os mares
rouba aos pássaros seus ninhos
silencia os seus cantares.
Árvores. plantas e animais
mata e destrói sem piedade
sem crer que será tarde demais
o confronto com a verdade.
Seus crimes não têm perdão
a tragédia é uma certeza
fina-se a Terra de exaustão
nas lágrimas da Natureza...!
Aida Maria (Aida Marques)
Poema acróstico: PAZ NO MUNDO
Paz no mundo
todos nós precisamos de paz...
em tudo o que temos
somos seres vivos
porquê havemos de querer guerras.
sangra de dor ao seu jeito...
o "Homem" ainda não aprendeu
que a vida pede respeito.
Cobre de lixo os caminhos
polui os rios e os mares
rouba aos pássaros seus ninhos
silencia os seus cantares.
Árvores. plantas e animais
mata e destrói sem piedade
sem crer que será tarde demais
o confronto com a verdade.
Seus crimes não têm perdão
a tragédia é uma certeza
fina-se a Terra de exaustão
nas lágrimas da Natureza...!
Aida Maria (Aida Marques)
Poema acróstico: PAZ NO MUNDO
Paz no mundo
todos nós precisamos de paz...
em tudo o que temos
somos seres vivos
porquê havemos de querer guerras.
P az no mundo é urgente
A mor por tudo o que temos
Z angas para quê? Elas
N ão levam a lugar nenhum
O lha á tua volta
M uito tens para olhar
U nidos no amor venceremos
N uma paz universal
D omina a fúria, e
O lharás o futuro sem medo.
Com paz vivemos tão bem
todos nós devemos lutar pela paz
só assim venceremos
todo o mal que temos no mundo.
Digam-me? Porquê guerras!
Direitos de @utor reservados
Mila Lopes
A mor por tudo o que temos
Z angas para quê? Elas
N ão levam a lugar nenhum
O lha á tua volta
M uito tens para olhar
U nidos no amor venceremos
N uma paz universal
D omina a fúria, e
O lharás o futuro sem medo.
Com paz vivemos tão bem
todos nós devemos lutar pela paz
só assim venceremos
todo o mal que temos no mundo.
Digam-me? Porquê guerras!
Direitos de @utor reservados
Mila Lopes
Urge a paz
Urge a paz
neste planeta azul a girar,
num choro plangente,...
que dói no coração da gente.
Urge a paz,
urge acender a luz do amor,
da concordância,
neste mundo de ganância.
Vem... paz... vem
numa girândola pura de amor.
Terminar com a dor,
e os gemidos do desamor.
Igualdade,
equidade... de mãos dadas na fraternidade.
Urge a paz
urge o amor,
para reacender o desejo de viver.
Paz,
união,
fraternidade,
compaixão...
um mundo a florescer na união.
Vem paz...
no centro de todo o coração.
Urge a paz
neste planeta azul a girar,
num choro plangente,...
que dói no coração da gente.
Urge a paz,
urge acender a luz do amor,
da concordância,
neste mundo de ganância.
Vem... paz... vem
numa girândola pura de amor.
Terminar com a dor,
e os gemidos do desamor.
Igualdade,
equidade... de mãos dadas na fraternidade.
Urge a paz
urge o amor,
para reacender o desejo de viver.
Paz,
união,
fraternidade,
compaixão...
um mundo a florescer na união.
Vem paz...
no centro de todo o coração.
Emília Pedreiro
Ainda que somente um sonho fosse
Dormindo em sono profundo
Gostaria de dar a volta ao mundo...
Num abraço, só com um passo…
Fazer dele um embrulho enfeitado com um laço!
Dentro dele meteria com amor
Muita paz nas pétalas coloridas de uma flor
Ainda que somente um sonho fosse
Meteria dentro dele uma fórmula
Que s’ espalhasse sobre a terra
Que acabasse com a guerra!
Eu sei que pensas como eu
E que o meu desejo é tal e qual o teu!
Ainda que somente um sonho fosse
Gostaria de desdobrar este presente
Como bolas de sabão
Que s’ espalhassem pelo ar caídas dum avião
Que se colassem nas mãos de cada criança
Que vive fugindo d' ameça
Sem esperança
Longe da lembrança, da paz e da união
Ainda que somente um sonho fosse
Gostaria de Fazer deste presente
Um presente de Natal pra cada criança do mundo!
Ainda que somente um sonho fosse
Dormindo em sono profundo
Gostaria de dar a volta ao mundo...
Num abraço, só com um passo…
Fazer dele um embrulho enfeitado com um laço!
Dentro dele meteria com amor
Muita paz nas pétalas coloridas de uma flor
Ainda que somente um sonho fosse
Meteria dentro dele uma fórmula
Que s’ espalhasse sobre a terra
Que acabasse com a guerra!
Eu sei que pensas como eu
E que o meu desejo é tal e qual o teu!
Ainda que somente um sonho fosse
Gostaria de desdobrar este presente
Como bolas de sabão
Que s’ espalhassem pelo ar caídas dum avião
Que se colassem nas mãos de cada criança
Que vive fugindo d' ameça
Sem esperança
Longe da lembrança, da paz e da união
Ainda que somente um sonho fosse
Gostaria de Fazer deste presente
Um presente de Natal pra cada criança do mundo!
Por Zita de Fátima Nogueira
29-11-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 29-11-2016
MÃOS NATUREZA
....
As mãos que acariciam a Natureza
Na sua mais singela verdade
Enchem o coração de beleza
E a Alma de vaidade!
.
Isabel Lucas Simões
MÃOS QUE CUIDAM
Nas mãos plantas flores...
com desvelo cuidadas
e cujas pétalas distribuirás
à brisa envolvente.
Essas pétalas
serão vidas,
a acautelar tempestades
e a falar de sorrisos,
numa linguagem
apenas reconhecida
pelas almas.
José Lopes da Nave~
LINDAS SÃO AS MÃOS
...
LINDAS SÃO AS MÃOS
...
Mãos são beleza
São ternura
São afago
São doçura
Com elas tudo é perfeito
Com elas damos amor
Com elas damos carinho
Pegamos nossos filhos
Tratamos da terra no jardim
Semeamos e colhemos afeição
E porque não dizer:
Com elas temos uma Bênção
Que nos alegra o coração
Fazer tudo o que quisermos
Com carinho e emoção.
Também é com elas que se faz
A guerra e a paz.
Rosete Cansado
“VOU-TE ESCREVER UM POEMA”
Vou-te escrever um poema
Não vou conseguir rimar
Falo-te do meio ambiente...
Começo pelo verbo amar
São ternura
São afago
São doçura
Com elas tudo é perfeito
Com elas damos amor
Com elas damos carinho
Pegamos nossos filhos
Tratamos da terra no jardim
Semeamos e colhemos afeição
E porque não dizer:
Com elas temos uma Bênção
Que nos alegra o coração
Fazer tudo o que quisermos
Com carinho e emoção.
Também é com elas que se faz
A guerra e a paz.
Rosete Cansado
“VOU-TE ESCREVER UM POEMA”
Vou-te escrever um poema
Não vou conseguir rimar
Falo-te do meio ambiente...
Começo pelo verbo amar
Escrevo-te no caule de uma planta
Que com as tuas mãos semeaste
Vou-te ensinar a regar
E saber com a plantaste
Plantas são como o amor
Têm de ser bem cuidadas
Senão murcham e até morrem
Têm de ser bem-amadas
Com as mãos as acaricias
Plantaste-as com carinho
Dá-lhe amor e muito mimo
Dá-lhe também um beijinho
As plantas fazem falta
Dão – nos o seu oxigénio
Alegria e cor á vida
Até servem de remédio
Plantas e amor são iguais
Não nos podemos esquecer
Temos de as tratar bem
E não as deixar morrer
Escrevi-te este poema
Com as minhas mãos enrugadas
Não deixes fugir o amor
Nem as plantas bem cuidadas
Não vos quero maçar mais
Com este vou acabar
Deixo-os com as minhas plantas
E também com o verbo amar…
“BRASA” MAGDABRAZINHA
CRIAÇÃO
Numa mão trago o poder...
Na outra a sedução
Que farei com as duas perante uma solução?
Poderosa é a criação da natureza
Em saber e construção
É tão simples o pensar criar
E procriar – fundamentar, fazer nascer
Facto verídico é o vir ao mundo e partir – morrer
Difícil é viver em confronto d’ estatuto
De projecção com a dureza
Encontrada neste jardim
Feito de fingida pureza!
O homem é uma criação
De Deus ou da natureza?
Conforme o crer e o sentir da certeza
Que trazes amarrado ao teu coração.
Dar a mão, criar por devoção
Semear amor pra colher uma oração
Será que minhas mãos serão assim tão poderosas?
Filho és, pai serás, colherás o que semeares
Na tua mão tens a força
No coração tens o poder
Experimenta semear amor
Pra veres o que em teu redor
Floresce com ardor!
Se com amor e paciência cuidares
O que à terra deitares
Receberás amor para com o mundo te reconciliares!
Que com as tuas mãos semeaste
Vou-te ensinar a regar
E saber com a plantaste
Plantas são como o amor
Têm de ser bem cuidadas
Senão murcham e até morrem
Têm de ser bem-amadas
Com as mãos as acaricias
Plantaste-as com carinho
Dá-lhe amor e muito mimo
Dá-lhe também um beijinho
As plantas fazem falta
Dão – nos o seu oxigénio
Alegria e cor á vida
Até servem de remédio
Plantas e amor são iguais
Não nos podemos esquecer
Temos de as tratar bem
E não as deixar morrer
Escrevi-te este poema
Com as minhas mãos enrugadas
Não deixes fugir o amor
Nem as plantas bem cuidadas
Não vos quero maçar mais
Com este vou acabar
Deixo-os com as minhas plantas
E também com o verbo amar…
“BRASA” MAGDABRAZINHA
CRIAÇÃO
Numa mão trago o poder...
Na outra a sedução
Que farei com as duas perante uma solução?
Poderosa é a criação da natureza
Em saber e construção
É tão simples o pensar criar
E procriar – fundamentar, fazer nascer
Facto verídico é o vir ao mundo e partir – morrer
Difícil é viver em confronto d’ estatuto
De projecção com a dureza
Encontrada neste jardim
Feito de fingida pureza!
O homem é uma criação
De Deus ou da natureza?
Conforme o crer e o sentir da certeza
Que trazes amarrado ao teu coração.
Dar a mão, criar por devoção
Semear amor pra colher uma oração
Será que minhas mãos serão assim tão poderosas?
Filho és, pai serás, colherás o que semeares
Na tua mão tens a força
No coração tens o poder
Experimenta semear amor
Pra veres o que em teu redor
Floresce com ardor!
Se com amor e paciência cuidares
O que à terra deitares
Receberás amor para com o mundo te reconciliares!
por Zita de Fátima Nogueira
RENOVAÇÃO
Tudo o que é ser vivente neste Mundo,...
Esta certeza com ele, vai sempre ter,
Viva bastante, ou apenas um segundo,
Tudo o que nasce, um dia vai morrer.
RENOVAÇÃO
Tudo o que é ser vivente neste Mundo,...
Esta certeza com ele, vai sempre ter,
Viva bastante, ou apenas um segundo,
Tudo o que nasce, um dia vai morrer.
É esta a lei da vida, aplicada,
A quem está vivo, de um modo geral,
Seja curta ou comprida essa jornada,
Vamos no fim, ter idêntico final.
Por isso sinto em mim, satisfação,
Ver todas as mãos dessas crianças,
Levando p´rá terra a renovação,
Plantando-se assim novas esperanças.
Nesse pequeno gesto essencial,
Mostrando aos demais, sua beleza,
Tentando corrigir todo o mal,
Que o ser humano faz à Natureza.
Árvores e plantas semeando,
Num esforço louvável e bem-vindo,
Vão desse modo assim, renovando,
O que muitos mais, vão destruindo.
António Henriques
Prometo
Prometo buscar o sorriso dentro do teu coração,
Prometo cultivá-lo,...
Sempre amá-lo
Prometo dar-lhe consolo quando precisar
Prometo sorrir sempre com emoção
Fazer dos problemas um sorriso e acreditar.
Momento insignificantes sorrir
Prometo toda minha compreensão
Te prometo acima de tudo nunca desistir
O sorriso que tirei do teu coração.
Prometo escrever em minhas páginas
Teus sorrisos e sua natureza
E enxugar tuas lágrimas
Com sorrisos com certeza.
O amor começa por um olhar
Se intensifica com um sorriso
Cresse com um beijo e amar
Nada mais lindo nada mais
Encantador
Sorrir nunca é demais
Depois de um beijo de amor
Prometo que vou buscar
As formas para te fazer feliz e sentir
Prometo que as estrelas sempre vão brilhar
E a lua será nossa e vamos sorrir
São milhões de promessas,feitas por mim
De um sorrir verdadeiro
Que jamais terá fim
Será sempre como o primeiro
PROMETO!!
Carmen Bettencourt
Ah! Fabulosas mãos as das crianças,
Pequenas flores, ternos canteiros. ...
A ELES ensinemos a riqueza das sementes.
Pois de plantinhas verdes indefezas
Teremos um mundo,
Equilibrado, verde, florido, pleno.
A quem está vivo, de um modo geral,
Seja curta ou comprida essa jornada,
Vamos no fim, ter idêntico final.
Por isso sinto em mim, satisfação,
Ver todas as mãos dessas crianças,
Levando p´rá terra a renovação,
Plantando-se assim novas esperanças.
Nesse pequeno gesto essencial,
Mostrando aos demais, sua beleza,
Tentando corrigir todo o mal,
Que o ser humano faz à Natureza.
Árvores e plantas semeando,
Num esforço louvável e bem-vindo,
Vão desse modo assim, renovando,
O que muitos mais, vão destruindo.
António Henriques
Prometo
Prometo buscar o sorriso dentro do teu coração,
Prometo cultivá-lo,...
Sempre amá-lo
Prometo dar-lhe consolo quando precisar
Prometo sorrir sempre com emoção
Fazer dos problemas um sorriso e acreditar.
Momento insignificantes sorrir
Prometo toda minha compreensão
Te prometo acima de tudo nunca desistir
O sorriso que tirei do teu coração.
Prometo escrever em minhas páginas
Teus sorrisos e sua natureza
E enxugar tuas lágrimas
Com sorrisos com certeza.
O amor começa por um olhar
Se intensifica com um sorriso
Cresse com um beijo e amar
Nada mais lindo nada mais
Encantador
Sorrir nunca é demais
Depois de um beijo de amor
Prometo que vou buscar
As formas para te fazer feliz e sentir
Prometo que as estrelas sempre vão brilhar
E a lua será nossa e vamos sorrir
São milhões de promessas,feitas por mim
De um sorrir verdadeiro
Que jamais terá fim
Será sempre como o primeiro
PROMETO!!
Carmen Bettencourt
Ah! Fabulosas mãos as das crianças,
Pequenas flores, ternos canteiros. ...
A ELES ensinemos a riqueza das sementes.
Pois de plantinhas verdes indefezas
Teremos um mundo,
Equilibrado, verde, florido, pleno.
Vês? Pequeno ser?
Olha! Respira esta beleza.
Árvores seculares todas em flor.
Sê curioso menino de olhos puros.
Voou a flor nas mãos do vento.
Ficou a semente!
Encanta-te, está atento.
Será num entardecer de muito vento...
Que a semente rirá em liberdade.
Depois...
Aqui, ali, além.
Na margem de um rio,
Numa encosta ingreme,
A semente se esconde nas fendas.
Floresce então, brota do coração das pedras.
Vês criança? Todas estas árvores,
Os bosques plenos.
Foram já no seio da terra mãe,
Pequenas plantas a brotar.
O sol ameno as vem beijar.
Cresce menino,
Cresce a saber todos os segredos.
Cresce, a saber respeitar, a proteger.
Toda a especie de vida.
Essa que enfeita a terra,
Tanta e diversa
Enche até o coração do mar!
Beija com teus olhos, todas as belezas,
Que para ti, são dádivas desta natureza.
Sábia e singular.
O unico segredo...
É AMAR.
Augusta Maria Gonçalves.
MÃOS ESTENDIDAS...
Mãos estendidas ...
prelúdio de uma oração
apelos de uma alma ferida
lágrimas de solidão...
Olha! Respira esta beleza.
Árvores seculares todas em flor.
Sê curioso menino de olhos puros.
Voou a flor nas mãos do vento.
Ficou a semente!
Encanta-te, está atento.
Será num entardecer de muito vento...
Que a semente rirá em liberdade.
Depois...
Aqui, ali, além.
Na margem de um rio,
Numa encosta ingreme,
A semente se esconde nas fendas.
Floresce então, brota do coração das pedras.
Vês criança? Todas estas árvores,
Os bosques plenos.
Foram já no seio da terra mãe,
Pequenas plantas a brotar.
O sol ameno as vem beijar.
Cresce menino,
Cresce a saber todos os segredos.
Cresce, a saber respeitar, a proteger.
Toda a especie de vida.
Essa que enfeita a terra,
Tanta e diversa
Enche até o coração do mar!
Beija com teus olhos, todas as belezas,
Que para ti, são dádivas desta natureza.
Sábia e singular.
O unico segredo...
É AMAR.
Augusta Maria Gonçalves.
MÃOS ESTENDIDAS...
Mãos estendidas ...
prelúdio de uma oração
apelos de uma alma ferida
lágrimas de solidão...
Mãos estendidas
em busca da luz
que rasgue a escuridão
mãos estendidas
ávidas de vida
ávidas de atenção...
Mãos estendidas
tentando agarrar o tempo
mãos de sofrimento doridas
ofertam nas suas palmas
o alimento da vida.
Mãos estendidas
mãos esquecidas
por quem lhes devia
transmitir calor
mãos desiludidas
pela falta de amor...
Aida Maria (Aida Marques)
em busca da luz
que rasgue a escuridão
mãos estendidas
ávidas de vida
ávidas de atenção...
Mãos estendidas
tentando agarrar o tempo
mãos de sofrimento doridas
ofertam nas suas palmas
o alimento da vida.
Mãos estendidas
mãos esquecidas
por quem lhes devia
transmitir calor
mãos desiludidas
pela falta de amor...
Aida Maria (Aida Marques)
MÃOS DE ESPERANÇA
Mãos terra,flor paz e amor
Brincam contentes
Semeiam e colhem...
Todas as sementes
Sentem a dor
Afagam com ternura
Partem a aventura
Com esperança renovada
Mãos de fada
De terra lavrada
Que a enxada calejou
Não se dão por vencidas
T'ão pouco esquecidas
Se erguem em liberdade
Mãos de felicidade
O tempo não as poupou
Envelheceram
Percorreram
A vida que passou
Mãos terra,flor paz e amor
Brincam contentes
Semeiam e colhem...
Todas as sementes
Sentem a dor
Afagam com ternura
Partem a aventura
Com esperança renovada
Mãos de fada
De terra lavrada
Que a enxada calejou
Não se dão por vencidas
T'ão pouco esquecidas
Se erguem em liberdade
Mãos de felicidade
O tempo não as poupou
Envelheceram
Percorreram
A vida que passou
Anabela Fernandes.
São palavras
que saem do fundo do meu coração
são palavras ...
de fé e de esperança
são palavras
que se vão espalhando por ai
são palavras
ás vezes em lágrimas
são palavras
também com gargalhadas
são palavras
pintadas com carinho
são palavras
verdadeiramente sentidas
são palavras
que sinto na escuridão
são palavras
escritas pelas minhas mãos
são palavras
com sentimentos
são palavras
de humildade e paz
são palavras
semeadas de carinho
são palavras
plantadas no meu peito
são palavras
serenas do meu olhar
são palavras
com amor dentro de mim
são palavras
cheias de amor escritas por mim
e abençoadas por Jesus .
São palavras
que saem do fundo do meu coração
são palavras ...
de fé e de esperança
são palavras
que se vão espalhando por ai
são palavras
ás vezes em lágrimas
são palavras
também com gargalhadas
são palavras
pintadas com carinho
são palavras
verdadeiramente sentidas
são palavras
que sinto na escuridão
são palavras
escritas pelas minhas mãos
são palavras
com sentimentos
são palavras
de humildade e paz
são palavras
semeadas de carinho
são palavras
plantadas no meu peito
são palavras
serenas do meu olhar
são palavras
com amor dentro de mim
são palavras
cheias de amor escritas por mim
e abençoadas por Jesus .
Direitos de @utor reservados
Mila Lopes
Mila Lopes
22-11-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 22-11-2016
15-11-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 22-11-2016
Trago no ventre uma semente
Que me faz feliz
Florescerá com felicidade somente
Assim meu coração me diz
Com tua mão colocada em minha mão...
Sobre minha barriga nos trará grande experiência
E que o marco de sua nascença
Fique para sempre em nosso coração
Que seja bem vinda ao mundo
Esta criança que nos oferece a natureza
Por ela um amor profundo
Para toda a vida com certeza!!!
Carmen Bettencourt
Poema
Por nascer e ser
...
Poema
Por nascer e ser
...
Bem me quer mal me quer
quem me quer, me quer bem
quem não me quer
nunca poderá saber
que sou tambem
e sempre alguem
Sou fio de gente
sou rebento do vento
sou da nuvem um fiapo
sou ainda aqui dentro
um sonho de quem me quis tanto
Já rio, já sorrio já vos ouço
já vos sinto, já penso
só não sei que penso
apesar de saber
que sou de dois
e por isso aqui estar
Sei que me sentes, sei que me sentem
sei que nas vossas mãos
está o vosso coração
sei que me esperam, assim
como quem espera
que um novo amanha nasça
Sei que serei o que tiver de ser
sei que seja eu o que for
serei fruto de grito e dor
serei fruto de um profundo amor
Serei só mais um
serei quem chegou e ao nascer
mais do que vida a acontecer
serei de vós o que me derem
mais o que darei a quem um dia amarei
ANA MARQUES
“NASCESTE”
Abres os olhos
Chegaste
Olhas em redor...
Que mundo é este?
Eras semente
Depois embrião
Eras seiva palpitante
Eras um navegador
No útero da ternura
Voltas e mais voltas
Eras mistério
Fruto do amor a dois
Paixão
Coração batendo louco
Ressurges da semente
Caminhas para a liberdade
Agora já és promessa
És um botão
Abres-te para a vida
Rasgas os véus
Amanheces gritando
A revolta
Não acreditas
Tiram-te do teu ninho
Do teu conforto
És flor enfim
Eterna descoberta
Nasceste…
“BRASA” MAGDA BRAZINHA
VAI NASCER
Ainda não nasceste, mas já vens trazer,...
magia e alegria ao mundo de dois seres,
que unidos de corpo e alma te conceberam,
em amor,
em desejo ,em paixão,
em alegria....
quem me quer, me quer bem
quem não me quer
nunca poderá saber
que sou tambem
e sempre alguem
Sou fio de gente
sou rebento do vento
sou da nuvem um fiapo
sou ainda aqui dentro
um sonho de quem me quis tanto
Já rio, já sorrio já vos ouço
já vos sinto, já penso
só não sei que penso
apesar de saber
que sou de dois
e por isso aqui estar
Sei que me sentes, sei que me sentem
sei que nas vossas mãos
está o vosso coração
sei que me esperam, assim
como quem espera
que um novo amanha nasça
Sei que serei o que tiver de ser
sei que seja eu o que for
serei fruto de grito e dor
serei fruto de um profundo amor
Serei só mais um
serei quem chegou e ao nascer
mais do que vida a acontecer
serei de vós o que me derem
mais o que darei a quem um dia amarei
ANA MARQUES
“NASCESTE”
Abres os olhos
Chegaste
Olhas em redor...
Que mundo é este?
Eras semente
Depois embrião
Eras seiva palpitante
Eras um navegador
No útero da ternura
Voltas e mais voltas
Eras mistério
Fruto do amor a dois
Paixão
Coração batendo louco
Ressurges da semente
Caminhas para a liberdade
Agora já és promessa
És um botão
Abres-te para a vida
Rasgas os véus
Amanheces gritando
A revolta
Não acreditas
Tiram-te do teu ninho
Do teu conforto
És flor enfim
Eterna descoberta
Nasceste…
“BRASA” MAGDA BRAZINHA
VAI NASCER
Ainda não nasceste, mas já vens trazer,...
magia e alegria ao mundo de dois seres,
que unidos de corpo e alma te conceberam,
em amor,
em desejo ,em paixão,
em alegria....
Amor sublime feito embrião,
quando chegares ao mundo ,
serás o culminar duma paixão...
Barriga de mãe,
berço divino ,
feito destino abençoado,
que embala o menino
ainda antes de nascer,
mas já com tanto desejo,
de ser amado !
MARY HORTA
VENTRE MATERNO
Ventre materno sagrado,...
Que ansiosamente se agita,
Pequeno ser tem guardado,
Que p´ró mundo regurgita.
Amor e muita paixão,
Germinaram a semente,
Nessa hora de aflição,
Passou o ser, a ser gente.
Dois corações de mãos dadas,
Esperam outro coração,
Com esperanças renovadas,
Muito amor e devoção.
Ventre sagrado materno,
Com dedicação e bondade,
E um doce amor eterno,
És berço da humanidade.
quando chegares ao mundo ,
serás o culminar duma paixão...
Barriga de mãe,
berço divino ,
feito destino abençoado,
que embala o menino
ainda antes de nascer,
mas já com tanto desejo,
de ser amado !
MARY HORTA
VENTRE MATERNO
Ventre materno sagrado,...
Que ansiosamente se agita,
Pequeno ser tem guardado,
Que p´ró mundo regurgita.
Amor e muita paixão,
Germinaram a semente,
Nessa hora de aflição,
Passou o ser, a ser gente.
Dois corações de mãos dadas,
Esperam outro coração,
Com esperanças renovadas,
Muito amor e devoção.
Ventre sagrado materno,
Com dedicação e bondade,
E um doce amor eterno,
És berço da humanidade.
António Henriques
O MEU VENTRE TEU ABRIGO
Pelo amor foste gerada
No meu ventre guardada
Teu abrigo, tua cama...
Raiz que moras em mim
Fazes do escuro tua luz
Alimentas-te do meu sangue
És por mim amada
Sempre e em cada momento
Mesmo sem de mim saíres
Quando chega o feliz dia
Em que pensas em sair
Do meu aconchegado ventre
Recebemos-te com alegria
Uma vida que deu vida
E será sempre por mim querida
Porque no meu ventre fez-se vida
Serei sempre teu porto de abrigo
Quer de dia, quer de noite
És meu sonho verdadeiro
Que me dou toda por inteiro
Sabendo que és feliz.
Pelo amor foste gerada
No meu ventre guardada
Teu abrigo, tua cama...
Raiz que moras em mim
Fazes do escuro tua luz
Alimentas-te do meu sangue
És por mim amada
Sempre e em cada momento
Mesmo sem de mim saíres
Quando chega o feliz dia
Em que pensas em sair
Do meu aconchegado ventre
Recebemos-te com alegria
Uma vida que deu vida
E será sempre por mim querida
Porque no meu ventre fez-se vida
Serei sempre teu porto de abrigo
Quer de dia, quer de noite
És meu sonho verdadeiro
Que me dou toda por inteiro
Sabendo que és feliz.
Rosete Cansado
MULHER
Visto a tua pele ...
No ventre mulher
Do ser que brota de ti
Butão de rosa
Que floresce e cresce
Neste jardim
Mulher mãe
Amante
Rainha
Distante
Perante cada suspiro
Filho que toca
Mão que sufoca
De tanto amar
Um abraço sentido
Sorriso conhecido
Só tu mãe
Sabes o que preciso
Visto a tua pele
Que me fez vida.
MULHER
Visto a tua pele ...
No ventre mulher
Do ser que brota de ti
Butão de rosa
Que floresce e cresce
Neste jardim
Mulher mãe
Amante
Rainha
Distante
Perante cada suspiro
Filho que toca
Mão que sufoca
De tanto amar
Um abraço sentido
Sorriso conhecido
Só tu mãe
Sabes o que preciso
Visto a tua pele
Que me fez vida.
Anabela Fernandes.
VENTRE DE MÃE
Mãos que acarinham um ventre docemente...
Quando nele em gestação está a semente
Do mais puro e grande amor que se anuncia
Amor que à vida dá sentido e alegria
VENTRE DE MÃE
Mãos que acarinham um ventre docemente...
Quando nele em gestação está a semente
Do mais puro e grande amor que se anuncia
Amor que à vida dá sentido e alegria
Ventre de mãe aconchego sagrado e doce
Na gravidez, sentir-se mal é como se fosse
Um raio de luz a abençoar com o seu brilhar
Luz divina que só um filho lhe poderá dar
Ventre de mãe leito de berço sagrado
Altar onde o mundo é amado e glorificado
Com o ensejo de o ver pelo bom caminho
Ventre de mãe tem coração e proteção
Tem amor que pode virar dragão
Se vê mal tratar o seu filhinho.
De Adelaide Simões Rosa
APENAS POR AMOR.
Um dia, sim foi um dia perdido. ...
Para lá, muito para lá de suaves beijos.
Delicias na fresca fonte dos lábios.
Minha pele, meu corpo, me disse sou abrigo.
De semente.
Passou minha alma a desejar,
Que eu ânfora perfumada,
Vaso de vida fosse.
Aconteceu depois o tal milagre.
Já no abrigo do meu ventre.
Esse bago de carne foi semente.
Foram dias de doces sabores,
Crescias flor no seio meu.
Mais redonda que o mundo.
Contei nove luas novas… talvez dez.
Foi na alvura de uma manhã.
Que meu ventre cedeu.
A flor nasceu.
Eu, que dantes ânfora fui.
Naquele dia me tornei Mãe.
Tal a ventura meu amor.
De ter sido meu ventre teu abrigo.
De dar-te ao mundo.
Meu bago rubi, semente de nós.
Ao nascer me deste a grandeza de saber colher teu primeiro choro.
Era meu amor a tua voz.
Na gravidez, sentir-se mal é como se fosse
Um raio de luz a abençoar com o seu brilhar
Luz divina que só um filho lhe poderá dar
Ventre de mãe leito de berço sagrado
Altar onde o mundo é amado e glorificado
Com o ensejo de o ver pelo bom caminho
Ventre de mãe tem coração e proteção
Tem amor que pode virar dragão
Se vê mal tratar o seu filhinho.
De Adelaide Simões Rosa
APENAS POR AMOR.
Um dia, sim foi um dia perdido. ...
Para lá, muito para lá de suaves beijos.
Delicias na fresca fonte dos lábios.
Minha pele, meu corpo, me disse sou abrigo.
De semente.
Passou minha alma a desejar,
Que eu ânfora perfumada,
Vaso de vida fosse.
Aconteceu depois o tal milagre.
Já no abrigo do meu ventre.
Esse bago de carne foi semente.
Foram dias de doces sabores,
Crescias flor no seio meu.
Mais redonda que o mundo.
Contei nove luas novas… talvez dez.
Foi na alvura de uma manhã.
Que meu ventre cedeu.
A flor nasceu.
Eu, que dantes ânfora fui.
Naquele dia me tornei Mãe.
Tal a ventura meu amor.
De ter sido meu ventre teu abrigo.
De dar-te ao mundo.
Meu bago rubi, semente de nós.
Ao nascer me deste a grandeza de saber colher teu primeiro choro.
Era meu amor a tua voz.
Augusta Maria Gonçalves.
Um amor único
Mulher
que carrega no ventre...
um filho gerado
de dois seres
Um amor
que tornou a Mulher
mais completa.
Um amor
que a mulher sente
para toda a vida
Um amor
único
e que a nenhum
outro se compara
Um amor
que faz da Mulher
o ser mais feliz
do mundo
Um amor
que é eterno
e que fica
para sempre
gravado
na alma
e no coração
Um amor
que o corpo
germinou
e que Deus
abençoou .
Um amor único
Mulher
que carrega no ventre...
um filho gerado
de dois seres
Um amor
que tornou a Mulher
mais completa.
Um amor
que a mulher sente
para toda a vida
Um amor
único
e que a nenhum
outro se compara
Um amor
que faz da Mulher
o ser mais feliz
do mundo
Um amor
que é eterno
e que fica
para sempre
gravado
na alma
e no coração
Um amor
que o corpo
germinou
e que Deus
abençoou .
Mila Lopes
15-11-2016
Imagem a interpretar
Terça Feira 14-11-2016
FOLHA DE OUTONO
.
...
Desces da copa das árvores,
Foi o vento que com força te soprou…
E as árvores ficam despidas
De uma Primavera florida.
Cobres em desvarios voláteis
A Terra rica e vasta
E vais enfeitando a paisagem
A cada ciclo da Vida.
Minhas artérias refulgiam…
Meu âmago é penetrado…
No toque que dás nos meus passos,
Nesse paraíso real e palpável
No silêncio onde as palavras se perdem…
Destilas Poesia nesse caminho que faço…
Onde teu caminhar me levou
E que já sei de cor.
Sabes minhas rendições,
Onde meus segredos poisam…
Os meus sonhos desmensuráveis
Que hoje são folhas passadas.
Intensamente…vives cada estrofe deste fado
Na alegria de folhas secas vividas…
E um parto Poético acontece cada dia.
De beleza graciosa te esmoreceste…
Mas de outra beleza te enalteceste!
Seca e fria, És bela! Muito bela!
Ó, folha de Outono!
Rústica, púrpura, rumorosa,
Deixa que meus pés beijem
O contorno do teu corpo…
Para no meu peito sentir o beijo da tua Alma!
.
Isabel Lucas Simões
BREVE PASSAGEM
Folha corcunda...
Que o tempo amareleceu
No Outono desperto
Neste amanhecer
Um resto do verão
Me prende o olhar
Quero lhe tocar
O céu encoberto
Me faz abrandar
BREVE PASSAGEM
Folha corcunda...
Que o tempo amareleceu
No Outono desperto
Neste amanhecer
Um resto do verão
Me prende o olhar
Quero lhe tocar
O céu encoberto
Me faz abrandar
Oh ! t'ão depressa escureceu
O vento sopra desvairado
Se ouve um trovão
Fecho a vidraça
A folha cai
Da árvore despida
Um pouco comida
Pelo bichinho
Deixa o seu ninho
O céu agora rasgado
Pelas nuvens desta estação
Não se faz de rogado
Cai pingos de chuva
A folha entristece
Se ajeita a preceito
Voa pelo ar
Sem destino nem norte
Talvez tenha sorte
De uma mão a agarrar
Voltando a ter vida.
Anabela Fernandes.
O vento sopra desvairado
Se ouve um trovão
Fecho a vidraça
A folha cai
Da árvore despida
Um pouco comida
Pelo bichinho
Deixa o seu ninho
O céu agora rasgado
Pelas nuvens desta estação
Não se faz de rogado
Cai pingos de chuva
A folha entristece
Se ajeita a preceito
Voa pelo ar
Sem destino nem norte
Talvez tenha sorte
De uma mão a agarrar
Voltando a ter vida.
Anabela Fernandes.
O outono
Sentada na minha mesa de trabalho
Saúdo o dia e o Sol envergonhado
E enquanto eu procuro um agasalho...
Uma gaivota pousa no telhado
Sentada na minha mesa de trabalho
Saúdo o dia e o Sol envergonhado
E enquanto eu procuro um agasalho...
Uma gaivota pousa no telhado
Os pardais, fazem acordes com seu canto
Ensaiam um bailado em sintonia
Os campos despem o seu anterior manto
E o vento sopra em sinfonia
A Natureza vestiu sua roupagem
O outono já deu as boas vindas
O castanho cobriu toda a paisagem
Tudo se transforma, em harmonia
As árvores ficam nuas, sem folhagem
E eu venero o quadro de magia
Mª da Graça Dordio Dimas
Imensa beleza há nas folhas d'outono,
secas e retorcidas perderem a cor,
mas, até o camaleão lhe sente o amor....
Em hibernação entrou a natureza,
não lhe retirando rasgos de beleza.
Bailam as folhas ao vento cortante,
esquecendo as tulipas dum País distante.
Que importa a cor se não falta o amor?
Ah, camaleão valente e protector.
Nas folhas ressequidas te passeias sem pudor.
Ensaiam um bailado em sintonia
Os campos despem o seu anterior manto
E o vento sopra em sinfonia
A Natureza vestiu sua roupagem
O outono já deu as boas vindas
O castanho cobriu toda a paisagem
Tudo se transforma, em harmonia
As árvores ficam nuas, sem folhagem
E eu venero o quadro de magia
Mª da Graça Dordio Dimas
Imensa beleza há nas folhas d'outono,
secas e retorcidas perderem a cor,
mas, até o camaleão lhe sente o amor....
Em hibernação entrou a natureza,
não lhe retirando rasgos de beleza.
Bailam as folhas ao vento cortante,
esquecendo as tulipas dum País distante.
Que importa a cor se não falta o amor?
Ah, camaleão valente e protector.
Nas folhas ressequidas te passeias sem pudor.
Emilia Pedreiro
“OUTONO”
As folhas caem
Trazendo com elas o outono
O ar é seco e frio...
O outono deixa as árvores desnudadas de amor
As memórias são como as folhas secas
Vão e voltam sempre
Os galhos e as folhas secas amarelecidas
Marcam o chão como um tapete colorido
Farfalham á nossa passagem
Desenham-se as aves no céu pardacento
Arco-íris presságio de chuvas repentinas
As noites parecem tristes e abandonadas
Cai uma lágrima de orvalho
Nas sombras da noite escura
Como uma história de amor
O vento sopra e acaricia-me a pele
As folhas volteiam no ar e a vida passa depressa
O outono leva o que não nos pertence
Mas fica o amor
Esse permanece na nossa árvore
Não cai como as folhas secas
As árvores vivem desnudadas
A vida não pode ser como as árvores
Temos de ter seiva nova
Amor remoçado
Recomeçar sempre depois de um outono
Não somos como as folhas secas e amarelecidas
No nosso outono será sempre primavera
Fomos feitos para amar…
“BRASA” MAGDA BRAZINHA
FOLHAS SECAS
...
“OUTONO”
As folhas caem
Trazendo com elas o outono
O ar é seco e frio...
O outono deixa as árvores desnudadas de amor
As memórias são como as folhas secas
Vão e voltam sempre
Os galhos e as folhas secas amarelecidas
Marcam o chão como um tapete colorido
Farfalham á nossa passagem
Desenham-se as aves no céu pardacento
Arco-íris presságio de chuvas repentinas
As noites parecem tristes e abandonadas
Cai uma lágrima de orvalho
Nas sombras da noite escura
Como uma história de amor
O vento sopra e acaricia-me a pele
As folhas volteiam no ar e a vida passa depressa
O outono leva o que não nos pertence
Mas fica o amor
Esse permanece na nossa árvore
Não cai como as folhas secas
As árvores vivem desnudadas
A vida não pode ser como as árvores
Temos de ter seiva nova
Amor remoçado
Recomeçar sempre depois de um outono
Não somos como as folhas secas e amarelecidas
No nosso outono será sempre primavera
Fomos feitos para amar…
“BRASA” MAGDA BRAZINHA
FOLHAS SECAS
...
O sol estava luminoso e quente
O mar muito calmo e azul intenso
Com o meu amor fui saudá-lo
O meu carinho por ele é intenso.
Pela areia caminhamos
Bem junto das fragas a rebentar
Eram pequenas mas belas
Que vinham a areia beijar
Viam-se algumas gaivotas
Que sobrevovam o mar
Contentes e muito airosas
Pareciam flores no ar…
De repente vejo umas folhas
Que prenderam o meu olhar
Estavam sozinhas na praia
Tão secas que pareciam chorar
Deviam ter sido lindas quando
Da sua mãe se desprenderam
Mas foram tão mal tratadas
Pelo vento e pela areia
Que agora são apenas folhas secas
Sem alegria e sem seiva.
Não voltarão a ressurgir
Ficarão em qualquer lugar
Quem sabe até se na maré alta
Serão levadas pelo mar.
Ficarão na minha lembrança
Apesar de secas eram bonitas!
Foi numa tarde amena de Outono
Que na praia passeava com o meu amor.
Entre o mar, sol e areia estavam estas folhas
Que vieram na minha mente com ardor.
Rosete Cansado
RENOVAÇÃO
Na metamorfose...
da vida
a Natureza
devagar
devagarinho
vai
deixando tombar
pequenos pedaços
pelo caminho.
O mar muito calmo e azul intenso
Com o meu amor fui saudá-lo
O meu carinho por ele é intenso.
Pela areia caminhamos
Bem junto das fragas a rebentar
Eram pequenas mas belas
Que vinham a areia beijar
Viam-se algumas gaivotas
Que sobrevovam o mar
Contentes e muito airosas
Pareciam flores no ar…
De repente vejo umas folhas
Que prenderam o meu olhar
Estavam sozinhas na praia
Tão secas que pareciam chorar
Deviam ter sido lindas quando
Da sua mãe se desprenderam
Mas foram tão mal tratadas
Pelo vento e pela areia
Que agora são apenas folhas secas
Sem alegria e sem seiva.
Não voltarão a ressurgir
Ficarão em qualquer lugar
Quem sabe até se na maré alta
Serão levadas pelo mar.
Ficarão na minha lembrança
Apesar de secas eram bonitas!
Foi numa tarde amena de Outono
Que na praia passeava com o meu amor.
Entre o mar, sol e areia estavam estas folhas
Que vieram na minha mente com ardor.
Rosete Cansado
RENOVAÇÃO
Na metamorfose...
da vida
a Natureza
devagar
devagarinho
vai
deixando tombar
pequenos pedaços
pelo caminho.
São folhas
caídas
com amor
despidas;
Que
em alegre
esvoaçar
se entrelaçam
abraçam;
Celebram
com gratidão
o milagre
da renovação.
Antero Jeronimo
COESÃO
Aquando a cor Outonal...
folha seca, camaleão...
caídas
com amor
despidas;
Que
em alegre
esvoaçar
se entrelaçam
abraçam;
Celebram
com gratidão
o milagre
da renovação.
Antero Jeronimo
COESÃO
Aquando a cor Outonal...
folha seca, camaleão...
Numa só cor a conjuntura a paixão
passeias-te entre folhas
nos amargos tributos a coesão
Castanhos,
café com leite, cores d'eleição
Verde musgo,
verde hera
aquando já trepaste
em jardins de Primavera
Oh folha silenciosa
aquando voas ao vento
desprendida da tua árvore voas sem rumo
aquando o tempo da raiz minuciosa
aquando o tempo a quimera
aquando a inspiração te chama
num Outono que declama
Num momento
numa imagem
numa cor
o chamamento
aquando um desafio
o Amor.
Florinda Dias
CAMALEÕES
Folhas secas Outonais,...
Disfarce de faminto camaleão,
No fundo, é apenas uma folha mais,
Para a presa, sua refeição.
passeias-te entre folhas
nos amargos tributos a coesão
Castanhos,
café com leite, cores d'eleição
Verde musgo,
verde hera
aquando já trepaste
em jardins de Primavera
Oh folha silenciosa
aquando voas ao vento
desprendida da tua árvore voas sem rumo
aquando o tempo da raiz minuciosa
aquando o tempo a quimera
aquando a inspiração te chama
num Outono que declama
Num momento
numa imagem
numa cor
o chamamento
aquando um desafio
o Amor.
Florinda Dias
CAMALEÕES
Folhas secas Outonais,...
Disfarce de faminto camaleão,
No fundo, é apenas uma folha mais,
Para a presa, sua refeição.
Lentamente se vai balouçando,
Mirando tudo, tudo, ao seu redor,
Perfeitamente se mimetizando,
Atento ao mais pequeno pormenor.
A ele pouco importa o mundo humano,
Onde também existem ”Camaleões”
Que a todos, vão levando no engano,
Sorrateiramente, sem hesitações.
Disfarçados tal como os camaleões,
Suavemente andando na “ Selva Urbana”
Se vão alimentando de “Carne Humana”
Vorazmente, como bandos de leões.
Iludindo, tudo e todos a toda à hora,
Cometendo seus crimes, arrogantes
Vêm dizendo às suas ”Presas” agora,
Que se esqueçam do que fizeram antes.
Memória curta têm suas ”Presas”,
Por eles se sentem de novo, atraídas
Baixando mais uma vez, suas defesas
P´ra novamente voltarem a ser “Comidas”.
António Henriques
JÁ DE OURO O CHÃO SE VESTE
Ah! Outono de risos coloridos. ...
Te enamoras do sol, vestido de ouro.
E teces ao declinar de cada dia telas de mil cores.
São as manhãs de melodias frescas.
Tiritam as folhas, num lamento breve.
Caindo cinzeladas, no tapete verde.
Nasceu o sol.
O dia incendiou.
As árvores estão de ouro vestidas.
Numa pressa breve, o vento sussurra-lhe cantigas.
Já de braços meios nus está a natureza.
A vida se camufúla, nos ramos e no chão.
Só olhares atentos por isso dão.
Precisam de abrigo as espécies.
E quando todas as folhas caírem,
Um manto se fará de folhas mortas.
Humus e musgo serão ninho,
Muitas espécies dormiram.
Muitas sementes em cama húmida vão
Gradar,
Para depois de um tempo de sono,
A Natureza em festa despertar.
Dourada a paisagem.
Adormecida a tela.
Esconde a nossos olhos.
Tanta coisa bela.
Mirando tudo, tudo, ao seu redor,
Perfeitamente se mimetizando,
Atento ao mais pequeno pormenor.
A ele pouco importa o mundo humano,
Onde também existem ”Camaleões”
Que a todos, vão levando no engano,
Sorrateiramente, sem hesitações.
Disfarçados tal como os camaleões,
Suavemente andando na “ Selva Urbana”
Se vão alimentando de “Carne Humana”
Vorazmente, como bandos de leões.
Iludindo, tudo e todos a toda à hora,
Cometendo seus crimes, arrogantes
Vêm dizendo às suas ”Presas” agora,
Que se esqueçam do que fizeram antes.
Memória curta têm suas ”Presas”,
Por eles se sentem de novo, atraídas
Baixando mais uma vez, suas defesas
P´ra novamente voltarem a ser “Comidas”.
António Henriques
JÁ DE OURO O CHÃO SE VESTE
Ah! Outono de risos coloridos. ...
Te enamoras do sol, vestido de ouro.
E teces ao declinar de cada dia telas de mil cores.
São as manhãs de melodias frescas.
Tiritam as folhas, num lamento breve.
Caindo cinzeladas, no tapete verde.
Nasceu o sol.
O dia incendiou.
As árvores estão de ouro vestidas.
Numa pressa breve, o vento sussurra-lhe cantigas.
Já de braços meios nus está a natureza.
A vida se camufúla, nos ramos e no chão.
Só olhares atentos por isso dão.
Precisam de abrigo as espécies.
E quando todas as folhas caírem,
Um manto se fará de folhas mortas.
Humus e musgo serão ninho,
Muitas espécies dormiram.
Muitas sementes em cama húmida vão
Gradar,
Para depois de um tempo de sono,
A Natureza em festa despertar.
Dourada a paisagem.
Adormecida a tela.
Esconde a nossos olhos.
Tanta coisa bela.
Augusta Maria Gonçalves.
FOLHAS CAÍDAS.
Brilha o sol de outono
Com todo o esplendor,...
Corações ao abandono
Sentem a falta de amor.
FOLHAS CAÍDAS.
Brilha o sol de outono
Com todo o esplendor,...
Corações ao abandono
Sentem a falta de amor.
Mas se este sol aquece
A alma e o coração,
A dor não desvanece,
Folhas caídas pelo chão.
Sob o manto de tristeza,
Só, no banco do jardim,
Por amor chora e reza,
Sua paixão chegou ao fim.
A seus pés caem mil folhas,
Não resistem à tristeza,
Quem fez suas escolhas
Agora vive na incerteza.
Árvores de folhas despidas,
Tal como aquele coração,
Aliaram suas vidas
À sua volta, só desolação.
Francisco Galvão.
Noite de Outono
Nesta noite de outono sou como uma folha
pensando já estar suficientemente madura ...
corta o cordão umbilical que à árvore a liga
e iludida voa num voo desconcertado.
A alma e o coração,
A dor não desvanece,
Folhas caídas pelo chão.
Sob o manto de tristeza,
Só, no banco do jardim,
Por amor chora e reza,
Sua paixão chegou ao fim.
A seus pés caem mil folhas,
Não resistem à tristeza,
Quem fez suas escolhas
Agora vive na incerteza.
Árvores de folhas despidas,
Tal como aquele coração,
Aliaram suas vidas
À sua volta, só desolação.
Francisco Galvão.
Noite de Outono
Nesta noite de outono sou como uma folha
pensando já estar suficientemente madura ...
corta o cordão umbilical que à árvore a liga
e iludida voa num voo desconcertado.
Embriagada segue sem saber para onde vai.
chega ao chão levada pelo vento e encharcada pela chuva
e desprezada por quem passa, a folha traz em si lembranças
de outrora de uma alegria verdejante
e o que hoje resta é uma folha vazia
encostada num tronco de uma árvore qualquer
junto a outras tantas iguais onde a solidão parece comandar
com o castanho da terra suja de lama .
Nesta noite de outono o tempo passa lento, outras vezes rápido
e eu sinto-me como a folha que cai e anda por ai
levitando pelo ar ou caída no chão com o vento a comandar
mas também sei que na minha vida á mudanças
mas como eu tenho amor, luz , paz , fé e muita esperança
eu sei que tenho muito ainda que viver e muito que aprender
mas também sei que preciso de ter um sorriso no meu rosto para vos alegrar.
Direitos de @utor reservados
Mila Lopes
Camuflagem
...
chega ao chão levada pelo vento e encharcada pela chuva
e desprezada por quem passa, a folha traz em si lembranças
de outrora de uma alegria verdejante
e o que hoje resta é uma folha vazia
encostada num tronco de uma árvore qualquer
junto a outras tantas iguais onde a solidão parece comandar
com o castanho da terra suja de lama .
Nesta noite de outono o tempo passa lento, outras vezes rápido
e eu sinto-me como a folha que cai e anda por ai
levitando pelo ar ou caída no chão com o vento a comandar
mas também sei que na minha vida á mudanças
mas como eu tenho amor, luz , paz , fé e muita esperança
eu sei que tenho muito ainda que viver e muito que aprender
mas também sei que preciso de ter um sorriso no meu rosto para vos alegrar.
Direitos de @utor reservados
Mila Lopes
Camuflagem
...
Escondido estás
...por detrás
Das folhas secas
Deste Outono...com sono
Camuflado...Sem farda
Destapado... Disfarçado
Mas as folhas
Denunciam...e criam
O teu desenho
... escondido
Protegido...mas sem abrigo
...e vejo-te
Camuflado
... Camaleão
Desmascarado
...Vejo-te
FCJ
Fernanda Carneiro Jacinto
Folhas secas voadas pelos vendavais
São puros símbolos outonais
E pardos serão os seus sinais ...
Por mais que eles nos pareçam banais
...por detrás
Das folhas secas
Deste Outono...com sono
Camuflado...Sem farda
Destapado... Disfarçado
Mas as folhas
Denunciam...e criam
O teu desenho
... escondido
Protegido...mas sem abrigo
...e vejo-te
Camuflado
... Camaleão
Desmascarado
...Vejo-te
FCJ
Fernanda Carneiro Jacinto
Folhas secas voadas pelos vendavais
São puros símbolos outonais
E pardos serão os seus sinais ...
Por mais que eles nos pareçam banais
Despidos ficam os troncos
Os ramos parecem devassados
Tristes se fazem os seus abraços
E pesados são seus dias desfolhados
Não querendo delas fazer aquisição
Oferecem-lhes outra condição
Serem musas sem pudor e compaixão
Com formusura e poder d’ ilusão
Aceitando essa transformação
Transportam-se elas prá nossa imaginação
Como seres naturais de outra posição
Podendo ser ou não figura da nossa ilusão
E assim entre ser pasto e ser repasto
Ou entre ser manto d’ encanto ou ser lastro
Esconderijo d’amor santo e casto
Está um embuste de quem eu me afasto
Privilegiado seja o esconderijo posto em perigo
De quem pela vida sofre desamparo
Condão de quem se faz despercebido
E por defesa se vê constrangido em vez de temido!
Por Zita de Fátima Nogueira
Os ramos parecem devassados
Tristes se fazem os seus abraços
E pesados são seus dias desfolhados
Não querendo delas fazer aquisição
Oferecem-lhes outra condição
Serem musas sem pudor e compaixão
Com formusura e poder d’ ilusão
Aceitando essa transformação
Transportam-se elas prá nossa imaginação
Como seres naturais de outra posição
Podendo ser ou não figura da nossa ilusão
E assim entre ser pasto e ser repasto
Ou entre ser manto d’ encanto ou ser lastro
Esconderijo d’amor santo e casto
Está um embuste de quem eu me afasto
Privilegiado seja o esconderijo posto em perigo
De quem pela vida sofre desamparo
Condão de quem se faz despercebido
E por defesa se vê constrangido em vez de temido!
Por Zita de Fátima Nogueira
08-11-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 08-11-2016
AMIZADE SINCERA
...
A mizade quando sincera
M isto de ternura e cumplicidade,
I ntemporal e nunca esquecida
Z angas, acontecem, mas nunca a maldade.
A migos são flores plantadas com carinho
D entro do nosso coração, vão crescendo
E-speram e querem nosso miminho.
S em amizade, a vida não tem magia
I-nesquecíveis são os amigos leais,
N ão se compra nem se vende
C ada um vale mais que o ouro
E-stão sempre com um ombro disponível
R azão de pura e sincera amizade
A legria que nos nossos corações habita.
(RC) Rosete Cansado
“TERNURA”
Não há palavras para descrever o amor e a entrega do nosso amigo de quatro patas. Ternura sem limites, eles falam com os olhos e transmitem-nos um amor incondicional. O amor deles não é palpável mas os gestos, o olhar de submissão, os beijos, o chamar a nossa atenção. Tanto que nos dão os nossos amigos pedindo só em troca o nosso amor a nossa cumplicidade, que não os abandone, que os tratemos com respeito. Protetores das nossas crianças amam-nas sem pedir algo em tr...oca, protegem-nas dos perigos. Brincam com elas como ninguém o faz,correm,rolam pelo chão, disputam brinquedos, um mar de ternura e de entrega. É tão bom vê-los partilhar o amor e a cumplicidade. São amigos para a vida. Uma criança que tem um animal de estimação é mais feliz, aprende a amar melhor, a ter mais responsabilidade, tem alguém com quem partilha brincadeiras e segredos, falam entre si e entendem-se perfeitamente. Não consigo definir este amor entre um cão e os humanos é algo irracional mas tão racional como outro amor partilhado. Adoro a minha cadelinha não a trocava por nada neste mundo. Não sei viver sem ter um animal de estimação. Têm olhos de gente. Para mim pertence á família é mais um membro. Vamos respeitar os seus direitos…
“BRASA” MAGDA BRAZINHA”
AMIZADE
Amizade que é verdadeira...
Dura pela vida inteira
Não se vende por dinheiro
Conquista-se pelo coração
Numa perfeita união
Num sentir bem verdadeiro
AMIZADE
Amizade que é verdadeira...
Dura pela vida inteira
Não se vende por dinheiro
Conquista-se pelo coração
Numa perfeita união
Num sentir bem verdadeiro
Não é só o ser humano
Que se pode gabar, ufano
De sentir a amizade
Também noutros animais
Existem amizades tais
Com igual intensidade
O cão é o fiel amigo
Que o homem tem consigo
Ao longo da história humana
Um amigo verdadeiro
Que não cobiça dinheiro
Só uma carícia reclama
Digo-vos sinceramente
Prefiro-os, a muita gente
Para minha companhia
Não enganam e não mentem
Amizade por nós, sentem
E dão-nos muita alegria
Por vezes tão maltratados
Pelos donos abandonados
Esses amigos tão fiéis
P´los homens suas vidas dão
É grande essa ingratidão
Desses donos tão cruéis
O homem é um animal
Que se diz ser racional
De racional pouco tem
Só pensa no seu bem estar
Pouco lhe vai importar
Pagar com mal, tanto bem
Sei que há muitas excepções
Nos homens e nos seus corações
Existem amores verdadeiros
Por esse tão belo animal
Que só nos pede afinal
P´ra dele sermos companheiros
António Henriques
ASSIM AMAM OS ANIMAIS
Amizade é um sentimento puro...
tão intenso e verdadeiro
sentimento que clareia o escuro
uma abençoada oferta
num mundo tão traiçoeiro.
Que se pode gabar, ufano
De sentir a amizade
Também noutros animais
Existem amizades tais
Com igual intensidade
O cão é o fiel amigo
Que o homem tem consigo
Ao longo da história humana
Um amigo verdadeiro
Que não cobiça dinheiro
Só uma carícia reclama
Digo-vos sinceramente
Prefiro-os, a muita gente
Para minha companhia
Não enganam e não mentem
Amizade por nós, sentem
E dão-nos muita alegria
Por vezes tão maltratados
Pelos donos abandonados
Esses amigos tão fiéis
P´los homens suas vidas dão
É grande essa ingratidão
Desses donos tão cruéis
O homem é um animal
Que se diz ser racional
De racional pouco tem
Só pensa no seu bem estar
Pouco lhe vai importar
Pagar com mal, tanto bem
Sei que há muitas excepções
Nos homens e nos seus corações
Existem amores verdadeiros
Por esse tão belo animal
Que só nos pede afinal
P´ra dele sermos companheiros
António Henriques
ASSIM AMAM OS ANIMAIS
Amizade é um sentimento puro...
tão intenso e verdadeiro
sentimento que clareia o escuro
uma abençoada oferta
num mundo tão traiçoeiro.
Amizade é amor
que conforta o coração
abraço que afasta a dor
poema de uma canção
ter um amigo é ter um irmão...
Mas o amor mais vincado
e genuíno, dão-nos os animais
nós somos o ser amado
por esses seres tão leais
que estão sempre ao nosso lado.
No conforto dessa amizade
há tanta doçura e beleza
pra nós seres humanos a verdade
um exemplo e uma certeza
pra nossa felicidade.
Esse amor que nos é confiado
por nós devia ser copiado...!
Aida Maria (Aida Marques)
que conforta o coração
abraço que afasta a dor
poema de uma canção
ter um amigo é ter um irmão...
Mas o amor mais vincado
e genuíno, dão-nos os animais
nós somos o ser amado
por esses seres tão leais
que estão sempre ao nosso lado.
No conforto dessa amizade
há tanta doçura e beleza
pra nós seres humanos a verdade
um exemplo e uma certeza
pra nossa felicidade.
Esse amor que nos é confiado
por nós devia ser copiado...!
Aida Maria (Aida Marques)
01-11-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 01-11-2016
VALE ENCANTADO
Apenas e só caminho. ...
Pés gastos, olhos acesos.
Canção de água fresca melodia.
Tela encantada, aguarela fresca.
Tintas de cor, tanto perfume.
Cheiro a terra a tomilho.
A hortelã, a beijos de água.
Casa, lar, paraíso,
Chão de amor.
Vale de encanto.
Ninho, adornado a rosmaninho.
Canção de vento, sono de menino.
Casa de afetos, abrigo de ternura.
Talvez abrigo de pássaro nu em noite escura.
Um lar de amor, rio formoso.
Um choro breve, um pleno riso.
Olhos que invadem paragens belas.
Coração leve.
Eternas telas.
Visão plena, dia que passa…
A natureza é sempre plena…
Só a água canta.
O rio corre, o tempo se renova a vida.
É gasta!
Augusta Maria Gonçalves.
SERIA AMOR… E UMA CABANA
Poderias ter-me dito que partias...
Preferiste dizer-me que foste e já voltaste
Deixaste-me na incerteza de pensar
Talvez contigo me quisesses ter levado
E eu teria ido contigo até ao fim do mundo
Abrindo frestas como um rio d’ aparência moribundo
Mas forte e agreste e impávido ao ataque
Que por imposto e feitio lhe dera tal destaque
E eu iria contigo assim...às cegas navegando
Sem medo… sempre em ti confiando
Far-te-ia meu piloto...
De leme ou de remo de vez em quando
Levemente deslizando num caudal tristonho medonho
Por entre penhas escavando fazendo perfeita guarida
Amor numa cabana… junto a ti feliz… escondida… perdida
Em total abandono... retardando meu retorno
Se contigo me tivesses levado
A ti me teria enfaixado, de ti me teria apaixonado
Teus abraços me teriam confirmado… confiscado
Dos medos me teriam livrado
Os sonhos me teriam escorregado pelos penhascos
Tal criança abandonada na certeza de ser amada
Mesmo que de pele rasgada pela agrura derramada
Da paisagem onde a natureza se faz mais pura e tramada
Seriamos procurados… e nós, simplesmente adormecidos
Longe da força que nos força a ser loucura
Voltaria assim… adormecida
Dentro de mim convencida
Que a natureza nem sempre se deixa ser vencida!
Por Zita Nogueira
NO COLORIDO DO DIA
A estrela da manhã que brilha ...
traz-me a promessa de ser,
a aurora que desponta no horizonte
traz-me o olhar do futuro,
a neblina que afaga a montanha
me acaricia,
o sol que irradia sobre o rio
traz-me o calor de estar.
A brisa da manhã que percorre os vales
me ameiga o rosto,
as aves que volteiam
segredam-me,
o dia que escoa o tempo
baila comigo,
o crepúsculo que envolve a terra
banha o meu sentir,
o luar que me cobre
aconchega-me,
a noite que me espera
abraça-me,
faz-me viver num enleio
de sorrisos.
José Lopes da Nave
"A CASINHA SOALHEIRA"
Viajo nas asas do vento...
Olhando esta bela paisagem
É uma viagem sem tempo
Para mim é uma miragem
"A CASINHA SOALHEIRA"
Viajo nas asas do vento...
Olhando esta bela paisagem
É uma viagem sem tempo
Para mim é uma miragem
O rio, as flores tudo canta
Uma promessa por cumprir
Rio de luz e esperança
Ternuras amores a sorrir
Verdura por todo o lado
Outono a desabrochar
Fores de amor encantado
Esperando pela luz do luar
Hoje pareço uma fada
Tu meu príncipe vens a cantar
Por tua alegria sou contagiada
E vou contigo amar, amar
Esta casinha de encanto
Com o rio cristalino a correr
Faz-me ficar em pranto
De tão feliz quero ser
Ai quem me dera viver
Nesta casinha soalheira
Com o meu amor por perto
Os dois ao calor da lareira
Belas montanhas nos rodeiam
E esta bela natureza
Com a minha poesia brejeira
Seriamos felizes com certeza
E assim vou acabar
Pedindo a deus a fineza
Que me deixe sempre amar
Desfrutar desta bela natureza
“BRASA” MAGDA BRAZINHA
ENTRE O CÉU E O INFERNO
...
Uma promessa por cumprir
Rio de luz e esperança
Ternuras amores a sorrir
Verdura por todo o lado
Outono a desabrochar
Fores de amor encantado
Esperando pela luz do luar
Hoje pareço uma fada
Tu meu príncipe vens a cantar
Por tua alegria sou contagiada
E vou contigo amar, amar
Esta casinha de encanto
Com o rio cristalino a correr
Faz-me ficar em pranto
De tão feliz quero ser
Ai quem me dera viver
Nesta casinha soalheira
Com o meu amor por perto
Os dois ao calor da lareira
Belas montanhas nos rodeiam
E esta bela natureza
Com a minha poesia brejeira
Seriamos felizes com certeza
E assim vou acabar
Pedindo a deus a fineza
Que me deixe sempre amar
Desfrutar desta bela natureza
“BRASA” MAGDA BRAZINHA
ENTRE O CÉU E O INFERNO
...
Me pergunto eu se o céu é o paraíso
Onde todos só praticam o bem
Porque aqui na terra muitos perdem o juízo
Fazendo da vida dos outros o inferno
Será que a paz por nós tanto desejada
Se encontra para lá do horizonte
Sendo que a vida deve ser abençoada
E todos beberem a água da mesma fonte
Fonte inesgotável de prazer e serenidade
De planícies verdes e mar sempre calmo
Reinando entre todos a cumplicidade
Será que o inferno é aqui somente na terra
Ou seguindo o livro sagrado e lendo um salmo
Vemos que tudo o que começou também um dia encerra.
Anabela Fernandes.
O meu olhar
Um paraíso...um olhar...
Um sorriso...um levar
Música nos olhos...a cantar
Que faz o corpo... levitar
A alma se eleva...en grandeza
Na imagem luxuriante...a beleza
É sonho que vem...de surpresa
Lavar-nos os olhos...com a natureza
Verde e bela e majestosa és tu...beleza
Da paz que irradia...de certeza
Os sentidos cheios de quem olha
A Natureza
Onde todos só praticam o bem
Porque aqui na terra muitos perdem o juízo
Fazendo da vida dos outros o inferno
Será que a paz por nós tanto desejada
Se encontra para lá do horizonte
Sendo que a vida deve ser abençoada
E todos beberem a água da mesma fonte
Fonte inesgotável de prazer e serenidade
De planícies verdes e mar sempre calmo
Reinando entre todos a cumplicidade
Será que o inferno é aqui somente na terra
Ou seguindo o livro sagrado e lendo um salmo
Vemos que tudo o que começou também um dia encerra.
Anabela Fernandes.
O meu olhar
Um paraíso...um olhar...
Um sorriso...um levar
Música nos olhos...a cantar
Que faz o corpo... levitar
A alma se eleva...en grandeza
Na imagem luxuriante...a beleza
É sonho que vem...de surpresa
Lavar-nos os olhos...com a natureza
Verde e bela e majestosa és tu...beleza
Da paz que irradia...de certeza
Os sentidos cheios de quem olha
A Natureza
FCJ
Fernanda Carneiro Jacinto
AQUELA CASA VELHINHA
Aquela casa velhinha...
Na encosta daquele monte
Linda vista, ela tinha
Com o sol no horizonte
Fernanda Carneiro Jacinto
AQUELA CASA VELHINHA
Aquela casa velhinha...
Na encosta daquele monte
Linda vista, ela tinha
Com o sol no horizonte
Tinha a seus pés o rio
Quase que tocava o céu
Erva verde e muito frio
Vento norte e céu de breu
Foi nela que nos entregámos
À nossa paixão ardente
Mil juras de amor, trocámos
Nesse nosso amor nascente
Vivemos em felicidade
Nessa casinha modesta
Hoje só resta a saudade
E da casa nada resta
A recordação ficou
A paixão morreu, caiu
O tempo o amor levou
A velha casa, ruiu
Ainda recordo bem
O que se passou depois
Tu casaste e eu também
Mas não casámos os dois
Uma réstia de amargura
Há no meu olhar cansado
Por não ter essa ternura
Que tinha, contigo ao lado
António Henriques
RIO QUE CORRES MANSINHO
...
Quase que tocava o céu
Erva verde e muito frio
Vento norte e céu de breu
Foi nela que nos entregámos
À nossa paixão ardente
Mil juras de amor, trocámos
Nesse nosso amor nascente
Vivemos em felicidade
Nessa casinha modesta
Hoje só resta a saudade
E da casa nada resta
A recordação ficou
A paixão morreu, caiu
O tempo o amor levou
A velha casa, ruiu
Ainda recordo bem
O que se passou depois
Tu casaste e eu também
Mas não casámos os dois
Uma réstia de amargura
Há no meu olhar cansado
Por não ter essa ternura
Que tinha, contigo ao lado
António Henriques
RIO QUE CORRES MANSINHO
...
Rio que corres mansinho,
Por entre prados,serras e cidades,
Vais sempre murmurando e cantando,
Canções que o vento vai levando,
Lamentos te tantos amores,
Que nas tuas margens contemplas,
E sempre correndo mansinho,
Vais chorando de saudades,
Dos amores que vais deixando,
Perfumes, em magia coloridos.
Rio que corres mansinho,
Tens a beleza natural,
Com tuas águas cristalinas,
Que logo pela manhã
O sol as vem beijar.
És esplendor de beleza,
Tua água tem brilho e seduz
Ao ser beijada pelo nascer do sol
Teu leito parece bolas de prata a saltar,
Que envolve a bonita natureza,
Que te acolhe com muito amar.
Rio que corres mansinho,
Nunca deixas de cantar,
As tuas belas canções...
Que sempre vais a murmurar.
As tuas margens lindíssimas!
Nos acolhe com amor e carinho,
São belos momentos de prazer
Ao lado de quem se ama.
Trazemos de ti a saudades
Desejos desencontrados,
De magia transmitida
Ficam na nossa mente,
Para uma vida, vivida,
Dum sonho que sonhamos,
Recordando para toda a vida.
Rio que corres mansinho,
Teu caminho é longo,
Mas sempre com carinho.
Matas a sede de todos os seres
Que ao teu seio vêm beber.
Rio que corres mansinho,
Já velhinho de tanto correr
Vais descansar ao mar
De todos os sofrimentos,
E alegrias que viveste,
Num cantinho sossegado
Vais recordar muitos segredos
Que de tantos amores guardaste.
Lembranças de correntes e saudades,
Dos momentos que a teu lado,
Foram vividos e de alguns muito sofridos.
Mas serás sempre lembrado
Fruto da Natureza e beleza
Que em teu seio é guardado.
Rio que corres mansinho....
Rosete Cansado
Poema
Será que sim
...
Por entre prados,serras e cidades,
Vais sempre murmurando e cantando,
Canções que o vento vai levando,
Lamentos te tantos amores,
Que nas tuas margens contemplas,
E sempre correndo mansinho,
Vais chorando de saudades,
Dos amores que vais deixando,
Perfumes, em magia coloridos.
Rio que corres mansinho,
Tens a beleza natural,
Com tuas águas cristalinas,
Que logo pela manhã
O sol as vem beijar.
És esplendor de beleza,
Tua água tem brilho e seduz
Ao ser beijada pelo nascer do sol
Teu leito parece bolas de prata a saltar,
Que envolve a bonita natureza,
Que te acolhe com muito amar.
Rio que corres mansinho,
Nunca deixas de cantar,
As tuas belas canções...
Que sempre vais a murmurar.
As tuas margens lindíssimas!
Nos acolhe com amor e carinho,
São belos momentos de prazer
Ao lado de quem se ama.
Trazemos de ti a saudades
Desejos desencontrados,
De magia transmitida
Ficam na nossa mente,
Para uma vida, vivida,
Dum sonho que sonhamos,
Recordando para toda a vida.
Rio que corres mansinho,
Teu caminho é longo,
Mas sempre com carinho.
Matas a sede de todos os seres
Que ao teu seio vêm beber.
Rio que corres mansinho,
Já velhinho de tanto correr
Vais descansar ao mar
De todos os sofrimentos,
E alegrias que viveste,
Num cantinho sossegado
Vais recordar muitos segredos
Que de tantos amores guardaste.
Lembranças de correntes e saudades,
Dos momentos que a teu lado,
Foram vividos e de alguns muito sofridos.
Mas serás sempre lembrado
Fruto da Natureza e beleza
Que em teu seio é guardado.
Rio que corres mansinho....
Rosete Cansado
Poema
Será que sim
...
Não sei se este mundo ainda existe
se ainda é vivo, alegre e triste
não sei se ainda lá mora
quem me quis e ainda me namora.
O rio corria manso e sinuoso ao longe morria
o luar no dorso lhe mordia
e o sol as águas benzia, quando um galho as estremecia
aconchegado seguia calado, não tugia nem mugia.
Este mundo era meu, era nosso e era teu
era no tempo que era, era no tempo que foi
era um tempo onde a espera era esperada
e a pressa não passava aquela porta da casa.
Não sei se o rio ainda corre ou se fugiu assustado
não sei se os montes que o acolhiam se encolheram
não sei se a morada onde morava tanta calma apaixonada
ainda mexe e rodopia
ou se está hoje pendurada numa parede branca e fria.
Beja
ANA MARQUES
QUADRO PINTADO PELA NATUREZA
Um rio correndo pelo vale...
paisagem verde e amarela
de grande beleza, banhada
por mil sorrisos da Natureza.
se ainda é vivo, alegre e triste
não sei se ainda lá mora
quem me quis e ainda me namora.
O rio corria manso e sinuoso ao longe morria
o luar no dorso lhe mordia
e o sol as águas benzia, quando um galho as estremecia
aconchegado seguia calado, não tugia nem mugia.
Este mundo era meu, era nosso e era teu
era no tempo que era, era no tempo que foi
era um tempo onde a espera era esperada
e a pressa não passava aquela porta da casa.
Não sei se o rio ainda corre ou se fugiu assustado
não sei se os montes que o acolhiam se encolheram
não sei se a morada onde morava tanta calma apaixonada
ainda mexe e rodopia
ou se está hoje pendurada numa parede branca e fria.
Beja
ANA MARQUES
QUADRO PINTADO PELA NATUREZA
Um rio correndo pelo vale...
paisagem verde e amarela
de grande beleza, banhada
por mil sorrisos da Natureza.
Contemplo os montes e vales
e vejo uma casinha perdida,
na margem do rio, pelo sol iluminada.
O rio azul correndo no seu leito,
tranquilo e sereno, refrescando as
ervas e as pedras macias de musgo,
que do seu interior brotam...
Olho a paisagem qual quadro pintado
de grande beleza a verde e amarelo,
as cores singelas da Natureza !
MARY HORTA
A casinha do vale
Num belo vale encantado ...
corre um sereno rio calmo
na encosta está uma linda casinha
onde nós dois nos abrigamos
e na cumplicidade do amor nos amamos
e só ela sabe do amor que nos une
e da nossa mútua cumplicidade.
e vejo uma casinha perdida,
na margem do rio, pelo sol iluminada.
O rio azul correndo no seu leito,
tranquilo e sereno, refrescando as
ervas e as pedras macias de musgo,
que do seu interior brotam...
Olho a paisagem qual quadro pintado
de grande beleza a verde e amarelo,
as cores singelas da Natureza !
MARY HORTA
A casinha do vale
Num belo vale encantado ...
corre um sereno rio calmo
na encosta está uma linda casinha
onde nós dois nos abrigamos
e na cumplicidade do amor nos amamos
e só ela sabe do amor que nos une
e da nossa mútua cumplicidade.
Ah…Como é bom termos um cantinho
só nosso neste lugar mágico
onde pelas fisgas da parede
passa a luz mística do sol
que nos ilumina com o seu brilho
e á noite a luz da lua e das estrelas
são cúmplices do nosso eterno amor .
Ah…Belo lugar encantado
bordando de plantas e cores
banhado pelas águas douradas
de ventos que sopram suaves sinfonias
de terra macia como as nuvens
que passeiam pelo céu azul
e da maravilhosa natureza
que acolhe amor que nos une.
Mila Lopes
só nosso neste lugar mágico
onde pelas fisgas da parede
passa a luz mística do sol
que nos ilumina com o seu brilho
e á noite a luz da lua e das estrelas
são cúmplices do nosso eterno amor .
Ah…Belo lugar encantado
bordando de plantas e cores
banhado pelas águas douradas
de ventos que sopram suaves sinfonias
de terra macia como as nuvens
que passeiam pelo céu azul
e da maravilhosa natureza
que acolhe amor que nos une.
Mila Lopes
25-10-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 25-10-2016
FLAMINGOS
Na calmaria das águas,
se passeiam,
de coral vestidos,...
de porte elegante
e caprichoso.
Repentinamente,
levantam em voo,
harmonioso,
adocicando o firmamento
em nuvem colorida
e radiante de beleza
que os olhares
contemplam,
nos transportando
num imaginário,
a ser vivido.
Na calmaria das águas,
se passeiam,
de coral vestidos,...
de porte elegante
e caprichoso.
Repentinamente,
levantam em voo,
harmonioso,
adocicando o firmamento
em nuvem colorida
e radiante de beleza
que os olhares
contemplam,
nos transportando
num imaginário,
a ser vivido.
José Lopes da Nave
O VOO DOS FLAMINGOS
Há no voo dos flamingos,...
uma nostalgia enevoada,
qual beleza escondida,
parecendo uma serpente
emplumada...
O VOO DOS FLAMINGOS
Há no voo dos flamingos,...
uma nostalgia enevoada,
qual beleza escondida,
parecendo uma serpente
emplumada...
O flamingo é uma ave
de grande porte magistral
fazem dos lagos e rios,
uma colcha bordada a coral...
Como é elegante e majestoso
trazem paz e bonança...
Voam em grupo...
Seguem a linha do horizonte
e descansam nos rios, bebendo
água dessa fonte!
MARY HORTA
“ OS FLAMINGOS”
Estes flamejantes flamingos
Dão vida cor e alegria...
Em águas serenas namoram
Espalham a sua simpatia
de grande porte magistral
fazem dos lagos e rios,
uma colcha bordada a coral...
Como é elegante e majestoso
trazem paz e bonança...
Voam em grupo...
Seguem a linha do horizonte
e descansam nos rios, bebendo
água dessa fonte!
MARY HORTA
“ OS FLAMINGOS”
Estes flamejantes flamingos
Dão vida cor e alegria...
Em águas serenas namoram
Espalham a sua simpatia
Como se de amor se tratasse
Parece que estão a dançar
É sempre uma animação
Só lhes falta mesmo cantar
Até fico comovida
Que lindo é este bailado
A vossa elegância é tanta
Quem vê fica fascinado
Ele conquista-a com vaidade
Estão mesmo apaixonados
Dá duas voltas com ela
Parecem dois namorados
Com sua fulgurante plumagem
Danças belas interessantes
Como é maravilhosa a paixão
Que o digam os dois amantes
Não vou interromper o namoro
Vou deixá-los descansar
Espero que sejam felizes
Levem a vida inteira a amar
“BRASA” MAGDA BRAZINHA
AS AVES TAMBÉM AMAM
...
Parece que estão a dançar
É sempre uma animação
Só lhes falta mesmo cantar
Até fico comovida
Que lindo é este bailado
A vossa elegância é tanta
Quem vê fica fascinado
Ele conquista-a com vaidade
Estão mesmo apaixonados
Dá duas voltas com ela
Parecem dois namorados
Com sua fulgurante plumagem
Danças belas interessantes
Como é maravilhosa a paixão
Que o digam os dois amantes
Não vou interromper o namoro
Vou deixá-los descansar
Espero que sejam felizes
Levem a vida inteira a amar
“BRASA” MAGDA BRAZINHA
AS AVES TAMBÉM AMAM
...
São de porte muito grande
De belas e lindas cores
Penas de rara beleza
Que encantam nossos olhos
São meigos e atraentes
Também sentem amizade e amor
Quando estão enamorados
Não deixam fugir o seu amor
O nosso olhar fica preso quando
Se vê os Flamingos, no lago
Ou a passear, o seu estar é distinto
Nestas aves que não se vê em qualquer lugar.
Amam com intensidade as suas
Companheiras, estando sempre a seu lado
Nas mais variadas brincadeiras…
O amor eterno e louco entra em todos
Os seres, só basta que tenham vida,
Que ele entra sem bater…
É um sentimento tal que nos atraí…
Mesmo quando nos faz sofrer
É muito difícil deixar de amar
Um exemplo a seguir para meditar
As aves também amam…
Porque amar não é pecado…
Rosete Cansado
SUBLIME COR.
...
De belas e lindas cores
Penas de rara beleza
Que encantam nossos olhos
São meigos e atraentes
Também sentem amizade e amor
Quando estão enamorados
Não deixam fugir o seu amor
O nosso olhar fica preso quando
Se vê os Flamingos, no lago
Ou a passear, o seu estar é distinto
Nestas aves que não se vê em qualquer lugar.
Amam com intensidade as suas
Companheiras, estando sempre a seu lado
Nas mais variadas brincadeiras…
O amor eterno e louco entra em todos
Os seres, só basta que tenham vida,
Que ele entra sem bater…
É um sentimento tal que nos atraí…
Mesmo quando nos faz sofrer
É muito difícil deixar de amar
Um exemplo a seguir para meditar
As aves também amam…
Porque amar não é pecado…
Rosete Cansado
SUBLIME COR.
...
Leves de uma cor arrebata, cinzelada em penas macias.
O flamingo,tanta elegância.
Submergidas da água suas pernas delicadas, parecem caniços.
De onde brotam plumas. Oh! Beleza tal.
A cor por si me arrebata, levando-me ao sonho de um recanto, onde tem de morar um sonhador. Pois para descrever tanto encanto.
Caminho por lugares de verdes margens. Entre a verdura quieta, descubro os seres em liberdade. Entrelaçam os bicos em rituais de cor, são telas em movimento.
Vão esvoaçando, num voo de cor, num porte altivo batem asas.
Declina já a tarde.
Guardam meus olhos aguarelas de cores iluminadas de poente.
Não canso! Num espanto… esse que me costuma deslumbrar.
Encaderno, dias de harmonia, toda cor.
Nesta tela viva, escuto ecos de entardecer.
Soltas riscando o ar, partituras de musica, chilreios…
De pássaros agradecer.
Ainda os flamingos fingem danças,
Movem-se com tal graciosidade.
Talvez peças de uma porcelana tão antiga.
Sonho, devaneio, sei lá!
Se eu desejava ser tela ou aguarela…
Meu olhar, saciado de frescor.
Guarda inalterável, a cor desse poente.
Penduram-se nas pontes desta mente. Flamingos tracejados, penas bordadas em relevo.
Parecendo pinturas. Mas é nas simetrias espelhadas…
Que em cores de guache ou aguarela,
Me rouba o brilho dos olhos a natureza que é tão bela.
Augusta Maria Gonçalves
O flamingo,tanta elegância.
Submergidas da água suas pernas delicadas, parecem caniços.
De onde brotam plumas. Oh! Beleza tal.
A cor por si me arrebata, levando-me ao sonho de um recanto, onde tem de morar um sonhador. Pois para descrever tanto encanto.
Caminho por lugares de verdes margens. Entre a verdura quieta, descubro os seres em liberdade. Entrelaçam os bicos em rituais de cor, são telas em movimento.
Vão esvoaçando, num voo de cor, num porte altivo batem asas.
Declina já a tarde.
Guardam meus olhos aguarelas de cores iluminadas de poente.
Não canso! Num espanto… esse que me costuma deslumbrar.
Encaderno, dias de harmonia, toda cor.
Nesta tela viva, escuto ecos de entardecer.
Soltas riscando o ar, partituras de musica, chilreios…
De pássaros agradecer.
Ainda os flamingos fingem danças,
Movem-se com tal graciosidade.
Talvez peças de uma porcelana tão antiga.
Sonho, devaneio, sei lá!
Se eu desejava ser tela ou aguarela…
Meu olhar, saciado de frescor.
Guarda inalterável, a cor desse poente.
Penduram-se nas pontes desta mente. Flamingos tracejados, penas bordadas em relevo.
Parecendo pinturas. Mas é nas simetrias espelhadas…
Que em cores de guache ou aguarela,
Me rouba o brilho dos olhos a natureza que é tão bela.
Augusta Maria Gonçalves
ESPELHO DE ÁGUA
Nas águas serenas de um lago
uma imagem vi reflectida
no seu tom meio sombreado...
vi uma imagem de vida...
Nas águas serenas de um lago
uma imagem vi reflectida
no seu tom meio sombreado...
vi uma imagem de vida...
Logo pelas águas a imagem foi levada
mas no tempo e em mim permaneceu
voltei a olhar e não vi nada...
só o brilho da água apareceu.
Porque em qualquer superfície espelhada
se reflectem as imagens de um momento
mas da vida cada imagem fica gravada
no próprio espelho do tempo.
E nele não será apagada
nem mesmo depois da partida...
por alguém há-de ser lembrada
numa saudade sentida.
Aida Maris (Aida Marques)
Nos meus passeios de domingo
Passo pelo largo
Da praça onde m’ embargo só d’ olhar...
O ar que do tempo que s’ esvai e recai
Espelhado na tona da água
Enfeitada de nenúfares e cisnes
E coloridos flamingos
Bailando suavemente
Numa corte de suave paixão
De arrebatar qualquer coração
Paro e admiro
A cor o porte
E o seu magistral suporte!
Em perfeita abstracção
Sinto pena desta grande e perfeita beleza
Usada pelo homem
Pr’ envaidecer os artifícios da natureza
Que felizes são as aves
Em seus habitats naturais
Levem os cisnes e os flamingos pra longe deste cais
Deixem-nos viver seus sonhos
Em voos de asas reais
sobre lagos e rios e grandes lamaçais
De onde eles são filhos naturais!
mas no tempo e em mim permaneceu
voltei a olhar e não vi nada...
só o brilho da água apareceu.
Porque em qualquer superfície espelhada
se reflectem as imagens de um momento
mas da vida cada imagem fica gravada
no próprio espelho do tempo.
E nele não será apagada
nem mesmo depois da partida...
por alguém há-de ser lembrada
numa saudade sentida.
Aida Maris (Aida Marques)
Nos meus passeios de domingo
Passo pelo largo
Da praça onde m’ embargo só d’ olhar...
O ar que do tempo que s’ esvai e recai
Espelhado na tona da água
Enfeitada de nenúfares e cisnes
E coloridos flamingos
Bailando suavemente
Numa corte de suave paixão
De arrebatar qualquer coração
Paro e admiro
A cor o porte
E o seu magistral suporte!
Em perfeita abstracção
Sinto pena desta grande e perfeita beleza
Usada pelo homem
Pr’ envaidecer os artifícios da natureza
Que felizes são as aves
Em seus habitats naturais
Levem os cisnes e os flamingos pra longe deste cais
Deixem-nos viver seus sonhos
Em voos de asas reais
sobre lagos e rios e grandes lamaçais
De onde eles são filhos naturais!
Por Zita de Fátima Nogueira
18-10-2016
Imagem a ser Interpretada
Terça Feira 18-10-2016
Imagem a ser Interpretada
Terça Feira 18-10-2016
O PULO DE VIDA
Se eu pudesse cuidar de ti, ...
delicadamente,
acima de todas as dificuldades,
dos temores e angústias,
cuidaria, até à sempre.
Se conhecesse as palavras certas,
responderia a todas as perguntas,
sobre a vida,
acerca do amor,
conversaria, no tempo de vida.
Se, apenas puder olhar-te
e saber o que trazes
ou trarás no coração,
sendo paciente
e também ousado, a dizer,
a esperar a teu lado,
olhando-te como um anjo,
estaria constantemente junto a ti.
Poderei ser um amigo
e vir a ter outra esperança,
quando perceberes
como te sinto.
Tudo o que penso de ti,
é estar contigo, em cada momento,
desejando que esse sonho
se tornasse realidade.
Como uma alvorada.
José Lopes da Nave
"PEDRAS"
Guardei todas as pedras...
Que atiraram sobre mim
Com elas fiz um canteiro
Que ficou no meu jardim
Subi bem alto nas pedras
José Lopes da Nave
"PEDRAS"
Guardei todas as pedras...
Que atiraram sobre mim
Com elas fiz um canteiro
Que ficou no meu jardim
Subi bem alto nas pedras
Fiz um tapete de flores
Perdi-me no meio do sonho
Construi com elas amores
Uma estrada construi
Uma casa de pedra também
Tudo de pedras uni
Consegui ir mais além
Entre pedras fiz poesia
Conheci os meus amores
Construi assim uma vida
Quebrei pedras plantei flores
Entre as pedras que me esmagavam
Levantei a minha poesia
Dei largas á imaginação
Vivo a vida com alegria
E assim me despeço delas
Com garra e cortesia
Beijinhos às minhas pedras
E á doce companhia
“BRASA” MAGDA BRAZINHA
Dura realidade
Horas vazias onde se perde a noção
Do tempo infiel que passou sem regras
Vivendo ao sabor de cada bela estação
Íntimas promessas que tu me segredas
Na árvore da vida viste partir os galhos
Num querer absoluto esperas ver rebentar
Os filhos pródigos serão termos agasalhos
Que um dia virão e te vão delicadamente abraçar
Pedra sobre pedra assim é a caminhada
Nesta realidade que impera o sentido
Que sem sabermos nos foi destinada
Ás vezes queremos mudar o destino
Semeando ventos colhendo tempestades
Mas tudo serve como um bom ensino.
Anabela Fernandes.
PEDRAS!...
Foram tantas as pedras!
Que no meu caminho encontrei
Quanto mais delas me afastava
Mais perto estava de ti
Cada pegada, um suspiro
Cada pedra uma lágrima
Sonhos caminhado comigo
Dentro da minha bagagem.
Queria estar a teu lado
E em pedras não tropeçar
Mas sempre que caminhava
O teu amor era indiferente
Na nossa linha suspendias o presente
O amor que elas continham
Eram frases mudas no deserto
Que em ti sufocaste
Ficou incógnita numa inconstância
Que jamais voltarão a cortar-me o caminho
Foi difícil, mesmo muito difícil rachar do meu peito
Todas as pedras que tropecei e por vezes caiu…
Mas hoje sou livre e vou caminhando,
Saltando de pedra em pedra
Numa aventura desconhecida e com alegria.
Rasguei o passado! para me encontrar…
Perdi-me no meio do sonho
Construi com elas amores
Uma estrada construi
Uma casa de pedra também
Tudo de pedras uni
Consegui ir mais além
Entre pedras fiz poesia
Conheci os meus amores
Construi assim uma vida
Quebrei pedras plantei flores
Entre as pedras que me esmagavam
Levantei a minha poesia
Dei largas á imaginação
Vivo a vida com alegria
E assim me despeço delas
Com garra e cortesia
Beijinhos às minhas pedras
E á doce companhia
“BRASA” MAGDA BRAZINHA
Dura realidade
Horas vazias onde se perde a noção
Do tempo infiel que passou sem regras
Vivendo ao sabor de cada bela estação
Íntimas promessas que tu me segredas
Na árvore da vida viste partir os galhos
Num querer absoluto esperas ver rebentar
Os filhos pródigos serão termos agasalhos
Que um dia virão e te vão delicadamente abraçar
Pedra sobre pedra assim é a caminhada
Nesta realidade que impera o sentido
Que sem sabermos nos foi destinada
Ás vezes queremos mudar o destino
Semeando ventos colhendo tempestades
Mas tudo serve como um bom ensino.
Anabela Fernandes.
PEDRAS!...
Foram tantas as pedras!
Que no meu caminho encontrei
Quanto mais delas me afastava
Mais perto estava de ti
Cada pegada, um suspiro
Cada pedra uma lágrima
Sonhos caminhado comigo
Dentro da minha bagagem.
Queria estar a teu lado
E em pedras não tropeçar
Mas sempre que caminhava
O teu amor era indiferente
Na nossa linha suspendias o presente
O amor que elas continham
Eram frases mudas no deserto
Que em ti sufocaste
Ficou incógnita numa inconstância
Que jamais voltarão a cortar-me o caminho
Foi difícil, mesmo muito difícil rachar do meu peito
Todas as pedras que tropecei e por vezes caiu…
Mas hoje sou livre e vou caminhando,
Saltando de pedra em pedra
Numa aventura desconhecida e com alegria.
Rasguei o passado! para me encontrar…
Rosete Cansado
Escalada
A vida lança-nos desafios
Com que temos de lutar
Desde a travessia de rios
Às montanhas para escalar
Desafios difíceis e pesados
Quantas vezes sem solução
Corremos e lutamos, cansados
Até para ter na mesa, o pão
E nestas nossas caminhadas
Subimos e descemos e caímos
E até disso damos risadas
Mas seguimos com a força que possuímos
Na escalada
FCJ
Fernanda Carneiro Jacinto
Escalada
A vida lança-nos desafios
Com que temos de lutar
Desde a travessia de rios
Às montanhas para escalar
Desafios difíceis e pesados
Quantas vezes sem solução
Corremos e lutamos, cansados
Até para ter na mesa, o pão
E nestas nossas caminhadas
Subimos e descemos e caímos
E até disso damos risadas
Mas seguimos com a força que possuímos
Na escalada
FCJ
Fernanda Carneiro Jacinto
O PODER DA VONTADE
Hoje procuro-te, vontade
que as minhas forças se vão...
afasta de mim a ansiedade
que já me tolda a visão.
Resguarda-me no teu poder
não me deixes fraquejar
o desânimo invadiu-me o ser
farta de tanto lutar...
lutar pela paz que a minha alma anseia
lutar pelo bem, sem vencer...
lutar contra tudo que me desnorteia
lutar por um amor, sem o ter...
Assim vou fenecendo aos poucos
a tua ausência me faz sofrer...
meus pensamentos quase loucos
ferem-me a alma por os não entender...
Mas sinto que ainda moras em mim
e mesmo pequena que sejas
ao meu esforço terás de pôr fim...
e dar-me a tua força que me proteja!
Aida Maria (Aida Marques)
Sendo Maior
Nada pode alterar o fato de aqui estar
Sou um pequeno grão de areia
na poeira do cosmos que nem vejo
neste meu horizonte
tão perto...tão perto e não abarco
a não ser no sonho
que me leva no sono e tantas vezes mais acordado
Sou pequeno de tamanho
nasço gritando e esperneando
e continua seguindo, sendo grito e descobridor
por isso me ultrapasso e ultrapasso cada obstaculo
como erva daninha que arranco
porque sufoca vida, junto com o meu pranto
Aos montes subo, nos mares profundos penetro
nas planícies e desertos, faço do Sol e minha bússola
da lua a esposa que me beija os olhos
para que docemente durma
sem que o frio da solidão
me tolha a planta dos pés e a palma da mão
Quero ver o que se passa do que vejo... está
quero descobrir o mundo em que nasci
e saber porque existo existi
e não desisto de galgar cada pedaço esta terra
Que aqui me plantou
como tantas outras coisas que de mim são irmãs
e se maiores são... eu a elas me ergo
me entrego e sei que se quiser
sou sempre mais do que um só querer
ANA MARQUES
Subi uma ladeira
Por entre penhascos e barrancos
Tortura minha, trabalhos quantos…
Por entre os seus flancos
Só queria espreitar o mar
Que ao longe s’ estava a ‘spreguiçar
Esperavam-me muitos trabalhos
Que perversos s’ aprontavam em seus atalhos
Esperei que melhores fossem os ventos
Pra m’ empurrarem nos meus intentos
Sentei-me sobre a lembrança
De que um dia fora criança
Alpinista… mesmo descalça
Escalar entre os rochedos
Não fizera parte dos meus medos
Estalava a ponta dos dedos
E corria sobre os mais arrogantes penedos
E via o mar e via o céu
E uma gaivota que s’ acoitava na aba do meu chapéu!
Agora não seria muito diferente
Uma gaivota grasnava à minha frente
O céu parecia complacente
E o mar sussurrava ternamente:
Não tenhas medo, faz tudo como antigamente
Espero-te na outra maré
Levar-te-ei daqui, presa à minha corrente!
Por zita de Fátima Nogueira
Acróstico /Pedras no caminho
P edras na vida que já vivi
E no caminho que percorri
D oí-me o corpo todo, e
R ecolho-me cansada
A brigo-me num cantinho ,e
S into –me tão sozinha.
N ão me apetece sorrir
O culto tudo dentro de mim
C abisbaixa , e triste , eu vou
A ndando e pensando, sinto-me
M altratada pela vida, foi
I ronia do destino, sinto a
N a minh’ alma sinto marcas, das
H ematomas sofridas
O nde muitas vezes me sinto naufragar .
Mila Lopes
APENAS PÓ, E... EROSÃO.
Sempre me deslumbra a grandeza das coisas. ...
Dou a mim mesma o gosto de deambular por aí lavando os olhos nas, pedras que artisticamente estão colocadas com certa arte e equilibrio, adornar paisagens tão bravias. Nuas até tanta vez. Só árvores de troncos já vergados,troncos que o vento dedilha trespassando o breu e o silêncio. Há um ar de mistério grandioso, a rodear essas grandezas vestidas de bruma, adornadas de geadas, brilham como diademas encimando as cabeças graniticas das antigas damas. Deambulando nos meus pensamentos. Dou conta de quanto os seres humanos são pereciveis, fracos. Apenas feitos de particulas de irosão, Respeito a fragilidade de cada ser, mesmo que esse ser seja diferente, Em justo raciocinio, nada somos, perante a imensidão das pedras antigas com que nos deparamos.Caminhamos entre pedras e pó. Temos o grande dom de sermos seres com sentimentos. Unamo-nos todos na nossa fragilidade,sejamos pedras inabalavíes através de um tempo onde desafiemos altruistamente, na nossa fragilidade.
O DIREITO A JUSTIÇA E AMOR. SEJAMOS GRANDIOSOS COMO AS PEDRAS, QUE PASSIVAS SE DEIXAM ABRAÇAR POR VENTOS E SILENCIOS, SEM SE APERCEBEREM DA EROSÃO.
Não luto com as grandezas, apenas na minha pequenez, sempre me deslumbro.
Amar a natureza inóspita, também é amar!
Hoje procuro-te, vontade
que as minhas forças se vão...
afasta de mim a ansiedade
que já me tolda a visão.
Resguarda-me no teu poder
não me deixes fraquejar
o desânimo invadiu-me o ser
farta de tanto lutar...
lutar pela paz que a minha alma anseia
lutar pelo bem, sem vencer...
lutar contra tudo que me desnorteia
lutar por um amor, sem o ter...
Assim vou fenecendo aos poucos
a tua ausência me faz sofrer...
meus pensamentos quase loucos
ferem-me a alma por os não entender...
Mas sinto que ainda moras em mim
e mesmo pequena que sejas
ao meu esforço terás de pôr fim...
e dar-me a tua força que me proteja!
Aida Maria (Aida Marques)
Sendo Maior
Nada pode alterar o fato de aqui estar
Sou um pequeno grão de areia
na poeira do cosmos que nem vejo
neste meu horizonte
tão perto...tão perto e não abarco
a não ser no sonho
que me leva no sono e tantas vezes mais acordado
Sou pequeno de tamanho
nasço gritando e esperneando
e continua seguindo, sendo grito e descobridor
por isso me ultrapasso e ultrapasso cada obstaculo
como erva daninha que arranco
porque sufoca vida, junto com o meu pranto
Aos montes subo, nos mares profundos penetro
nas planícies e desertos, faço do Sol e minha bússola
da lua a esposa que me beija os olhos
para que docemente durma
sem que o frio da solidão
me tolha a planta dos pés e a palma da mão
Quero ver o que se passa do que vejo... está
quero descobrir o mundo em que nasci
e saber porque existo existi
e não desisto de galgar cada pedaço esta terra
Que aqui me plantou
como tantas outras coisas que de mim são irmãs
e se maiores são... eu a elas me ergo
me entrego e sei que se quiser
sou sempre mais do que um só querer
ANA MARQUES
Subi uma ladeira
Por entre penhascos e barrancos
Tortura minha, trabalhos quantos…
Por entre os seus flancos
Só queria espreitar o mar
Que ao longe s’ estava a ‘spreguiçar
Esperavam-me muitos trabalhos
Que perversos s’ aprontavam em seus atalhos
Esperei que melhores fossem os ventos
Pra m’ empurrarem nos meus intentos
Sentei-me sobre a lembrança
De que um dia fora criança
Alpinista… mesmo descalça
Escalar entre os rochedos
Não fizera parte dos meus medos
Estalava a ponta dos dedos
E corria sobre os mais arrogantes penedos
E via o mar e via o céu
E uma gaivota que s’ acoitava na aba do meu chapéu!
Agora não seria muito diferente
Uma gaivota grasnava à minha frente
O céu parecia complacente
E o mar sussurrava ternamente:
Não tenhas medo, faz tudo como antigamente
Espero-te na outra maré
Levar-te-ei daqui, presa à minha corrente!
Por zita de Fátima Nogueira
Acróstico /Pedras no caminho
P edras na vida que já vivi
E no caminho que percorri
D oí-me o corpo todo, e
R ecolho-me cansada
A brigo-me num cantinho ,e
S into –me tão sozinha.
N ão me apetece sorrir
O culto tudo dentro de mim
C abisbaixa , e triste , eu vou
A ndando e pensando, sinto-me
M altratada pela vida, foi
I ronia do destino, sinto a
N a minh’ alma sinto marcas, das
H ematomas sofridas
O nde muitas vezes me sinto naufragar .
Mila Lopes
APENAS PÓ, E... EROSÃO.
Sempre me deslumbra a grandeza das coisas. ...
Dou a mim mesma o gosto de deambular por aí lavando os olhos nas, pedras que artisticamente estão colocadas com certa arte e equilibrio, adornar paisagens tão bravias. Nuas até tanta vez. Só árvores de troncos já vergados,troncos que o vento dedilha trespassando o breu e o silêncio. Há um ar de mistério grandioso, a rodear essas grandezas vestidas de bruma, adornadas de geadas, brilham como diademas encimando as cabeças graniticas das antigas damas. Deambulando nos meus pensamentos. Dou conta de quanto os seres humanos são pereciveis, fracos. Apenas feitos de particulas de irosão, Respeito a fragilidade de cada ser, mesmo que esse ser seja diferente, Em justo raciocinio, nada somos, perante a imensidão das pedras antigas com que nos deparamos.Caminhamos entre pedras e pó. Temos o grande dom de sermos seres com sentimentos. Unamo-nos todos na nossa fragilidade,sejamos pedras inabalavíes através de um tempo onde desafiemos altruistamente, na nossa fragilidade.
O DIREITO A JUSTIÇA E AMOR. SEJAMOS GRANDIOSOS COMO AS PEDRAS, QUE PASSIVAS SE DEIXAM ABRAÇAR POR VENTOS E SILENCIOS, SEM SE APERCEBEREM DA EROSÃO.
Não luto com as grandezas, apenas na minha pequenez, sempre me deslumbro.
Amar a natureza inóspita, também é amar!
Augusta Maria Silva Gonçalves.
11-10-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 11-10-2016
No verde, ...
esperança da natureza,
as águas fluem,
placidamente,
a caminho da foz,
tal a alma dos amantes,
em demanda do aconchego
afectuoso.
Verde, a conciliar
o entendimento,
na procura da harmonia
pretendida,
o reflexo, a fazer-se experimentar
na humanidade,
sequiosa de paz.
José Lopes da Nave
Reflexo
Um arco...
Em simétrico reflexo
D'uma ponte
Que n'outra termina
Em imagem duplicada
Perplexo
Num olhar
Que se perde e ilumina
Reflexo
Um arco...
Em simétrico reflexo
D'uma ponte
Que n'outra termina
Em imagem duplicada
Perplexo
Num olhar
Que se perde e ilumina
O verde circundante
Traz a esperança
Em circular anel prata
De rara beleza
Libertando charme
Em noivado com aliança
Oferece ao olhar
O melhor reflexo da Natureza
FCJ
Fernanda Carneiro Jacinto
Doce miragem
Perdida em árido deserto...
um oásis fantasiou...
Deixou-se levar p’la miragem
E nas frescas águas se banhou
Traz a esperança
Em circular anel prata
De rara beleza
Libertando charme
Em noivado com aliança
Oferece ao olhar
O melhor reflexo da Natureza
FCJ
Fernanda Carneiro Jacinto
Doce miragem
Perdida em árido deserto...
um oásis fantasiou...
Deixou-se levar p’la miragem
E nas frescas águas se banhou
Diz-se enamorada a insensata!
Oh pobre alma alada,
Se chora com a verdade…
Deixá-la, se feliz se sente,
Sorrindo com quem lhe mente!
Fátima Rodrigues
Utopia
Verde é a cor da esperança...
Natureza e água se fundem
Numa só cor e magia
Verdes são os campos verdejantes
De flores multifacetadas
O mar no seu tom azul esverdeado
Verde deveria ser a paz
A união dos mundos
A humanidade sequiosa de sangue
Não deixa que isso aconteça
Vamos pedir um mundo mais unido
Um mundo mais verde
Paz, união dos povos,amor,fraternidade
Um mundo onde todos fossem irmãos
Um mundo onde a esperança prevalecesse
“BRASA”MAGDA BRAZINHA
ENTRADA DO PARAISO
Sempre ouvi falar do Paraíso,
o lugar da luz e da harmonia,
onde na vida tudo é indiviso,
e a paz com amigos se reunia.
O bem e mal com medida exata,
anulando uma simples medição,
com felicidade em concordata,
e amor a cantar em perfeição.
Diz-me, onde fica esse lugar,
em que caminho vou lá chegar,
pode dar-me só uma indicação?
Sim, não tem sequer de andar,
nem um caminho para caminhar,
está presente no seu Coração!
Joaquim Jorge Costa
A LUPA MÁGICA
Caía a tarde, era talvez uma tarde acetinada. ...
Sempre meu coração se põe á porta dos olhos,
para mirar a beleza das cores banhadas de luz.
Desenhava-se um rio largo, com as margens frondosas.
Eram reflexos que enfeitavam as margens. Telas pintadas na profundidade. Abraçavam as nuvens.
Ao longe uma ponte velhinha.
A sua simetria refletida no espelho de água.
Era uma lupa gigante. Atravessaram meus olhos viajantes essa luz.
Vi nitidamente, habitavam aquele lugar seres de tanta beleza.
Aves rendilhavam o céu de asas, uma melodia de água refrescante,
Despenhavam-se águas em leque de brancura…
Um rumor de selva apenas habitada por seres que mereciam um canto do paraiso.
Desejei tanto atravessar a luz dessa lupa,
Não consegui, a barreira da civilização não me aceitou.
Tinham esses seres um outro idioma, por mais que eu clamasse que a minha senha era a palavra amar, nenhum ser em mim acreditou.
Sentei ali com a cabeça apoiada nas mãos, para poder colher todos as minúsculas coisas que fazem a diferença. Talvez eu caminhe enganada, talvez eu desconheça a linguagem das ternas maravilhas que são a minha paixão.
Oh pobre alma alada,
Se chora com a verdade…
Deixá-la, se feliz se sente,
Sorrindo com quem lhe mente!
Fátima Rodrigues
Utopia
Verde é a cor da esperança...
Natureza e água se fundem
Numa só cor e magia
Verdes são os campos verdejantes
De flores multifacetadas
O mar no seu tom azul esverdeado
Verde deveria ser a paz
A união dos mundos
A humanidade sequiosa de sangue
Não deixa que isso aconteça
Vamos pedir um mundo mais unido
Um mundo mais verde
Paz, união dos povos,amor,fraternidade
Um mundo onde todos fossem irmãos
Um mundo onde a esperança prevalecesse
“BRASA”MAGDA BRAZINHA
ENTRADA DO PARAISO
Sempre ouvi falar do Paraíso,
o lugar da luz e da harmonia,
onde na vida tudo é indiviso,
e a paz com amigos se reunia.
O bem e mal com medida exata,
anulando uma simples medição,
com felicidade em concordata,
e amor a cantar em perfeição.
Diz-me, onde fica esse lugar,
em que caminho vou lá chegar,
pode dar-me só uma indicação?
Sim, não tem sequer de andar,
nem um caminho para caminhar,
está presente no seu Coração!
Joaquim Jorge Costa
A LUPA MÁGICA
Caía a tarde, era talvez uma tarde acetinada. ...
Sempre meu coração se põe á porta dos olhos,
para mirar a beleza das cores banhadas de luz.
Desenhava-se um rio largo, com as margens frondosas.
Eram reflexos que enfeitavam as margens. Telas pintadas na profundidade. Abraçavam as nuvens.
Ao longe uma ponte velhinha.
A sua simetria refletida no espelho de água.
Era uma lupa gigante. Atravessaram meus olhos viajantes essa luz.
Vi nitidamente, habitavam aquele lugar seres de tanta beleza.
Aves rendilhavam o céu de asas, uma melodia de água refrescante,
Despenhavam-se águas em leque de brancura…
Um rumor de selva apenas habitada por seres que mereciam um canto do paraiso.
Desejei tanto atravessar a luz dessa lupa,
Não consegui, a barreira da civilização não me aceitou.
Tinham esses seres um outro idioma, por mais que eu clamasse que a minha senha era a palavra amar, nenhum ser em mim acreditou.
Sentei ali com a cabeça apoiada nas mãos, para poder colher todos as minúsculas coisas que fazem a diferença. Talvez eu caminhe enganada, talvez eu desconheça a linguagem das ternas maravilhas que são a minha paixão.
.Augusta Maria Gonçalves.
CALMA...
No verde da natureza...
Que me embala a alma
Me traz a calma
Encontro a minha paz
Absorvo os sons do mar
Das ondas em reboliço
Vejo-as beijar as rochas
Sinto-me pequenina
Perante o horizonte
Quero sonhar
Ali naquele momento preciso
Encontrar-me
Viajar no tempo
Arrancar as amarras
Envoltas em mim
Então por fim
Colher uma flor
Embriagar-me do seu odor
Cantar ao vento
Meu fado triste
Que o leve solto
E deixe em mim
Apenas o verde
Da esperança
Inabalável....
Se de mim não souberem
Estarei neste paraíso
Onde o pensamento
Voa para além
Do tempo
CALMA...
No verde da natureza...
Que me embala a alma
Me traz a calma
Encontro a minha paz
Absorvo os sons do mar
Das ondas em reboliço
Vejo-as beijar as rochas
Sinto-me pequenina
Perante o horizonte
Quero sonhar
Ali naquele momento preciso
Encontrar-me
Viajar no tempo
Arrancar as amarras
Envoltas em mim
Então por fim
Colher uma flor
Embriagar-me do seu odor
Cantar ao vento
Meu fado triste
Que o leve solto
E deixe em mim
Apenas o verde
Da esperança
Inabalável....
Se de mim não souberem
Estarei neste paraíso
Onde o pensamento
Voa para além
Do tempo
Anabela Fernandes.
UMA CALMARIA UMA PAZ INTENSA….
NEM OUÇO O MEU CAMINHAR…
ANDAREI DE PÉS NO AR?...
ESTAREI A LEVITAR!?
A PAZ DE ESPÍRITO
AQUI ENCONTRADO
É O DA NATUREZA!
O PARAÍSO…
FAZ-ME PENSAR,
DOCES SONS NO AR!
O CHIRLEAR...
A FLOREAR...
E A LARGAR AROMAS
E POESIA!
UMA CALMARIA UMA PAZ INTENSA….
NEM OUÇO O MEU CAMINHAR…
ANDAREI DE PÉS NO AR?...
ESTAREI A LEVITAR!?
A PAZ DE ESPÍRITO
AQUI ENCONTRADO
É O DA NATUREZA!
O PARAÍSO…
FAZ-ME PENSAR,
DOCES SONS NO AR!
O CHIRLEAR...
A FLOREAR...
E A LARGAR AROMAS
E POESIA!
FERNANDA BIZARRO
PARAÍSO
Floresta encantada...
De verde vestida
Com ponte de arcada
De pedra polida
Rio murmurante
Com calma desliza
Num rolar constante
Que o vento alisa
Paz e serenidade
Lento o tempo corre
Onde a felicidade
É viva e não morre
Tamanha beleza
Tamanho esplendor
É da natureza
Sonho encantador
Meus olhos rendidos
Nesse encantamento
Parados, perdidos
No espaço e no tempo
Num sonho embalado
De belo esplendor
Sonhando acordado
Contigo a meu lado
A felicidade
É uma realidade
Que aos dois nos enleva
Toldou-se a razão
Perdeu-se o juízo
Isto é o paraíso
Eu sou o Adão
E tu és a Eva
PARAÍSO
Floresta encantada...
De verde vestida
Com ponte de arcada
De pedra polida
Rio murmurante
Com calma desliza
Num rolar constante
Que o vento alisa
Paz e serenidade
Lento o tempo corre
Onde a felicidade
É viva e não morre
Tamanha beleza
Tamanho esplendor
É da natureza
Sonho encantador
Meus olhos rendidos
Nesse encantamento
Parados, perdidos
No espaço e no tempo
Num sonho embalado
De belo esplendor
Sonhando acordado
Contigo a meu lado
A felicidade
É uma realidade
Que aos dois nos enleva
Toldou-se a razão
Perdeu-se o juízo
Isto é o paraíso
Eu sou o Adão
E tu és a Eva
António Henriques
PAISAGEM INEBRIANTE
Olho-te paisagem inebriante
e deixo-me hipnotizar
pela tua beleza anelante......
no teu verde matizado
dou repouso ao meu olhar.
Olho-te paisagem inebriante
e deixo-me hipnotizar
pela tua beleza anelante......
no teu verde matizado
dou repouso ao meu olhar.
És convite à reflexão
para uma alma inquieta
águas num ondular constante
soam em melodia incerta
que traz paz ao coração.
Nestes momentos amenos
de encontro com a natureza
respira-se a essência da vida
não há bloqueios, sim certezas
e as horas más são esquecidas...
Aida Maria (Aida Marques)
11/10/2016
Eu
Olhando o outro lado
da ponte em arcada ...
vejo luzes que brilham
vejo cores da esperança
vejo água que purifica o espírito
vejo sonhos envoltos
em anéis de cristal
vejo crianças que brincam
no seu mundo de encantar .
O meu ser ilumina-se de amor
ao ver luzes de várias cores
que são brilhantes cristais
lá no fundo a flutuar .
Eu! Sinto uma aura de paz
paz que acalenta minh’alma
por conseguir sentir e olhar
tudo com pureza e amor
nesta imagem de encantar .
para uma alma inquieta
águas num ondular constante
soam em melodia incerta
que traz paz ao coração.
Nestes momentos amenos
de encontro com a natureza
respira-se a essência da vida
não há bloqueios, sim certezas
e as horas más são esquecidas...
Aida Maria (Aida Marques)
11/10/2016
Eu
Olhando o outro lado
da ponte em arcada ...
vejo luzes que brilham
vejo cores da esperança
vejo água que purifica o espírito
vejo sonhos envoltos
em anéis de cristal
vejo crianças que brincam
no seu mundo de encantar .
O meu ser ilumina-se de amor
ao ver luzes de várias cores
que são brilhantes cristais
lá no fundo a flutuar .
Eu! Sinto uma aura de paz
paz que acalenta minh’alma
por conseguir sentir e olhar
tudo com pureza e amor
nesta imagem de encantar .
Mila Lopes
04-10-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 04-10-2016
Vergonha..
Como Rei…
Sinto vergonha
Ao ver os meus irmãos presos...
Subjugados aos humanos
Privados da liberdade
Num qualquer Zoo
De uma qualquer cidade
Num qualquer circo
É triste…
Tamanha maldade
Devolvam-nos á selva,
Lá é o nosso lugar
É lá que devemos estar
E vocês…humanos egoístas
Deixem-nos em paz…
Deem-nos paz…
Longe das vossas vistas!
Como Rei…
Sinto vergonha
Ao ver os meus irmãos presos...
Subjugados aos humanos
Privados da liberdade
Num qualquer Zoo
De uma qualquer cidade
Num qualquer circo
É triste…
Tamanha maldade
Devolvam-nos á selva,
Lá é o nosso lugar
É lá que devemos estar
E vocês…humanos egoístas
Deixem-nos em paz…
Deem-nos paz…
Longe das vossas vistas!
Luís Farto
HÁ SELVAS, ONDE O AMOR HABITA:
Ai de mim! ...
Percorro a vida num cansaço.
Prolifera a desumanidade.
Cresce como erva daninha o desamor.
HÁ SELVAS, ONDE O AMOR HABITA:
Ai de mim! ...
Percorro a vida num cansaço.
Prolifera a desumanidade.
Cresce como erva daninha o desamor.
Fujo da selva global.
Só guerra, lágrimas, injustiça.
A ganancia, o poder.
O subjugar o mais fraco.
Pergunto entre gritos mudos!
Mundo!?
Para onde caminhas.
Logo meus olhos vêm jardins de mortos.
Sem epitáfios.
Tudo lhes foi roubado,
Deixaram bens e raízes.
Caminharam guiados apenas pela estrela da esperança.
Mesmo essa se apagou,
Ou caíram por terra, vitreos seus olhos nada vêm.
Ou deram á costa jazidos entre escolhos.
Fujo de meu pensamento.
Há ainda uma esperança para mim.
Procuro a densa selva.
Escondo-me da civilização.
Encanto minha alma.
Ao longe, ELES os ferozes, seguem com suas crias.
Junto aos cursos de água.
Num bailado corrido as zebras passam.
As gazelas, dão á terra sedenta seus passos de dança.
É ja no reclinar da tarde, hora em que a terra suspira mansa.
Erguesse a voz das aves.
Suspiro! É nessa hora.
Que eu abraço tudo quanto vejo.
Descanso, depois adormeço,
Sonho que o menino brinca na cova do leão.
Sem medo. porque a paz reina por fim então.
Augusta Maria Gonçalves.
PORQUÊ?
Por que olhamos e não vemos?...
Por que vemos e não sentimos?
Por que sentimos e não dizemos?
Por dizemos e não nos ouvem?
Por que ouvem e não constroem?
Nada!
Assim, caminhamos cegados,
Ao sabor de governos
Prepotentes e desgovernados,
E … poderes, dominantes.
LÁ VEM MEU AMOR
...
Só guerra, lágrimas, injustiça.
A ganancia, o poder.
O subjugar o mais fraco.
Pergunto entre gritos mudos!
Mundo!?
Para onde caminhas.
Logo meus olhos vêm jardins de mortos.
Sem epitáfios.
Tudo lhes foi roubado,
Deixaram bens e raízes.
Caminharam guiados apenas pela estrela da esperança.
Mesmo essa se apagou,
Ou caíram por terra, vitreos seus olhos nada vêm.
Ou deram á costa jazidos entre escolhos.
Fujo de meu pensamento.
Há ainda uma esperança para mim.
Procuro a densa selva.
Escondo-me da civilização.
Encanto minha alma.
Ao longe, ELES os ferozes, seguem com suas crias.
Junto aos cursos de água.
Num bailado corrido as zebras passam.
As gazelas, dão á terra sedenta seus passos de dança.
É ja no reclinar da tarde, hora em que a terra suspira mansa.
Erguesse a voz das aves.
Suspiro! É nessa hora.
Que eu abraço tudo quanto vejo.
Descanso, depois adormeço,
Sonho que o menino brinca na cova do leão.
Sem medo. porque a paz reina por fim então.
Augusta Maria Gonçalves.
PORQUÊ?
Por que olhamos e não vemos?...
Por que vemos e não sentimos?
Por que sentimos e não dizemos?
Por dizemos e não nos ouvem?
Por que ouvem e não constroem?
Nada!
Assim, caminhamos cegados,
Ao sabor de governos
Prepotentes e desgovernados,
E … poderes, dominantes.
José Lopes da Nave
Deus Maior
Tapo o rosto,
Tenho vergonha...
Queria ver o Sol posto e um dia a amanhecer
Queria-me num lugar de paz e amor,
Queria-me num lugar de igualdade e bem querer!
Queria abrir os olhos ao Mundo declamando paz
E assim num sorriso meu... Viver
Vivo cada momento no que a angústia, me trás
E se eu destapar o rosto,
Olharei em frente!
Amistosamente!
Envergonhada, sem conseguir fazer nada;
Mas mesmo assim...
Fingindo estar feliz e contente
Não tenho vergonha de mim,
Tenho vergonha de algumas coisas
De que não tenho comando,
De que não estou afim!
E quando eu abrir os olhos
Eu ei-de olhar com Fé, na direção do céu
Ergo as mãos e vou pedir a Deus,
A Irmandade do Povo e a união!
Ei-de fazer uma crença num pedido tão terno
Tão forte e tão somente meu
Que passaremos a viver, num Mundo JUBILEU
Serei a Rainha da Selva.
Deus Maior
Tapo o rosto,
Tenho vergonha...
Queria ver o Sol posto e um dia a amanhecer
Queria-me num lugar de paz e amor,
Queria-me num lugar de igualdade e bem querer!
Queria abrir os olhos ao Mundo declamando paz
E assim num sorriso meu... Viver
Vivo cada momento no que a angústia, me trás
E se eu destapar o rosto,
Olharei em frente!
Amistosamente!
Envergonhada, sem conseguir fazer nada;
Mas mesmo assim...
Fingindo estar feliz e contente
Não tenho vergonha de mim,
Tenho vergonha de algumas coisas
De que não tenho comando,
De que não estou afim!
E quando eu abrir os olhos
Eu ei-de olhar com Fé, na direção do céu
Ergo as mãos e vou pedir a Deus,
A Irmandade do Povo e a união!
Ei-de fazer uma crença num pedido tão terno
Tão forte e tão somente meu
Que passaremos a viver, num Mundo JUBILEU
Serei a Rainha da Selva.
Serei...?
Ou não serei dona da razão!
Peço também a humanidade a união!
Peço também ao Deus Maior!
Seja ELE qual for!
Que nunca nos falte!
Água e pão.
Adormeci...! Será que sonhei...?
Florinda Dias
OS LEÕES TAMBÉM CHORAM
Já fomos orgulhosos reis dos animais...
Por todos fomos também, muito temidos
Agora humanos, pouco nos respeitais
Sendo vistos apenas, como inimigos
Ou não serei dona da razão!
Peço também a humanidade a união!
Peço também ao Deus Maior!
Seja ELE qual for!
Que nunca nos falte!
Água e pão.
Adormeci...! Será que sonhei...?
Florinda Dias
OS LEÕES TAMBÉM CHORAM
Já fomos orgulhosos reis dos animais...
Por todos fomos também, muito temidos
Agora humanos, pouco nos respeitais
Sendo vistos apenas, como inimigos
Pelos canos das vossas carabinas
Vão ditando a todos nós, a morte
Muito desditosas, são as nossas sinas
Triste é nossa a vida, negra é nossa sorte
Chorando lágrimas de dor e de tristeza
Pelo que os homens nos estão fazendo
Sem respeitar nossa liberdade e nobreza
Em todo o lado, aos poucos, vamos morrendo
Para que servem nossas mortes, afinal
Respondam lá humanos, quais as razões
Quem é que é agora o inimigo mortal?
São vocês? Homens, ou somos nós? Leões
Para aqueles que já foram reis na Natureza
Em que nos transformaram, vede, vede
Apenas, por pura vaidade e avareza
Nuns meros troféus sem vida, numa parede
António Henriques
"JÁ FUI O REI DA SELVA"
Já fui o rei da selva
Hoje sou
Um pobre animal abandonado
Á sua triste sorte
Na selva da vida
Ou na minha selva
Somos quase iguais
Só porque não falo e tenho 4 patas
Espezinham o mais fraco
Elevam o mais forte
A maldade prolífera
A humanidade é egoísta
Traiçoeira e feroz
(Não somos nós, afinal)
Não se respeitam mutuamente
Como nos podem defender?
Como nos podem respeitar?
E os irracionais somos nós!
Vós também o sois
Não nos maltratem
Deixem-nos viver a liberdade perdida
Não nos persigam
Não nos matem
Onde estão os nossos direitos?
Olhem para vós humanos
Desumanos…
“BRASA” MAGDA BRAZINHA
Ah, que existe emoção na vida animal,
já o sabiam os nossos ancestrais,
disso e outras coisas fundamentais....
Ah, mas o homem contemporâneo ,
se escusa ao amor e emoção,
pois, ambiciona demasiado,
os bens materiais e o estatuto do poder.
Ah, sim...por isso sofre a valer.
Já no reino animal se vive do instinto
e do que lhe é inerente,
e vê-se o amor que lhes está nos olhos patente.
Acorda homem!
Desperta e vê com olhos de ver,
que o amor é o sentimento maior.
olha e percebe, que sem emoções,
viverás, apenas de meras ilusões.
Ah! Se despertares e deambulares,
por uma densa floresta,
perceberás o que é realmente interessante.
Os animais ao longo dos tempos,
mantiveram inalterados seus instintos,
e o amor não sofreu contratempos.
Vão ditando a todos nós, a morte
Muito desditosas, são as nossas sinas
Triste é nossa a vida, negra é nossa sorte
Chorando lágrimas de dor e de tristeza
Pelo que os homens nos estão fazendo
Sem respeitar nossa liberdade e nobreza
Em todo o lado, aos poucos, vamos morrendo
Para que servem nossas mortes, afinal
Respondam lá humanos, quais as razões
Quem é que é agora o inimigo mortal?
São vocês? Homens, ou somos nós? Leões
Para aqueles que já foram reis na Natureza
Em que nos transformaram, vede, vede
Apenas, por pura vaidade e avareza
Nuns meros troféus sem vida, numa parede
António Henriques
"JÁ FUI O REI DA SELVA"
Já fui o rei da selva
Hoje sou
Um pobre animal abandonado
Á sua triste sorte
Na selva da vida
Ou na minha selva
Somos quase iguais
Só porque não falo e tenho 4 patas
Espezinham o mais fraco
Elevam o mais forte
A maldade prolífera
A humanidade é egoísta
Traiçoeira e feroz
(Não somos nós, afinal)
Não se respeitam mutuamente
Como nos podem defender?
Como nos podem respeitar?
E os irracionais somos nós!
Vós também o sois
Não nos maltratem
Deixem-nos viver a liberdade perdida
Não nos persigam
Não nos matem
Onde estão os nossos direitos?
Olhem para vós humanos
Desumanos…
“BRASA” MAGDA BRAZINHA
Ah, que existe emoção na vida animal,
já o sabiam os nossos ancestrais,
disso e outras coisas fundamentais....
Ah, mas o homem contemporâneo ,
se escusa ao amor e emoção,
pois, ambiciona demasiado,
os bens materiais e o estatuto do poder.
Ah, sim...por isso sofre a valer.
Já no reino animal se vive do instinto
e do que lhe é inerente,
e vê-se o amor que lhes está nos olhos patente.
Acorda homem!
Desperta e vê com olhos de ver,
que o amor é o sentimento maior.
olha e percebe, que sem emoções,
viverás, apenas de meras ilusões.
Ah! Se despertares e deambulares,
por uma densa floresta,
perceberás o que é realmente interessante.
Os animais ao longo dos tempos,
mantiveram inalterados seus instintos,
e o amor não sofreu contratempos.
l Emilia Pedreiro
FILHOS DA SELVA
...
FILHOS DA SELVA
...
Nasceram na Natureza
Porque foi o seu destino
Mas o homem por ganância
Fê-los seguir novo caminho.
São animais, mas têm sentido
Gostam de viver em liberdade
Sentem-se tristes e infelizes
Porque lhe tiraram o seu habitat.
Não falam mas têm ternura
Amor e amizade no coração
Vivem encarcerados com amargura
Gostam de amar e ser amados
Dar mimos e carinho aos filhotes
Correr pela selva endiabrados.
Rosete Cansado
Porque foi o seu destino
Mas o homem por ganância
Fê-los seguir novo caminho.
São animais, mas têm sentido
Gostam de viver em liberdade
Sentem-se tristes e infelizes
Porque lhe tiraram o seu habitat.
Não falam mas têm ternura
Amor e amizade no coração
Vivem encarcerados com amargura
Gostam de amar e ser amados
Dar mimos e carinho aos filhotes
Correr pela selva endiabrados.
Rosete Cansado
LÁ VEM MEU AMOR
...
Lá vem meu amor e agora que lhe direi eu
Vejo ao longe a juba que ao vento balança
Vem agora de um mundo que não é o meu
Por aqui a vida parou sem haver mudança
Lá vem meu amor e eu morta de carência
Fiquei num marasmo e no vazio da espera
Andei a carpir de saudade na sua ausência
E imaginei que ele regressava feito quimera
Lá vem meu amor vejo sua cabeça de Leão
Nem corpo de cabra ou cauda de serpente
Lá vem meu amor e que imponente machão
Ai o que sofri por ele de mim andar ausente
2016/10/04
Irene Conde
Que vergonha eu tenho
de quem é de outro tamanho...
de pé se move
dá tiros e não se comove
Vejo ao longe a juba que ao vento balança
Vem agora de um mundo que não é o meu
Por aqui a vida parou sem haver mudança
Lá vem meu amor e eu morta de carência
Fiquei num marasmo e no vazio da espera
Andei a carpir de saudade na sua ausência
E imaginei que ele regressava feito quimera
Lá vem meu amor vejo sua cabeça de Leão
Nem corpo de cabra ou cauda de serpente
Lá vem meu amor e que imponente machão
Ai o que sofri por ele de mim andar ausente
2016/10/04
Irene Conde
Que vergonha eu tenho
de quem é de outro tamanho...
de pé se move
dá tiros e não se comove
Poderá ser
que ache que é mais
do que eu um ser?
Que é mais ser
do que são
seres tantas e diversos?
Poderá ser
que tanto ser se julga
que não se julga quem abate
quem não se baste
nem riposta com igual resposta?
Que vergonha eu tenho
não por mim que por aqui vagueio
nesta savana imensa
e só luto quando a fome me consome
ou quando a cria se agita
querendo crescer e ser bonita
Se vergonha tenho
dos que de pé caminham
tomam posse
do que aqui em paz habita
Só porque tanto se aborrecem
com o tanto que dispôem
a humilhar, matar e aproveitar as sobras
dos que quietos no seu lugar
só ali pretendem continuar
até que surja um final
igual para todos afinal
ANA MARQUES
que ache que é mais
do que eu um ser?
Que é mais ser
do que são
seres tantas e diversos?
Poderá ser
que tanto ser se julga
que não se julga quem abate
quem não se baste
nem riposta com igual resposta?
Que vergonha eu tenho
não por mim que por aqui vagueio
nesta savana imensa
e só luto quando a fome me consome
ou quando a cria se agita
querendo crescer e ser bonita
Se vergonha tenho
dos que de pé caminham
tomam posse
do que aqui em paz habita
Só porque tanto se aborrecem
com o tanto que dispôem
a humilhar, matar e aproveitar as sobras
dos que quietos no seu lugar
só ali pretendem continuar
até que surja um final
igual para todos afinal
ANA MARQUES
27-09-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 27-09-2016
O SEGREDO
...
Amor em pequeninos grãos,
Entre húmus brotarão , árvore, fruto, ou flor.
Cantará a chuva canções,
A lua tecerá de luar mantos.
O vento segredos contará…
As árvores abriram olhos de espanto.
Ao ver a terra abrir o ventre, em verde promissor.
Serão meses de sono, pousio, brancos véus.
Geadas rindo ao nascer do sol.
Caprichosas riem as flores despenteadas, felizes em segredo.
O segredo das sementes.
Beijos…
O vento beijoqueiro pela noite.
Arrebatado amante.
Tempo abençoado,
Ventre sagrado terra mater.
De frutos roliços rindo ao sol dourado.
Há silencio na natureza.
Nos lares aconchegados, lareira acesa.
Ela franzina, amante e amada.
Vestida de virtude, vê á luz do candeeiro
Sua sombra retratada.
Redonda como a lua.
Nos olhos o brilho das estrelas.
Balbucia uma oração de gratidão.
Sendo mulher, ânfora sagrada.
Caminha para a hora.
Que florirá.
Mãe será.
Rasga-se já a terra ventre.
Há já um balido, uma dor, um grito.
Acaba de nascer um botão de rosa.
Criança, bago rubi, delicada pétala, milagre de amor.
Lá fora dorme a noite apaziguada.
Aqui!
Nasceu, o vento silenciou, a vida sorriu,
O milagre aconteceu,
O segredo da semente,terno belo feito gente.
Desabrochou a mãe sorriu o ser chorou.
MATER, MULHER, TERRA ARADA,
Abençoada,adornada pelo fruto...
Da semente desejada.
FRUTO de AMOR.
Augusta Maria Gonçalves.
VOANDO
Entre húmus brotarão , árvore, fruto, ou flor.
Cantará a chuva canções,
A lua tecerá de luar mantos.
O vento segredos contará…
As árvores abriram olhos de espanto.
Ao ver a terra abrir o ventre, em verde promissor.
Serão meses de sono, pousio, brancos véus.
Geadas rindo ao nascer do sol.
Caprichosas riem as flores despenteadas, felizes em segredo.
O segredo das sementes.
Beijos…
O vento beijoqueiro pela noite.
Arrebatado amante.
Tempo abençoado,
Ventre sagrado terra mater.
De frutos roliços rindo ao sol dourado.
Há silencio na natureza.
Nos lares aconchegados, lareira acesa.
Ela franzina, amante e amada.
Vestida de virtude, vê á luz do candeeiro
Sua sombra retratada.
Redonda como a lua.
Nos olhos o brilho das estrelas.
Balbucia uma oração de gratidão.
Sendo mulher, ânfora sagrada.
Caminha para a hora.
Que florirá.
Mãe será.
Rasga-se já a terra ventre.
Há já um balido, uma dor, um grito.
Acaba de nascer um botão de rosa.
Criança, bago rubi, delicada pétala, milagre de amor.
Lá fora dorme a noite apaziguada.
Aqui!
Nasceu, o vento silenciou, a vida sorriu,
O milagre aconteceu,
O segredo da semente,terno belo feito gente.
Desabrochou a mãe sorriu o ser chorou.
MATER, MULHER, TERRA ARADA,
Abençoada,adornada pelo fruto...
Da semente desejada.
FRUTO de AMOR.
Augusta Maria Gonçalves.
VOANDO
Voaram os sonhos e levaram a juventude
De pés assentes na terra e com firmeza
Segui os trilhos da vida em sua plenitude
E só o amor me interessou como riqueza
Voaram os dias e anos em alta velocidade
Ao olhar para trás, nem tudo me encanta
Mas registei algumas visitas da felicidade
Que me deram a força que tudo suplanta
Voaram tempos com tantas coisas mais
E sinto, que é chegada a hora da partida
Sou aquele velho barco ancorado no cais
Que aguarda o novo para a outra corrida
Voaram coisas boas, mas as más também
A escola da vida, que grande lição me deu
Libertou minha alma e quero ir mais além
E hoje alegremente, quem voa...! Sou eu!
2016/09/27 Irene Conde
FASCINAÇÃO
De flor em mão...
voas na pureza da brancura,
envolvente,
ao encontro da felicidade
com sorriso nos lábios
e, em ti a fortuna
que aconchegas
e acaricias,
delicadamente,
a caminho da ventura,
do sol,
na nova madrugada
que o futuro anuncia.
De pés assentes na terra e com firmeza
Segui os trilhos da vida em sua plenitude
E só o amor me interessou como riqueza
Voaram os dias e anos em alta velocidade
Ao olhar para trás, nem tudo me encanta
Mas registei algumas visitas da felicidade
Que me deram a força que tudo suplanta
Voaram tempos com tantas coisas mais
E sinto, que é chegada a hora da partida
Sou aquele velho barco ancorado no cais
Que aguarda o novo para a outra corrida
Voaram coisas boas, mas as más também
A escola da vida, que grande lição me deu
Libertou minha alma e quero ir mais além
E hoje alegremente, quem voa...! Sou eu!
2016/09/27 Irene Conde
FASCINAÇÃO
De flor em mão...
voas na pureza da brancura,
envolvente,
ao encontro da felicidade
com sorriso nos lábios
e, em ti a fortuna
que aconchegas
e acaricias,
delicadamente,
a caminho da ventura,
do sol,
na nova madrugada
que o futuro anuncia.
José Lopes da Nave
Anjo Branco (Mãe)
Em lentos e fluidos movimentos...
Nas cristalinas águas de um mar de esperanças
Vais embalando suave e docemente
O fruto sagrado do teu ventre
Ó noiva adorada, com doces lembranças
Anjo Branco (Mãe)
Em lentos e fluidos movimentos...
Nas cristalinas águas de um mar de esperanças
Vais embalando suave e docemente
O fruto sagrado do teu ventre
Ó noiva adorada, com doces lembranças
Dos tempos em que, com outras crianças
Brincavas ao jogo da vida e querias ser
Adulta, para um dia poderes sentir
O doce prazer de conceber
E nova vida de ti, poder surgir
Agora adulta, és anjo branco de ternura
Deslizas em águas serenas, bela e pura
Sereia de longos cabelos ondulantes
Teu branco vestido de nubente
Envolve teu corpo suavemente
Em ondas de terna candura
Tua hora chegará já brevemente
Mas disso tu estás já bem ciente
Por esse momento, por ti tão ansiado
Num tempo, de pura felicidade
Darás à luz, esse ser, tão esperado
Precioso fruto, no teu ventre guardado
Fechando- se assim, o ciclo de encantamento
Na tua vida foste, mulher, amante e mãe
Da Natureza és força e és talento
Flor branca, que só pureza contém
Mãe, fonte de amor, fonte de vida
Mãe, que pelos teus filhos, és sempre querida
António Henriques
Brincavas ao jogo da vida e querias ser
Adulta, para um dia poderes sentir
O doce prazer de conceber
E nova vida de ti, poder surgir
Agora adulta, és anjo branco de ternura
Deslizas em águas serenas, bela e pura
Sereia de longos cabelos ondulantes
Teu branco vestido de nubente
Envolve teu corpo suavemente
Em ondas de terna candura
Tua hora chegará já brevemente
Mas disso tu estás já bem ciente
Por esse momento, por ti tão ansiado
Num tempo, de pura felicidade
Darás à luz, esse ser, tão esperado
Precioso fruto, no teu ventre guardado
Fechando- se assim, o ciclo de encantamento
Na tua vida foste, mulher, amante e mãe
Da Natureza és força e és talento
Flor branca, que só pureza contém
Mãe, fonte de amor, fonte de vida
Mãe, que pelos teus filhos, és sempre querida
António Henriques
Mar de vida
Será peixe?
Será gente?
Que maravilha trará no ventre?
Se for mulher…
Menino ou menina
Se for sereia…
Não sei o que é…
Humano ou peixe
Ou talvez os dois até!
O branco transmite-nos a paz
O mar…
A tranquilidade…
Mas no rosto a alegria
E na mão a flor
Transmitindo a felicidade
Do momento que está para vir
De quem em breve…
Irá parir…
Luís Farto
RAMO DO MEU CORPO
Vem nas asas do amor...
Para que meus olhos te vejam
Meu coração bata de alegria
Vem ramo do meu corpo
Beijo com ternura e beleza
Voa no espaço
Trás um amor ainda maior
Aninha-te no meu peito
E sente-me com emoção
Nesta onda de mar calmo
Que te desejo com carinho
No luar de lua cheia
Dizem ser um menino
Sentir-te junto a mim
Âmago em serenidade
Filho dum amor perene
Vem ramo do meu corpo.
Eu te espero com ansiedade
Para que estejas a meu lado
Será peixe?
Será gente?
Que maravilha trará no ventre?
Se for mulher…
Menino ou menina
Se for sereia…
Não sei o que é…
Humano ou peixe
Ou talvez os dois até!
O branco transmite-nos a paz
O mar…
A tranquilidade…
Mas no rosto a alegria
E na mão a flor
Transmitindo a felicidade
Do momento que está para vir
De quem em breve…
Irá parir…
Luís Farto
RAMO DO MEU CORPO
Vem nas asas do amor...
Para que meus olhos te vejam
Meu coração bata de alegria
Vem ramo do meu corpo
Beijo com ternura e beleza
Voa no espaço
Trás um amor ainda maior
Aninha-te no meu peito
E sente-me com emoção
Nesta onda de mar calmo
Que te desejo com carinho
No luar de lua cheia
Dizem ser um menino
Sentir-te junto a mim
Âmago em serenidade
Filho dum amor perene
Vem ramo do meu corpo.
Eu te espero com ansiedade
Para que estejas a meu lado
Rosete cansado
Noiva mãe
Lindo esvoaçar em céu azul......
uma flor na mão seu talismã...
branca flor de ternura e de serena luz,
no teu ventre imaculado guardas o fruto
esperado e ansiado....
à luz darás numa linda manhã.
Noiva mãe
Lindo esvoaçar em céu azul......
uma flor na mão seu talismã...
branca flor de ternura e de serena luz,
no teu ventre imaculado guardas o fruto
esperado e ansiado....
à luz darás numa linda manhã.
Teus cabelos longos e negros,
esvoaçam no azul do céu infinito,
seguem o longo caminho por Deus
descrito...
E nas mãos a flor branca a anunciar a paz...
À luz darás em serena pureza de sentimentos...
de noiva vestida estarás nesse doce momento louvado,
em que um novo ser à luz do dia será por todos abençoado!
MARY HORTA
Meu sonho encantado
Com uma flor na mão voei...
e no firmamento eu sonhei
que cantei , dancei e levitei
eu vestida de branco
com vários Anjos viajei.
esvoaçam no azul do céu infinito,
seguem o longo caminho por Deus
descrito...
E nas mãos a flor branca a anunciar a paz...
À luz darás em serena pureza de sentimentos...
de noiva vestida estarás nesse doce momento louvado,
em que um novo ser à luz do dia será por todos abençoado!
MARY HORTA
Meu sonho encantado
Com uma flor na mão voei...
e no firmamento eu sonhei
que cantei , dancei e levitei
eu vestida de branco
com vários Anjos viajei.
A minha felicidade era tanta
que um dia eu e um lindo Anjo
perdidos de amor nos enamoramos .
E unidos no amor que ambos sentimos
entre abraços e beijos nos unimos
e do nosso puro amor
uma pequena flor germinou
que para os meus braços voou.
___________Ah___________
Quanta ternura em mim senti
___________Ah____________
Como a pequena flor eu amei
e por ela logo eu me apaixonei
com ela criei laços de ternura
que abraçadas nós voltamos
do meu mundo de amar e de sonhar.
Mila Lopes
Meus olhos nos teus
Logo que teus olhos tocaram os olhos meus...
emprenharam-me a alma de beijos,
transformando palavras em loucos desejos...
E suspiros?
Ai, tantos, sempre que os meus se entregavam aos teus!
Hoje carrego no peito (até ao dia do parto)
a saudade e os filhos que me fizeste
sempre que me quiseste...
que um dia eu e um lindo Anjo
perdidos de amor nos enamoramos .
E unidos no amor que ambos sentimos
entre abraços e beijos nos unimos
e do nosso puro amor
uma pequena flor germinou
que para os meus braços voou.
___________Ah___________
Quanta ternura em mim senti
___________Ah____________
Como a pequena flor eu amei
e por ela logo eu me apaixonei
com ela criei laços de ternura
que abraçadas nós voltamos
do meu mundo de amar e de sonhar.
Mila Lopes
Meus olhos nos teus
Logo que teus olhos tocaram os olhos meus...
emprenharam-me a alma de beijos,
transformando palavras em loucos desejos...
E suspiros?
Ai, tantos, sempre que os meus se entregavam aos teus!
Hoje carrego no peito (até ao dia do parto)
a saudade e os filhos que me fizeste
sempre que me quiseste...
Quem dera amor, deles não te queiras farto!
Fátima Rodrigues
Fátima Rodrigues
20-09-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 20-09-2016
DERRAMA
Derrama em mim
Tua vontade crua
Teu amor escondido
Á luz da lua
Derrama em mim
Teu fogo ardente
Desperta a chama
Ainda existente
Derrama em mim
Teu poema louco
Diz que não tem fim
Este sabor a pouco
Derrama em mim
Um cálice de um porto
Degusta em meu corpo
O vinho requintado
Mata teu desejo desenfreado
Derrama em mim
Pétalas de flores
Cobre nossos corpos
Com os seus odores
E a cor de carmim
Derrama em mim
Em ti
O inesperado
Faz do sonho
Momento ansiado
Anabela Fernandes
NO ANIL DA NOITE
No anil da noite,...
te passeias, solitária,
aguardando a promessa,
esperando que a aurora
desponte no horizonte
fazendo brilhar o teu olhar.
A neblina que afagava a montanha
trazia-te as suas carícias
o mar que irradiava sobre o luar
transmitia-te a sua maresia.
A brisa que percorre os vales
ameigava o teu rosto
a noite que escoa o tempo
baila contigo,
o crepúsculo que envolve a terra
banha o teu sentir,
as aves que volteiam,
segredam-te,
o luar que te cobre
aconchega-te,
a manhã que te espera
faz-te viver.
Teu fogo ardente
Desperta a chama
Ainda existente
Derrama em mim
Teu poema louco
Diz que não tem fim
Este sabor a pouco
Derrama em mim
Um cálice de um porto
Degusta em meu corpo
O vinho requintado
Mata teu desejo desenfreado
Derrama em mim
Pétalas de flores
Cobre nossos corpos
Com os seus odores
E a cor de carmim
Derrama em mim
Em ti
O inesperado
Faz do sonho
Momento ansiado
Anabela Fernandes
NO ANIL DA NOITE
No anil da noite,...
te passeias, solitária,
aguardando a promessa,
esperando que a aurora
desponte no horizonte
fazendo brilhar o teu olhar.
A neblina que afagava a montanha
trazia-te as suas carícias
o mar que irradiava sobre o luar
transmitia-te a sua maresia.
A brisa que percorre os vales
ameigava o teu rosto
a noite que escoa o tempo
baila contigo,
o crepúsculo que envolve a terra
banha o teu sentir,
as aves que volteiam,
segredam-te,
o luar que te cobre
aconchega-te,
a manhã que te espera
faz-te viver.
Num enlaço azul.
José Lopes da Nave
Morosa espera
De tanto te desejar…...
Espero… desespero…
Queria segurar o tempo, que tão depressa se foi…
Mas este, o presente,
Queria-o a me atropelar.
José Lopes da Nave
Morosa espera
De tanto te desejar…...
Espero… desespero…
Queria segurar o tempo, que tão depressa se foi…
Mas este, o presente,
Queria-o a me atropelar.
Mas ai de mim…
Anda tão devagar!
Fátima Rodrigues
Eu!
Quero ser o sol para aquecer a terra
quero ser a lua para iluminar a noite ...
quero viver a vida ,vencer as dores.
Eu!
Quero falar de amor com várias cores
quero ser eu mesma amar e ser amada
quero sonhar e sentir o perfume no ar
Eu !
Quero dar um salto no ar e voar, voar .
Anda tão devagar!
Fátima Rodrigues
Eu!
Quero ser o sol para aquecer a terra
quero ser a lua para iluminar a noite ...
quero viver a vida ,vencer as dores.
Eu!
Quero falar de amor com várias cores
quero ser eu mesma amar e ser amada
quero sonhar e sentir o perfume no ar
Eu !
Quero dar um salto no ar e voar, voar .
Direitos de @utor reservados
Mila Lopes
Mila Lopes
BEIJOS AO LUAR
Ao ver ontem o luar
Dei comigo a recordar
As namoradas que amei...
Os beijos que foram dados
De vontade, ou roubados
Foram tantos, não contei
Ao ver ontem o luar
Dei comigo a recordar
As namoradas que amei...
Os beijos que foram dados
De vontade, ou roubados
Foram tantos, não contei
Mas houve uma especial
De beleza angelical
Minha primeira paixão
Muitos beijos, nós trocámos
Promessas de amor, jurámos
Nesses tempos de ilusão
Essa bonita donzela
Queria, que fosse ela
A mulher da minha vida
Mas o destino cruel
Reservou-lhe outro papel
Roubou-me, essa jóia querida
Tive outras namoradas
Que foram também amadas
Mas nunca como a amei
Romances de ocasião
Que se perderam então
Quantos foram, já não sei
Todos os beijos que dei
P´ra sempre, recordarei
Com saudade e com carinho
Às mulheres que me amaram
Às bocas que me beijaram
E ficaram p´lo caminho
Pudesse eu atrás voltar
Para poder encontrar
De novo, a minha paixão
Mas só posso recordar
Desses beijos ao luar
Que trago no coração
António Henriques
De beleza angelical
Minha primeira paixão
Muitos beijos, nós trocámos
Promessas de amor, jurámos
Nesses tempos de ilusão
Essa bonita donzela
Queria, que fosse ela
A mulher da minha vida
Mas o destino cruel
Reservou-lhe outro papel
Roubou-me, essa jóia querida
Tive outras namoradas
Que foram também amadas
Mas nunca como a amei
Romances de ocasião
Que se perderam então
Quantos foram, já não sei
Todos os beijos que dei
P´ra sempre, recordarei
Com saudade e com carinho
Às mulheres que me amaram
Às bocas que me beijaram
E ficaram p´lo caminho
Pudesse eu atrás voltar
Para poder encontrar
De novo, a minha paixão
Mas só posso recordar
Desses beijos ao luar
Que trago no coração
António Henriques
Lua
Sentei-me
à noite ao luar
fixei-me no firmamento...
e vivi a sensação do momento!...
Esperei a Lua encontrar,
mas a noite era breu
e a Lua não apareceu.
As estrelas a brilhar
indicaram, que a Lua era Nova
e seria preciso esperar.
Hoje,
vou novamente
a Lua, tentar encontrar...
preciso confidenciar
o que me está a atormentar.
Espero que a Lua
tenha uma resposta
para me consolar.
Lua dos meus sonhos,
dos meus prantos...
Lua dos meus encantos!...
Uma coisa te quero pedir,
transforma os meus prantos
em sonhos coloridos,
sentidos...
Alivia o meu sentir!
Sentei-me
à noite ao luar
fixei-me no firmamento...
e vivi a sensação do momento!...
Esperei a Lua encontrar,
mas a noite era breu
e a Lua não apareceu.
As estrelas a brilhar
indicaram, que a Lua era Nova
e seria preciso esperar.
Hoje,
vou novamente
a Lua, tentar encontrar...
preciso confidenciar
o que me está a atormentar.
Espero que a Lua
tenha uma resposta
para me consolar.
Lua dos meus sonhos,
dos meus prantos...
Lua dos meus encantos!...
Uma coisa te quero pedir,
transforma os meus prantos
em sonhos coloridos,
sentidos...
Alivia o meu sentir!
Mª da Graça Dordio Dimas
Chovem Luas…
Chovem Luas
Cinzentas…prateadas
De sombras mescladas...
Nas noites em que o luar me perturba
Em que cai sobre mim a claridade
Consigo ler…
No teu brilho
Sentir-te…
Na minha intimidade
Cegas-me…
Com a tua incandescência
Prendem-me a ti…
Recordações da adolescência
Banha-me com teu manto
Clareia minha escuridão
Cobre-me com tua mansidão
Elimina meu pranto…
E a ti me entregarei
Com toda a minha gratidão
Chovem Luas
Cinzentas…prateadas
De sombras mescladas...
Nas noites em que o luar me perturba
Em que cai sobre mim a claridade
Consigo ler…
No teu brilho
Sentir-te…
Na minha intimidade
Cegas-me…
Com a tua incandescência
Prendem-me a ti…
Recordações da adolescência
Banha-me com teu manto
Clareia minha escuridão
Cobre-me com tua mansidão
Elimina meu pranto…
E a ti me entregarei
Com toda a minha gratidão
Luís Farto
QUERIA SER...
Queria ser um raio de luar
clarear a tristeza do mundo
e na minha própria luz...
poder também me banhar.
Queria ser um raio de luar
clarear a tristeza do mundo
e na minha própria luz...
poder também me banhar.
Levar brilho aos corações
que andam adormecidos
dar-lhes novas emoções
de que andam esquecidos.
Queria ser o raio de luar
onde o teu olhar se perde
com ele te queria encantar
mostrar o que o coração pede.
Queria ser o raio de luar
que abraça os enamorados
nesse abraço flutuar
nos meus desejos sonhados...
Queria ser um raio de luar
pra me esconder entre as nuvens
e alumiar o teu o caminho
à noite quando tu vens.
Aida Maria (Aida Marques)
Soubesses tu, ó lua
Quanta da minha poesia é tua
Quanta da minha inspiração é culpa tua!...
Soubesses tu, ó lua
As vezes que por ti brado
As vezes que por ti choro
E quantas vezes t’ imploro
Não me deixes sozinha agora
O poema não sairá de jeito
Nem o momento será perfeito.
Se te fores embora agora
Meu pensamento deixará de ser escorreito.
Se o céu não s’ ilumina
Não há luz que se defina
Na sombra que predomina
E no escuro que me domina
É a poesia que esmorece
E até a poeta adormece!
Soubesses tu, ó lua
Quantas vezes te procuro…
Cintilam as estrelas no escuro
Em busca da tua luz
Sozinhas não me conseguem dar
A força que minha mão conduz
Nem a ideia que o teu luar me produz!
que andam adormecidos
dar-lhes novas emoções
de que andam esquecidos.
Queria ser o raio de luar
onde o teu olhar se perde
com ele te queria encantar
mostrar o que o coração pede.
Queria ser o raio de luar
que abraça os enamorados
nesse abraço flutuar
nos meus desejos sonhados...
Queria ser um raio de luar
pra me esconder entre as nuvens
e alumiar o teu o caminho
à noite quando tu vens.
Aida Maria (Aida Marques)
Soubesses tu, ó lua
Quanta da minha poesia é tua
Quanta da minha inspiração é culpa tua!...
Soubesses tu, ó lua
As vezes que por ti brado
As vezes que por ti choro
E quantas vezes t’ imploro
Não me deixes sozinha agora
O poema não sairá de jeito
Nem o momento será perfeito.
Se te fores embora agora
Meu pensamento deixará de ser escorreito.
Se o céu não s’ ilumina
Não há luz que se defina
Na sombra que predomina
E no escuro que me domina
É a poesia que esmorece
E até a poeta adormece!
Soubesses tu, ó lua
Quantas vezes te procuro…
Cintilam as estrelas no escuro
Em busca da tua luz
Sozinhas não me conseguem dar
A força que minha mão conduz
Nem a ideia que o teu luar me produz!
Por Zita de Fátima Nogueira
DAMAS.
Ela, dama olha-se ao espelho. ...
Suavemente passa as mãos nos lábios. Ri… porque sente no ar o aroma de rosas.
Há presos nos lábios dela, mil rosas por abrir, mil pássaros que desejam sair em debandada. “ semicerra os olhos, sentindo no ar o bater de asas “
A tarde declina. O sol beija os topos das árvores. A parede do jardim, pintada de sombras, num esbatido sensual, as sombras se movem em rituais quase perfeitos. A parede, um corpo, as sombras, as mãos. Há requebros de tango, cabelos em desalinho, alma vergada, sofrida, boémia. Tango! Braços de sombra, peito alvo, lentidão. Tudo lembra o compasso delicado de fazer amor. Há murmúreos, abraços de vento, cantares suaves… cantos canoros, voam aves. Tem o jardim uma aura apaziguada da hora azul. Hora que a lua ri pura, chegaram já as estrelas com seus véus.
Ela, dá aos lábios a doçura de duas maças, purifica o palato. Sai, ataviada para a cerimónia da noite.
Xaile se seda, nele havia mil violetas, nas mãos delicadas, luvas de renda. Em cada anelar, um anel, anéis de pedras raras, brilhos acesos na noite… Seguia. Via eu de longe. Figura leve recortada ao luar. Sua sombrinha, rendada á moda antiga. Filtrava raios de luar… caminhava leve, pensadora, eram seus pensamentos de saudade. Ontem o amor dava-lhe a mão, hoje segue só, delicada, formosa, a Dama misteriosa, que se passeia ao luar, ama sem beijar, confessa sem falar. Há nesta imagem, a serenidade do lugar. Ela a lua o luar, são damas senhoriais, que eu sonho em poesia, pintadas na tela de magia, do dia a declinar. Despedem-se duas aves deste poema, começo de noite.
Ou tela de fim de tarde
Esta imagem para mim é só o retrato da saudade.
Passeio-me…sou dama? Ou sou o voo de ave?...
DAMAS.
Ela, dama olha-se ao espelho. ...
Suavemente passa as mãos nos lábios. Ri… porque sente no ar o aroma de rosas.
Há presos nos lábios dela, mil rosas por abrir, mil pássaros que desejam sair em debandada. “ semicerra os olhos, sentindo no ar o bater de asas “
A tarde declina. O sol beija os topos das árvores. A parede do jardim, pintada de sombras, num esbatido sensual, as sombras se movem em rituais quase perfeitos. A parede, um corpo, as sombras, as mãos. Há requebros de tango, cabelos em desalinho, alma vergada, sofrida, boémia. Tango! Braços de sombra, peito alvo, lentidão. Tudo lembra o compasso delicado de fazer amor. Há murmúreos, abraços de vento, cantares suaves… cantos canoros, voam aves. Tem o jardim uma aura apaziguada da hora azul. Hora que a lua ri pura, chegaram já as estrelas com seus véus.
Ela, dá aos lábios a doçura de duas maças, purifica o palato. Sai, ataviada para a cerimónia da noite.
Xaile se seda, nele havia mil violetas, nas mãos delicadas, luvas de renda. Em cada anelar, um anel, anéis de pedras raras, brilhos acesos na noite… Seguia. Via eu de longe. Figura leve recortada ao luar. Sua sombrinha, rendada á moda antiga. Filtrava raios de luar… caminhava leve, pensadora, eram seus pensamentos de saudade. Ontem o amor dava-lhe a mão, hoje segue só, delicada, formosa, a Dama misteriosa, que se passeia ao luar, ama sem beijar, confessa sem falar. Há nesta imagem, a serenidade do lugar. Ela a lua o luar, são damas senhoriais, que eu sonho em poesia, pintadas na tela de magia, do dia a declinar. Despedem-se duas aves deste poema, começo de noite.
Ou tela de fim de tarde
Esta imagem para mim é só o retrato da saudade.
Passeio-me…sou dama? Ou sou o voo de ave?...
Augusta Maria Gonçalves.
DES... (GRAÇA)
Para acabar com a desgraça basta troçar dela...
Ela nunca consegue incomodar uma alma rica
A desgraça não aguenta uma gargalhada bela
Que logo a faz perder o “des” e só a graça fica
DES... (GRAÇA)
Para acabar com a desgraça basta troçar dela...
Ela nunca consegue incomodar uma alma rica
A desgraça não aguenta uma gargalhada bela
Que logo a faz perder o “des” e só a graça fica
Minha alma, sobrevive a zombar da desgraça
Logo a espanta com as gargalhadas de alegria
E sem o “des”, a graça se instala e me abraça
E atiro o malfadado “des” para a minha poesia
Pobre de quem cede à desgraça por cobardia
É como pássaro que não sai da gaiola aberta
Ela se apodera deixando sua alma em agonia
Quem não ri da desgraça nunca dela se liberta
2015/10/28
Irene Conde
Lua do meu bem-querer
Lua do meu fascínio
em ti voam asas de mistérios ...
e soam harpas e tambores e saltérios!
Quem te pode decifrar
e os teus segredos vir a desvendar?
Ah....o teu luar...
dentro de mim a segredar, confidenciar
do anil que se esfuma no ar.
Lua do meu bem-querer,
deixa que em ti sonhe e viva a magia
que, tão grandemente me inebria.
Teus segredos ocultos...ah...tu não
te desnudas em mim!
Mas, sinto um enorme fascínio por ti!
Nos jardins imperiais tu me encantas demais.
E são asas ...borboletas noturnas em torno de mim,
pássaros anónimos a gorjear alegria.
Ah...lua de luar, do teu seio
eu roubo a simplicidade , a magia , o condão,
de viver em sintonia com a tua elegia,
pois, agora chove e a noite é fria e arrepia.
Lua, lua de luar, deixe que em ti me embale,
num cântico enigmático ,
vindo d'algures!
Amo-te na tua beleza e mistério,
quero-te em mim , nas profundezas do meu ser.
Agarrar em teus fios prateados,
e jamais acabados.
Enrolar-me em cetim e brocados
sentir-te em mim,
num toque misterioso e sagrado,
...sempre em meu agrado.
Lua, lua do meu bem-querer
deixa que em ti seja asa
um pássaro só,
borboleta noturna,
mulher curiosa e de ti embriagada e Zelosa!
Logo a espanta com as gargalhadas de alegria
E sem o “des”, a graça se instala e me abraça
E atiro o malfadado “des” para a minha poesia
Pobre de quem cede à desgraça por cobardia
É como pássaro que não sai da gaiola aberta
Ela se apodera deixando sua alma em agonia
Quem não ri da desgraça nunca dela se liberta
2015/10/28
Irene Conde
Lua do meu bem-querer
Lua do meu fascínio
em ti voam asas de mistérios ...
e soam harpas e tambores e saltérios!
Quem te pode decifrar
e os teus segredos vir a desvendar?
Ah....o teu luar...
dentro de mim a segredar, confidenciar
do anil que se esfuma no ar.
Lua do meu bem-querer,
deixa que em ti sonhe e viva a magia
que, tão grandemente me inebria.
Teus segredos ocultos...ah...tu não
te desnudas em mim!
Mas, sinto um enorme fascínio por ti!
Nos jardins imperiais tu me encantas demais.
E são asas ...borboletas noturnas em torno de mim,
pássaros anónimos a gorjear alegria.
Ah...lua de luar, do teu seio
eu roubo a simplicidade , a magia , o condão,
de viver em sintonia com a tua elegia,
pois, agora chove e a noite é fria e arrepia.
Lua, lua de luar, deixe que em ti me embale,
num cântico enigmático ,
vindo d'algures!
Amo-te na tua beleza e mistério,
quero-te em mim , nas profundezas do meu ser.
Agarrar em teus fios prateados,
e jamais acabados.
Enrolar-me em cetim e brocados
sentir-te em mim,
num toque misterioso e sagrado,
...sempre em meu agrado.
Lua, lua do meu bem-querer
deixa que em ti seja asa
um pássaro só,
borboleta noturna,
mulher curiosa e de ti embriagada e Zelosa!
Emilia Pedreiro
E ao som da música celestial
Danço no palco da vida
Pano de fundo a lua ...
Estava num ponto tão alto da colina
Que a lua me abraçou
Agora caminho e ela sempre do meu lado
Ela sabe como estou
Muitas vezes me consolou
Várias vezes falamos dos meus sonhos
E ela somente dizia, como a cidade mudou
Várias vezes lhe confessei
Dos meus desejos, amores e desamores
E o mais importante queria dormir eternamente
Num jardim de relva e muitas flores
Sem cruzes e pedras pesadas, que mais nos afasta
Quero um prado sem fim
E naquela caminhada
A lua resolveu sussurrar
Fecha teus olhos e voa até mim
Deixa esse tempo real, por um segundo
E comigo verás o meu eterno parceiro, o teu mundo
Assim o fiz, depois abri os olhos e tudo se clareou
Aquele planeta de tons azuis, com umas manchas de várias cores
A lua se apaixonou
Diz ela, todos os dias espero ansiosa por esta visão
E esta minha paixão
Levou ao meu prolongamento
No vosso céu, cada vez mais claro
Mas eu quero estar mais tempo
A abraçar e aconchegar o meu sustento
De uma vida sempre pendurada
Vista no meio do nada
Mas tu que reparas em mim
E me confessas teus desejos e amarguras
Seremos uma eterna parceria, até que chegue o nosso fim
Por enquanto até amanhã e durma bem
Eu cá estarei à sua espera, meu precioso bem
E ao som da música celestial
Danço no palco da vida
Pano de fundo a lua ...
Estava num ponto tão alto da colina
Que a lua me abraçou
Agora caminho e ela sempre do meu lado
Ela sabe como estou
Muitas vezes me consolou
Várias vezes falamos dos meus sonhos
E ela somente dizia, como a cidade mudou
Várias vezes lhe confessei
Dos meus desejos, amores e desamores
E o mais importante queria dormir eternamente
Num jardim de relva e muitas flores
Sem cruzes e pedras pesadas, que mais nos afasta
Quero um prado sem fim
E naquela caminhada
A lua resolveu sussurrar
Fecha teus olhos e voa até mim
Deixa esse tempo real, por um segundo
E comigo verás o meu eterno parceiro, o teu mundo
Assim o fiz, depois abri os olhos e tudo se clareou
Aquele planeta de tons azuis, com umas manchas de várias cores
A lua se apaixonou
Diz ela, todos os dias espero ansiosa por esta visão
E esta minha paixão
Levou ao meu prolongamento
No vosso céu, cada vez mais claro
Mas eu quero estar mais tempo
A abraçar e aconchegar o meu sustento
De uma vida sempre pendurada
Vista no meio do nada
Mas tu que reparas em mim
E me confessas teus desejos e amarguras
Seremos uma eterna parceria, até que chegue o nosso fim
Por enquanto até amanhã e durma bem
Eu cá estarei à sua espera, meu precioso bem
PC_SO
13-09-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 13-09-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 13-09-2016
ALVURA
Do meu cérebro brotam as cores da vida...
claridade, a construir-se por si própria,
a circunstância.
Caminhos ocultos, desvendando,
sonhos procurando,
ilusões, ultrapassando,
sensações, experimentando,
emoções vivendo,
na procura da realidade.
Olhar o passado com reconhecimento
e, para o provir, com a esperança, sentindo
o sol, a lua e as estrelas, brilhando,
a cada poema ou texto que fomos compartilhando,
amizades profundas granjeando
que me encaminharam
a este encantamento de sorrisos
comparticipados.
O viver a alegria, em balões lançados ao vento.
José Lopes da Nave
José Lopes da Nave
VIAJANTE NO TEMPO
Cheguei aqui à terra de ninguém...
O meu País, foi jardim à beira mar
E agora de saudade me fez refém
Só uma vaga esperança é meu lar!
O infinito que vejo da minha janela
É um Céu azul neste novo universo
E minha alma, pela liberdade apela
Como raiz a esse sonho me alicerço
Não sei quem sou! Quem serei afinal?
Sou como alma caminhando sozinha
Viajante perdida no tempo ancestral
Que pelo mundo da ilusão caminha!
2016/09/13
Irene Conde
É um Céu azul neste novo universo
E minha alma, pela liberdade apela
Como raiz a esse sonho me alicerço
Não sei quem sou! Quem serei afinal?
Sou como alma caminhando sozinha
Viajante perdida no tempo ancestral
Que pelo mundo da ilusão caminha!
2016/09/13
Irene Conde
BALÕES PELO AR
Da minha janela vejo a vida a sorrir ,
dois jovens a caminhar, lançam balões
pelo ar......
Verde prado, céu azul, balões de mil cores...
O sol e nuvens despontam para a vida,
com alegria...
Da minha janela vejo a vida a sorrir ,
dois jovens a caminhar, lançam balões
pelo ar......
Verde prado, céu azul, balões de mil cores...
O sol e nuvens despontam para a vida,
com alegria...
Sonho, na manhã fria com cores e melodias
duma doce Primavera...
Em prado verde desponta a vida com sol
e melodia...
Balões lançados pelas mãos da ternura,
em fresca manhã de muita alegria !
MARY HORTA
duma doce Primavera...
Em prado verde desponta a vida com sol
e melodia...
Balões lançados pelas mãos da ternura,
em fresca manhã de muita alegria !
MARY HORTA
FANTASIA EM SUSPENSÃO
Passeava eu...
por aquela planície,
verde que... só visto,...
e o céu, correspondeu,
desceu à superfície,
é obra de Cristo...
Passeava eu...
por aquela planície,
verde que... só visto,...
e o céu, correspondeu,
desceu à superfície,
é obra de Cristo...
A doce guitarra...
clamou alegria e paz,
a felicidade e o amor,
aquela jovem bizarra,
que apareceu fugaz,
a mais bela flor...
Das nuvens brotam...
as mais belas melodias,
que o horizonte extasia,
pois a maldade enxotam,
querem vidas sadias,
e são a fantasia...
Joaquim Jorge Costa
E o Amor se Espalhou
E o amor espalhou-se pela estrada do céu...
Colocou sorrisos nos ombros das gentes
Perto, a música, soltou o som que era seu
As cores se espalharam em olhos carentes
Liberdades soltaram-se, ao serem livres
Para correr em solo aberto e trepar
Nas montanhas que a vida os fez subir
As cores misturaram-se, na palete do pintor
E nasceu a esperança, a alegria, o amor
Em balões que se elevaram e dançaram
Ao amor que se Espalhou pela estrada do céu
E colocou sorrisos nos ombros das gentes
clamou alegria e paz,
a felicidade e o amor,
aquela jovem bizarra,
que apareceu fugaz,
a mais bela flor...
Das nuvens brotam...
as mais belas melodias,
que o horizonte extasia,
pois a maldade enxotam,
querem vidas sadias,
e são a fantasia...
Joaquim Jorge Costa
E o Amor se Espalhou
E o amor espalhou-se pela estrada do céu...
Colocou sorrisos nos ombros das gentes
Perto, a música, soltou o som que era seu
As cores se espalharam em olhos carentes
Liberdades soltaram-se, ao serem livres
Para correr em solo aberto e trepar
Nas montanhas que a vida os fez subir
As cores misturaram-se, na palete do pintor
E nasceu a esperança, a alegria, o amor
Em balões que se elevaram e dançaram
Ao amor que se Espalhou pela estrada do céu
E colocou sorrisos nos ombros das gentes
FCJ
Fernanda Carneiro Jacinto
SORRISO DE CRIANÇA
Como é belo o sorriso de uma criança!...
É meigo. singelo e verdadeiro,
Igual ao de um anjo, querubim,
Inocente, presente divino por inteiro.
Fernanda Carneiro Jacinto
SORRISO DE CRIANÇA
Como é belo o sorriso de uma criança!...
É meigo. singelo e verdadeiro,
Igual ao de um anjo, querubim,
Inocente, presente divino por inteiro.
O sorriso de uma criança transmite paz,
Luz de Deus, puro e cheio de amor,
Eterna esperança num mundo conturbado,
Ternura intensa dum jardim em flor.
Irradiando, vida, alegria e sentimentos,
Que nos desperta plena contemplação,
No bem viver dos nossos dias,
Pequenos seres que preenchem o coração.
Da alma vem o sorriso de uma criança.
Inocência ,fragilidade para proteger,
Doçura e sensibilidade que nos acalma,
Bênção infinita de Deus a nos bem dizer.
O sorriso de uma criança é cristalino,
Como as gotas de chuva que caiem do céu,
Gargalhadas dadas em desatino.
Nossa vida muda com intenso amor seu.
Nos emocionam com a sua confiança,
Com sua graça e manto de protecção
Afagam...Acalentam e nos dão força.
Filhos do amor presentes no coração.
Rosete Cansado
Num sorriso Nosso...
Que mais eu posso, senão abordar
Uma criança na sua inocência a brincar...
Num Mundo Jubileu
Luz de Deus, puro e cheio de amor,
Eterna esperança num mundo conturbado,
Ternura intensa dum jardim em flor.
Irradiando, vida, alegria e sentimentos,
Que nos desperta plena contemplação,
No bem viver dos nossos dias,
Pequenos seres que preenchem o coração.
Da alma vem o sorriso de uma criança.
Inocência ,fragilidade para proteger,
Doçura e sensibilidade que nos acalma,
Bênção infinita de Deus a nos bem dizer.
O sorriso de uma criança é cristalino,
Como as gotas de chuva que caiem do céu,
Gargalhadas dadas em desatino.
Nossa vida muda com intenso amor seu.
Nos emocionam com a sua confiança,
Com sua graça e manto de protecção
Afagam...Acalentam e nos dão força.
Filhos do amor presentes no coração.
Rosete Cansado
Num sorriso Nosso...
Que mais eu posso, senão abordar
Uma criança na sua inocência a brincar...
Num Mundo Jubileu
Num sorriso Teu...
Que mais eu possa acentuar
Senão a magia da felicidade
Quando ela se acentua...
No verbo sentir e amar
Num sorriso Meu...
Que mais eu posso avistar
Senão a intensidade de um olhar
Intenso, profundo...
Ao olhar uma Bola de Cristal...
E ver nela o poder...
De refletir perante o Mundo
Num todo...
Que mais eu posso querer
Senão entender esta visualização
Senão erguer as mãos ao céu...
Senão... Nem que por um segundo
Agradecer
Uma Imagem... Um Sorriso...
Para que alguém possa entender
O apelo lírico...
O que vai ao encontro da liberdade
Neste momento... Preciso.
Florinda Dias
BALÕES COLORIDOS
Olho os balões… ...
Recordo, passo ligeira pelos lugares da memória.
Sei ainda o que é o contentamento de criança,
Breve tempo, tece-se sobre os olhos uma ruga de saudade.
Balões coloridos, festa, circo.
Risos da pequenada.
Íamos, três carinhas larocas de mão dada.
Era um tempo seguro, esse tempo.
Eu mais crescida.
Oh! Dez, doze anos de menina.
Levando os irmãozitos pela mão.
Tão ajuizada,” arrepio-me hoje ao recordar ”
Pois, menina mulher.
Tinhamos sim nosso balão, algumas vezes se soltou da mão pequena, subiu tanto, tanto que abraçou as nuvens.
Tudo era luz, tudo era mágico.
Hoje ao olhar esta imagem, recordo essas crianças, com pouco tempo para o serem.
Riram felizes com tão pouco. Lhes bastava esses pés leves de criança, olhos ávidos para descobrir o mundo. Todos os sonhos embora altos como balões fugidios, estavam ao nosso alcance. Não era proibido…
Sim, sabíamos sonhar.
Soubemos com perseverança crescer. Tenho tanta saudade desse tempo da infância.
Tempo onde fascinada eu via o balão perdido abraçar o céu.
O tempo imparável me deu a mão, fez-me crescer, mas foi meu coração que percorreu todas as pontes com amor.
Passo pela vida, reparto-me feliz, sonho com balões que trazem toda a cor desse mundo que faz de mim criança.
Que mais eu possa acentuar
Senão a magia da felicidade
Quando ela se acentua...
No verbo sentir e amar
Num sorriso Meu...
Que mais eu posso avistar
Senão a intensidade de um olhar
Intenso, profundo...
Ao olhar uma Bola de Cristal...
E ver nela o poder...
De refletir perante o Mundo
Num todo...
Que mais eu posso querer
Senão entender esta visualização
Senão erguer as mãos ao céu...
Senão... Nem que por um segundo
Agradecer
Uma Imagem... Um Sorriso...
Para que alguém possa entender
O apelo lírico...
O que vai ao encontro da liberdade
Neste momento... Preciso.
Florinda Dias
BALÕES COLORIDOS
Olho os balões… ...
Recordo, passo ligeira pelos lugares da memória.
Sei ainda o que é o contentamento de criança,
Breve tempo, tece-se sobre os olhos uma ruga de saudade.
Balões coloridos, festa, circo.
Risos da pequenada.
Íamos, três carinhas larocas de mão dada.
Era um tempo seguro, esse tempo.
Eu mais crescida.
Oh! Dez, doze anos de menina.
Levando os irmãozitos pela mão.
Tão ajuizada,” arrepio-me hoje ao recordar ”
Pois, menina mulher.
Tinhamos sim nosso balão, algumas vezes se soltou da mão pequena, subiu tanto, tanto que abraçou as nuvens.
Tudo era luz, tudo era mágico.
Hoje ao olhar esta imagem, recordo essas crianças, com pouco tempo para o serem.
Riram felizes com tão pouco. Lhes bastava esses pés leves de criança, olhos ávidos para descobrir o mundo. Todos os sonhos embora altos como balões fugidios, estavam ao nosso alcance. Não era proibido…
Sim, sabíamos sonhar.
Soubemos com perseverança crescer. Tenho tanta saudade desse tempo da infância.
Tempo onde fascinada eu via o balão perdido abraçar o céu.
O tempo imparável me deu a mão, fez-me crescer, mas foi meu coração que percorreu todas as pontes com amor.
Passo pela vida, reparto-me feliz, sonho com balões que trazem toda a cor desse mundo que faz de mim criança.
Augusta Maria Gonçalves.
SONHOS
Fogem ...
da minha mão
rumo ao paraíso
sonhos vividos
ás vezes perdidos
esvoaçam
feito mariposas
se entrelaçam
reais
fantasiados
viram poesia
algumas prosas
sonhos
que embalam
o coração
arranham a alma
comandam a vida
destapam a ferida
regressam ao céu
destapam o véu
e me vêm beijar
noite após noite
ouvindo o vento
algum lamento
voam livres
os SONHOS
SONHOS
Fogem ...
da minha mão
rumo ao paraíso
sonhos vividos
ás vezes perdidos
esvoaçam
feito mariposas
se entrelaçam
reais
fantasiados
viram poesia
algumas prosas
sonhos
que embalam
o coração
arranham a alma
comandam a vida
destapam a ferida
regressam ao céu
destapam o véu
e me vêm beijar
noite após noite
ouvindo o vento
algum lamento
voam livres
os SONHOS
Anabela Fernandes
Para ser feliz basta tão pouco
Para seres feliz ...
basta correres pelos campos
abrir os braços em gratidão
olhar a maravilhosa natureza
e ver os presentes que Deus nos dá.
Para seres feliz
basta olhares para o sorriso das crianças
vê-las sorrir de felicidade
livres e felizes por poderem brincar
ás escondias , jogar á bola ou a encher um balão
e ficar a olhar para o ar e ficar vê-lo voar.
Para seres feliz
basta olhares para o céu e veres o sol a brilhar
ou veres as nuvens a passar.
Para seres feliz
basta molhares-te na chuva que encanta
ou vento e nas melodias que ele canta.
Para seres feliz
basta cicatrizares muitas das feridas
que na tua alma ainda vivem.
Para seres feliz
basta viajar nos teus sonhos
respirar e amar a vida
e agradecer a Deus todos os dias.
_________________*__________________
Para ser feliz basta tão pouco
Para seres feliz ...
basta correres pelos campos
abrir os braços em gratidão
olhar a maravilhosa natureza
e ver os presentes que Deus nos dá.
Para seres feliz
basta olhares para o sorriso das crianças
vê-las sorrir de felicidade
livres e felizes por poderem brincar
ás escondias , jogar á bola ou a encher um balão
e ficar a olhar para o ar e ficar vê-lo voar.
Para seres feliz
basta olhares para o céu e veres o sol a brilhar
ou veres as nuvens a passar.
Para seres feliz
basta molhares-te na chuva que encanta
ou vento e nas melodias que ele canta.
Para seres feliz
basta cicatrizares muitas das feridas
que na tua alma ainda vivem.
Para seres feliz
basta viajar nos teus sonhos
respirar e amar a vida
e agradecer a Deus todos os dias.
_________________*__________________
Para sermos felizes basta-nos tão pouco?
Porquê que nós humanos complicamos tanto!!!
Mila Lopes
Porquê que nós humanos complicamos tanto!!!
Mila Lopes
06-09-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 06-09-2016
DESVENDA-TE
...
Cansada de caminhar.
Cansada de não ver desabrochar.
Sim cansada.
Caminho por chão, queimado.
Chão onde cinzas dormem num negrume calado.
Chão onde as sementes feneceram.
Chão onde a esperança não reverdece.
Persistente caminho.
Gastas as alpergatas, rompo os pés.
Fujo do desanimo.
Avisto, miragens.
Templos a céu aberto.
Colunas de nuvens.
Areal de oiro.
Ondas bordadas de sal.
Ondas que emolduram despojos no areal.
Já meus pés branqueiam.
Já minha alma se lava.
Já meus olhos desvendam.
Outros mistérios.
A luz veste o mar longínquo e vasto.
Ao longe seres delicados me lembram
Que a harmonia brinca sobre as águas.
Sonho-me flor do mar.
Buzio, estrela marinha.
Visto-me de despojos de algas.
Caminho mar dentro.
Vou ao encontro das mágicas criaturas.
Estou feliz e leve.
Lavei meus pensamentos.
Ali, mar alto, aprendo dos golfinhos.
A arte de preservar, o deslumbre das profecias.
Escuto a voz da imensidão!
Encanta-te, reconstrói tua alma.
O mundo tem ainda criaturas,
Cheias de encanto.
Basta que abras de par em par.
Olhos e coração.
Abraça a natureza, cuida-a!
ELA é teu TEMPLO.
Augusta Maria Gonçalves.
Não conheço nenhum animal selvagem
Que actue, por um instinto de maldade...
Um berro assustador é a sua linguagem
É instinto de defesa, não a sua vontade
Cansada de não ver desabrochar.
Sim cansada.
Caminho por chão, queimado.
Chão onde cinzas dormem num negrume calado.
Chão onde as sementes feneceram.
Chão onde a esperança não reverdece.
Persistente caminho.
Gastas as alpergatas, rompo os pés.
Fujo do desanimo.
Avisto, miragens.
Templos a céu aberto.
Colunas de nuvens.
Areal de oiro.
Ondas bordadas de sal.
Ondas que emolduram despojos no areal.
Já meus pés branqueiam.
Já minha alma se lava.
Já meus olhos desvendam.
Outros mistérios.
A luz veste o mar longínquo e vasto.
Ao longe seres delicados me lembram
Que a harmonia brinca sobre as águas.
Sonho-me flor do mar.
Buzio, estrela marinha.
Visto-me de despojos de algas.
Caminho mar dentro.
Vou ao encontro das mágicas criaturas.
Estou feliz e leve.
Lavei meus pensamentos.
Ali, mar alto, aprendo dos golfinhos.
A arte de preservar, o deslumbre das profecias.
Escuto a voz da imensidão!
Encanta-te, reconstrói tua alma.
O mundo tem ainda criaturas,
Cheias de encanto.
Basta que abras de par em par.
Olhos e coração.
Abraça a natureza, cuida-a!
ELA é teu TEMPLO.
Augusta Maria Gonçalves.
Não conheço nenhum animal selvagem
Que actue, por um instinto de maldade...
Um berro assustador é a sua linguagem
É instinto de defesa, não a sua vontade
A natureza é perfeita e ensina uma lição
E o homem nem vê com a sua ganância
Vive de invejas, num ódio vil sem perdão
Esquecendo até, a inocência da infância
Seria tão fácil viver e mudar este mundo
Acabar com o domínio do crime e horror
Era a libertação deste abismo sem fundo
Se todos acreditassem no poder do amor
2016/09/06
Irene Conde
Beijei-te...
Serás mais tarde
O meu príncipe encantado...
Por ora...
Ficarás na minha mente guardado
Quando chegar o dia...
Beijar- te-ei outra vez
E tudo será diferente
Na tua metamorfose
Quero ser a tua overdose
Para que sejamos um só...
Ou dois talvez...
E o homem nem vê com a sua ganância
Vive de invejas, num ódio vil sem perdão
Esquecendo até, a inocência da infância
Seria tão fácil viver e mudar este mundo
Acabar com o domínio do crime e horror
Era a libertação deste abismo sem fundo
Se todos acreditassem no poder do amor
2016/09/06
Irene Conde
Beijei-te...
Serás mais tarde
O meu príncipe encantado...
Por ora...
Ficarás na minha mente guardado
Quando chegar o dia...
Beijar- te-ei outra vez
E tudo será diferente
Na tua metamorfose
Quero ser a tua overdose
Para que sejamos um só...
Ou dois talvez...
Luís Farto
AFECTO
O sol te chama ...
para junto ao mar,
caminhas só,
envolvida pelo odor à maresia,
contemplando a natureza
que te fascina.
Mergulhas em águas tépidas,
despertas ,
um ser adorável
te surpreende
e vem fazer companhia.
O olhar que transmite
é de tal afeição
e ternura,
envolventes,
a levar-te beijá-lo,
na esperança
do encontro
de um amor
encantado.
AFECTO
O sol te chama ...
para junto ao mar,
caminhas só,
envolvida pelo odor à maresia,
contemplando a natureza
que te fascina.
Mergulhas em águas tépidas,
despertas ,
um ser adorável
te surpreende
e vem fazer companhia.
O olhar que transmite
é de tal afeição
e ternura,
envolventes,
a levar-te beijá-lo,
na esperança
do encontro
de um amor
encantado.
José Lopes da Nave
O LAGO DAS LÁGRIMAS
Por teu amor, fugi pela noite,
pois sonhei encontrar-te aqui,
arrisco a vida, um bom açoite,...
que ao teu beijar não resisti.
Por teu amor, fugi pela noite,
pois sonhei encontrar-te aqui,
arrisco a vida, um bom açoite,...
que ao teu beijar não resisti.
Com alegria choro, e culpo-me,
e com este amor, nos atiçaram,
sinto o teu beijo, e julgo-me,
ó maldito feitiço me lançaram.
As tuas lágrimas, são um lago,
onde tenho vontade de te amar,
são boas novas o que te trago,
é aqui que a ti me vou juntar.
Estes dois mundos nos separam,
diz-me o que é que vais fazer,
que o nosso amor aprisionaram,
até esta maldade, se desfazer.
Com teu amor, me enfeitiçaste,
em sonhos tudo pode acontecer,
em bela princesa, me tornaste,
ao teu mundo eu vou pertencer.
Joaquim Jorge Costa
O TEU BEIJO
...
e com este amor, nos atiçaram,
sinto o teu beijo, e julgo-me,
ó maldito feitiço me lançaram.
As tuas lágrimas, são um lago,
onde tenho vontade de te amar,
são boas novas o que te trago,
é aqui que a ti me vou juntar.
Estes dois mundos nos separam,
diz-me o que é que vais fazer,
que o nosso amor aprisionaram,
até esta maldade, se desfazer.
Com teu amor, me enfeitiçaste,
em sonhos tudo pode acontecer,
em bela princesa, me tornaste,
ao teu mundo eu vou pertencer.
Joaquim Jorge Costa
O TEU BEIJO
...
No calor inibido dos meus lábios
Recordo o teu beijo
Esperando pelo meu
Numa fusão intensa de desejo
Recordo o teu olhar cerrado
Não por teres medo
Mas uma intensa sensação
Que na loucura do prazer
Ouvimos o cantar do coração
Um abraço, outro e outro
Num por do sol radioso
Válido para toda a vida
Num tempo que não foi nosso.
Rosete Cansado
BEIJO DE GOLFINHO
...
Recordo o teu beijo
Esperando pelo meu
Numa fusão intensa de desejo
Recordo o teu olhar cerrado
Não por teres medo
Mas uma intensa sensação
Que na loucura do prazer
Ouvimos o cantar do coração
Um abraço, outro e outro
Num por do sol radioso
Válido para toda a vida
Num tempo que não foi nosso.
Rosete Cansado
BEIJO DE GOLFINHO
...
Beijo de golfinho
ternura de criança,
em águas de bonança
traduzem sentimentos
de amor e carinho ...
Lago belo e acolhedor,
habitat enternecedor
de golfinhos serenos e meigos,
que ajudam as crianças a sorrir
quando elas mais precisam de amor,
de beijos e calor!...
MARY HORTA
ÈS...
Tens ternura no olhar...
mel na tua boca
nas águas onde mergulhas
repleto de magia
encantamento e primazia
sussurras ao mar
te despindo ao luar
num salto em altura
a nós vens brindar
com a doce simpatia
ternura de criança,
em águas de bonança
traduzem sentimentos
de amor e carinho ...
Lago belo e acolhedor,
habitat enternecedor
de golfinhos serenos e meigos,
que ajudam as crianças a sorrir
quando elas mais precisam de amor,
de beijos e calor!...
MARY HORTA
ÈS...
Tens ternura no olhar...
mel na tua boca
nas águas onde mergulhas
repleto de magia
encantamento e primazia
sussurras ao mar
te despindo ao luar
num salto em altura
a nós vens brindar
com a doce simpatia
Escutas palavras ocas
ás vezes loucas
vozes do além
de tantos porém
que se rendem a ti
fiel amigo
dos contos de criança
da minha lembrança
que me faz menina
num sonho desperto
hoje descoberto
No mar onde te vi
te quis tocar
de leve com a mão
rir e brincar
até me fartar
onde o sonho
jamais terá fim....
Anabela Fernandes
BEIJO
SÓ ENTENDE …
QUEM O TEM…...
FEITO NA ESCURIDÃO…
É MUITO BOM…
SÓ OS SENTIDOS…
SÓ OS GESTOS…
JAMAIS ESQUECIDOS…
NOS TIRA DA SOLIDÃO…
PERNAS TRÉMULAS
BEIJOS SÃO COMO PÉROLAS
ás vezes loucas
vozes do além
de tantos porém
que se rendem a ti
fiel amigo
dos contos de criança
da minha lembrança
que me faz menina
num sonho desperto
hoje descoberto
No mar onde te vi
te quis tocar
de leve com a mão
rir e brincar
até me fartar
onde o sonho
jamais terá fim....
Anabela Fernandes
BEIJO
SÓ ENTENDE …
QUEM O TEM…...
FEITO NA ESCURIDÃO…
É MUITO BOM…
SÓ OS SENTIDOS…
SÓ OS GESTOS…
JAMAIS ESQUECIDOS…
NOS TIRA DA SOLIDÃO…
PERNAS TRÉMULAS
BEIJOS SÃO COMO PÉROLAS
BEIJO
SÓ ENTENDE …
QUEM O TEM…
PARA MIM É UM GESTO…
MOMENTO DE SENSAÇÕES…
MOMENTO DE EXPLORAÇÕES…
MOMENTO DE EXPLOSÕES…
MOMENTO DE PRAZER…
QUE GOSTAMOS DE TER…
BEIJO
MOMENTO SINGULAR
QUE NOS FAZ DESESPERAR
DE TANTO ESPERAR
PELO PRÓXIMO BEIJO A DAR
PC_SO( Paula Oliveira)
Nós somos
muitas vidas
muitos encontros...
muitos caminhos
muitos dias
muitas horas
muitos minutos
muitos e segundos
muitas e jornadas
muita distância
muitas ilusões
nós somos só um
e somos muitos
somos universo
somos universos
somos a terra e o mar
somos o dia e a noite
somos o canto e o silêncio
somos o calor e o frio
somos a luz e a escuridão
somos tu e eu
no silêncio do amor
e no desejo de um beijo.
SÓ ENTENDE …
QUEM O TEM…
PARA MIM É UM GESTO…
MOMENTO DE SENSAÇÕES…
MOMENTO DE EXPLORAÇÕES…
MOMENTO DE EXPLOSÕES…
MOMENTO DE PRAZER…
QUE GOSTAMOS DE TER…
BEIJO
MOMENTO SINGULAR
QUE NOS FAZ DESESPERAR
DE TANTO ESPERAR
PELO PRÓXIMO BEIJO A DAR
PC_SO( Paula Oliveira)
Nós somos
muitas vidas
muitos encontros...
muitos caminhos
muitos dias
muitas horas
muitos minutos
muitos e segundos
muitas e jornadas
muita distância
muitas ilusões
nós somos só um
e somos muitos
somos universo
somos universos
somos a terra e o mar
somos o dia e a noite
somos o canto e o silêncio
somos o calor e o frio
somos a luz e a escuridão
somos tu e eu
no silêncio do amor
e no desejo de um beijo.
Mila Lopes
28-06-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 28-06-2016
O inevitável
Uma pequena flor silvestre, recolheu as pétalas , como que resignada, ao prever o que podia acontecer.
Mesmo ao lado dela , um grande muro de cimento tremia, gemia dorido sob
a enorme pressão da água que do outro lado aumentava cada vez mais.
Era apenas um pingar inocente, de uma fenda bem na base das muralhas, já corroídas pelo tempo.
Depressa o pingar se transformou num fio de água, e logo aumentou e se soltou violento a esfrangalhar o cimento à sua volta.
A flor sabia que a muralha estava condenada, era uma questão de horas, minutos , talvez segundos, até a enorme quantidade de água acumulada do outro lado sulcar as vísceras do cimento e deitar-se pelo vale, levando tudo à sua frente.
O que poderia uma simples flor silvestre fazer...
Apenas assistir num silêncio impotente à destruição de todo o vale...
As encostas nuas, caiam sucessivamente em deslizamentos.
Tudo agora, se comparava a uma manta de retalhos danificados.
Era só… uma questão de minutos ou segundos …
Ao ver o sentimento de dor da flor , um grão de areia , juntou-se à dor no sofrimento.
Mas a natureza sempre possui um aptidão especial para restaurar o equilíbrio e a harmonia.
A natureza não conhece o significado da palavra vítima... existe uma procura de equilíbrios e de paz momentânea entre os opostos... entre as forças da origem e da destruição.
O grão de areia pareceu ter uma ideia brilhante...
Todos alguma vez somos especiais , mesmo que ínfimos grãos de areia.
Só que nem todos têm consciência da sua importância.
O pequeno grão de areia inclinou-se sobre si próprio, apoiado na aragem para a frente, para trás…
Com coragem , moveu-se...
Mais um milímetro...e outros grãos de areia se lhe juntaram ..
Uma pequena pedra aproveitou o espaço livre e rebolou, num equilíbrio mais estável.
E depois outra, e ainda mais outra, ligeiramente maior.
Segundos depois, toda a base da montanha caía, como enormes blocos de pedra a despenhar-se das alturas, numa avalanche incontrolável de pedregulhos, lama e troncos.
Num barulho ensurdecedor, soltaram-se sobre a muralha, reforçando a estrutura e tapando todas as fendas com um manto de lama e pedras.
Finalmente, o pó assentou....
Uma última pedra escorregou, bailando sobre as outras, até se deter sobre o local onde, bem pouco tempo antes, existira uma pequena flor silvestre, de pétalas a abanar .
E o silêncio veio de novo , interrompido pelo murmúrio das águas.
AM
ESQUECE
Esquece que um dia fomos dois lírios que desabrocharam
Com amor, numa Primavera brilhante.
Esquece
Que nossos olhos sorriam de felicidade na cascata embrenhada
Na serra, com a lua a espreitar…
Esquece
Que nas madrugadas orvalhadas, ao som dos cânticos dos pássaros
Nossos corpos enrolados em lençóis de linho bordados
Se uniam em cumplicidade, saciando desejos incontroláveis.
Esquece
As vezes que me embrenhava nos teus braços, totalmente enamorada
Beijando-nos com ternura e ênfase.
Esquece
Que a mágoa e a mentira, foram uma razão para que lírios tão lindos
Murchassem e que hoje são apenas uma quimera…
Nunca esqueças
Que mesmo as flores precisam de carinho, amor e serem bem tratadas
Para sobreviver. Elas são vida…
Nunca esqueças
Que apesar de magoada, vou ouvir o cantar do mar, dos pássaros
E que as minhas lágrimas são o conforto da tua saudade…
Nunca esqueças
Que irei sempre acompanhar-te, pois a chave do teu amor
Ficou guardada na cascata daquela serra que tanto amei.
Nunca esqueças
Que a vida sempre que nasce trás o pronúncio
Da morte, mas nem ela nem ninguém podem proibir o amor
Este viverá eternamente.
Rosete Cansado
ÁGUA
Água viva,
alimento do planeta,
a fonte de vida,
mas tão maltratada
por interesses particulares
de ganância e insensibilidade
vulgares.
Água que apascentas os prados
deslizas nos riachos,
serenamente
para te precipitares,
caudalosamente,
entre penedias
e te espraiares
em vergéis de arrozais.
Água, o bem incalculável
oferecido pela natureza
a ser protegido pelo homem,
se um futuro queremos ter,
sustentável.
Depressa o pingar se transformou num fio de água, e logo aumentou e se soltou violento a esfrangalhar o cimento à sua volta.
A flor sabia que a muralha estava condenada, era uma questão de horas, minutos , talvez segundos, até a enorme quantidade de água acumulada do outro lado sulcar as vísceras do cimento e deitar-se pelo vale, levando tudo à sua frente.
O que poderia uma simples flor silvestre fazer...
Apenas assistir num silêncio impotente à destruição de todo o vale...
As encostas nuas, caiam sucessivamente em deslizamentos.
Tudo agora, se comparava a uma manta de retalhos danificados.
Era só… uma questão de minutos ou segundos …
Ao ver o sentimento de dor da flor , um grão de areia , juntou-se à dor no sofrimento.
Mas a natureza sempre possui um aptidão especial para restaurar o equilíbrio e a harmonia.
A natureza não conhece o significado da palavra vítima... existe uma procura de equilíbrios e de paz momentânea entre os opostos... entre as forças da origem e da destruição.
O grão de areia pareceu ter uma ideia brilhante...
Todos alguma vez somos especiais , mesmo que ínfimos grãos de areia.
Só que nem todos têm consciência da sua importância.
O pequeno grão de areia inclinou-se sobre si próprio, apoiado na aragem para a frente, para trás…
Com coragem , moveu-se...
Mais um milímetro...e outros grãos de areia se lhe juntaram ..
Uma pequena pedra aproveitou o espaço livre e rebolou, num equilíbrio mais estável.
E depois outra, e ainda mais outra, ligeiramente maior.
Segundos depois, toda a base da montanha caía, como enormes blocos de pedra a despenhar-se das alturas, numa avalanche incontrolável de pedregulhos, lama e troncos.
Num barulho ensurdecedor, soltaram-se sobre a muralha, reforçando a estrutura e tapando todas as fendas com um manto de lama e pedras.
Finalmente, o pó assentou....
Uma última pedra escorregou, bailando sobre as outras, até se deter sobre o local onde, bem pouco tempo antes, existira uma pequena flor silvestre, de pétalas a abanar .
E o silêncio veio de novo , interrompido pelo murmúrio das águas.
AM
ESQUECE
Esquece que um dia fomos dois lírios que desabrocharam
Com amor, numa Primavera brilhante.
Esquece
Que nossos olhos sorriam de felicidade na cascata embrenhada
Na serra, com a lua a espreitar…
Esquece
Que nas madrugadas orvalhadas, ao som dos cânticos dos pássaros
Nossos corpos enrolados em lençóis de linho bordados
Se uniam em cumplicidade, saciando desejos incontroláveis.
Esquece
As vezes que me embrenhava nos teus braços, totalmente enamorada
Beijando-nos com ternura e ênfase.
Esquece
Que a mágoa e a mentira, foram uma razão para que lírios tão lindos
Murchassem e que hoje são apenas uma quimera…
Nunca esqueças
Que mesmo as flores precisam de carinho, amor e serem bem tratadas
Para sobreviver. Elas são vida…
Nunca esqueças
Que apesar de magoada, vou ouvir o cantar do mar, dos pássaros
E que as minhas lágrimas são o conforto da tua saudade…
Nunca esqueças
Que irei sempre acompanhar-te, pois a chave do teu amor
Ficou guardada na cascata daquela serra que tanto amei.
Nunca esqueças
Que a vida sempre que nasce trás o pronúncio
Da morte, mas nem ela nem ninguém podem proibir o amor
Este viverá eternamente.
Rosete Cansado
ÁGUA
Água viva,
alimento do planeta,
a fonte de vida,
mas tão maltratada
por interesses particulares
de ganância e insensibilidade
vulgares.
Água que apascentas os prados
deslizas nos riachos,
serenamente
para te precipitares,
caudalosamente,
entre penedias
e te espraiares
em vergéis de arrozais.
Água, o bem incalculável
oferecido pela natureza
a ser protegido pelo homem,
se um futuro queremos ter,
sustentável.
Devemos ser água,
devemos ser transparentes
devemos ser límpidos de neve
e acompanhar no ambiente,
a essência e significado
da água, o reservatório
da sobrevivência.
José Lopes da Nave
A MÃE D’ÁGUA
Manhã nascida.
Era a fonte uma mãe de água.
Eram os sons de água o choro…
O cantar de tenores.
Agudos, estridentes.
Caíam assim precipitadas as águas daquela fonte.
Perdiam-se meus olhos no deslumbre de espumas.
Nas etéreas neblinas do rir de água.
Riam arco íris, engalanavam cada arco dessa fonte.
Fonte que atravessava, o mundo.
Quedei-me ali.
Saboreava o palco da vida,
Sonhava ser bailarina a brincar em pontas sobre as águas.
Sonhava sim.
Pois maneável é água, sua força sustinha todas as forças, até a minha sombra
A espuma, o cantar melódico de um murmúreo fresco.
Um murmúreo que apaziguava a sede das almas que bebiam o deleite do lugar.
Vieram mais e mais ao chamado encanto.
Beberam-se taças de fraternidade.
Água é vida.
Essa fonte que atravessa o mundo.
Tem que ao ser olhada de alma.
Ser atravessada, com amor e partilha.
Tudo que é manancial.
Temos por missão, repartir, expandir.
Para que todos de alma saciada.
Tenhamos a pura missão de repartir,
As águas puras dessa fonte só sonhada.
O SONHO COMANDA A VIDA.
Augusta Maria Gonçalves.
FONTE DA VIDA
Com o poder absoluto
Fonte da vida inesgotável
Não há nada que a detém
Rompe muros e barragens
Dá de beber até às várzeas
Seguindo sempre o seu percurso
Agitada no seu leito
A água é o maior dos bens
Mata a sede
Faz crescer, o que de belo
A natureza tem
Por vezes vem a tempestade
E gera uma calamidade
Muita água de uma vez
Algum medo até talvez
Depois vem a bonança
E logo a seguir a esperança
Que a água nunca falte
Se não seria o fim
De tudo
devemos ser transparentes
devemos ser límpidos de neve
e acompanhar no ambiente,
a essência e significado
da água, o reservatório
da sobrevivência.
José Lopes da Nave
A MÃE D’ÁGUA
Manhã nascida.
Era a fonte uma mãe de água.
Eram os sons de água o choro…
O cantar de tenores.
Agudos, estridentes.
Caíam assim precipitadas as águas daquela fonte.
Perdiam-se meus olhos no deslumbre de espumas.
Nas etéreas neblinas do rir de água.
Riam arco íris, engalanavam cada arco dessa fonte.
Fonte que atravessava, o mundo.
Quedei-me ali.
Saboreava o palco da vida,
Sonhava ser bailarina a brincar em pontas sobre as águas.
Sonhava sim.
Pois maneável é água, sua força sustinha todas as forças, até a minha sombra
A espuma, o cantar melódico de um murmúreo fresco.
Um murmúreo que apaziguava a sede das almas que bebiam o deleite do lugar.
Vieram mais e mais ao chamado encanto.
Beberam-se taças de fraternidade.
Água é vida.
Essa fonte que atravessa o mundo.
Tem que ao ser olhada de alma.
Ser atravessada, com amor e partilha.
Tudo que é manancial.
Temos por missão, repartir, expandir.
Para que todos de alma saciada.
Tenhamos a pura missão de repartir,
As águas puras dessa fonte só sonhada.
O SONHO COMANDA A VIDA.
Augusta Maria Gonçalves.
FONTE DA VIDA
Com o poder absoluto
Fonte da vida inesgotável
Não há nada que a detém
Rompe muros e barragens
Dá de beber até às várzeas
Seguindo sempre o seu percurso
Agitada no seu leito
A água é o maior dos bens
Mata a sede
Faz crescer, o que de belo
A natureza tem
Por vezes vem a tempestade
E gera uma calamidade
Muita água de uma vez
Algum medo até talvez
Depois vem a bonança
E logo a seguir a esperança
Que a água nunca falte
Se não seria o fim
De tudo
Anabela Fernandes
21-06-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 21-06-2016
Ou ao mesmo tempo, presa e predador de nós próprios.
A natureza nunca irá castigar o predador, e de outra maneira não punirá a presa por conseguir ás vezes iludir o predador.
Podemos ser ao mesmo tempo, ataque e defesa, agressor e agredido.
A cada passo que damos, nos aproximamos cada vez mais do precipício profundo .
Mas sempre o predador se pode colocar numa posição diferente daquela em que estava no inicio.
Quem tenta derrubar alguém através do seu poder ou força, mais cedo ou mais tarde encontrará alguém que supere as expectativas.
É aí que pode estar o equilíbrio da sobrevivência e a humildade de saber que nunca estaremos sempre no grau mais extremo que se possa alcançar. .
Tudo o que se pensa em excesso, com as experiências que possuímos de nós mesmo excessivamente, os arrogantes são orgulhosos do que sabem, face ao que não sabem, vaidosos da exibição exagerada do que possuem, das suas qualidades e capacidades físicas e intelectuais.
Se desafiamos a apreciação ou admiração exagerada que temos de nós próprios, e nos entregamos à linguagem do amor e do perdão, melhor compreenderemos e seremos compreendidos.
Mudemos a maneira como vemos as coisas, assim elas também mudarão.
A vida é engraçada...tudo pode mudar, mas sempre devemos lutar por sermos quem somos.
AM
Hoje predador amanha presa
não há pressa porque a vida passa
e passa com as presas empunhadas
com as presas enrugadas
até com as presas amachucadas
A cada passo que damos, nos aproximamos cada vez mais do precipício profundo .
Mas sempre o predador se pode colocar numa posição diferente daquela em que estava no inicio.
Quem tenta derrubar alguém através do seu poder ou força, mais cedo ou mais tarde encontrará alguém que supere as expectativas.
É aí que pode estar o equilíbrio da sobrevivência e a humildade de saber que nunca estaremos sempre no grau mais extremo que se possa alcançar. .
Tudo o que se pensa em excesso, com as experiências que possuímos de nós mesmo excessivamente, os arrogantes são orgulhosos do que sabem, face ao que não sabem, vaidosos da exibição exagerada do que possuem, das suas qualidades e capacidades físicas e intelectuais.
Se desafiamos a apreciação ou admiração exagerada que temos de nós próprios, e nos entregamos à linguagem do amor e do perdão, melhor compreenderemos e seremos compreendidos.
Mudemos a maneira como vemos as coisas, assim elas também mudarão.
A vida é engraçada...tudo pode mudar, mas sempre devemos lutar por sermos quem somos.
AM
Hoje predador amanha presa
não há pressa porque a vida passa
e passa com as presas empunhadas
com as presas enrugadas
até com as presas amachucadas
Se hoje da vida, perdedor
amanhã a deixarás em penhor
para que outro ganhador
te dê um final
que talvez não seja total
Tudo se arruma na natureza
clara ou em bruma
nas noites de caçadores nocturnos
ou nos dias de cantos diurnos
nas horas que fazem deste espaço temporal
algo que pode parecer banal
e que só sabe que viveu
no momento em que morreu
Tudo que nasce, morre
tudo se defina para que tudo desponte
neste ritmo de circulação cósmica
onde só os humanos são predadores
quando quebram um circulo que é perfeito
até um só homem achar que é dele o direito
de o mudar a seu jeito
ANA MARQUES
O IMAGINÁRIO
Imaginei-me a voar,
Nas asas de um condor,
Que me levasse em surpresa,
Para os braços do meu amor.
A imaginação é fértil,
Tudo pode acontecer,
Queria sentir a sensação,
De chegar ao pé dele,
Ver com os meus olhos,
Se sentia muita emoção,
Uma viajem bonita,
Que me veio da minha mente,
Correr serras, montes e riachos,
Ver a surpresa em toda a gente.
Nesta minha imaginação,
Também passei pelo mar,
Que me beijou com doçura,
Que fez meu coração palpitar.
Nesta viagem tão louca,
Muito me deu que pensar, T
Temos um mundo tão lindo,
Mas ninguém o sabe respeitar.
Vivi momentos agradáveis,
No imaginário dos meus dias,
Pois enquanto viajava,
Nas nuvens eu me sentia,
Todos nesta vida de escolhos,
Deviam viajar no tempo,
Para sentirem a sensação.
Que vivem um belo momento.
Meu amor não encontrei,
Voltei triste, mas ciente,
Que voar num condor,
É belo e comovente.
Assim o imaginário,
Me deu este presente.
Rosete Cansado
VILANIAS.
A lei do mais forte, o vilão e a presa.
São no eco sistema o equilíbrio.
Cadeia alimentar.
Um forte caça.
O indefeso frágil luta,
Dá-se por vencido deixa-se esventrar.
Deglute o mais forte sua presa.
Assim é a lei da natureza.
Mas esses seres, sem raciocínio ou instinto.
Enchem a natureza de um certo encanto.
A lei é lei, a sobrevivência.
Compreende-se, são seres de muita beleza mas irracionais.
Mas há esta espécie respeitável.
Nós! Seres dotados de entendimento.
Se bem que outros sentimentos carregamos.
Sabemos que com gosto pleno procriámos.
Temos consciência do AMOR!
Tanto nos falta para saber AMAR.
A lei do mais forte não usar.
Saber repartir o essencial.
Sermos realmente HUMANOS!
Pensadores, justos.
Somos Tão racionais.
Estamos muito acima doutros seres.
Portam-se porém alguns tão mal.
Matam sem dó, não para comer.
Cultivam a vilania da maldade.
Julgam-se donos de tudo que há para repartir.
Não respeitam, os seres indefesos.
As mulheres que carregam no ventre a vida a florir.
Desfigurados de alma, caminham vestidos de risos de mentira.
Apelando ao mal.
Mas há um mal maior e sem perdão!
Todos aqueles que sendo humanos se portam com irracionalidade.
Violam, seres puros, crianças, que gritam, de olhos dilatados, corações dilacerados, que em soluços mudos se dão por vencidos. São apenas corpos fragéis nas mente perversas e desumanas.
Dos que deveriam, saber construir o equilíbrio da HUMANIDADE.
Retos são os irracionais, caçam por instinto.
Sobrevivem, equilibram o ambiente e nada mais!!!
Augusta Maria Gonçalves
VIDA E MORTE
Haverá sempre vida e morte
O que ganha e que tem sorte
E o que também, perde a vida
Nem sempre é o mais forte
Que sabe enganar a morte
E vencer essa partida
A morte, temos por certa
Mas a vida nos desperta
Porque é bonito viver
Mas sem estarmos a esperar
Vem a morte reclamar
A quem não queria morrer
É esta a grande lição
Que devemos aprender
Que a vida, a todos nos diz
Vive a vida com paixão
Se um dia vamos morrer
Vive, e aprende a ser feliz
Faz também feliz, alguém
Porque a vida não tem
Prazo para terminar
Por isso devemos viver
Com amor e com prazer
Até nossa hora chegar
Quando esse tempo chegar
Não devemos lamentar
Nessa hora da verdade
A nossa vida, vivemos
O que dela nós fizemos
Foi pela nossa vontade
António Henriques
amanhã a deixarás em penhor
para que outro ganhador
te dê um final
que talvez não seja total
Tudo se arruma na natureza
clara ou em bruma
nas noites de caçadores nocturnos
ou nos dias de cantos diurnos
nas horas que fazem deste espaço temporal
algo que pode parecer banal
e que só sabe que viveu
no momento em que morreu
Tudo que nasce, morre
tudo se defina para que tudo desponte
neste ritmo de circulação cósmica
onde só os humanos são predadores
quando quebram um circulo que é perfeito
até um só homem achar que é dele o direito
de o mudar a seu jeito
ANA MARQUES
O IMAGINÁRIO
Imaginei-me a voar,
Nas asas de um condor,
Que me levasse em surpresa,
Para os braços do meu amor.
A imaginação é fértil,
Tudo pode acontecer,
Queria sentir a sensação,
De chegar ao pé dele,
Ver com os meus olhos,
Se sentia muita emoção,
Uma viajem bonita,
Que me veio da minha mente,
Correr serras, montes e riachos,
Ver a surpresa em toda a gente.
Nesta minha imaginação,
Também passei pelo mar,
Que me beijou com doçura,
Que fez meu coração palpitar.
Nesta viagem tão louca,
Muito me deu que pensar, T
Temos um mundo tão lindo,
Mas ninguém o sabe respeitar.
Vivi momentos agradáveis,
No imaginário dos meus dias,
Pois enquanto viajava,
Nas nuvens eu me sentia,
Todos nesta vida de escolhos,
Deviam viajar no tempo,
Para sentirem a sensação.
Que vivem um belo momento.
Meu amor não encontrei,
Voltei triste, mas ciente,
Que voar num condor,
É belo e comovente.
Assim o imaginário,
Me deu este presente.
Rosete Cansado
VILANIAS.
A lei do mais forte, o vilão e a presa.
São no eco sistema o equilíbrio.
Cadeia alimentar.
Um forte caça.
O indefeso frágil luta,
Dá-se por vencido deixa-se esventrar.
Deglute o mais forte sua presa.
Assim é a lei da natureza.
Mas esses seres, sem raciocínio ou instinto.
Enchem a natureza de um certo encanto.
A lei é lei, a sobrevivência.
Compreende-se, são seres de muita beleza mas irracionais.
Mas há esta espécie respeitável.
Nós! Seres dotados de entendimento.
Se bem que outros sentimentos carregamos.
Sabemos que com gosto pleno procriámos.
Temos consciência do AMOR!
Tanto nos falta para saber AMAR.
A lei do mais forte não usar.
Saber repartir o essencial.
Sermos realmente HUMANOS!
Pensadores, justos.
Somos Tão racionais.
Estamos muito acima doutros seres.
Portam-se porém alguns tão mal.
Matam sem dó, não para comer.
Cultivam a vilania da maldade.
Julgam-se donos de tudo que há para repartir.
Não respeitam, os seres indefesos.
As mulheres que carregam no ventre a vida a florir.
Desfigurados de alma, caminham vestidos de risos de mentira.
Apelando ao mal.
Mas há um mal maior e sem perdão!
Todos aqueles que sendo humanos se portam com irracionalidade.
Violam, seres puros, crianças, que gritam, de olhos dilatados, corações dilacerados, que em soluços mudos se dão por vencidos. São apenas corpos fragéis nas mente perversas e desumanas.
Dos que deveriam, saber construir o equilíbrio da HUMANIDADE.
Retos são os irracionais, caçam por instinto.
Sobrevivem, equilibram o ambiente e nada mais!!!
Augusta Maria Gonçalves
VIDA E MORTE
Haverá sempre vida e morte
O que ganha e que tem sorte
E o que também, perde a vida
Nem sempre é o mais forte
Que sabe enganar a morte
E vencer essa partida
A morte, temos por certa
Mas a vida nos desperta
Porque é bonito viver
Mas sem estarmos a esperar
Vem a morte reclamar
A quem não queria morrer
É esta a grande lição
Que devemos aprender
Que a vida, a todos nos diz
Vive a vida com paixão
Se um dia vamos morrer
Vive, e aprende a ser feliz
Faz também feliz, alguém
Porque a vida não tem
Prazo para terminar
Por isso devemos viver
Com amor e com prazer
Até nossa hora chegar
Quando esse tempo chegar
Não devemos lamentar
Nessa hora da verdade
A nossa vida, vivemos
O que dela nós fizemos
Foi pela nossa vontade
António Henriques
14-06-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 14-06-2016
Turbilhão…
Assim é…
Meu sentir
Meu viver
Intenso como o vento
Implacável…
Um tormento
Assim é…
Minha vida…
Um rodopio
O som
Um uivo
Um assobio
O vento…
Assim te trouxe
Assim te levará
Arrastando-te…
Amainará…
Assim é…
E se não te aprisionar…
Libertar-te-á…
Luís Farto
PORTO SEGURO
Vogava
em mar tranquilo
mas, repentinamente,
como tufão,
alteraste o meu sossego
e vi-me a flutuar em casca de noz
a confundir-me o rumo
na procura do norte.
Nem as estrelas me apoiavam
e, sem sextante,
deixei-me boiar à deriva
na espera, ansioso,
de bom porto,
um porto seguro.
José Lopes da Nave
TEMPESTADE EM MIM
Solta em devaneios
ilusões
intemporais
emoções
vividas
sentidas
num deambular
sem sentido
esculpido em meu peito
sem jeito
te abracei
sonhei
me perdi
num culminar
de gestos
incontidos
germinou um botão
de flor
amor
paixão
uma brisa fresca
do vento
onde segredei
a alma despi
e até sem jeito
te olhei menino
felino
insastisfeito
um vulcão
aparente
se fez presente
voou
arrastou tudo
apenas deixou
Saudade
TEMPESTADE EM MIM
Solta em devaneios
ilusões
intemporais
emoções
vividas
sentidas
num deambular
sem sentido
esculpido em meu peito
sem jeito
te abracei
sonhei
me perdi
num culminar
de gestos
incontidos
germinou um botão
de flor
amor
paixão
uma brisa fresca
do vento
onde segredei
a alma despi
e até sem jeito
te olhei menino
felino
insastisfeito
um vulcão
aparente
se fez presente
voou
arrastou tudo
apenas deixou
Saudade
Anabela Fernandes
TEMPESTADE
Tu foste, a tempestade na minha vida
Quando te conheci, apaixonei-me
Era impossível não ter acontecido
Viraste a minha vida repentinamente
Sem qualquer aviso, sem estar à espera
Esse teu fulgor, essa tua energia
Era contagiante
Eu, como uma borboleta noturna
Fui atraído pela luz, que de ti irradiava
Foi tão fácil gostar de ti
Foi tão imediata a paixão que senti
O teu olhar, o teu sorriso, o teu jeito de andar
Enfeitiçou-me
Sabias o efeito que em mim produzias
E brincavas com isso
Mas sentia, que para ti, eu não era indiferente
E sabia também, que mexia contigo
Quando para mim sorrias, e fixavas o teu olhar em mim
Quando por vezes, disfarçadamente
Havia um leve roçar dos nossos corpos
Como por acidente, não intencional, mas era
Tanto da minha parte, como da tua
Aos poucos fui percebendo, que desejava-mos mais
E quando isso veio a acontecer, meu Deus
Foi uma entrega total, intensa, sem barreiras
O fogo da paixão soltou-se em nós
Fundimos nossos dois corpos, num só
Em mil beijos, carícias, em doce ternura
Alcancei toda a plenitude do amor
Contigo, minha querida e doce tempestade
Senti o que até hoje, não senti com outra mulher
Tu eras fogo vivo, eras amor e pura paixão
Mas tal como todas as tempestades, que chegam e partem
Também tu chegaste, arrasaste a minha vida
E de repente, partiste
Não que o quisesses, foi o destino que assim quis
Foi ele, invejoso do nosso amor, que te levou
Ingrato, insensível, cruel
Assim fiquei eu, triste, sozinho, vazio
A vida para mim, nunca mais foi a mesma
Vivo, ou finjo que vivo, sem verdadeiramente viver
Sem ti meu doce amor, sem te ter
Sei que um dia te vou encontrar
Noutro lugar
Por isso não te digo adeus
Apenas, até amanhã, doce tempestade
António Henriques
REALIDADE E FANTASIA...
Ventos agrestes são desagradáveis
Expressam da natureza a saturação
Pela constante negligência com que a violam
Sem pejo e sem compaixão!
Desmesurada ganância do ser humano
Que se acha dono do mundo
Sentimento de posse profano
Que noa vai arrastando para o fundo...
Tão efémeras são as suas alianças
Tão decadentes são as suas intenções
Ferem o coração da terra com suas lanças
Numa heresia aberrante das suas razões!
Esquecendo que ela é de todos alimento
E o ar que respiramos; não deve ser assim traída.
Como abutres sem compadecimento
Alimentam-se da sua ferida.
Quem dera que todos compreendessem
Que o respeito é a única saída,
Deixando de magoar a natureza
Porque ela é fonte de vida!
E então talvez ela nos agradecesse
Com tornados só de poesia
E vendavais de alegria
Esse milagre, eu queria...!
Aida Maria (Aida Marques)
Como que por magia
Tudo passa
Como tudo deve
Sempre passar
Foram-se os ventos
Chuva e trovões
Mas a vida fica marcada
Num passo mágico
Surge por trás das montanhas
Esconde-se o sol
As nuvens
A lua as encobriu
Como num momento mágico
O Mar se abriu
O tempo é tão rápido
Mas pára de repente
Tudo se transforma tão rápido
Como por varinha mágica
Ou contradição
Como se um passo de magia
Tudo possa mudar
Mas passou de repente
Lentamente
São apenas conjecturas
Que num passo de magia
Apenas...
Tudo...
O tempo e a vida ultrajou
Não se enganem as mentes
Numa procura exagerada
A vida é um turbilhão
De sentimentos
À flor da pele.
AM
07-06-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 07-06-2016
Terça Feira 07-06-2016
O CARACOL E A MAÇÃ
Atractiva e redondinha a linda maçã
Para o caracol, foi sublime tentação
Deslizando por ela suave e vagaroso
A ia molhando este apaixonado galã
Com esta fatal e irresistível atracção
Logo pecou e deixou de ser virtuoso
E tal como Adão, se rendeu à maçã
Num mar de pecado lhe fica a alma
Mas este galã afável e pachorrento
É de uma religião que não é a cristã
Continua feliz e sem perder a calma
Seu mundo é puro e sem fingimento
Quero sentir a vida sem ser julgado
Viver num mundo sem preconceito
Onde rainha absoluta é a liberdade
Onde o amor, não seja um pecado
Onde ser humano é ser imperfeito
E ser feliz, sem perder a divindade
2016/06/07
Irene Conde
Num mar de pecado lhe fica a alma
Mas este galã afável e pachorrento
É de uma religião que não é a cristã
Continua feliz e sem perder a calma
Seu mundo é puro e sem fingimento
Quero sentir a vida sem ser julgado
Viver num mundo sem preconceito
Onde rainha absoluta é a liberdade
Onde o amor, não seja um pecado
Onde ser humano é ser imperfeito
E ser feliz, sem perder a divindade
2016/06/07
Irene Conde
DELICIAS ENCARNADAS.
Tinha já passado o tempo da floração.
A macieira toda rindo em flor.
Senhora de si, tinha a certeza de se ir adornar em frutos de amor.
Maças! Lindas lustrosas doces encarnadas.
A convidar apreciar sua beleza e seu sabor.
MAÇA!
Oh! O fruto proibido, aquele que a Eva curiosa deu ao Adão.
Essa sim! Essa maça perfumada, que o Adão provou.
ELE!
Com sofreguidão, comeu de uma dentada.
Tudo mudou nesse dia então.
Depois de provar o fruto roliço, corado e doce.
Foi bonito! Se foi.
O paraíso estremeceu.
O Adão tomou o gosto, deliciando-se.
A Eva descobriu ser fonte de manjares.
Lá no pomar das macieiras.
Embriagados de perfume de maça.
Havia abraços e beijos sensuais.
Degustavam maças, ondulavam em danças de amor.
Refazendo os gestos , entre requebros e poses sensuais.
As maças maduras, rolaram pelo chão.
Entre as verduras do Éden ,
Esse prodigioso pedaço de chão.
Um caracol, fez da maça encarnada, seu castelo.
A maça era uma ilha encantada.
Por água rodeada.
O caracol mansamente se mirava á tona de água.
Desconhecendo a lenda, o elo de atração,
Entre EVA. Maça sumarenta… e a fome delicada do Adão.
Augusta Maria Gonçalves
Ao ritmo de caracol, a vida tem mais sabor... :)
Gosto de ver espelhado no silêncio das águas
uma certa transparência e languidez,
no olhar que me define, nos dias eternos,
deslassados, amenos e sem porquês.
(Rui Tojeira)
O AMOR NÃO ESTÁ ESCOLHE PARCEIROS ....
Será possível sentir o beijo
A intensidade pegajosa
De um caracol, já com a casa a jeito
Carregando no seu mole corpo o peso da sua paixão
Foste a primavera a cegar e iluminar a minha alma já de si rugosa
Caracol sou, um insecto nojento
Tenho noção dessa descrição
Mas até o bichinho pequeno, vagaroso tem sentimento
Beijar a simples maçã, vermelha como a paixão
Me deu alento
Vou continuar a fazer o mesmo caminho
Devagar, devagarinho
Sempre com esperança de beijar a mais bela flor
Se assim não for
Beijo a mais tenra, sumarenta fruta
Que sei ser a mais dura de roer,
Mas se insistir , sei que de tanto beijar a bela maçã seu coração fura
E assim deixo minha marca valiosa e sei que perdura
O beijo é a forma mais gostosa e valiosa de se marcar o início de uma relação futura
Minha maçã rija e bela
De mim não te livras tão depressa...
Eu sei ser vento e ventania que tudo leva
Depende da tua parte
Será que és a outra metade
Que me faz falta de verdade
Tu és fogo e eu água
Tu és terra e eu o teu ar
Até que me digas para me afastar. ..
Ao ritmo de caracol, a vida tem mais sabor... :)
Gosto de ver espelhado no silêncio das águas
uma certa transparência e languidez,
no olhar que me define, nos dias eternos,
deslassados, amenos e sem porquês.
(Rui Tojeira)
O AMOR NÃO ESTÁ ESCOLHE PARCEIROS ....
Será possível sentir o beijo
A intensidade pegajosa
De um caracol, já com a casa a jeito
Carregando no seu mole corpo o peso da sua paixão
Foste a primavera a cegar e iluminar a minha alma já de si rugosa
Caracol sou, um insecto nojento
Tenho noção dessa descrição
Mas até o bichinho pequeno, vagaroso tem sentimento
Beijar a simples maçã, vermelha como a paixão
Me deu alento
Vou continuar a fazer o mesmo caminho
Devagar, devagarinho
Sempre com esperança de beijar a mais bela flor
Se assim não for
Beijo a mais tenra, sumarenta fruta
Que sei ser a mais dura de roer,
Mas se insistir , sei que de tanto beijar a bela maçã seu coração fura
E assim deixo minha marca valiosa e sei que perdura
O beijo é a forma mais gostosa e valiosa de se marcar o início de uma relação futura
Minha maçã rija e bela
De mim não te livras tão depressa...
Eu sei ser vento e ventania que tudo leva
Depende da tua parte
Será que és a outra metade
Que me faz falta de verdade
Tu és fogo e eu água
Tu és terra e eu o teu ar
Até que me digas para me afastar. ..
PC_SO ( Paula Oliveira )
O AMOR TUDO VENCE!
Saboreando o seu amor
A maçã e o caracol
Estão os dois muito juntinhos
Sem preconceitos nem juízos de valor
O seu amor é brilhante
Como as estrelas no céu a cintilar
Beijam-se com doce afecto
E uma promessa de mútuo amar
Para eles não há diferenças
Vivem a vida a sorrir, a sorrir
Pensam no presente com alegria
Porque o futuro será o que provir
São bem diferentes no nascer
Mas são iguais no coração
A maçã e o caracol não sentem desigualdade
Vivem o seu amor com muita emoção.
Rosete Cansado
Era uma macâ lustrosa e apetitosa,
Suculenta…
Uma maçâ que exalava sedução
…grande era a tentação!
Quem a vislumbrava não conseguia resistir
Aos encantos eróticos que parecia possuir.
Até o sol no seu resplendor, lhe emprestava o seu vigor!
E até um simples caracol,
Recolhido em seu verde cantinho,
Lhe sentiu o aroma e , a ousou procurar…
Assim, se lhe encheu o coração dum amor de perdição.
Declarou seus sentimentos em prosas escarlates,
E em poemas de sua eleição.
Depois…
Num desejo incontido saboreou-lhe a polpa
Numa volúpia indizível.
Nunca uma paixão, surgira de modo tão sentido!
O AMOR TUDO VENCE!
Saboreando o seu amor
A maçã e o caracol
Estão os dois muito juntinhos
Sem preconceitos nem juízos de valor
O seu amor é brilhante
Como as estrelas no céu a cintilar
Beijam-se com doce afecto
E uma promessa de mútuo amar
Para eles não há diferenças
Vivem a vida a sorrir, a sorrir
Pensam no presente com alegria
Porque o futuro será o que provir
São bem diferentes no nascer
Mas são iguais no coração
A maçã e o caracol não sentem desigualdade
Vivem o seu amor com muita emoção.
Rosete Cansado
Era uma macâ lustrosa e apetitosa,
Suculenta…
Uma maçâ que exalava sedução
…grande era a tentação!
Quem a vislumbrava não conseguia resistir
Aos encantos eróticos que parecia possuir.
Até o sol no seu resplendor, lhe emprestava o seu vigor!
E até um simples caracol,
Recolhido em seu verde cantinho,
Lhe sentiu o aroma e , a ousou procurar…
Assim, se lhe encheu o coração dum amor de perdição.
Declarou seus sentimentos em prosas escarlates,
E em poemas de sua eleição.
Depois…
Num desejo incontido saboreou-lhe a polpa
Numa volúpia indizível.
Nunca uma paixão, surgira de modo tão sentido!
Emília Pedreiro
A
Tua cor pede-me um beijo
E eu trinco a tua boca com doçura
Tu és vermelha e estás madura
E eu vou te morder com ternura .
Ah! …Maçã vermelhinha
Vamos unidos nos banhar
E depois vamo-nos amar .
Oh!... Mas eu sou um pobre caracol
Foi a tua cor de fogo me enfeitiçou
Só de me encostar a ti sinto doçura
Tu és bela e suculenta
Tu és a minha doce loucura.
Mila Lopes
Tenacidade
Este simples substantivo… feminino
Cujo sentido a este caso aplicado
Explica como pode num ser tão pequenino
Representar um tão grande significado
A
Tua cor pede-me um beijo
E eu trinco a tua boca com doçura
Tu és vermelha e estás madura
E eu vou te morder com ternura .
Ah! …Maçã vermelhinha
Vamos unidos nos banhar
E depois vamo-nos amar .
Oh!... Mas eu sou um pobre caracol
Foi a tua cor de fogo me enfeitiçou
Só de me encostar a ti sinto doçura
Tu és bela e suculenta
Tu és a minha doce loucura.
Mila Lopes
Tenacidade
Este simples substantivo… feminino
Cujo sentido a este caso aplicado
Explica como pode num ser tão pequenino
Representar um tão grande significado
Persistência no alcançar de um objetivo
Por mais impossível que possa parecer
Encurtando a palavra para adjetivo
Tenaz…nunca desistindo até vencer
A moral que entendo e retiro desta foto/história
É que não devemos desistir dos nossos ideais
E esta imagem vou guardá-la na minha memória
Por ser extraída do maravilhoso mundo dos animais
Luís Farto
PAZ
Bem devagar
queremos a paz
a passo de caracol
teima em chegar
neste mundo imperfeito
de guerras
fome
violência
poderes
e saberes
onde tudo é aparência
pedimos clemência
a Deus soberano
que nos deite a mão
abane o homem
lhe toque ao coração
queremos
a natureza em flor
os frutos vindoiros
paz e esperança
lealdade
igualdade
a maçã do amor
nas nossas cidades
sem tempestades
a criança brincar
num reino encantado
todo o ser amado
ser respeitado
queremos
simplesmente poder
CAMINHAR
Por mais impossível que possa parecer
Encurtando a palavra para adjetivo
Tenaz…nunca desistindo até vencer
A moral que entendo e retiro desta foto/história
É que não devemos desistir dos nossos ideais
E esta imagem vou guardá-la na minha memória
Por ser extraída do maravilhoso mundo dos animais
Luís Farto
PAZ
Bem devagar
queremos a paz
a passo de caracol
teima em chegar
neste mundo imperfeito
de guerras
fome
violência
poderes
e saberes
onde tudo é aparência
pedimos clemência
a Deus soberano
que nos deite a mão
abane o homem
lhe toque ao coração
queremos
a natureza em flor
os frutos vindoiros
paz e esperança
lealdade
igualdade
a maçã do amor
nas nossas cidades
sem tempestades
a criança brincar
num reino encantado
todo o ser amado
ser respeitado
queremos
simplesmente poder
CAMINHAR
Anabela Fernandes
31-05-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 31-05-2016
Assim como a sombra ao sol da tarde.
Me quedo entre pensamentos.
Fala a razão.
Assertiva e forte.
A emoção contorcesse de dor.
Duelos em mim.
Ouço o degladiar.
Destes sentires.
Um faz-me pensar!
Outro me faz comover.
Mas como?
Como, posso mesmo decidir?
Tenho de o fazer,
Se passa o tempo a razão perde poder!
A emoção essa num frémito de emoções.
Faz de mim poeta, de alma gasta.
Que por emoção,
Tudo perdoa, até por vezes cega.
A razão não enxerga.
Mas como o sol já declina,
A minha sombra se apequena.
Hoje vou pela razão.
Pois apesar de desaparecer a minha sombra.
É a razão! Que me agiganta.
Desde que eu seja, reta e plena.
Augusta Maria Gonçalves
A EMOÇÃO DE AMAR
O amar
nasce paulatinamente
no peito
sem se aperceber.
Mas quando,
repentinamente,
a alma anseia e sofre
a falta do seu querer,
angustiosamente,
e clama,
a razão interroga-se,
surpreendentemente,
será o amor?
O tempo dar-lhe-á
resposta:
sim, é o amor,
é a emoção
é a razão
de viver.
José Lopes da Nave
Que caminho seguir ?
O do coração ou o da razão?
Meu coração exala em doce sentimento
Pérolas e rosas,
Jasmins e poentes no meu ser apaixonado,
Que se sente inebriado.
Que sentimento fadado!
Um amor maior e inexprimível
Mas, que não me leva a nenhum lugar.
Lágrimas silentes , no meu rosto de alabastro,
Lágrimas de dor, por quem visito o infinito!
Em tudo vejo o amor e sinto-o como se fora opulenta flor.
Que freme em minha pele…
Que dorme comigo num luminoso dossel!
Não , seguir o coração, é enfrentar a solidão,
Com alguém que me fere com dureza e prontidão.
Há em mim a doçura do amor…o calor
,,,mas diz-me a razão que devo esquecer o coração.
E ser feliz assim,
Entre poentes de fogo e o odor do jasmim.
Que caminho seguir ?
O do coração ou o da razão?
Meu coração exala em doce sentimento
Pérolas e rosas,
Jasmins e poentes no meu ser apaixonado,
Que se sente inebriado.
Que sentimento fadado!
Um amor maior e inexprimível
Mas, que não me leva a nenhum lugar.
Lágrimas silentes , no meu rosto de alabastro,
Lágrimas de dor, por quem visito o infinito!
Em tudo vejo o amor e sinto-o como se fora opulenta flor.
Que freme em minha pele…
Que dorme comigo num luminoso dossel!
Não , seguir o coração, é enfrentar a solidão,
Com alguém que me fere com dureza e prontidão.
Há em mim a doçura do amor…o calor
,,,mas diz-me a razão que devo esquecer o coração.
E ser feliz assim,
Entre poentes de fogo e o odor do jasmim.
Emília Pedreiro
ENCRUZILHADA
Esta vida sem sentido
colocou-me na encruzilhada,
sem me apontar o caminho…
Não, não é um labirinto,
apenas duas vias de rumos diferentes:
-- a luta pelo nada, ou a vereda do sem fim –
E eu só terei que optar.
De que me vale lutar?
Que futuro tenho diante de mim?
Apenas a desolação e o encarceramento
de uma existência de frustrações…
Não! Não tenho opção possível.
Parei na encruzilhada
à espera eu o vento me indique o rumo.
Mas isso é um contrassenso!
Esperar por mais sofrimento?!.,..
Já sei! Seguirei a vereda do sem fim,
cujo fim não sei se será,
nem onde,
nem como será…
Mas então, provavelmente angustiada (ou talvez até liberta),
entrarei nesse mundo infinito…
onde infinita de tão finita se torna vida…
E só de pensar que já tenho rumo…
sinto diluir-se a minha angústia
e o esvair da minha opressão…
Maria La-Salete Sá
SOU
A razão maior
Da força que há em mim
Seguindo o caminho certo
Vivendo as emoções
E o.que mais for de concreto
Sem nunca temer o fim
Não há metas nem distâncias
Nesta fé inabalável
Em todas as circunstâncias
Deus está alcançável
Do tamanho de um sorriso
Num momento ate de dor
Ele está onde eu preciso
Sou imperfeita na perfeição
Leal nos sentimentos
Guardando no coração
Os mais belos momentos
Onde tudo germinou
No calor de uma paixão
Hoje e sempre.aqui.estou
Anabela Fernandes
RAZÃO OU EMOÇÃO
Fui ao campo passear
Para me descontrair
Fui andando ao calhar
Por não saber onde ir
Num cruzamento encontrei
Algo a que prestei atenção
Duas placas, que olhei
Dizendo: Razão e Emoção
Em diferentes direções
Com caminhos p´ra seguir
Pensei com os meus botões
Pela qual deveria ir
Queria escolher a Razão
Mas a Emoção também
Para achar a solução
Pensei então muito bem
Donde estavam as tirei
Pus uma em cada mão
Novo caminho, encetei
Foi esta, minha solução
Lá fui pelo campo andando
Por elas acompanhado
Muito feliz, eu ficando
Por tê-las comigo ao lado
Ao longo da minha vida
Guardei-as no coração
Que a ambas deu guarida
Numa perfeita união
Assim quando precisar
Basta apenas escutar
O bater do meu coração
Podendo então as chamar
E deixá-las extravasar
A Razão ou a Emoção
Assim tenho a Emoção
Para me emocionar
E também tenho a Razão
P´ra me poder afirmar
Estão bem equilibradas
As duas dentro de mim
No meu coração, guardadas
Até chegar o meu fim
António Henriques
Sou mulher de paz
Sou mulher de paz e sou rica de espírito
sou luz que vive no meu ser
sou ternura mas ás vezes sinto-me tão frágil!
Também sou acalento tenho amor no coração
sou um pouco de tudo e um pouco de nada
sou uma mulher.
ENCRUZILHADA
Esta vida sem sentido
colocou-me na encruzilhada,
sem me apontar o caminho…
Não, não é um labirinto,
apenas duas vias de rumos diferentes:
-- a luta pelo nada, ou a vereda do sem fim –
E eu só terei que optar.
De que me vale lutar?
Que futuro tenho diante de mim?
Apenas a desolação e o encarceramento
de uma existência de frustrações…
Não! Não tenho opção possível.
Parei na encruzilhada
à espera eu o vento me indique o rumo.
Mas isso é um contrassenso!
Esperar por mais sofrimento?!.,..
Já sei! Seguirei a vereda do sem fim,
cujo fim não sei se será,
nem onde,
nem como será…
Mas então, provavelmente angustiada (ou talvez até liberta),
entrarei nesse mundo infinito…
onde infinita de tão finita se torna vida…
E só de pensar que já tenho rumo…
sinto diluir-se a minha angústia
e o esvair da minha opressão…
Maria La-Salete Sá
SOU
A razão maior
Da força que há em mim
Seguindo o caminho certo
Vivendo as emoções
E o.que mais for de concreto
Sem nunca temer o fim
Não há metas nem distâncias
Nesta fé inabalável
Em todas as circunstâncias
Deus está alcançável
Do tamanho de um sorriso
Num momento ate de dor
Ele está onde eu preciso
Sou imperfeita na perfeição
Leal nos sentimentos
Guardando no coração
Os mais belos momentos
Onde tudo germinou
No calor de uma paixão
Hoje e sempre.aqui.estou
Anabela Fernandes
RAZÃO OU EMOÇÃO
Fui ao campo passear
Para me descontrair
Fui andando ao calhar
Por não saber onde ir
Num cruzamento encontrei
Algo a que prestei atenção
Duas placas, que olhei
Dizendo: Razão e Emoção
Em diferentes direções
Com caminhos p´ra seguir
Pensei com os meus botões
Pela qual deveria ir
Queria escolher a Razão
Mas a Emoção também
Para achar a solução
Pensei então muito bem
Donde estavam as tirei
Pus uma em cada mão
Novo caminho, encetei
Foi esta, minha solução
Lá fui pelo campo andando
Por elas acompanhado
Muito feliz, eu ficando
Por tê-las comigo ao lado
Ao longo da minha vida
Guardei-as no coração
Que a ambas deu guarida
Numa perfeita união
Assim quando precisar
Basta apenas escutar
O bater do meu coração
Podendo então as chamar
E deixá-las extravasar
A Razão ou a Emoção
Assim tenho a Emoção
Para me emocionar
E também tenho a Razão
P´ra me poder afirmar
Estão bem equilibradas
As duas dentro de mim
No meu coração, guardadas
Até chegar o meu fim
António Henriques
Sou mulher de paz
Sou mulher de paz e sou rica de espírito
sou luz que vive no meu ser
sou ternura mas ás vezes sinto-me tão frágil!
Também sou acalento tenho amor no coração
sou um pouco de tudo e um pouco de nada
sou uma mulher.
Mas muitas vezes sinto-me tão pequenina!
As emoções da vida são por mim sentidas
mas algumas vezes também sou lágrimas vertidas
mas mesmo assim____ eu amo tudo com paixão
e faço da minha vida uma grata oração .
Direitos de @utor reservados
Mila Lopes
Nada sei do que amanha saberia
nada sei do que ontem não sabia
nada que navega pode ser barco à vela
nada do que voa pode ser ave canora
As emoções da vida são por mim sentidas
mas algumas vezes também sou lágrimas vertidas
mas mesmo assim____ eu amo tudo com paixão
e faço da minha vida uma grata oração .
Direitos de @utor reservados
Mila Lopes
Nada sei do que amanha saberia
nada sei do que ontem não sabia
nada que navega pode ser barco à vela
nada do que voa pode ser ave canora
Há quem se passeie e pouco veja
há quem nada veja e se passeie
há quem não veja o passeio
há quem no passeio se veja
Diz a razão que o vento varre o chão
diz a emoção que o vento lhe beija a mão
diz a razão que a chuva molha toda a estrada
diz a emoção que a chuva é alma lavada
Há quem voe deitado sentado ou postrado
há quem não voe quando sonha acordado
há quem a sede mate num poema escrevinhado
há quem à sede morra porque o sonho mora ao lado
Diz a razão que só pisamos chão
diz a emoção que a lua visitamos sem um quê ou senão
diz a razão que amar é uma ilusão
diz a emoção que amar conforta o coração
Nada sei de encruzilhadas caminhos cruzados ou pedras soltas
nada sei de quem tudo sabe nem de quem ache que nada sabe
nada sei de quem dorme e não sonha
nada sei de quem sonha e o mata
só sei que dois sentidos se cruzam
e cruzados se arrumam
para que desarrumados nasça vida pura
ANA MARQUES
Encruzilhada
Numa desmesurada raiva contida
De uma confusa mente enfurecida
Permaneço inerte na fragilidade
De um desespero desesperante
Precedido de um desnorte errante
Na incessante procura da tranquilidade
há quem nada veja e se passeie
há quem não veja o passeio
há quem no passeio se veja
Diz a razão que o vento varre o chão
diz a emoção que o vento lhe beija a mão
diz a razão que a chuva molha toda a estrada
diz a emoção que a chuva é alma lavada
Há quem voe deitado sentado ou postrado
há quem não voe quando sonha acordado
há quem a sede mate num poema escrevinhado
há quem à sede morra porque o sonho mora ao lado
Diz a razão que só pisamos chão
diz a emoção que a lua visitamos sem um quê ou senão
diz a razão que amar é uma ilusão
diz a emoção que amar conforta o coração
Nada sei de encruzilhadas caminhos cruzados ou pedras soltas
nada sei de quem tudo sabe nem de quem ache que nada sabe
nada sei de quem dorme e não sonha
nada sei de quem sonha e o mata
só sei que dois sentidos se cruzam
e cruzados se arrumam
para que desarrumados nasça vida pura
ANA MARQUES
Encruzilhada
Numa desmesurada raiva contida
De uma confusa mente enfurecida
Permaneço inerte na fragilidade
De um desespero desesperante
Precedido de um desnorte errante
Na incessante procura da tranquilidade
Ah…!! Inóspito este meu caminho
Que teimo em não percorrer sozinho
Quererás tu, me acompanhar?
Deixará marcas e sequelas
Calcorrear estas ruas… estas ruelas
Onde quero correr…mas devagar
E nesta encruzilhada do sentir
Onde hesitas entre o querer e o resistir
Não sei que direção tomar
Mas nunca esquecendo a razão
Escolho por ora a emoção
Num desejo ardente de te amar
Luís Farto
Que teimo em não percorrer sozinho
Quererás tu, me acompanhar?
Deixará marcas e sequelas
Calcorrear estas ruas… estas ruelas
Onde quero correr…mas devagar
E nesta encruzilhada do sentir
Onde hesitas entre o querer e o resistir
Não sei que direção tomar
Mas nunca esquecendo a razão
Escolho por ora a emoção
Num desejo ardente de te amar
Luís Farto
24-05-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 24-05-2016
Sobrevivência
Dois seres
Duas idades
Uma deficiência
Uma maturidade
Um amor incondicional
A pureza e a capacidade de uma criança
Um ser tão lindo
Aplausível
A ternura
A verdade da vida
Entre a sua genuinidade
E a dura realidade da vida
A força que nela persiste
É um laço fulminante
Vida de miséria
Inflama encantamento
Incapacita banquetes
Até saudações
A viagem da vida é muito longa
Como um viajante que não tem rumo
Mas que luta tão sofrida
numa encruzilhada pela sobrevivência
Vista distante... até eu agora meditei...
Será difícil conseguir um amigo
Nem conhecidos neste momento
Triste de coração danificado
Porque o mundo é cruel
Duas vidas levantadas
É a sua grande riqueza
O que lhes é oferecido?
Um mundo solitário?!
Apesar de viver no meio de um aglomerado
Só existe apenas ruas e um amor sem limite
Não existe maldade apenas uma luta pela a igualdade
Sonia Pinto
TRIBULAÇÕES
Tribulações
dominam o planeta,
encaminhando
guerras e terror,
fome e angústia,
famílias destroçadas,
procurando asilo
em outros mundos,
numa diáspora
inimaginável,
sendo as crianças
o elo mais perturbador
duma realidade irreal,
aflitiva a que se assiste.
numa encruzilhada pela sobrevivência
Vista distante... até eu agora meditei...
Será difícil conseguir um amigo
Nem conhecidos neste momento
Triste de coração danificado
Porque o mundo é cruel
Duas vidas levantadas
É a sua grande riqueza
O que lhes é oferecido?
Um mundo solitário?!
Apesar de viver no meio de um aglomerado
Só existe apenas ruas e um amor sem limite
Não existe maldade apenas uma luta pela a igualdade
Sonia Pinto
TRIBULAÇÕES
Tribulações
dominam o planeta,
encaminhando
guerras e terror,
fome e angústia,
famílias destroçadas,
procurando asilo
em outros mundos,
numa diáspora
inimaginável,
sendo as crianças
o elo mais perturbador
duma realidade irreal,
aflitiva a que se assiste.
José Lopes da Nave
AMOR!
O amor não tem mãos.
De membros decepados,
O Amor fala num olhar.
É no fundo do olhos que ele vive.
Que ele brilha.
Que ele tem a translucida transparecia, de um sorriso.
Sábios os olhos que percorrem caminhos sem caricias de mãos.
Acreditam, no brilho mágico de um olhar.
O amor... Ah! o amor, esse sentimento que nos arrebata.
A força de superar tantas carencias.
O Amor faz milagres.
O Amor cura.
O Amor faz brotar o melhor de nós.
O Amor é o mais pequeno gesto.
Que se dá num sorriso.
O amor, é a lágrima que nos salga o beijo,
Que temos desenhado na macieza dos lábios.
O Amor é tudo superar, porque nele se acredita.
Nessa palavra doce, suavemente dita.
É ser convicta, que pode até a imagem ser chocante,
Triste, fazer-nos pensar.
Mas foi por amor, sem poder abraçar,
Que esta mulher uma flor gerou!
Bem haja quem AMA, ou quem sempre AMOU!!!
Augusta Maria Gonçalves
AMOR!
O amor não tem mãos.
De membros decepados,
O Amor fala num olhar.
É no fundo do olhos que ele vive.
Que ele brilha.
Que ele tem a translucida transparecia, de um sorriso.
Sábios os olhos que percorrem caminhos sem caricias de mãos.
Acreditam, no brilho mágico de um olhar.
O amor... Ah! o amor, esse sentimento que nos arrebata.
A força de superar tantas carencias.
O Amor faz milagres.
O Amor cura.
O Amor faz brotar o melhor de nós.
O Amor é o mais pequeno gesto.
Que se dá num sorriso.
O amor, é a lágrima que nos salga o beijo,
Que temos desenhado na macieza dos lábios.
O Amor é tudo superar, porque nele se acredita.
Nessa palavra doce, suavemente dita.
É ser convicta, que pode até a imagem ser chocante,
Triste, fazer-nos pensar.
Mas foi por amor, sem poder abraçar,
Que esta mulher uma flor gerou!
Bem haja quem AMA, ou quem sempre AMOU!!!
Augusta Maria Gonçalves
Cumplicidade
No olhar…
A doçura
No gesto…
A mais pura das intenções
A cumplicidade
De quem na mais tenra idade
Já perdeu a inocência
Num mundo de desilusões
Num mundo onde o tempo não passa
E é tão cruel
Forrado de hipocrisia
Onde a força do papel
Provoca a heresia…
Onde a maldade impera
Onde o futuro é apenas…
Uma quimera
Obrigado a crescer
Adulto á força
Sem saber pedir a quem ouça
Que não quer apenas…
Sobreviver
Já nem sonhar sabe
Numa curta e dolorosa vida
Onde a esperança…
Ainda cabe…
No olhar…
A doçura
No gesto…
A mais pura das intenções
A cumplicidade
De quem na mais tenra idade
Já perdeu a inocência
Num mundo de desilusões
Num mundo onde o tempo não passa
E é tão cruel
Forrado de hipocrisia
Onde a força do papel
Provoca a heresia…
Onde a maldade impera
Onde o futuro é apenas…
Uma quimera
Obrigado a crescer
Adulto á força
Sem saber pedir a quem ouça
Que não quer apenas…
Sobreviver
Já nem sonhar sabe
Numa curta e dolorosa vida
Onde a esperança…
Ainda cabe…
Luís Farto
Porquê
Porquê tanta maldade, ódio e violência
Porquê há guerra e terrorismo
Porquê há tanta maldade no mundo
Porquê que as pessoas não se entendem
Porquê que morre tanta gente sem ter culpa
Nós somos todos iguais
Brancos, pretos, amarelos
Não importa a cor
Somos ser humanos
Não importa religiões, credos, política e tudo mais
Somos gente que quer viver um futuro melhor
Vamos viver uma vida cheia de amor
Porque não vale a pena tanto ódio e violência.
Porquê
Porquê tanta maldade, ódio e violência
Porquê há guerra e terrorismo
Porquê há tanta maldade no mundo
Porquê que as pessoas não se entendem
Porquê que morre tanta gente sem ter culpa
Nós somos todos iguais
Brancos, pretos, amarelos
Não importa a cor
Somos ser humanos
Não importa religiões, credos, política e tudo mais
Somos gente que quer viver um futuro melhor
Vamos viver uma vida cheia de amor
Porque não vale a pena tanto ódio e violência.
Mila Lopes
Sabes amiga tenho um doce na mão
não tenho meias nem cordéis nem pulseiras ou anéis
não tenho solas rotas nem tortas nem gastas
não tenho sapatas botas ou alpergatas
Sabes amiga tenho um doce na mão
não tenho meias nem cordéis nem pulseiras ou anéis
não tenho solas rotas nem tortas nem gastas
não tenho sapatas botas ou alpergatas
Tenho vazio um jarrão onde em vão deito a mão
nem água lhe cheiro nem feijões os vejo
nem uma migalha rala de uma cevada peneirada
nem tenho cama ou colchão nem lençol ou lenço de mão
tenho um doce amiga que me deu um ancião
Tenho ma mão um doce amiga
feito de açúcar amargo feito desejo guardado
feito de sonho esquecido
quando assim nasci já mendigo
quando minha mãe se perdeu no tiro que alguém deu
Sabes amiga dou-te um pedacinho de doce
dou-to porque assim a tua alma dança
porque assim a tua boca vazia descansa
porque assim a fome foge
... pelo menos por hoje
ANA MARQUES
Inocência Perdida
Tu que vives
Na beira da estrada
Inalas o pó da calçada
Vives sem eira nem beira
Menino de rua
Que nem é só tua
Choras perdido
No mundo esquecido
Creces ao relento
Pedindo migalhas
Faminto de pão
De um bom coraçáo
Tu que sabes o cheiro
Da terra molhada
Que sentes nos pés descalços
Num jogo de bola
Onde te sentes criança
Igual a outras tantas
E sem entenderes
És um guerreiro
Aprendendo a sobreviver
Onde simplesmente
Te obrigaram a crescer
Antes do tempo.
nem água lhe cheiro nem feijões os vejo
nem uma migalha rala de uma cevada peneirada
nem tenho cama ou colchão nem lençol ou lenço de mão
tenho um doce amiga que me deu um ancião
Tenho ma mão um doce amiga
feito de açúcar amargo feito desejo guardado
feito de sonho esquecido
quando assim nasci já mendigo
quando minha mãe se perdeu no tiro que alguém deu
Sabes amiga dou-te um pedacinho de doce
dou-to porque assim a tua alma dança
porque assim a tua boca vazia descansa
porque assim a fome foge
... pelo menos por hoje
ANA MARQUES
Inocência Perdida
Tu que vives
Na beira da estrada
Inalas o pó da calçada
Vives sem eira nem beira
Menino de rua
Que nem é só tua
Choras perdido
No mundo esquecido
Creces ao relento
Pedindo migalhas
Faminto de pão
De um bom coraçáo
Tu que sabes o cheiro
Da terra molhada
Que sentes nos pés descalços
Num jogo de bola
Onde te sentes criança
Igual a outras tantas
E sem entenderes
És um guerreiro
Aprendendo a sobreviver
Onde simplesmente
Te obrigaram a crescer
Antes do tempo.
Anabela Fernandes
POBREZA COM AMOR
Pobreza com amor
De quem não tem nada
Que vivem na dor
Na berma da estrada
Mãe é sempre mãe
Mesmo deficiente
Seu filho é também
Criança diferente
Andam pelas ruas
O lixo catando
E as mágoas suas
As vão transportando
O Mundo não os quer
Nem vê sua dor
Mas esta mulher
tem do filho amor
Amor também dando
Ao seu pequenino
Que a vai ajudando
Num triste destino
São pobres do Mundo
Esquecidos também
Com amor profundo
Que é o seu maior bem
António Henriques
NA SOMBRA DO TEU OLHAR
Meu chão se mutilou
Meu tempo se nublou
Minha alma se rasgou...
Mas não se apagou!
Com o olhar escalei uma colina
Seguindo uma luz divina...
Para ti haverá sempre um sorriso
Passo a passo...
Transporei uma nova ravina!
Deixei de poder dar-te a mão
Mas dei-te o meu nobre coração!
Posso amar-te…
Aceitando tua honrosa mão!
Contigo aprenderei de novo
A viver dentro da razão!
Entender o que leva o homem
A dizimar a multidão
É querer dar força ao mundo
Pra lutar contra tão triste
Devassidão!
Sem alternativa…
Aceitarei a tua pequena mão
E o teu enorme entender
Na míngua de obter o pão!
Na sombra...
Serei eu a força que te leva
E t’ empurra na busca d’ outra condição.
Seguiremos unidos…
Pela raíz do coração
No abraço… do nosso olhar
Eu não perderei a razão
No meu silêncio...
Serei sempre uma voz... com opinião!
POBREZA COM AMOR
Pobreza com amor
De quem não tem nada
Que vivem na dor
Na berma da estrada
Mãe é sempre mãe
Mesmo deficiente
Seu filho é também
Criança diferente
Andam pelas ruas
O lixo catando
E as mágoas suas
As vão transportando
O Mundo não os quer
Nem vê sua dor
Mas esta mulher
tem do filho amor
Amor também dando
Ao seu pequenino
Que a vai ajudando
Num triste destino
São pobres do Mundo
Esquecidos também
Com amor profundo
Que é o seu maior bem
António Henriques
NA SOMBRA DO TEU OLHAR
Meu chão se mutilou
Meu tempo se nublou
Minha alma se rasgou...
Mas não se apagou!
Com o olhar escalei uma colina
Seguindo uma luz divina...
Para ti haverá sempre um sorriso
Passo a passo...
Transporei uma nova ravina!
Deixei de poder dar-te a mão
Mas dei-te o meu nobre coração!
Posso amar-te…
Aceitando tua honrosa mão!
Contigo aprenderei de novo
A viver dentro da razão!
Entender o que leva o homem
A dizimar a multidão
É querer dar força ao mundo
Pra lutar contra tão triste
Devassidão!
Sem alternativa…
Aceitarei a tua pequena mão
E o teu enorme entender
Na míngua de obter o pão!
Na sombra...
Serei eu a força que te leva
E t’ empurra na busca d’ outra condição.
Seguiremos unidos…
Pela raíz do coração
No abraço… do nosso olhar
Eu não perderei a razão
No meu silêncio...
Serei sempre uma voz... com opinião!
Por Zita de Fátima Nogueira
17-05-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 17-05-2016
A PALAVRA
A palavra
É a Luz que ilumina o nosso pensamento,
É a Alma que fala
Nas vozes das gentes
Saindo em timbres fulgentes!
Exultantes!
Desfolhando fragmentos das emoções
Debruçada nas vagas dos sentidos.
Palavra
Segredo sussurrado...
Desejo,
Suave preito.
Palavra dita na manhã seguinte
De madrugadas quentes,
Ao Amor que se quer
E pelo qual se vive.
Palavra
Do contar dos Sonhos
No doce balanço
De ternos abraços.
Palavra,
Verbo em qualquer lugar,
Em qualquer instante,
Que o Tempo não muda,
Para sempre ficar!
Isabel Lucas simões
HOJE!
OH! Dia novo, chance de escutar o eco das palavras.
Talvez fazer delas murmúreos de água,
Ou fazer com que cada som seja cantar de ave.
Importante olhar em redor do mundo.
Para depois proferir as palavras mais suaves.
Sim!
Suaves o mundo tem falta de suavidade.
Vou beijar em palavras soltas, suaves, como pétalas de rosa ou pousar de borboleta.
Estou atenta, vesti as asas do tempo, rasei a vida, o templo do mundo.
Tanta prece sem voz. Tanta fome sem eco. Tanta palavra dita num desalento mudo.
Quedei-me sentada num alto lugar, fazendo companhia a um sino calado.
Olhei! Proferi em alto grito, sino toca estridente, para que meio mundo acorde.
Permaneceu cansado. Quieto, parado.
Colhi flores esquecidas, havia sementes em tantas hastes cansadas.
Colhi delas um ramo, elevei as mãos. Depois num sopro de beijos,
Entre palavras de esperança, as sementes voaram sobre o mundo. Permaneci ali! Tentando ver se florescia por cada semente, ao menos o tempo presente do verbo AMAR!
Depois de –
EU AMO!
TU AMAS! ?
Todos podem AMAR!!!
Augusta Maria Gonçalves.
Que o vento traga a sensualidade
da poesia,
Que permaneça em minha alma,
Que faça meus olhos derramarem
Sentimentos molhados em lágrimas salgadas,
Que esta madrugada me acalme o coração
que declame toda a minha solidão,
Quero ser lua em noite fria iluminada pelo o luar
contemplada pelo ar frio,
Meu corpo sente neste momento
um vazio tão profundo ingénuo
pedindo um aconchego e um ombro amigo.
Sónia Pinto
Palavras ao vento
Esquecendo
as horas
e o mundo
lá fora...
Entrego-me!
O pensamento
aflora...
....No momento,
solto palavras ao vento...
....a revolta permanece
mas a voz enfraquece...
Penso!...
Palavras
leva-as o vento!
Componho
os fragmentos
de cada um
dos sentimentos...
Palavras ao vento
Esquecendo
as horas
e o mundo
lá fora...
Entrego-me!
O pensamento
aflora...
....No momento,
solto palavras ao vento...
....a revolta permanece
mas a voz enfraquece...
Penso!...
Palavras
leva-as o vento!
Componho
os fragmentos
de cada um
dos sentimentos...
Cada sílaba
sem vida,
é uma palavra
sentida...
crio frases,
faço rimas...
e mesmo
com melancolia,
vou criando...
a minha
poesia!
Mª da Graça Dordio Dimas
PALAVRAS SOLTAS
Palavras soltas em remoinho
Saltam da mente em turbilhão
Pedaços de um sonho antigo
Cicatrizes de uma ilusão...
Lancei-as no vento
Deixei-as partir
Seguindo sem rumo, sem tino
Perdidas na imensidão.
Na esperança que as possas ouvir
Fiz com elas uma oração;
Que possam chegar até ti
E encontrem aí um abrigo
Revelando o seu sentido
Junto do teu coração!
Aida Maria (Aida Marques)
Sopro numa bola de sabão
um mundo de sonhos e tanta ilusão
sei que viajando o sopro com lentidão
de volta me trará o que me falta na palma da mão
sem vida,
é uma palavra
sentida...
crio frases,
faço rimas...
e mesmo
com melancolia,
vou criando...
a minha
poesia!
Mª da Graça Dordio Dimas
PALAVRAS SOLTAS
Palavras soltas em remoinho
Saltam da mente em turbilhão
Pedaços de um sonho antigo
Cicatrizes de uma ilusão...
Lancei-as no vento
Deixei-as partir
Seguindo sem rumo, sem tino
Perdidas na imensidão.
Na esperança que as possas ouvir
Fiz com elas uma oração;
Que possam chegar até ti
E encontrem aí um abrigo
Revelando o seu sentido
Junto do teu coração!
Aida Maria (Aida Marques)
Sopro numa bola de sabão
um mundo de sonhos e tanta ilusão
sei que viajando o sopro com lentidão
de volta me trará o que me falta na palma da mão
No vento atiro com a minha boca
esta minha alma tão grande e louca
esta minha gene de mulher que geme
quando se esquece que este mundo merece
Sei que na brisa de Maio que um poro ainda arrepia
posso gritar bem alto uma esperança tardia
posso desejar mais que respirar ou voar
posso sem pensar que se penso
o mar posso atravessar e na corrente navegar
sem sucumbir ou me afogar
Dou largas à minha incongruência
à minha urgência de ser mais que essência
à insanidade que até fala verdade
na lágrima no soluço na gargalhada
na dor e na saudade
E no corpo e alma que entrego
quando em mim solto a mulher
que é da vida quem a vida dá
que é da noite murmúrio doce
do dia um raio numa fresta esquecida
e nas madrugadas se aconchega
pedindo a certa estrela que a torne bela
ANA MARQUES
SOPRO DE VIDA.
S enti -te na pele
O ntem,hoje e sempre
P intaste a minha vida
R epleta de silêncios
O uvi o som do teu eco distante
esta minha alma tão grande e louca
esta minha gene de mulher que geme
quando se esquece que este mundo merece
Sei que na brisa de Maio que um poro ainda arrepia
posso gritar bem alto uma esperança tardia
posso desejar mais que respirar ou voar
posso sem pensar que se penso
o mar posso atravessar e na corrente navegar
sem sucumbir ou me afogar
Dou largas à minha incongruência
à minha urgência de ser mais que essência
à insanidade que até fala verdade
na lágrima no soluço na gargalhada
na dor e na saudade
E no corpo e alma que entrego
quando em mim solto a mulher
que é da vida quem a vida dá
que é da noite murmúrio doce
do dia um raio numa fresta esquecida
e nas madrugadas se aconchega
pedindo a certa estrela que a torne bela
ANA MARQUES
SOPRO DE VIDA.
S enti -te na pele
O ntem,hoje e sempre
P intaste a minha vida
R epleta de silêncios
O uvi o som do teu eco distante
D este o ponto de partida
E s agora o presente
V em sem mais demoras
I nebriante prazer
D ar pinceladas de amor
A ncorada estou à tua espera.
Anabela Fernandes.
E s agora o presente
V em sem mais demoras
I nebriante prazer
D ar pinceladas de amor
A ncorada estou à tua espera.
Anabela Fernandes.
10-05-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 10-05-2016
SONHAMOS...
Para todos há sempre um novo sonho
Que nasce em cada um como um amanhecer
Com ele enfeitamos o nosso dia
Ansiosos pra que ele possa florescer!
Sonhamos com toda a beleza
Da vida que gostaríamos de ter
E com aquele encontro ideal
Que um dia vai acontecer...
Sonhamos paraísos inventados
Pela mágica mão do escritor
Onde seremos agraciados
Com a doçura do amor!
Sonhamos com a felicidade
E a alegria de viver
E nem mesmo a realidade
Nos faz dos sonhos esquecer.
Sonhamos ultrapassar as barreiras
Que tentam o nosso passo travar
Saltar por sobre os abismos
Que nos impedem de avançar...
Sonhamos com um mundo novo
Onde tudo será mais puro
E aos sonhos nos acorrentamos
Pra enfrentarmos o futuro!
Aida Maria (Aida Marques)
A vida
A vida é uma corrida
vivemos numa fugida
de tentarmos ser felizes
até há despedida,
Cada dia ao abrirmos
os olhos somos uma fonte nascida
uma guarida vencida,
Queremos demonstrar
que a vida não está perdida
é um rumo sem medida
é a nossa própria vida
Sónia Pinto
ATÉ AO INFINITO
Dava o salto
Se pudesse
Dava a minha vida
Se pudesse
Dava o meu sorrriso
Ria contigo
Dava a minha pele
Para tocares
Beijares
Dava o meu amor
Procurava o teu
Saltava o monte
Para te ver
Sem tu saberes
Voava até ti
Ia ao infinito
Buscar a tua luz
Num verso escondido
Tudo é bonito
Porque sem tu saberes
Dou-te a inspiraçao
E tu a mim a ilusão
Num sonho rasgado
Num quadro pintado
Retocamos segredos.
Desafiamos os medos
Cúmplices
Saltamos sem rede.
VOO LIBERTO ATÉ AO INFINITO
Dava o salto
Se pudesse
Dava a minha vida
Se pudesse
Dava o meu sorrriso
Ria contigo
Dava a minha pele
Para tocares
Beijares
Dava o meu amor
Procurava o teu
Saltava o monte
Para te ver
Sem tu saberes
Voava até ti
Ia ao infinito
Buscar a tua luz
Num verso escondido
Tudo é bonito
Porque sem tu saberes
Dou-te a inspiraçao
E tu a mim a ilusão
Num sonho rasgado
Num quadro pintado
Retocamos segredos.
Desafiamos os medos
Cúmplices
Saltamos sem rede.
Anabela Fernandes
LIBERDADE
Deambulo pela montanha,
meditando,
divagando.
A minha companhia é o sol,
a penedia
a urze, a esteva e o rosmaninho
que aromáticos,
me preenchem a alma
e o contentamento da vida.
LIBERDADE
Deambulo pela montanha,
meditando,
divagando.
A minha companhia é o sol,
a penedia
a urze, a esteva e o rosmaninho
que aromáticos,
me preenchem a alma
e o contentamento da vida.
Do sol
recebo a luz
que me ilumina
me orienta
numa canção
a querer ouvir
a querer sonhar
a crer sentir
a liberdade de ser.
José Lopes da Nave
recebo a luz
que me ilumina
me orienta
numa canção
a querer ouvir
a querer sonhar
a crer sentir
a liberdade de ser.
José Lopes da Nave
Como um pássaro liberto
Em que em seu voo se achou,
A esta rocha subi.
O Sol doirado
Desenha feixes de Luz sobre o meu corpo.
Ouço as ondas me cantando enlevos,
Escuto o rugido do Mar
De um profundo respirar,
Batalhando em uníssono
Com o canto recitante das gaivotas.
O Vento soprar-me no rosto,
Sinto o ar quente
Quando fecho os olhos
E abro o coração para ouvir.
Sussurro na mente a vontade
De me lançar numa aventura,
E com toda a força que existe em mim,
Precisa da minha vontade,
Elevo-me num voo liberto
Para outro chão alcançar...
E perceber a verdade
Desta minha coragem
De nada temer
E me fazer vencer!
Isabel Lucas Simões
VERTIGEM
Por vertigem nasci!
Caí do ventre amado dessa mulher
MÃE!
Nos braços da vida sem amparo.
Tão frágil afinal.
Flor de pétalas de seda.
Gerada por amor!.
Corri…
De cabelos loiritos ao vento!
Como borboleta,
Colorida como colibri.
Enamorada das flores cresci!
Depois…
O salto! A liberdade,
Ave já de asas ensaiadas.
Voei sobre a vida.
Jovem sonhei!
O mundo é meu!
Mas…
A vida é uma escola.
Caí! Esmorrei os joelhos.
Vi aí que tinha tanto p’ra vencer!
Não desisti!
Sabia dos portais iluminados do amor!
Entrei! Beijei, Amai!.
Ninguém me tinha dito em segredo.
Amor é também dor!
Foram rosas e espinhos.
Beijos salgados, doces lágrimas.
Continuei.
Na curva mais acentuada, estreita do caminho.
Detive-me! Olhei,
Vertigem senti.
A voz dizia voa!
O mundo é para ti!
Tudo ilusão,
Porque… ai! Se eu me despenha-se.
No vácuo do tempo meu grito de águia
Romperia os tímpanos das nossas vidas!
Por fé, por amor.
Na hora certa,
Emprestou-me meu anjo querubim suas asas, de cetim!
Planei, voei…
Transpus todos os medos.
Escrevendo no diário, dia a dia em poesia,
Alguns dos meus segredos.
Augusta Maria Gonçalves.
Destino
Continuo a caminhada
a estrada não tem fim...
O caminho
sou eu que o traço.
A paisagem
sou eu que a abraço!
Continuo afim
de, mesmo cansada,
continuar
a viagem anunciada.
No percurso,
a chuva caída no rosto
embacia-me a visão...
mas, logo um raio de Sol
me aquece o coração.
De repente,
o Sol distraído,
fica encoberto
por uma nuvem pardacenta,
e a chuva
que ninguém aguenta,
volta novamente.
Completamente encharcada,
não desisto da caminhada...
A minha alma
impulsiona a viagem...
e a beleza da paisagem
anuncia um caminho,
um caminho seguro,
evolutivo.
O destino
sou eu que o escolho,
de entre o que a vida dispõe,
mas respeito sempre os limites
que a viagem m`impõe.
Nesta passagem,
são as dificuldades
que me preparam
para destinos extraordinários...
porque o destino,
o destino,
são sonhos
imaginários!
Mª da Graça Dordio Dimas
03-05-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 03-05-2016
A PAZ
Desfolhei a página
Do livro ainda em branco
Procurava o poeta
Eu a musa da poesia
Mas o tempo voou
E não aparecia
A mão quieta teimava
Em não querer escrever
Na janela do quarto
Olhava em redor
Até que uma pomba
Voava sem paradeiro
E eu....
Ali onde já nada me motivava
Fiz do olhar o meu parceiro
Segui o vôo
Te vi perdido sem norte
Sem querer eu te quiz
Sem desejar te desejei
Sem te beijar eu te beijei
E hoje apenas sei
Que na folha vou escrever
O verso que te dedico
Aquele que a alma me dita
Nas asas da pomba
Voa o meu pensamento
Sem desdita
Até ao teu pôr do sol
Onde juntos buscaremos
A nossa PAZ
Anabela Fernandes
Parti!
Em sonho num dia claro.
Como bagagem, purpurinas de mil cores.
Um cavalete de pintor desarmado na alma.
Nas mãos... Oh! nas mãos.
Os gestos bonitos, o rir da terra...
Inundado de um rio,
Que era o canto das aves do paraíso.
Quedei-me num alto admirar.
A paz era branca,
Essa bandeira que dança vestida de véus leves de silencio.
Ergui a taça do pensamento.
Bebi lágrimas de flores.
Dormiam por entre sedas verdes.
Mas de faces orvalhadas.
Fiz de uma mão taça de lágrimas.
Peguei na paleta de cores.
Pincelando, risco a risco
A tela do meu presente!
Risquei em tons suaves, a face enrrugada.
Dei aos olhos a sobriedade das manhãs ao acordar.
Retoquei meus lábios com o pincel mais fino.
Delicadamente, pintei neles alguns beijos rindo.
Mas faltavam-me os véus ondulando...
Faltava-me pintar os aneis perdidos ou desfeitos
Desses cabelos angelicais que foram meus.
Parei a contemplar...
Faltavam ainda uma pérola ali... aqui!...
Um ou outro traço brilhante de luar.
Desejo tanto a tela perfeita!
Dos dias nascidos, pequenos,
A melodia pura do balbuciar dos seres.
Dei branco aos lenços do meu querer.
Foi nesse dia que eu fui capaz de ver.
A PAZ! É um querer,um sonho...
Talvez julguemos, fugaz!
Pintemos pinceladas de AMOR.
Rosas... refaçamos os gestos.
RESPIREMOS PAZ!
Augusta Maria Gonçalves
A GAIVOTA
Nas asas, uma gaivota,
Voando
Planando
Sobre mim
Um beijo doce
Me trouxe.
Trazia-me recordação
Sentida
Sofrida
Pela tua ausência sem fim
Em mim.
Incensada gaivota que me trazia
Na alvorada do sol
O primor
Do meu amor
Que ausente sentia estar
Do meu amar.
Parti!
Em sonho num dia claro.
Como bagagem, purpurinas de mil cores.
Um cavalete de pintor desarmado na alma.
Nas mãos... Oh! nas mãos.
Os gestos bonitos, o rir da terra...
Inundado de um rio,
Que era o canto das aves do paraíso.
Quedei-me num alto admirar.
A paz era branca,
Essa bandeira que dança vestida de véus leves de silencio.
Ergui a taça do pensamento.
Bebi lágrimas de flores.
Dormiam por entre sedas verdes.
Mas de faces orvalhadas.
Fiz de uma mão taça de lágrimas.
Peguei na paleta de cores.
Pincelando, risco a risco
A tela do meu presente!
Risquei em tons suaves, a face enrrugada.
Dei aos olhos a sobriedade das manhãs ao acordar.
Retoquei meus lábios com o pincel mais fino.
Delicadamente, pintei neles alguns beijos rindo.
Mas faltavam-me os véus ondulando...
Faltava-me pintar os aneis perdidos ou desfeitos
Desses cabelos angelicais que foram meus.
Parei a contemplar...
Faltavam ainda uma pérola ali... aqui!...
Um ou outro traço brilhante de luar.
Desejo tanto a tela perfeita!
Dos dias nascidos, pequenos,
A melodia pura do balbuciar dos seres.
Dei branco aos lenços do meu querer.
Foi nesse dia que eu fui capaz de ver.
A PAZ! É um querer,um sonho...
Talvez julguemos, fugaz!
Pintemos pinceladas de AMOR.
Rosas... refaçamos os gestos.
RESPIREMOS PAZ!
Augusta Maria Gonçalves
A GAIVOTA
Nas asas, uma gaivota,
Voando
Planando
Sobre mim
Um beijo doce
Me trouxe.
Trazia-me recordação
Sentida
Sofrida
Pela tua ausência sem fim
Em mim.
Incensada gaivota que me trazia
Na alvorada do sol
O primor
Do meu amor
Que ausente sentia estar
Do meu amar.
José Lopes da Nave
Voar sem asas
O dia amanheceu colorido...
vindo do mar
uma brisa sopra
p´ra m`acariciar.
O pensamento voa...
a sul o imenso mar,
a norte a serrania
proporcionam-me momentos ideais
que me permitem amar
e os meus sonhos concretizar.
Nas asas da imaginação
ganho espaço nesta imensidão...
deixo-me levar
mesmo não saindo do lugar.
Sinto o prazer
de, sem asas voar...
não sei bem onde parar,
mas jamais deixarei de sonhar!...
E nestes momentos de magia,
tudo o que respiro
é poesia.
Voar sem asas
O dia amanheceu colorido...
vindo do mar
uma brisa sopra
p´ra m`acariciar.
O pensamento voa...
a sul o imenso mar,
a norte a serrania
proporcionam-me momentos ideais
que me permitem amar
e os meus sonhos concretizar.
Nas asas da imaginação
ganho espaço nesta imensidão...
deixo-me levar
mesmo não saindo do lugar.
Sinto o prazer
de, sem asas voar...
não sei bem onde parar,
mas jamais deixarei de sonhar!...
E nestes momentos de magia,
tudo o que respiro
é poesia.
Mª da Graça Dordio Dimas
Voar
Perdi o meu corpo e flutuo para o espaço
Imagino-me...e vou voar...
... eu vou voar.
É uma coisa que eu quero nesta vida
Sentir a sensação de voar como as aves,
Delirar para além das nuvens,
Dançar com o sol numa fantasia
Carinhosa bonita e singela ,
arco iris cor mais bonita sua amarela,
Não há nenhum lugar melhor para a liberdade e a verdade.
Há noite sentir meu corpo flutuando
Com as estrelas e nelas entrelaçar e abraçar
Pedindo ao meu sonho irreal
Que nesta noite me faça
Ser livre neste imenso infinito
Pedir a deus que cuide de mim
E do meu espirito.
Voar
Perdi o meu corpo e flutuo para o espaço
Imagino-me...e vou voar...
... eu vou voar.
É uma coisa que eu quero nesta vida
Sentir a sensação de voar como as aves,
Delirar para além das nuvens,
Dançar com o sol numa fantasia
Carinhosa bonita e singela ,
arco iris cor mais bonita sua amarela,
Não há nenhum lugar melhor para a liberdade e a verdade.
Há noite sentir meu corpo flutuando
Com as estrelas e nelas entrelaçar e abraçar
Pedindo ao meu sonho irreal
Que nesta noite me faça
Ser livre neste imenso infinito
Pedir a deus que cuide de mim
E do meu espirito.
Sonia Pinto
ASAS
Gaivota, eu queria ser
Para ter asas e voar
O Céu azul percorrer
Pelo Oceano, planar
Ir onde me apetecer
Cruzando o firmamento
A Humanidade esquecer
Embalado pelo vento
Esquecer a sua maldade
Sua inveja e rancor
Toda a sua falsidade
E os desgostos de amor
Voando assim livremente
Nesse Céu azul infindo
Sou ave, já não sou gente
Muito feliz me sentindo
Deixando para trás ficar
Minhas falsas esperanças
Voar, só quero voar
Esquecer essas lembranças
Voando pela imensidão
Do Oceano profundo
Saiu do meu coração
A maldade deste Mundo
Voando sem me cansar
Minha vida, não lamento
Meus companheiros, o Mar
O Sol e também o Vento
Quando meu final chegar
E eu tiver que partir
No Mar, irei repousar
Em mansas ondas, dormir
António Henriques
ASAS
Gaivota, eu queria ser
Para ter asas e voar
O Céu azul percorrer
Pelo Oceano, planar
Ir onde me apetecer
Cruzando o firmamento
A Humanidade esquecer
Embalado pelo vento
Esquecer a sua maldade
Sua inveja e rancor
Toda a sua falsidade
E os desgostos de amor
Voando assim livremente
Nesse Céu azul infindo
Sou ave, já não sou gente
Muito feliz me sentindo
Deixando para trás ficar
Minhas falsas esperanças
Voar, só quero voar
Esquecer essas lembranças
Voando pela imensidão
Do Oceano profundo
Saiu do meu coração
A maldade deste Mundo
Voando sem me cansar
Minha vida, não lamento
Meus companheiros, o Mar
O Sol e também o Vento
Quando meu final chegar
E eu tiver que partir
No Mar, irei repousar
Em mansas ondas, dormir
António Henriques
Paz no meu ser
Adornei-me de pétalas de flores
Perfumei o meu corpo
Banhei-me na luz do sol
Passeei pelos caminhos da luz
O sol banhou o meu ser
E iluminou a minha alma
Fortificando os meus sonhos.
Vesti-me das cores da esperança
Corri pelos campos floridos
Apanhei flores de todas as cores
As cores flores iluminam-me
E fizerem o meu dia mais colorido
Escrevi poesia e com ela voei
Ornei-me com as cores da natureza
E senti uma doce brisa de paz
Que acalentou meu ser de amor.
Adornei-me de pétalas de flores
Perfumei o meu corpo
Banhei-me na luz do sol
Passeei pelos caminhos da luz
O sol banhou o meu ser
E iluminou a minha alma
Fortificando os meus sonhos.
Vesti-me das cores da esperança
Corri pelos campos floridos
Apanhei flores de todas as cores
As cores flores iluminam-me
E fizerem o meu dia mais colorido
Escrevi poesia e com ela voei
Ornei-me com as cores da natureza
E senti uma doce brisa de paz
Que acalentou meu ser de amor.
Direitos de @utor reservados
Mila Lopes
Hoje não acordei a pensar-te…apenas. Acordei também a cheirar-te, a sentir-te a saborear-te e ler-te e a ouvir tuas palavras doces e belas ecoarem em minha alma como brisa marinha impregnada em todos os meus sentidos em simultâneo. A cada dia me parecem mais minhas e apenas minhas, mais nossas e simplesmente nossas. Este dialogo que levamos avante em segredo, e me enche de orgulho e desejo, está a tornar-nos cada vez mais criativos, e eu adoro. Sabes a sensação que tenho é que levito ao entrar no texto e apenas desço das nuvens depois de encontrar as letras e palavras adequadas ao momento, para ti e apenas para ti. Anseio a cada dia que me bebas, que me cheires, que me saboreies, que me toques, e principalmente que me leias. E que te orgulhes no que escrevo como pai babado a cada sucesso escolar da filha amada. Não que um qualquer complexo descrito por doutrinas psicanalíticas, tenha tomado lugar em mim, mas sabes que as relações incompletas que vivi com as figuras masculinas na minha vida, me deixam assim carente e motivada ao amor, e se este chega com cheiro a maresia, odor a pinheiro manso e terra molhada, som de gaivota que esvoaça sobre um céu azul brilhante, ainda mais. E estas são algumas das sensações que me entregas a cada conjunto de letras que perfilas em poesias, aninhadas em nós e no nosso. Nunca abandones o texto, jamais te afastes do amor, nunca deixes de ter referencias minhas integradas em teus poemas. Saber que te inspiro assim trará sempre a mim o código que abre meu peito e me faz entregar generosa amor imenso mesmo sem o ter feito.
Ilia Mar
Mila Lopes
Hoje não acordei a pensar-te…apenas. Acordei também a cheirar-te, a sentir-te a saborear-te e ler-te e a ouvir tuas palavras doces e belas ecoarem em minha alma como brisa marinha impregnada em todos os meus sentidos em simultâneo. A cada dia me parecem mais minhas e apenas minhas, mais nossas e simplesmente nossas. Este dialogo que levamos avante em segredo, e me enche de orgulho e desejo, está a tornar-nos cada vez mais criativos, e eu adoro. Sabes a sensação que tenho é que levito ao entrar no texto e apenas desço das nuvens depois de encontrar as letras e palavras adequadas ao momento, para ti e apenas para ti. Anseio a cada dia que me bebas, que me cheires, que me saboreies, que me toques, e principalmente que me leias. E que te orgulhes no que escrevo como pai babado a cada sucesso escolar da filha amada. Não que um qualquer complexo descrito por doutrinas psicanalíticas, tenha tomado lugar em mim, mas sabes que as relações incompletas que vivi com as figuras masculinas na minha vida, me deixam assim carente e motivada ao amor, e se este chega com cheiro a maresia, odor a pinheiro manso e terra molhada, som de gaivota que esvoaça sobre um céu azul brilhante, ainda mais. E estas são algumas das sensações que me entregas a cada conjunto de letras que perfilas em poesias, aninhadas em nós e no nosso. Nunca abandones o texto, jamais te afastes do amor, nunca deixes de ter referencias minhas integradas em teus poemas. Saber que te inspiro assim trará sempre a mim o código que abre meu peito e me faz entregar generosa amor imenso mesmo sem o ter feito.
Ilia Mar
26-04-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 26-04-2016
O
RIO
Nasci
um simples fiozinho
Viajando, fui crescendo
Passei a ser ribeirinho
Fiozinho, já não sendo
Depois de muito andar
Aos poucos me transformei
Agora estão-me a chamar
De rio, isso eu já sei
Sou rio bem caudaloso
Com muita água levando
Por vezes sou furioso
Outras, também me acalmando
É em mim que vos banhais
De minha água bebendo
Em mim, vós vos transportais
Por vezes em mim, morrendo
Também sou fonte de vida
Dou luz à humanidade
A muitos eu dou guarida
Nesta minha imensidade
O homem com sua ambição
Minha vida vai matando
Que mal vos fiz eu, então
P´ra me estarem maltratando
Aos poucos eu vou morrendo
Com a vossa poluição
Olhai o que estais fazendo
A mim, que sou vosso irmão
Sou filho da Natureza
Nasci puro e transparente
Mas pela vossa avareza
Estou agora bem diferente
Vou a caminho do Mar
É para lá que estou correndo
À procura de conforto
Mas quando eu lá chegar
Pouco de mim vai sobrar
Pois estarei quase morto
À Raça Humana ingrata
Tanto, mas tanto, vos dei
Gente que tão me maltrata
Qual a razão, eu não sei
No dia em que eu perecer
Ouçam bem isto que digo
Também vós ireis morrer
Ao mesmo tempo, comigo
Viajando, fui crescendo
Passei a ser ribeirinho
Fiozinho, já não sendo
Depois de muito andar
Aos poucos me transformei
Agora estão-me a chamar
De rio, isso eu já sei
Sou rio bem caudaloso
Com muita água levando
Por vezes sou furioso
Outras, também me acalmando
É em mim que vos banhais
De minha água bebendo
Em mim, vós vos transportais
Por vezes em mim, morrendo
Também sou fonte de vida
Dou luz à humanidade
A muitos eu dou guarida
Nesta minha imensidade
O homem com sua ambição
Minha vida vai matando
Que mal vos fiz eu, então
P´ra me estarem maltratando
Aos poucos eu vou morrendo
Com a vossa poluição
Olhai o que estais fazendo
A mim, que sou vosso irmão
Sou filho da Natureza
Nasci puro e transparente
Mas pela vossa avareza
Estou agora bem diferente
Vou a caminho do Mar
É para lá que estou correndo
À procura de conforto
Mas quando eu lá chegar
Pouco de mim vai sobrar
Pois estarei quase morto
À Raça Humana ingrata
Tanto, mas tanto, vos dei
Gente que tão me maltrata
Qual a razão, eu não sei
No dia em que eu perecer
Ouçam bem isto que digo
Também vós ireis morrer
Ao mesmo tempo, comigo
António
Henriques
AQUI...
Raios
rompem
o silêncio penetrante
aqui ...
neste instante
onde o mar é confidente
o sol radioso
eu sorrio de contente
dando graças ao céu
da tormenta que passou
e hoje caminho
por entre os socalcos da vida
bebendo um doce licor
de gestos de carinho
regados de amor
destapei aquele véu
que uns tempos me tapou
aqui...
em terra firme
numa melodia cantante
observo este mar
ouvindo o marulhar
das ondas beijando a areia
e eu rendida a este encanto
do mundo estou alheia
aqui..
neste momento.
o silêncio penetrante
aqui ...
neste instante
onde o mar é confidente
o sol radioso
eu sorrio de contente
dando graças ao céu
da tormenta que passou
e hoje caminho
por entre os socalcos da vida
bebendo um doce licor
de gestos de carinho
regados de amor
destapei aquele véu
que uns tempos me tapou
aqui...
em terra firme
numa melodia cantante
observo este mar
ouvindo o marulhar
das ondas beijando a areia
e eu rendida a este encanto
do mundo estou alheia
aqui..
neste momento.
Anabela
Fernandes
Mar!
Majestoso
e imponente
num constante marulhar,
aqui da minha janela, vejo-te
a areia beijar!...
Aceno-te
cá de longe,
convidas-me à evasão
mas eu finjo que não percebo,
minha fonte d`inspiração!...
Mesmo quando tenebroso
negro
furioso
ou medonho
continuas luminoso!...
Quantos segredos
guardas
em histórias por desvendar...
Oh mar!...Tu és grandioso!
Em ti procuro as palavras
para me poder expressar.
Abres a porta do infinito,
para em poesia
as poder transformar!
num constante marulhar,
aqui da minha janela, vejo-te
a areia beijar!...
Aceno-te
cá de longe,
convidas-me à evasão
mas eu finjo que não percebo,
minha fonte d`inspiração!...
Mesmo quando tenebroso
negro
furioso
ou medonho
continuas luminoso!...
Quantos segredos
guardas
em histórias por desvendar...
Oh mar!...Tu és grandioso!
Em ti procuro as palavras
para me poder expressar.
Abres a porta do infinito,
para em poesia
as poder transformar!
Mª
da Graça Dordio Dimas
Sem
margem…
Corro…
Sem destino, sem Norte
Sem rumo…sem sorte
Corro…
Sem margem, sem ideais
Sem subtilezas, sem parar jamais
Corro…
Para o fim do Mundo
Para o abismo profundo
Corro…
Sem pensar, sem saber
Sem olhar…sem ver
Corro…
Na esperança que no fim
Te encontre em mim
Corro…
Contra o tempo que urge
O que na minha frente surge
E sem margem para errar
Corro…
E não consigo parar!
Sem destino, sem Norte
Sem rumo…sem sorte
Corro…
Sem margem, sem ideais
Sem subtilezas, sem parar jamais
Corro…
Para o fim do Mundo
Para o abismo profundo
Corro…
Sem pensar, sem saber
Sem olhar…sem ver
Corro…
Na esperança que no fim
Te encontre em mim
Corro…
Contra o tempo que urge
O que na minha frente surge
E sem margem para errar
Corro…
E não consigo parar!
Luís
Farto
19-04-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 19-04-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 19-04-2016
Força e União
Dia a dia soltam-se gotículas
Chamando por um bem maior,
Nessa intenção, solta-se o coração
Unindo energias e esperanças,
Nessas temperanças,
O ser é mais forte, devagar,
Podem ir ainda assim, a trote
Chegando ao destino,
Levando consigo sapiência
Entre tropeços e paciência,
Numa equipa ordenada
Cujo meta é conseguida,
Numa falua sofrida,
Unem-se esforços e forças
Mesmo de débil aparência,
Nascem energias de corsa.
União e força,
Mote duma batalha
Conseguida na vitória,
De cada sonho de vida!
Ana Matias
TRONCO DA VIDA
Tu és o pilar
de uma vida perfeita
aos olhos do mundo
queres que assim seja
adormeces na fantasia
cantando sereno
um verso escondido
num poema escrito
salientando o amor
eternizado no tempo
que a dado momento
uma pluma de anjo
te abanou
e num querer
sem querer
esperas noite e dia
o mel que te adoça
esse coração de menino
um desejo camuflado
na embriaguez dos sentidos
te sentes despido
n´alma inquieta
nessa tua serenidade
te sentas no tronco da vida
fazendo das lembranças
teu porto de abrigo
que em alto mar
silenciosamente
sentes desejar
Anabela Fernandes
O EXEMPLO
A força vem da união
Essa é uma grande verdade
Mas falta outra decisão
É a força de vontade
Vontade para fazer
Vontade para se unir
Vontade para vencer
Vontade de conseguir
Estas formigas singelas
Dão aos humanos exemplo
Com união entre elas
Vencem qualquer elemento
Unidas com decisão
Mostram sua força e garra
Não vão em cantigas, não
Como acontece à cigarra
Se os humanos seguissem
Das formigas o labor
E seus esforços unissem
O Mundo seria melhor
Unidos, tudo se realizava
Acabava a escravidão
A vida melhor ficava
Com o Mundo em união
António Henriques
O sentido do caminho
Na página em branco
do meu livro
imagino o meu poema
em forma de mãos dadas...
...Penso!...
O futuro está nas nossas mãos!
Se às minhas mãos
outras se juntarem
poderemos em conjunto
o mundo melhorar.
As minhas mãos
são pequenos grãos de areia,
grãos de areia
que o vento se encarrega
de juntar...
De mãos dadas, permite-me sonhar!...
O sonho da Igualdade
do Amor
da Fraternidade...
e quem sabe, um dia,
tornar-se realidade!
O EXEMPLO
A força vem da união
Essa é uma grande verdade
Mas falta outra decisão
É a força de vontade
Vontade para fazer
Vontade para se unir
Vontade para vencer
Vontade de conseguir
Estas formigas singelas
Dão aos humanos exemplo
Com união entre elas
Vencem qualquer elemento
Unidas com decisão
Mostram sua força e garra
Não vão em cantigas, não
Como acontece à cigarra
Se os humanos seguissem
Das formigas o labor
E seus esforços unissem
O Mundo seria melhor
Unidos, tudo se realizava
Acabava a escravidão
A vida melhor ficava
Com o Mundo em união
António Henriques
O sentido do caminho
Na página em branco
do meu livro
imagino o meu poema
em forma de mãos dadas...
...Penso!...
O futuro está nas nossas mãos!
Se às minhas mãos
outras se juntarem
poderemos em conjunto
o mundo melhorar.
As minhas mãos
são pequenos grãos de areia,
grãos de areia
que o vento se encarrega
de juntar...
De mãos dadas, permite-me sonhar!...
O sonho da Igualdade
do Amor
da Fraternidade...
e quem sabe, um dia,
tornar-se realidade!
Fecho o meu livro,
mas não encerro
a minha poesia,
porque,
mesmo que haja
quem a ache uma utopia,
eu não desisto!...
Não desisto de lutar,
de lutar
e de pensar:
-Será que algum dia
a poesia
poderá o sentido do caminho
mudar?
Eu
quero acreditar!
Mª da Graça Dordio Dimas
A UNIDADE FAZ A FORÇA!
Igualdade de esforços
Para o bem de todas,
Uma por todas
Todos por uma.
Assim se faz o caminho,
Repartindo o esforço
Custa menos dividendos,
Não é só cantar…
Como faz a cigarrinha,
Depois morre de fome
Não tem nada na cozinha,
Não há nada para comer
Não se esforça e não pensa
Não usa o tal ditado
Devagar se vai ao longe…
Com um pouco de paciência.
Todas a empurrar
Fica leve o caminho
No inverno a comer
Todas juntas
No cantinho!
Fernanda Bizarro
Lição
O que escrever sobre esta fotografia?
Uma pura lição de vida?
Uma demonstração de sabedoria?
De energia?
Tudo isso e muito mais
Pois parecem todas iguais
Nos seus movimentos
Nos seus rituais
Devíamos retirar ensinamento
Desta vida em sintonia
Desta vida em união
Porque em qualquer momento
E como que por magia
Se alguma precisa de substituição
Logo outra lhe dá a «mão»
E o esforço será recompensado
O obstáculo ultrapassado
O objetivo conseguido
E o prémio merecido
A diferença para o nosso mundo
De letargia e desunião
Onde um desinteresse profundo
Provoca a ganância
A alternância
Um sentimento imundo
Onde prolifera a podridão
Onde se sente cada vez mais…
A solidão…
mas não encerro
a minha poesia,
porque,
mesmo que haja
quem a ache uma utopia,
eu não desisto!...
Não desisto de lutar,
de lutar
e de pensar:
-Será que algum dia
a poesia
poderá o sentido do caminho
mudar?
Eu
quero acreditar!
Mª da Graça Dordio Dimas
A UNIDADE FAZ A FORÇA!
Igualdade de esforços
Para o bem de todas,
Uma por todas
Todos por uma.
Assim se faz o caminho,
Repartindo o esforço
Custa menos dividendos,
Não é só cantar…
Como faz a cigarrinha,
Depois morre de fome
Não tem nada na cozinha,
Não há nada para comer
Não se esforça e não pensa
Não usa o tal ditado
Devagar se vai ao longe…
Com um pouco de paciência.
Todas a empurrar
Fica leve o caminho
No inverno a comer
Todas juntas
No cantinho!
Fernanda Bizarro
Lição
O que escrever sobre esta fotografia?
Uma pura lição de vida?
Uma demonstração de sabedoria?
De energia?
Tudo isso e muito mais
Pois parecem todas iguais
Nos seus movimentos
Nos seus rituais
Devíamos retirar ensinamento
Desta vida em sintonia
Desta vida em união
Porque em qualquer momento
E como que por magia
Se alguma precisa de substituição
Logo outra lhe dá a «mão»
E o esforço será recompensado
O obstáculo ultrapassado
O objetivo conseguido
E o prémio merecido
A diferença para o nosso mundo
De letargia e desunião
Onde um desinteresse profundo
Provoca a ganância
A alternância
Um sentimento imundo
Onde prolifera a podridão
Onde se sente cada vez mais…
A solidão…
Luís Farto
12-04-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 12-04-2016
Dar
Dar ao mundo, tudo,
Nosso coração, sentir,
Numa iluminura
Sem limite,
Qual convite,
Ao amor, mesmo com dor,
Abre tuas mãos,
Leva tuas raízes
E, resiste…
Só dando receberás
A dimensão maior,
Vida em cor,
Arco-íris perene,
Brilhante música
Em toada,
Dimensão silene,
Dum solfejo
Sustenido,
Forte e sentido,
Da vontade de dar
Vida nesse apelo,
Amor incondicional
E, belo.
Ser desse mundo,
Raízes dum ver profundo,
Que saem de ti,
Em harmonia,
Com musical sintonia.
Ana Matias
CRAVO DE ABRIL
Das tuas
calejadas mãos,
homem do lavradio,
floresce a vida
da terra em flor,
como rio
que te faz sangrar
de esforço, o suor.
Raízes
que se enleiam em teu corpo
como lianas
que te prendem a existência
mas
se desfraldam e alvoram
nos amanheceres boreais da esperança,
tal um cravo de Abril.
José Lopes da Nave
As minhas mãos
Mãos
que nasceram aptas
para ensinar
para acariciar
para ajudar
para encaminhar o futuro...
Mãos
quentes
como a lava do vulcão
prontas a acalmar
o sofrimento
e a limpar as lágrimas
do sentimento
ferido de cada coração...
Mãos
justas
fraternas
humanas
que pretendem iluminar
quem delas necessitar...
Mãos doces
que nasceram para amar,
amar o próximo,
independentemente
dos seus ideais
cor
ou religião...
Mãos
de família
mãos amigas
que trabalham para a união!...
E quem pensar
que estas
não são as minhas mãos,
certamente
não conhece
o meu coração!
As minhas mãos
Mãos
que nasceram aptas
para ensinar
para acariciar
para ajudar
para encaminhar o futuro...
Mãos
quentes
como a lava do vulcão
prontas a acalmar
o sofrimento
e a limpar as lágrimas
do sentimento
ferido de cada coração...
Mãos
justas
fraternas
humanas
que pretendem iluminar
quem delas necessitar...
Mãos doces
que nasceram para amar,
amar o próximo,
independentemente
dos seus ideais
cor
ou religião...
Mãos
de família
mãos amigas
que trabalham para a união!...
E quem pensar
que estas
não são as minhas mãos,
certamente
não conhece
o meu coração!
Mª da Graça Dordio Dimas
MINHAS MÃOS
De minhas mãos doridas, sai o gostoso pão
Por minhas mãos sangrando, também o semeei
Dele vos dei parte, por esta minha mão
Pedaços de mim, também a vós, eu dei
Nesta minha triste e dura vida de trabalho
Por minhas mãos, muitas árvores plantei
Agora estou velho, já muito pouco valho
Estou sozinho, mas tanta gente, ajudei
De toda essa gente, poucos se lembram de mim
De toda essa gente, estou lembrando enfim
Nesta tristeza imensa e grande solidão
Vida perdida de cansaço e de labuta
Meus ais e lamentos, hoje ninguém os escuta
Só o sol e o vento, me vêm dar sua mão
António Henriques
Vida...
A vida nasce, a cada dia, como que enlaçada no olhar duma criança
MINHAS MÃOS
De minhas mãos doridas, sai o gostoso pão
Por minhas mãos sangrando, também o semeei
Dele vos dei parte, por esta minha mão
Pedaços de mim, também a vós, eu dei
Nesta minha triste e dura vida de trabalho
Por minhas mãos, muitas árvores plantei
Agora estou velho, já muito pouco valho
Estou sozinho, mas tanta gente, ajudei
De toda essa gente, poucos se lembram de mim
De toda essa gente, estou lembrando enfim
Nesta tristeza imensa e grande solidão
Vida perdida de cansaço e de labuta
Meus ais e lamentos, hoje ninguém os escuta
Só o sol e o vento, me vêm dar sua mão
António Henriques
Vida...
A vida nasce, a cada dia, como que enlaçada no olhar duma criança
Ainda que a mágoa não seja raio de luz num dia escuro e chuvoso
Apesar da distância, ser um refúgio mudo onde ninguém vai
Tudo renasce e floresce a cada instante, no infinito da voz que se quer presente.
A vida tem sentimentos, gestos que se abraçam nas raízes de quem se enleia
Renascer com emoção e em desejos florescer
Fazer do grito, um infinito que arde nos silêncios aflitos
Vagueiam palavras, nas mãos dos corpos repletos por instantes, mas sempre insatisfeitos
Acordes do tempo dum cheiro perfumado, que agoira gestos e vozes
Pressentimentos de paisagens por caminhos e viagens enlaçados em amor
Lado a lado ,mãos em momentos de murmúrio ,caminham com ternura , amor e esperança.
AM
Na mão
Trago na mão a força que me move
Trago na mão o poder de mudar
A vontade de amar...
Quero dar a mão ao mundo
E num instinto profundo
Poder vociferar...
Mudem mentalidades...
Evitem fatalidades...
Não destruam a natureza
Gozem de toda a sua beleza
Porque numa geração futura
Em comunhão com uma vida pura
Lembrar-se-ao de que no passado
Muito fizeram de errado
Mas puderam a tempo evitar
Que a destruição pudesse continuar
E para que possamos viver felizes
Deixem viver as árvores..
Deixem crescer as raízes!
Apesar da distância, ser um refúgio mudo onde ninguém vai
Tudo renasce e floresce a cada instante, no infinito da voz que se quer presente.
A vida tem sentimentos, gestos que se abraçam nas raízes de quem se enleia
Renascer com emoção e em desejos florescer
Fazer do grito, um infinito que arde nos silêncios aflitos
Vagueiam palavras, nas mãos dos corpos repletos por instantes, mas sempre insatisfeitos
Acordes do tempo dum cheiro perfumado, que agoira gestos e vozes
Pressentimentos de paisagens por caminhos e viagens enlaçados em amor
Lado a lado ,mãos em momentos de murmúrio ,caminham com ternura , amor e esperança.
AM
Na mão
Trago na mão a força que me move
Trago na mão o poder de mudar
A vontade de amar...
Quero dar a mão ao mundo
E num instinto profundo
Poder vociferar...
Mudem mentalidades...
Evitem fatalidades...
Não destruam a natureza
Gozem de toda a sua beleza
Porque numa geração futura
Em comunhão com uma vida pura
Lembrar-se-ao de que no passado
Muito fizeram de errado
Mas puderam a tempo evitar
Que a destruição pudesse continuar
E para que possamos viver felizes
Deixem viver as árvores..
Deixem crescer as raízes!
Luís Farto
Raízes de mim
R amos soltos
A mores perfeitos
I rmãos amigos
Z angas leves
E m laços estreitos
S ementes de mim
Raízes de mim
R amos soltos
A mores perfeitos
I rmãos amigos
Z angas leves
E m laços estreitos
S ementes de mim
D ou-lhes a mão
E nvolta em caricias
M antenho o meu amor
I nabalavél
M anto que os cobre
Os meus maiores tesouros...
Anabela Fernandes.
Estranha forma escrita
por emoções milagrosas da vida
Inesperadamente, e mutável como o servo do destino
Bendito é, provavelmente, hora santa
E próximas finas sugere uma ferida em sua vida
E nvolta em caricias
M antenho o meu amor
I nabalavél
M anto que os cobre
Os meus maiores tesouros...
Anabela Fernandes.
Estranha forma escrita
por emoções milagrosas da vida
Inesperadamente, e mutável como o servo do destino
Bendito é, provavelmente, hora santa
E próximas finas sugere uma ferida em sua vida
...Mas eu alcanço a sua mão para ir com você através da noite
Peço um desejo só para dar esperança de passar toda a confusão
E eu ir para a sua mão pegando um pedaço de estrada com você
Na certeza do amanhã para ver a luz.
Como destroços no fluxo do ser, vivemos
Muitas vezes, os tempos são sanguessugas sobre o mar
Mas a ousadia resgata muitas vezes com a sorte
Vamos caminhar pela vida com ousadia
Em reverência aqui e ali encalhado
Vamos combinar a nossa luz e encontrar novos horizontes
Sonia Pinto
TUDO EMERGE
Com a mão repartimos, com a mão semeamos, com os braços amparamos
A Força da vida, a seiva o sangue, num pulsar de vontade,
percorre nosso corpo sendo a vitalidade para esta aventura.
Há vidas submergidas, cujos sonhos se perderam em rios de pranto.
Mas olhemos, largos são os espaços, mares, clareiras bosques, as linhas de água, fitas de seda brilhando rumorejantes.Searas…
ondulantes em campos d’ouro.São telas generosas que os poetas olham em contemplação. Não se instale melancolia nem desanimo.
Semeia confiante a semente fértil do futuro.
Verás a semente desabrochar, com sabedoria pacientemente, verás a árvore crescer, depois desfruta a sombra, na harmoniosa sabedoria do tempo que passa. Já no outono da vida, provarás a doçura da aventura que foi viver sabendo semear.
Ouvirás os ecos do mundo,talvez escutes que muitos como tu semearam com amor. Talvez consigas dentre eles caminhar rumo á felicidade.
Porque nós seres perecíveis, somos a força de viver. A seiva o sangue o engenho num pulsar de vontade,aves que buscam liberdade!!!
Augusta Maria Gonçalves.
Minhas mãos
Minhas mãos trabalham
falam, movimentam-se
minhas mãos exprimem
carinho, amor, ternura
afagam, acariciam.
Peço um desejo só para dar esperança de passar toda a confusão
E eu ir para a sua mão pegando um pedaço de estrada com você
Na certeza do amanhã para ver a luz.
Como destroços no fluxo do ser, vivemos
Muitas vezes, os tempos são sanguessugas sobre o mar
Mas a ousadia resgata muitas vezes com a sorte
Vamos caminhar pela vida com ousadia
Em reverência aqui e ali encalhado
Vamos combinar a nossa luz e encontrar novos horizontes
Sonia Pinto
TUDO EMERGE
Com a mão repartimos, com a mão semeamos, com os braços amparamos
A Força da vida, a seiva o sangue, num pulsar de vontade,
percorre nosso corpo sendo a vitalidade para esta aventura.
Há vidas submergidas, cujos sonhos se perderam em rios de pranto.
Mas olhemos, largos são os espaços, mares, clareiras bosques, as linhas de água, fitas de seda brilhando rumorejantes.Searas…
ondulantes em campos d’ouro.São telas generosas que os poetas olham em contemplação. Não se instale melancolia nem desanimo.
Semeia confiante a semente fértil do futuro.
Verás a semente desabrochar, com sabedoria pacientemente, verás a árvore crescer, depois desfruta a sombra, na harmoniosa sabedoria do tempo que passa. Já no outono da vida, provarás a doçura da aventura que foi viver sabendo semear.
Ouvirás os ecos do mundo,talvez escutes que muitos como tu semearam com amor. Talvez consigas dentre eles caminhar rumo á felicidade.
Porque nós seres perecíveis, somos a força de viver. A seiva o sangue o engenho num pulsar de vontade,aves que buscam liberdade!!!
Augusta Maria Gonçalves.
Minhas mãos
Minhas mãos trabalham
falam, movimentam-se
minhas mãos exprimem
carinho, amor, ternura
afagam, acariciam.
Minhas mãos nunca estão paradas
elas pintam, desenham, escrevem
minhas mãos fazem um pouco de tudo
no meu dia-a-dia.
São mãos divinas são mãos de luz
são mãos que Deus me deu
são mãos de mulher
são mãos de menina.
Minhas mãos balançam
como se fosse uma dança
minhas mãos me encantam
e muitas vezes me espantam.
Direitos de @utor reservados
Mila Lopes
Vida!
Uma semente
Deitada á terra
Dançou
Com o vento
Se infiltrou
No chão.
Perdida!
Não se perdeu
Só se escondeu
Porque,
Apareceu das raízes
A recém-nascida.
As mãos trataram
Dela,
Cuidaram
Dela,
O amor a desenvolveu
Cresceu.
Hoje…
É o ar que respiro!
Pra viver…
Sair de casa,
Pra conviver
Amar e relaxar!
Fernanda Bizarro
Palma da Mão
Na palma da mão a árvore da vida
Ceiva de sangue de procriação
Fonte de amor de afetos florida
Árvore genealógica em ascensão
Dádiva que conduz com serenidade
Porto de abrigo apaziguador
Carícias de paixão e fraternidade
Luz colorida que conduz o amor
Na palma da mão a sabedoria
Caricia silente, arrebol dourado
Pauta harmoniosa de eterna melodia
Na palma da mão caminho traçado
Semeia e colhe o que foi semeando
No terreno da vida em aprendizagem
Recebe o amor com amor amando
Na palma da mão o sonho a miragem.
De Adelaide Simões Rosa
elas pintam, desenham, escrevem
minhas mãos fazem um pouco de tudo
no meu dia-a-dia.
São mãos divinas são mãos de luz
são mãos que Deus me deu
são mãos de mulher
são mãos de menina.
Minhas mãos balançam
como se fosse uma dança
minhas mãos me encantam
e muitas vezes me espantam.
Direitos de @utor reservados
Mila Lopes
Vida!
Uma semente
Deitada á terra
Dançou
Com o vento
Se infiltrou
No chão.
Perdida!
Não se perdeu
Só se escondeu
Porque,
Apareceu das raízes
A recém-nascida.
As mãos trataram
Dela,
Cuidaram
Dela,
O amor a desenvolveu
Cresceu.
Hoje…
É o ar que respiro!
Pra viver…
Sair de casa,
Pra conviver
Amar e relaxar!
Fernanda Bizarro
Palma da Mão
Na palma da mão a árvore da vida
Ceiva de sangue de procriação
Fonte de amor de afetos florida
Árvore genealógica em ascensão
Dádiva que conduz com serenidade
Porto de abrigo apaziguador
Carícias de paixão e fraternidade
Luz colorida que conduz o amor
Na palma da mão a sabedoria
Caricia silente, arrebol dourado
Pauta harmoniosa de eterna melodia
Na palma da mão caminho traçado
Semeia e colhe o que foi semeando
No terreno da vida em aprendizagem
Recebe o amor com amor amando
Na palma da mão o sonho a miragem.
De Adelaide Simões Rosa
05-04-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 05-04-2016
Tu...não estás!
Procuro- me...
Tento encontrar minha paz
Fecho os olhos
Fecho a alma
Tento...
Mas não sou capaz
Procuro-te
Peço-te ajuda
Um simples sopro de ajuda
Mas o vento...
O vento apenas muda
Nada de novo traz
Então, como que por telepatia
Sigo no pensamento que me guia
Meditando...
Implorando...
E como que por magia
Abre-se o Céu e a Terra
Ouve-se a voz que grita e berra
Ouvem-se Anjos cantando
Abro os olhos chorando
Mas tu...
Tu já não estás!
Luís Farto
Há momentos
Há momentos só meus...
Eu dum lado;
e do outro lado o mundo!
Estou a ver-me além...
além na minha infância!
Desço de dentro de mim...
procuro...
procuro bem em mim...
E... já na realidade,
olho à minha volta...
Oh! Que dia lindo!
Que sol radioso!
Oh céu! Céu infinito!
Oh ventos! Ventos quentes!
E o mar...
Mar largo dos meus olhos,
Onde para?
Onde começa?
Não sei!
Afinal... ninguém sabe!
... É a vida! A lei da vida!
Pombos, gaivotas,
falas, gestos, risos...
Risos de crianças!
Bonito é vê-las!
Tem-se a impressão,
de que, como elas,
brinca também o sol,
o vento, o mar...
e tudo o que no mundo
é graça e alegria!
- E, de repente,
sem querer,
veio-me agora
esta lembrança:
Hão de crescer,
hão de aprender,
e... hão de ser um dia...
como os pais
... como os pais
foram um dia, crianças!
Há momentos
Há momentos só meus...
Eu dum lado;
e do outro lado o mundo!
Estou a ver-me além...
além na minha infância!
Desço de dentro de mim...
procuro...
procuro bem em mim...
E... já na realidade,
olho à minha volta...
Oh! Que dia lindo!
Que sol radioso!
Oh céu! Céu infinito!
Oh ventos! Ventos quentes!
E o mar...
Mar largo dos meus olhos,
Onde para?
Onde começa?
Não sei!
Afinal... ninguém sabe!
... É a vida! A lei da vida!
Pombos, gaivotas,
falas, gestos, risos...
Risos de crianças!
Bonito é vê-las!
Tem-se a impressão,
de que, como elas,
brinca também o sol,
o vento, o mar...
e tudo o que no mundo
é graça e alegria!
- E, de repente,
sem querer,
veio-me agora
esta lembrança:
Hão de crescer,
hão de aprender,
e... hão de ser um dia...
como os pais
... como os pais
foram um dia, crianças!
Mª da Graça Dordo Dimas
Meditação
Sente-te, ouve-te, medita-te,
O vento flui dentro de ti
A comunhão com, o teu eu,
Harmoniza com o teu ser.
Paz, tranquilidade,
Solta-te os sentidos
Fala ao teu interior
Numa palavra única.
A resposta sentida
Num plano de magia
Faz-te renascer
Imbuída de harmonia.
Meditação,
Ponto de comunhão
Caminhando passo a passo
Ao encontro de ti.
Sente-te!
Ana Matias
MEDITAR!
Atitudes,
Comportamentos,
Estados de alma…
Me fazem meditar!
Liberto no momento
Meu pensamento…
Navego em quente mar…
Sinto profunda calma…
Interrogo sentimentos,
Vicissitudes!
Paz que me alenta
Quando ao entardecer
De tudo me alheio!
No silêncio que é meu
Divago na imaginação…
Com suavidade no coração
Esqueço tudo o que doeu!
Abraço meu devaneio
Não o deixo desvanecer
Por tanto que me acalenta.
Rosa Céu
MEDITANDO
Que tempo é agora?
De quanto tempo, este tempo não para de parar?
Este tempo de amar!
E o mar espraia-se na areia,
O sol encobre-se no horizonte,
As estrelas nascem no firmamento,
Para se apagarem na tranquilidade do mar.
Corações solitários,
Folhas ao vento
Na tristeza,
Como amantes da solidão
Que baixou às almas.
Gotículas de orvalho remanescem
Na esperança do amanhecer.
Nas nuvens bailarei
Em carruagem de fogo
Em passeio no paraíso
Algures sobre o arco-íris.
A vida, como inverno de folhas secas
Transformar-se-á em sopro de searas,
Ondulando com o vento.
A mais doce melodia
Quero ouvi-la na liberdade de um beijo.
No raiar do sol,
Uma canção de amor dorme em meus lábios.
Meditação
Sente-te, ouve-te, medita-te,
O vento flui dentro de ti
A comunhão com, o teu eu,
Harmoniza com o teu ser.
Paz, tranquilidade,
Solta-te os sentidos
Fala ao teu interior
Numa palavra única.
A resposta sentida
Num plano de magia
Faz-te renascer
Imbuída de harmonia.
Meditação,
Ponto de comunhão
Caminhando passo a passo
Ao encontro de ti.
Sente-te!
Ana Matias
MEDITAR!
Atitudes,
Comportamentos,
Estados de alma…
Me fazem meditar!
Liberto no momento
Meu pensamento…
Navego em quente mar…
Sinto profunda calma…
Interrogo sentimentos,
Vicissitudes!
Paz que me alenta
Quando ao entardecer
De tudo me alheio!
No silêncio que é meu
Divago na imaginação…
Com suavidade no coração
Esqueço tudo o que doeu!
Abraço meu devaneio
Não o deixo desvanecer
Por tanto que me acalenta.
Rosa Céu
MEDITANDO
Que tempo é agora?
De quanto tempo, este tempo não para de parar?
Este tempo de amar!
E o mar espraia-se na areia,
O sol encobre-se no horizonte,
As estrelas nascem no firmamento,
Para se apagarem na tranquilidade do mar.
Corações solitários,
Folhas ao vento
Na tristeza,
Como amantes da solidão
Que baixou às almas.
Gotículas de orvalho remanescem
Na esperança do amanhecer.
Nas nuvens bailarei
Em carruagem de fogo
Em passeio no paraíso
Algures sobre o arco-íris.
A vida, como inverno de folhas secas
Transformar-se-á em sopro de searas,
Ondulando com o vento.
A mais doce melodia
Quero ouvi-la na liberdade de um beijo.
No raiar do sol,
Uma canção de amor dorme em meus lábios.
José Lopes da Nave
CONTEMPLO
Contemplo o infinito no silêncio de aurora
Mergulho no mar das minhas emoções
Ao sabor das ondas da minha memória
Cruzei-me com o tempo das minhas ilusões
Ao sabor do vento segui lentamente
Perfumei-me do aroma q’o vento trazia
O céu escureceu trouxe-me um presente
Chuvinha de verão que a minha alma aquecia
Relaxei meus sentidos pedi um desejo
Olhei o horizonte meio adormecida
Sonhei o meu tempo na estrada da vida
Sonhos de amor o coração aquece
Senti o primeiro beijo que um dia m’deste
Quando de amor por ti fiquei perdida
De Adelaide Simões Rosa
Equilíbrio
Ás vezes faço de conta
Que brinco ás escondidas
Com o sol que me ilumina
Que nunca me abandona
E se move de dentro para fora
Se apodera de mim
E me inspira de fora para dentro
Como o primeiro sopro de vida
Perturbação e reconhecimento
Numa mudança incessante
Até à total tranquilidade
Toma conta do meu corpo
É como saber atingir a plenitude das sensações
É ter destreza suficiente e calmante
É estar num ambiente inviolável
Todos os instantes
Como se a alma parecesse apenas uma simples respiração do corpo
É no meu silêncio
Que sinto o corpo falar sobre o meu pensamento
Que faz intervalos com o destino
E aquilo que existe de mais autêntico e delicado
Me faz latejar e continuar a viver
O meu corpo assume a responsabilidade
De estar ligado de maneira inseparável, íntima e necessária
Ao conhecimento e sentimentos próprios
Que me ajudam a entender o que ocorre na minha própria vida
A alma é como um pequeno pedaço de madeira
Que, colocado no interior de um instrumento de cordas, comunica as vibrações a todas as partes do instrumento
Como a alma de um violino
E assim o meu corpo dá respostas
Até não ter mais fôlego
Sou um aglomerado de princípios morais que estabelecem determinados julgamentos
As atitudes ou finalidades ligadas entre si
É como um beijo
Quando dado ou recebido destaca a essência, posição ou condição de ser
Como a beleza, bondade e generosidade
Compõe e integra a natureza de um ser
Quando sentido revela o que há de mais significante ou relevante
Não sofre alteração ...
É amigável e obedece às leis da retidão ou integridade de caráter, honestidade e honradez
Vivo e caminho sempre , mesmo que a estrada seja sinuosa
E estar em constante movimento para manter o equilíbrio...
CONTEMPLO
Contemplo o infinito no silêncio de aurora
Mergulho no mar das minhas emoções
Ao sabor das ondas da minha memória
Cruzei-me com o tempo das minhas ilusões
Ao sabor do vento segui lentamente
Perfumei-me do aroma q’o vento trazia
O céu escureceu trouxe-me um presente
Chuvinha de verão que a minha alma aquecia
Relaxei meus sentidos pedi um desejo
Olhei o horizonte meio adormecida
Sonhei o meu tempo na estrada da vida
Sonhos de amor o coração aquece
Senti o primeiro beijo que um dia m’deste
Quando de amor por ti fiquei perdida
De Adelaide Simões Rosa
Equilíbrio
Ás vezes faço de conta
Que brinco ás escondidas
Com o sol que me ilumina
Que nunca me abandona
E se move de dentro para fora
Se apodera de mim
E me inspira de fora para dentro
Como o primeiro sopro de vida
Perturbação e reconhecimento
Numa mudança incessante
Até à total tranquilidade
Toma conta do meu corpo
É como saber atingir a plenitude das sensações
É ter destreza suficiente e calmante
É estar num ambiente inviolável
Todos os instantes
Como se a alma parecesse apenas uma simples respiração do corpo
É no meu silêncio
Que sinto o corpo falar sobre o meu pensamento
Que faz intervalos com o destino
E aquilo que existe de mais autêntico e delicado
Me faz latejar e continuar a viver
O meu corpo assume a responsabilidade
De estar ligado de maneira inseparável, íntima e necessária
Ao conhecimento e sentimentos próprios
Que me ajudam a entender o que ocorre na minha própria vida
A alma é como um pequeno pedaço de madeira
Que, colocado no interior de um instrumento de cordas, comunica as vibrações a todas as partes do instrumento
Como a alma de um violino
E assim o meu corpo dá respostas
Até não ter mais fôlego
Sou um aglomerado de princípios morais que estabelecem determinados julgamentos
As atitudes ou finalidades ligadas entre si
É como um beijo
Quando dado ou recebido destaca a essência, posição ou condição de ser
Como a beleza, bondade e generosidade
Compõe e integra a natureza de um ser
Quando sentido revela o que há de mais significante ou relevante
Não sofre alteração ...
É amigável e obedece às leis da retidão ou integridade de caráter, honestidade e honradez
Vivo e caminho sempre , mesmo que a estrada seja sinuosa
E estar em constante movimento para manter o equilíbrio...
A M
Em busca de...
Fecho os olhos
E medito
Buscando a minha paz
Interior
Acredito
Na força
Do universo
Na luz divina
Me deixo absorver
Pelos tons do arco-íris
Mas vou mais longe
Sentindo em mim
O quente do violeta
Se entrenha no meu ser
A mente se abriu
Alcanço a paz
Plena e absoluta
Respiro
Estou em comunhão
Com o universo
Em busca de...
Fecho os olhos
E medito
Buscando a minha paz
Interior
Acredito
Na força
Do universo
Na luz divina
Me deixo absorver
Pelos tons do arco-íris
Mas vou mais longe
Sentindo em mim
O quente do violeta
Se entrenha no meu ser
A mente se abriu
Alcanço a paz
Plena e absoluta
Respiro
Estou em comunhão
Com o universo
Anabela Fernandes
SONHO
Vi o sol no horizonte, enquanto em ti pensava
Lembrei-me do nosso amor, do carinho e do calor
Nessa praia, onde estava
Vi teus olhos extasiados, de amor extravasados
Olhando no olhar meu
Nos beijos que então trocámos, tanto amor nós dedicámos
Não sei bem porque ele morreu
Sentei-me a meditar, pensando nesse olhar
Que tanto amor me deu
Desse nosso amor bonito, que no meu peito é um grito
Por não ter o olhar teu
Deixei-me então embalar, pelas ondas desse mar
Onde meu amor, jurei
Agora com tua ausência, pesa-me a consciência
Pensar que te magoei
Sinto então uma presença, um rumor, uma querença
Pensava que era alguém
Mas era apenas o vento, com um suave lamento
Não estava ali ninguém
O mar de nós se lembrava e uma onda beijava
Aquela branca areia
Pareceu-me ouvir chamar, estaria eu a sonhar
Ou cantava uma sereia
Olhei e vi-te chegar, com esse bonito olhar
Com que olhavas para mim
Deste-me um beijo demorado e de amor perfumado
Num abraço sem ter fim
Mil beijos então, trocámos, nossa paixão, celebrámos
Num amor doce e sentido
Mas o mar interrompeu, esse lindo sonho meu
Em que sonhava contigo
António Henriques
Amo
Amo andar pelo campo, ver ,sentir e estar em contato com a natureza
amo olhar tudo o que me rodeia o céu as árvores as flores de todas as cores.
Amo ver e as borboletas coloridas a voar pelo ar e poisando de flor em flor
amo deitar-me á beira da ribeira a sonhar e a meditar
amo sentir o aroma das ervas e o perfume das flores que se misturam
deixando o ar perfumado
amo sensação de viver em liberdade e olhar para o alto e ver o céu que amo
e a brilhante luz do sol beijando e acariciando o meu rosto
amo sentir-me bem comigo mesma e com a paz interior que invade meu ser.
Paz!...Que só é quebrada pelo barulho do vento que assobia aos meus ouvidos
ou pelo voar de alguns pássaros cruzando o céu .
Olho para o céu e elevo os meus pensamentos e agradeço a Jesus por tudo o que me dá
pela minha família, pelos meus amigos/as
pela saúde, pelo amor ,pela esperança ,pela fé que tenho no meu coração.
--------------------------------------*-----------------------------------------
______Amo viver assim serena com paz e luz dentro do meu ser_____
SONHO
Vi o sol no horizonte, enquanto em ti pensava
Lembrei-me do nosso amor, do carinho e do calor
Nessa praia, onde estava
Vi teus olhos extasiados, de amor extravasados
Olhando no olhar meu
Nos beijos que então trocámos, tanto amor nós dedicámos
Não sei bem porque ele morreu
Sentei-me a meditar, pensando nesse olhar
Que tanto amor me deu
Desse nosso amor bonito, que no meu peito é um grito
Por não ter o olhar teu
Deixei-me então embalar, pelas ondas desse mar
Onde meu amor, jurei
Agora com tua ausência, pesa-me a consciência
Pensar que te magoei
Sinto então uma presença, um rumor, uma querença
Pensava que era alguém
Mas era apenas o vento, com um suave lamento
Não estava ali ninguém
O mar de nós se lembrava e uma onda beijava
Aquela branca areia
Pareceu-me ouvir chamar, estaria eu a sonhar
Ou cantava uma sereia
Olhei e vi-te chegar, com esse bonito olhar
Com que olhavas para mim
Deste-me um beijo demorado e de amor perfumado
Num abraço sem ter fim
Mil beijos então, trocámos, nossa paixão, celebrámos
Num amor doce e sentido
Mas o mar interrompeu, esse lindo sonho meu
Em que sonhava contigo
António Henriques
Amo
Amo andar pelo campo, ver ,sentir e estar em contato com a natureza
amo olhar tudo o que me rodeia o céu as árvores as flores de todas as cores.
Amo ver e as borboletas coloridas a voar pelo ar e poisando de flor em flor
amo deitar-me á beira da ribeira a sonhar e a meditar
amo sentir o aroma das ervas e o perfume das flores que se misturam
deixando o ar perfumado
amo sensação de viver em liberdade e olhar para o alto e ver o céu que amo
e a brilhante luz do sol beijando e acariciando o meu rosto
amo sentir-me bem comigo mesma e com a paz interior que invade meu ser.
Paz!...Que só é quebrada pelo barulho do vento que assobia aos meus ouvidos
ou pelo voar de alguns pássaros cruzando o céu .
Olho para o céu e elevo os meus pensamentos e agradeço a Jesus por tudo o que me dá
pela minha família, pelos meus amigos/as
pela saúde, pelo amor ,pela esperança ,pela fé que tenho no meu coração.
--------------------------------------*-----------------------------------------
______Amo viver assim serena com paz e luz dentro do meu ser_____
Mila Lopes
29-03-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 29-03-2016
Nesse teu olhar
repousado mas tão profundo
deleito-me abraçando o mundo
e fecho-te no meu abraço.
Nesse teu olhar
vejo as lágrimas contidas
e tantas que foram vertidas
feitas oceanos de saudade.
Olhar doce que questiona
pela angústia da distância
em doce ânsia de acariciar,
esse olhar que emociona
e faz de ti eterna fragrância
que não canso de exalar.
(Celso Cordeiro)
Olhar…
Olhar fixo…
na imensidão do horizonte perdido,
de alguém que foi esquecido!
Olhar de tristeza…
Buscando em vão,
um futuro…uma certeza!
Olhar que revela…
Mágoa, saudade,
revolta…ansiedade!
Olhar que esconde…
Lágrima reprimida,
Pela beleza perdida!
Olhar que marcou…
Um tempo, uma era,
Mas que agora desespera!
Olhar que anseia…
Por voltar a brilhar,
Por voltar a amar!
Olhar de desejo…
Olhar que invejo!
vejo as lágrimas contidas
e tantas que foram vertidas
feitas oceanos de saudade.
Olhar doce que questiona
pela angústia da distância
em doce ânsia de acariciar,
esse olhar que emociona
e faz de ti eterna fragrância
que não canso de exalar.
(Celso Cordeiro)
Olhar…
Olhar fixo…
na imensidão do horizonte perdido,
de alguém que foi esquecido!
Olhar de tristeza…
Buscando em vão,
um futuro…uma certeza!
Olhar que revela…
Mágoa, saudade,
revolta…ansiedade!
Olhar que esconde…
Lágrima reprimida,
Pela beleza perdida!
Olhar que marcou…
Um tempo, uma era,
Mas que agora desespera!
Olhar que anseia…
Por voltar a brilhar,
Por voltar a amar!
Olhar de desejo…
Olhar que invejo!
Luís Farto
Tristes olhos
Seus olhos choram...
Sem uma lágrima derramar
Sua boca grita...
Sem um som se escutar
Seu coração sangra...
Sem gota de sangue se lhe escapar
Tristes olhos
Seus olhos choram...
Sem uma lágrima derramar
Sua boca grita...
Sem um som se escutar
Seu coração sangra...
Sem gota de sangue se lhe escapar
E neste encoberto silêncio…
Sua alma, em anunciada aflição,
Enrosca-se …
Na manta da solidão
Fátima Rodrigues
EM TEUS OLHOS
Se um dia em teus olhos me perder
Saibas que por lá ficarei
Em sinal do meu querer
A ti, que sempre amarei...
Isabel Lucas Simões
Olhando o planeta
Olhando a Terra
observamos
que a paz e a concórdia,
entre os povos
estão em agonia.
Beligerâncias
alastram pelos continentes
e devastam
a alma da humanidade.
Irmão contra irmão
em nome de uma fé menor,
incutida ardilosamente
na mente do ser.
Sua alma, em anunciada aflição,
Enrosca-se …
Na manta da solidão
Fátima Rodrigues
EM TEUS OLHOS
Se um dia em teus olhos me perder
Saibas que por lá ficarei
Em sinal do meu querer
A ti, que sempre amarei...
Isabel Lucas Simões
Olhando o planeta
Olhando a Terra
observamos
que a paz e a concórdia,
entre os povos
estão em agonia.
Beligerâncias
alastram pelos continentes
e devastam
a alma da humanidade.
Irmão contra irmão
em nome de uma fé menor,
incutida ardilosamente
na mente do ser.
José Lopes da Nave
As estrelas parecem tão distantes
não posso toca-las
É pena ver a lua
e não poder
confessar os meus sentimentos
Usar palavras para falar
sobre sentimentos e ter coragem
Mas os sentimentos não
se dizem
sentem-se
O coração sente
a alma aprisiona
Quem ouve guarda
palavra ditas
Feliz de quem encontra
no olhar
o que as palavras não dizem
Às vezes
o que necessitamos está tão perto
Cruzamo-nos
olhamo-nos
mas não enxergamos
Não é só olhar
é necessário saber olhar
com olhos de ver
ver com a alma
analisar com o coração
Para viver basta sonhar
e nunca deslembrar de que almejar
é ser capaz
Basta aceitar
que um simples olhar pode mudar tudo
As estrelas parecem tão distantes
não posso toca-las
É pena ver a lua
e não poder
confessar os meus sentimentos
Usar palavras para falar
sobre sentimentos e ter coragem
Mas os sentimentos não
se dizem
sentem-se
O coração sente
a alma aprisiona
Quem ouve guarda
palavra ditas
Feliz de quem encontra
no olhar
o que as palavras não dizem
Às vezes
o que necessitamos está tão perto
Cruzamo-nos
olhamo-nos
mas não enxergamos
Não é só olhar
é necessário saber olhar
com olhos de ver
ver com a alma
analisar com o coração
Para viver basta sonhar
e nunca deslembrar de que almejar
é ser capaz
Basta aceitar
que um simples olhar pode mudar tudo
A M
VERDE
O poema que construí no verde dos teus olhos.
Quero declamá-lo ao mundo para erradicar abrolhos.
Hão de, juntos os nossos olhos, revestir de verde sobrançarias.
Hão de, juntos, amadurecer as searas de trigo, em todas as pradarias.
Hão de, juntos, vencer todos os males e todos os perigos e seus indícios.
Hão de, juntos, conquistar a paz entre todos os povos ou tribos ou grei.
Hão de, juntos, apaziguar vozes ruidosas, gananciosas e de injusta lei.
VERDE
O poema que construí no verde dos teus olhos.
Quero declamá-lo ao mundo para erradicar abrolhos.
Hão de, juntos os nossos olhos, revestir de verde sobrançarias.
Hão de, juntos, amadurecer as searas de trigo, em todas as pradarias.
Hão de, juntos, vencer todos os males e todos os perigos e seus indícios.
Hão de, juntos, conquistar a paz entre todos os povos ou tribos ou grei.
Hão de, juntos, apaziguar vozes ruidosas, gananciosas e de injusta lei.
Hão de, juntos os nossos olhos, multiplicar a esperança de dias melhores.
E, mundialmente, hão de contagiar todos os homens e todos os seres.
De ímpar fulgor, de ímpar amor e condor, de ímpares olhares.
Alagando os mares e todos os lugares do verde dos meus olhos nos teus.
Do verde dos nossos olhos, que eternizarão o verde no infinito azul dos céus.
Declamá-lo-ei ao mundo, o poema que com o verde dos nossos olhos construí.
Para sossegar meu coração, que chora os olhos escuros, que em azul eu não converti.
In “Momentos Meus” – Silvina Ribeiro
Teus Olhos
Nos teus olhos
vejo meu coração
ansiedade existente
nesta declaração
Teus olhos
transparentes repletos
de amor
Brilho intenso
vidrado ao luar
Magia persiste
Alma abortando
nos olhos tem sua arte
Teus olhos
o estéreo espaço infinito
Amo teus olhos
Berlindes de luz
Espreita para longe
teu olhar esconder
Desafia quem está lá dentro
neste clima incerto
e traiçoeiro.
Então surge te olhar quente de mais
para ser descoberto
logo a seguir
E, mundialmente, hão de contagiar todos os homens e todos os seres.
De ímpar fulgor, de ímpar amor e condor, de ímpares olhares.
Alagando os mares e todos os lugares do verde dos meus olhos nos teus.
Do verde dos nossos olhos, que eternizarão o verde no infinito azul dos céus.
Declamá-lo-ei ao mundo, o poema que com o verde dos nossos olhos construí.
Para sossegar meu coração, que chora os olhos escuros, que em azul eu não converti.
In “Momentos Meus” – Silvina Ribeiro
Teus Olhos
Nos teus olhos
vejo meu coração
ansiedade existente
nesta declaração
Teus olhos
transparentes repletos
de amor
Brilho intenso
vidrado ao luar
Magia persiste
Alma abortando
nos olhos tem sua arte
Teus olhos
o estéreo espaço infinito
Amo teus olhos
Berlindes de luz
Espreita para longe
teu olhar esconder
Desafia quem está lá dentro
neste clima incerto
e traiçoeiro.
Então surge te olhar quente de mais
para ser descoberto
logo a seguir
Sonia Pinto
ELA
Ela comia o bolo,
Comia o bolo e bebia o chá.
Seus olhos absortos
Fixavam o nada.
Será que fixavam o nada?
Ou não sonharia o tudo
Que ansiava ver?
Mas
Ela,
A mulher sentada na mesa ao lado
Mastigava o bolo,
Bebia o chá
E...
Olhava absorta
Além do infinito.
A mulher sentada na mesa ao lado
Bebia o chá
E comia o bolo
Num mundo para lá do infinito.
ELA
Ela comia o bolo,
Comia o bolo e bebia o chá.
Seus olhos absortos
Fixavam o nada.
Será que fixavam o nada?
Ou não sonharia o tudo
Que ansiava ver?
Mas
Ela,
A mulher sentada na mesa ao lado
Mastigava o bolo,
Bebia o chá
E...
Olhava absorta
Além do infinito.
A mulher sentada na mesa ao lado
Bebia o chá
E comia o bolo
Num mundo para lá do infinito.
De Maria La-Salete Sá
TEU DOCE OLHAR
Teus olhos que lindos são
Verdes com tom azulado
Ao vê-los meu coração
Ficou por eles encantado
Eles são obra de Deus
Que te deu esse olhar
Juntou um pouco dos céus
A um pedaço de mar
Ao ver teus olhos querida
Fiquei logo apaixonado
Meu coração deu guarida
Ao teu olhar adorado
Pelos lindos olhos teus
Estão os meus a chorar
Por isso peço a Deus
Deles não me separar
Tem tal força teu olhar
Que me fascina e enlouquece
Nunca de os ver vou cansar
Meu coração deles não esquece
Têm eles um tal fulgor
Para os meus enfeitiçar
Que lindo poema de amor
Tens nesse teu doce olhar
António Henriques
Poeta é Poeta!
Procuro a poesia
no âmago da vida.
Busco no nada
um pouco de tudo.
Em cada olhar
em cada sorriso,
procuro o amor
simples,
mas profundo.
Inspiro-me na Luz
nas sombras do mundo!
Umas vezes em cima
outras no fundo,
ao ver este mundo
tão moribundo...
Busco na vida
a palavra correta
e tento fazer
a vida poética!
Crio coragem
e visto a roupagem,
a roupagem que veste
o grande Poeta!...
Uma coisa é certa,
Poeta é Poeta!...
...Desde que adormece
até que desperta!
TEU DOCE OLHAR
Teus olhos que lindos são
Verdes com tom azulado
Ao vê-los meu coração
Ficou por eles encantado
Eles são obra de Deus
Que te deu esse olhar
Juntou um pouco dos céus
A um pedaço de mar
Ao ver teus olhos querida
Fiquei logo apaixonado
Meu coração deu guarida
Ao teu olhar adorado
Pelos lindos olhos teus
Estão os meus a chorar
Por isso peço a Deus
Deles não me separar
Tem tal força teu olhar
Que me fascina e enlouquece
Nunca de os ver vou cansar
Meu coração deles não esquece
Têm eles um tal fulgor
Para os meus enfeitiçar
Que lindo poema de amor
Tens nesse teu doce olhar
António Henriques
Poeta é Poeta!
Procuro a poesia
no âmago da vida.
Busco no nada
um pouco de tudo.
Em cada olhar
em cada sorriso,
procuro o amor
simples,
mas profundo.
Inspiro-me na Luz
nas sombras do mundo!
Umas vezes em cima
outras no fundo,
ao ver este mundo
tão moribundo...
Busco na vida
a palavra correta
e tento fazer
a vida poética!
Crio coragem
e visto a roupagem,
a roupagem que veste
o grande Poeta!...
Uma coisa é certa,
Poeta é Poeta!...
...Desde que adormece
até que desperta!
Mª da Graça Dordio Dimas
O CRISTAL DESSE OLHAR
Contemplar!
Era de tal modo cristalina a retina desse olhar.
Que eu entrava por ela, como se um mar de encanto fosse.
Depois no intervalo de sorrir,
Duas lágrimas faziam uma onda.
Eu pequeno veleiro, de vela enfonada.
Rumava a um lugar tão reservado.
Ali depois aportava.
Nessa ilha idílica, onde palmeiras jucosas se debruçam sobre areias.
Levas-me contigo. Entre matas virgens, corre caprichoso um rio de água doce!
Há um gramado., lianas, o murmúreo do mar. as flores tropicais,
Os cheiros mágicos do entardecer.
Estamos no recato da nudez da tarde! Nesse lugar recôndito…
Esse lugar onde a luz desses olhos me fez chegar.
Temo só o primeiro beijo,
Porque depois, amor. Sei que tu. de mim farás, a musa dessa ilha impar.
Onde eu perdida de amor por ti, fui num frágil veleiro ao fundo dessa ilhas que tu és.
Guiada pelo encanto desse olhar.
Sei!
És esse deus grego das antigas histórias de encantar!
Augusta Maria Gonçalves.
NOS MEUS OLHOS
Nos meus olhos carrego meu mundo
São espelho do que dita minha alma…
Nos meus olhos tenho um mar profundo
De lágrimas da emoção que me acalma.
Nos meus olhos tenho meu sonhar
E na sua cor verde a minha esperança…
Nos meus olhos conjugo o verbo amar
Para quem me ama e fez a mudança.
Rosa Céu (© Direitos de autoria reservados)
O MEU MUNDO.
Olhar de felino
se entranha
e arranha
feito menino
no verde
da esperança
traz a bonança
conquista o mundo
no olhar tão profundo
onde me perdi...
O CRISTAL DESSE OLHAR
Contemplar!
Era de tal modo cristalina a retina desse olhar.
Que eu entrava por ela, como se um mar de encanto fosse.
Depois no intervalo de sorrir,
Duas lágrimas faziam uma onda.
Eu pequeno veleiro, de vela enfonada.
Rumava a um lugar tão reservado.
Ali depois aportava.
Nessa ilha idílica, onde palmeiras jucosas se debruçam sobre areias.
Levas-me contigo. Entre matas virgens, corre caprichoso um rio de água doce!
Há um gramado., lianas, o murmúreo do mar. as flores tropicais,
Os cheiros mágicos do entardecer.
Estamos no recato da nudez da tarde! Nesse lugar recôndito…
Esse lugar onde a luz desses olhos me fez chegar.
Temo só o primeiro beijo,
Porque depois, amor. Sei que tu. de mim farás, a musa dessa ilha impar.
Onde eu perdida de amor por ti, fui num frágil veleiro ao fundo dessa ilhas que tu és.
Guiada pelo encanto desse olhar.
Sei!
És esse deus grego das antigas histórias de encantar!
Augusta Maria Gonçalves.
NOS MEUS OLHOS
Nos meus olhos carrego meu mundo
São espelho do que dita minha alma…
Nos meus olhos tenho um mar profundo
De lágrimas da emoção que me acalma.
Nos meus olhos tenho meu sonhar
E na sua cor verde a minha esperança…
Nos meus olhos conjugo o verbo amar
Para quem me ama e fez a mudança.
Rosa Céu (© Direitos de autoria reservados)
O MEU MUNDO.
Olhar de felino
se entranha
e arranha
feito menino
no verde
da esperança
traz a bonança
conquista o mundo
no olhar tão profundo
onde me perdi...
Num dia de Verão
toca meu coração
olhando o mar
te convido a entrar
entre os salpicos da água
me prendo em ti
rasgando a aurora
fogosos olhares
não há tempo
nem hora
de ali me deixares
Aos olhos do mundo
sedutor
e amante
te fixo bem fundo
criança perdida
procura o rumo
e eu...
numa infinita insensatez
desnudo a minha alma
e o amor eu assumo.
Anabela Fernandes
toca meu coração
olhando o mar
te convido a entrar
entre os salpicos da água
me prendo em ti
rasgando a aurora
fogosos olhares
não há tempo
nem hora
de ali me deixares
Aos olhos do mundo
sedutor
e amante
te fixo bem fundo
criança perdida
procura o rumo
e eu...
numa infinita insensatez
desnudo a minha alma
e o amor eu assumo.
Anabela Fernandes
22-03-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 22-03-2016
A orquestra inicia!...
Embalo a alma
nos misteriosos sons
d`uma sinfonia...
Tento
acompanhar a melodia...
Peço a tua mão
dançamos no salão,
eleva-se
a voz do coração...
Olhares cruzados
amores partilhados...
Momentos de paixão!...
Esqueço
a tristeza,
a dor
e a deceção...
Existe
magia no ar,
bem difícil de explicar...
A orquestra
parou de tocar!
A sinfonia inacabada
essa,
irá continuar!...
E eu,
eu continuo a dançar...
No livro em branco
da minha existência,
sou uma dançarina
por excelência!
Mª da Graça Dordio Dimas
VIOLINO MEU
Objecto do mais fino esmero,
De beleza singela, singular,
Que de Amores canta
Pelo dedilhar dos meus dedos finos e esguios
Por ti tão conhecidos.
Acaricio, suave e delicadamente
Cada poro das cordas assimetricamente perfiladas
Espelho da tua Alma,
O teu âmago.
Sinto-te em mim.
Fecho os olhos...
E em ti me entrego
Com se fossemos amantes
Que de tamanha cumplicidade
Se amam mais
Cada vez mais…
Nesta melodia que escrevi
Contemplada pelas Estrelas.
Sinto o som das tuas delicadas cordas
De toque de seda
Encantando meus sentidos,
Onde a minha mente se concentra
Num Universo de sons abraçados
Que estilhaçam o silêncio.
Violino meu
Que alentas a minha Alma
E adoças o meu ego
Com os beijos doces que dás
No vai e vem dos meus dedos
E os conduzes feitos Estrela guia.
Divago nessa melodia de Sonho
Que aquece o meu Coração
Dos serenos sorrisos que solto.
Iluminas-me a Alma
Acalmas a minha dor
E me deixas levar
Silenciosa e serena
Como pétala na leveza do ar.
Violino meu
Prazer comungado,
Fusão do Tempo,
Cântico de Anjo inocente
De asas de mil cores,
Desejo perpétuo do meu Coração.
Isabel Lucas Simões
A TIMBRADA VOZ DO VIOLINO.
No calmo entardecer, melodias entoavam.
Eram ecos longínquos.
Todos os jardins repousavam embalados na brisa leve do fim de dia.
Havia flutuando no céu cerúleo, rabiscos de nuvens. Pautas de musica desfeitas, onde os pássaros deixavam semi colcheias, rebicadas com o timbre fino de seus bicos.
Havia rumores de vozes, havia cantos… havia a harmonia das orquestras. Requebravam-se as árvores num frenesim de gestos, batutas sábias das melodias intemporais. Mas as musas dançavam entre as ramarias. Eram bailarinas delicadas. O estro das tardes, refinava os toques de um violino antigo… que chorava, cada pauta que o musico lia de alma já cansada. O véu escuro do tempo descia, por escadas de seda suspensas na ramaria. Os jardins aquietavam-se. A fonte cansada de repartir sua melodia adormecia… as aves rumavam aos ninhos felizes saciadas.
Muito ao longe onde a terra acordava, refaziam-se as pautas musicais de um dia novo.O vento o violino velhinho embalava… E em todo o dia ele chorava, uma melodia de saudade por cada dia que envolto em véus adormecia.
Augusta Maria Gonçalves
TOCAM OS ACORDES
Vesti-me de plumas
segurei o teu corpo
te arrastei p`ra o salão
num mágico momento
embalados pela melodia
voámos sem destino
unidos num sentimento
que despoleta a paixão
a tua mão atrevida
percorria o meu corpo
ao som do violino
extasiados de prazer
perdemos o tino
numa dança sensual
então sós
só o luar para testemunhar
o céu a abençoar
caíram as plumas
rompemos a noite
embriagados de amor
tu e eu um cântico de louvor
Anabela Fernandes
A MELODIA
De tanto a ouvir…
De tanto a tocar…
Já sabia de cor a melodia!
Renegava a pauta…
Sem ela vibrava mais meu sentir.
Quando um dia a toquei,
Deixei cair uma nota
E sem perceber que errei
Insisti em tocá-la.
Mas faltava sempre aquela nota!
Já não lembro se era
Uma semibreve, uma colcheia
Ou até uma semifusa…
Para mim tudo estava bem!
Não me sentia confusa…
Era a irreverência,
O encanto da adolescência!
Todos estávamos felizes.
A pauta estava na minha frente
Mas eu não a lia.
A professora não sabia…
Eu a encantava e a intrigava!
Fiquei mais atenta
E do “nada”… A nota apareceu.
A melodia a todos embeveceu…
Todos me queriam ouvir
E quem mais me queria
Estava sempre presente
Como me dizendo… Estou aqui
Para te ajudar e ouvir!
Naquele tempo
Não sei se lhe agradeci!
Neste poema o faço…
Obrigada, meu amigo
Por tanto me teres apoiado.
Deixei de te ver…
Mas tua amizade
No coração guardo.
A vida teve sua trajetória
E cada um seguiu seu fado.
Rosa Céu (© Direitos de autoria reservados)
Poema
Nova Valsa
A MELODIA
De tanto a ouvir…
De tanto a tocar…
Já sabia de cor a melodia!
Renegava a pauta…
Sem ela vibrava mais meu sentir.
Quando um dia a toquei,
Deixei cair uma nota
E sem perceber que errei
Insisti em tocá-la.
Mas faltava sempre aquela nota!
Já não lembro se era
Uma semibreve, uma colcheia
Ou até uma semifusa…
Para mim tudo estava bem!
Não me sentia confusa…
Era a irreverência,
O encanto da adolescência!
Todos estávamos felizes.
A pauta estava na minha frente
Mas eu não a lia.
A professora não sabia…
Eu a encantava e a intrigava!
Fiquei mais atenta
E do “nada”… A nota apareceu.
A melodia a todos embeveceu…
Todos me queriam ouvir
E quem mais me queria
Estava sempre presente
Como me dizendo… Estou aqui
Para te ajudar e ouvir!
Naquele tempo
Não sei se lhe agradeci!
Neste poema o faço…
Obrigada, meu amigo
Por tanto me teres apoiado.
Deixei de te ver…
Mas tua amizade
No coração guardo.
A vida teve sua trajetória
E cada um seguiu seu fado.
Rosa Céu (© Direitos de autoria reservados)
Poema
Nova Valsa
Um canto encantado
um muro desabado
um assobio de cotovia
uma rima ao virar de uma esquina
Uma doçura na trajetória
de um conto de uma história
que na sonata e na bravata
desbrava a viola e a pauta
Dançam as claves de Sol
e no Dó e no Si e no Mi
migram direitas a mim e a ti
À nossa canção, que em turbilhão
dançamos na areia, no asfalto
na erva orvalhada
no pó de qualquer estrada
na atmosfera de uma estrela
e em qualquer pedaço de chão
É doce esta valsa
e agora sou valquíria
nas tuas mãos feita alquimia
feita um caderno em branco
onde me desenhas violão
trompete, piano e acordeão
Tombamos num leito feito ao nosso jeito
e ajeitamo-nos no embalo de melodias
que compomos todos os dias
Enquanto lá fora o silêncio chora
e a noite implora à lua
que com o seu luar
não lhe roube o lugar
Uma nova canção nasce
nos dedos com que te desenho
cada vez que traço
cada pedaço de ti
enquanto dormes junto a mim
ANA MARQUES
Notas soltas
Belo…
O arco que subtilmente desliza
Libertando notas ao vento
Perpetua o instante…
O momento
Numa impar melodia que brota
No som de um cavalo que trota
E que nos meus ouvidos ecoa…
Divinal…
E que bem soa!
Nas cordas…
O movimento de asas
O rosto, de beleza singela
Eternizado numa tela
Oh!...Perfeição
Que imagem sublime e mágica
Numa partitura desenhada,
Será uma balada trágica?
Ou simplesmente…
Uma sinfonia inacabada?
um muro desabado
um assobio de cotovia
uma rima ao virar de uma esquina
Uma doçura na trajetória
de um conto de uma história
que na sonata e na bravata
desbrava a viola e a pauta
Dançam as claves de Sol
e no Dó e no Si e no Mi
migram direitas a mim e a ti
À nossa canção, que em turbilhão
dançamos na areia, no asfalto
na erva orvalhada
no pó de qualquer estrada
na atmosfera de uma estrela
e em qualquer pedaço de chão
É doce esta valsa
e agora sou valquíria
nas tuas mãos feita alquimia
feita um caderno em branco
onde me desenhas violão
trompete, piano e acordeão
Tombamos num leito feito ao nosso jeito
e ajeitamo-nos no embalo de melodias
que compomos todos os dias
Enquanto lá fora o silêncio chora
e a noite implora à lua
que com o seu luar
não lhe roube o lugar
Uma nova canção nasce
nos dedos com que te desenho
cada vez que traço
cada pedaço de ti
enquanto dormes junto a mim
ANA MARQUES
Notas soltas
Belo…
O arco que subtilmente desliza
Libertando notas ao vento
Perpetua o instante…
O momento
Numa impar melodia que brota
No som de um cavalo que trota
E que nos meus ouvidos ecoa…
Divinal…
E que bem soa!
Nas cordas…
O movimento de asas
O rosto, de beleza singela
Eternizado numa tela
Oh!...Perfeição
Que imagem sublime e mágica
Numa partitura desenhada,
Será uma balada trágica?
Ou simplesmente…
Uma sinfonia inacabada?
Luís Farto
Queria ser melodia...
Entranhar-me suavemente no som do teu coração
Queria que me tocasses com delicadeza
Como as notas duma pauta musical...
...Deixa-me ... Ouve-me...Toca-me...
Como uma melodia embebecida de amor
Deixa-me ser a poesia da tua canção
Deixa em mim o som gravado de uma fantasia
Desnudada de emoções
Deixa-me voar...
Sentir profundamente
Cada compasso transitado do teu coração
Embala-me ao som deste piano
Queria ser melodia...
Entranhar-me suavemente no som do teu coração
Queria que me tocasses com delicadeza
Como as notas duma pauta musical...
...Deixa-me ... Ouve-me...Toca-me...
Como uma melodia embebecida de amor
Deixa-me ser a poesia da tua canção
Deixa em mim o som gravado de uma fantasia
Desnudada de emoções
Deixa-me voar...
Sentir profundamente
Cada compasso transitado do teu coração
Embala-me ao som deste piano
Sónia Pinto
15-03-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 15-03-2016
Refém do medo…
Não quero mais me esconder
Mascarado numa triste vergonha
Não quero fechar os olhos e fingir
Que já nada tenho para sentir
O que quero mesmo... é viver
Não quero mais me esconder
Mascarado numa triste vergonha
Não quero fechar os olhos e fingir
Que já nada tenho para sentir
O que quero mesmo... é viver
E sonhar com o que todo o homem sonha
Ergo o punho cerrado,
Interiorizo a revolta que me consome,
E num turbilhão de sentimentos,
De atrofiados pensamentos,
Bato na mesa calado, revoltado,
Com a guerra, a miséria e a fome!
Não consigo compreender,
a atitude destes fundamentalistas
Que matando indiscriminadamente
Circulam por aí impunemente
Sem medo da morte, ou de morrer,
E que dizem por aí,… são jiadistas!
Matam, invocando o nome de Alá,
Não escolhem raça, idade ou sexo,
Barbaramente, espalham o terror,
Não conhecem a palavra amor,
Nem sequer o que o futuro lhes trará,
Neste mundo, ou no a este anexo!
Será que o mal, está na religião?
Qual o porquê deste fanatismo?
O mundo não chegará para todos?
Porquê esta violência a rodos?
E no meio de tanta confusão,
Será preciso tanto extremismo?
Suporto em silêncio aquilo que vejo,
Mas vou revelar-vos um segredo,
A única coisa com que eu posso lutar
È com a minha arma (caneta) protestar,
E escrever que o meu maior desejo,
é deixar de ser… refém do medo!
Luís Farto
A máscara
Falsos moralismos
cínicos sorrisos...
personagens
vazias de coração,
exibem a obra
da sua própria criação
e pensam
ser dignas d`admiração.
São pessoas
com dupla face!
Mas chegará o dia,
o dia em que a máscara cai
e o verdadeiro permanece,
a realidade sobressai.
Revela-se
a mediocridade
a falsidade
a imoralidade...
São personagens
dignas de pena!...
Cai o pano
e o ator sai de cena!
Mª da Graça Dordio Dimas
AS MÁSCARAS.
Cansada, sofrida, amarga.
Tateei meu rosto, frio.
Tinha nos lábios o gosto do beijo perdido.
Mas retinha nos olhos a visão de um amor…
Presente tão antigo.
Partimos um dia cada qual, numa diferente direção.
Tu para a vida desbravar, eu…
Este vaso de carinhos, despida de mimos, já sem ninho,
Fui ave de perdidas asas, a chorar.
Ausente de ti! De mim da vida, apenas carregando, a ansia de encontrar.
O beiral ao sol da vida, onde o Sol, mora-se, talvez até um coração cheio de amor para comigo partilhar.
Foi a vida, a escola perfeita, onde aprendi, tudo, talvez, tanto ou nada.
Porque dei por mim, sempre a sorrir, num caminho de espinhos, rosas?
Só eu já tão desfolhada. São tantas as máscaras, que fazem parecer, que há angélicos seres, despidos de valores, que enganosamente doce falam.
Deixam cair a máscara, são apenas seres despidos de alma, são mentira!
São fogos fátuos, mais nada!!!
Augusta Maria Gonçalves
MÁSCARAS
Nesta minha existência
Máscaras, usei em mim
A primeira, a da inocência
Com ela ao Mundo vim
E com o passar do tempo
Essa máscara, mudei
Para meu contentamento
A de adolescente, usei
Com essa máscara no rosto
Muito feliz, fui vivendo
Para meu grande desgosto
Pouco tempo a mantendo
Uma outra tive, então
Que fui obrigado a usar
Foi-me dada pela Nação
Ao ir para o Ultramar
Uma máscara dura e fria
Que não gostava de usar
Que o meu rosto feria
E me estava a magoar
Ao regressar a tirei
Para nunca mais a ver
Nova máscara, usei
Para a anterior esquecer
A máscara que então usava
Era de Amor e Esperança
Meu rosto se iluminava
Com essa nova mudança
Por muitos anos usando
Essa máscara sorridente
Minha vida foi andando
Comigo feliz e contente
E o tempo foi passando
Essa máscara se gastou
Foi a alegria acabando
O seu prazo terminou
Tornei de novo a mudar
A expressão do meu rosto
Nova máscara, fui buscar
Desta vez a do desgosto
Com ela lá fui andando
Durante mais alguns anos
Com outra fui alternando
A máscara dos desenganos
A vida assim, percorri
Normal e sem ter mudança
Sem esperar adquiri
Novamente a da esperança
Com ela, colada no rosto
Ao longo de muitos anos
Fui esquecendo, a do desgosto
E a outra, dos desenganos
A que estou usando agora
Não desejo mais tirar
Só quando chegar a hora
De Máscaras, não precisar
António Henriques
Máscara
Mascaradas
Sentidas
Perdidas
Na solidáo
Se escrevem
Palavras
Tentando ludibriar
Fantasiar
O sonho
Alimentar a paixão
E sem emoção
Se reinventa
O amor
Hâ tristeza
Amargura
Aventura
Transformada em poesia
E mensagem sem dono
Nem musa presente
Onde o carinho é ausente
Tudo é pura ilusão
Num poema confissão
Onde mentir é traição
E verdade está escondida
Tudo se parece fazer querer
Sem dar a perceber
O que a alma quer dizer
Ergo o punho cerrado,
Interiorizo a revolta que me consome,
E num turbilhão de sentimentos,
De atrofiados pensamentos,
Bato na mesa calado, revoltado,
Com a guerra, a miséria e a fome!
Não consigo compreender,
a atitude destes fundamentalistas
Que matando indiscriminadamente
Circulam por aí impunemente
Sem medo da morte, ou de morrer,
E que dizem por aí,… são jiadistas!
Matam, invocando o nome de Alá,
Não escolhem raça, idade ou sexo,
Barbaramente, espalham o terror,
Não conhecem a palavra amor,
Nem sequer o que o futuro lhes trará,
Neste mundo, ou no a este anexo!
Será que o mal, está na religião?
Qual o porquê deste fanatismo?
O mundo não chegará para todos?
Porquê esta violência a rodos?
E no meio de tanta confusão,
Será preciso tanto extremismo?
Suporto em silêncio aquilo que vejo,
Mas vou revelar-vos um segredo,
A única coisa com que eu posso lutar
È com a minha arma (caneta) protestar,
E escrever que o meu maior desejo,
é deixar de ser… refém do medo!
Luís Farto
A máscara
Falsos moralismos
cínicos sorrisos...
personagens
vazias de coração,
exibem a obra
da sua própria criação
e pensam
ser dignas d`admiração.
São pessoas
com dupla face!
Mas chegará o dia,
o dia em que a máscara cai
e o verdadeiro permanece,
a realidade sobressai.
Revela-se
a mediocridade
a falsidade
a imoralidade...
São personagens
dignas de pena!...
Cai o pano
e o ator sai de cena!
Mª da Graça Dordio Dimas
AS MÁSCARAS.
Cansada, sofrida, amarga.
Tateei meu rosto, frio.
Tinha nos lábios o gosto do beijo perdido.
Mas retinha nos olhos a visão de um amor…
Presente tão antigo.
Partimos um dia cada qual, numa diferente direção.
Tu para a vida desbravar, eu…
Este vaso de carinhos, despida de mimos, já sem ninho,
Fui ave de perdidas asas, a chorar.
Ausente de ti! De mim da vida, apenas carregando, a ansia de encontrar.
O beiral ao sol da vida, onde o Sol, mora-se, talvez até um coração cheio de amor para comigo partilhar.
Foi a vida, a escola perfeita, onde aprendi, tudo, talvez, tanto ou nada.
Porque dei por mim, sempre a sorrir, num caminho de espinhos, rosas?
Só eu já tão desfolhada. São tantas as máscaras, que fazem parecer, que há angélicos seres, despidos de valores, que enganosamente doce falam.
Deixam cair a máscara, são apenas seres despidos de alma, são mentira!
São fogos fátuos, mais nada!!!
Augusta Maria Gonçalves
MÁSCARAS
Nesta minha existência
Máscaras, usei em mim
A primeira, a da inocência
Com ela ao Mundo vim
E com o passar do tempo
Essa máscara, mudei
Para meu contentamento
A de adolescente, usei
Com essa máscara no rosto
Muito feliz, fui vivendo
Para meu grande desgosto
Pouco tempo a mantendo
Uma outra tive, então
Que fui obrigado a usar
Foi-me dada pela Nação
Ao ir para o Ultramar
Uma máscara dura e fria
Que não gostava de usar
Que o meu rosto feria
E me estava a magoar
Ao regressar a tirei
Para nunca mais a ver
Nova máscara, usei
Para a anterior esquecer
A máscara que então usava
Era de Amor e Esperança
Meu rosto se iluminava
Com essa nova mudança
Por muitos anos usando
Essa máscara sorridente
Minha vida foi andando
Comigo feliz e contente
E o tempo foi passando
Essa máscara se gastou
Foi a alegria acabando
O seu prazo terminou
Tornei de novo a mudar
A expressão do meu rosto
Nova máscara, fui buscar
Desta vez a do desgosto
Com ela lá fui andando
Durante mais alguns anos
Com outra fui alternando
A máscara dos desenganos
A vida assim, percorri
Normal e sem ter mudança
Sem esperar adquiri
Novamente a da esperança
Com ela, colada no rosto
Ao longo de muitos anos
Fui esquecendo, a do desgosto
E a outra, dos desenganos
A que estou usando agora
Não desejo mais tirar
Só quando chegar a hora
De Máscaras, não precisar
António Henriques
Máscara
Mascaradas
Sentidas
Perdidas
Na solidáo
Se escrevem
Palavras
Tentando ludibriar
Fantasiar
O sonho
Alimentar a paixão
E sem emoção
Se reinventa
O amor
Hâ tristeza
Amargura
Aventura
Transformada em poesia
E mensagem sem dono
Nem musa presente
Onde o carinho é ausente
Tudo é pura ilusão
Num poema confissão
Onde mentir é traição
E verdade está escondida
Tudo se parece fazer querer
Sem dar a perceber
O que a alma quer dizer
Anabela Fernandes
Poema
Face Oculta
Poema
Face Oculta
Vão-se as nuvens rindo brancas e bravias
de tanto engano, de tanto pecadilho tamanho
de tanta bênção amaldiçoada
de quem reza amordaçada.
Riem com desgosto por tanto crime exposto
no composto de uma falsa face
que só mostra a face que pretende
na verdade que apregoa.
Quando na mentira se esconde
por detrás da mascarilha
que de olho vidrado não olha
senão o seu próprio lado.
Nos lábios que só o gelo alberga
e muda se queda
frente à emoção sentida
de uma alma ferida.
Sabe o mar que sob a nuvem se aquieta
que se do céu não cai
trovador ou poeta
caiem silêncios fingidos
dos bem falantes, dos bem parecidos.
Caiem nas lágrimas doces
muitas verdades travestidas
muitas promessas vestidas de sorrisos amarelos
que não são do Sol filhos ou netos.
São prenuncios de muitos pesadelos
de muito sonho perdido
pelas mãos dos que manuseiam com fortes cordéis
todos os que ainda crêem
... todos os fiéis.
ANA MARQUES
Máscara caída
Desavenças da vida
Perder a confiança
No descobrir da tua ignorância
Desolada em pedaços
Um rosto mascarado
Eis em ti um ser
Que jamais voltarei acolher
Renunciar à minha frente
A faceta de dois comportamentos
Eis a questão
Caiu a máscara nesta efusão
Desilusão
Frustração
Virou tudo uma desilusão
Completando com destruição
O amor...
Não voltarás a ter perdão
És bipolar em perseguição
de tanto engano, de tanto pecadilho tamanho
de tanta bênção amaldiçoada
de quem reza amordaçada.
Riem com desgosto por tanto crime exposto
no composto de uma falsa face
que só mostra a face que pretende
na verdade que apregoa.
Quando na mentira se esconde
por detrás da mascarilha
que de olho vidrado não olha
senão o seu próprio lado.
Nos lábios que só o gelo alberga
e muda se queda
frente à emoção sentida
de uma alma ferida.
Sabe o mar que sob a nuvem se aquieta
que se do céu não cai
trovador ou poeta
caiem silêncios fingidos
dos bem falantes, dos bem parecidos.
Caiem nas lágrimas doces
muitas verdades travestidas
muitas promessas vestidas de sorrisos amarelos
que não são do Sol filhos ou netos.
São prenuncios de muitos pesadelos
de muito sonho perdido
pelas mãos dos que manuseiam com fortes cordéis
todos os que ainda crêem
... todos os fiéis.
ANA MARQUES
Máscara caída
Desavenças da vida
Perder a confiança
No descobrir da tua ignorância
Desolada em pedaços
Um rosto mascarado
Eis em ti um ser
Que jamais voltarei acolher
Renunciar à minha frente
A faceta de dois comportamentos
Eis a questão
Caiu a máscara nesta efusão
Desilusão
Frustração
Virou tudo uma desilusão
Completando com destruição
O amor...
Não voltarás a ter perdão
És bipolar em perseguição
Sonia Pinto
08-03-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 08-03-2016
SONHO DE AMOR
Olhei-te e vi-te!
A tua beleza não reside apenas no rosto,
mas é ainda mais verdadeira no coração.
Não basta apenas dizê-lo
ou escrevê-lo em pedra que pode quebrar,
mora em ti, onde permanece para sempre,
são as palavras que a voz da alma escreve.
Os olhares estavam já embriagados
e viam o que a razão e receio pareciam,
ainda não compreender.
O amor nasce, quando toca as nossas mãos
e alcança o coração.
Para onde um for, vai o outro,
a fazer o que ele dita
e, seguimo-lo.
O grande tesouro
parecia encontrar-se ainda invisível, guardado,
porém era tão forte, que atingia todo o nosso ser,
o nosso amor em braços.
José Lopes da Nave
Desconhecidos...
Olhares trocados numa chama que incendeia, e a distância é reduzida
Os dois se fixaram
Desconhecidos...
Olhares trocados numa chama que incendeia, e a distância é reduzida
Os dois se fixaram
Caminharam na mesma direção
Almejavam sentir o perfume reciproco
E a distância diminuía cada vez mais
O coração batia cada vez mais forte
A ansiedade corrompia o sangue das veias, aumentava o desejo de se sentirem, desejos misturados, suores partilhados, tudo passava nos seus olhos a cada passo que marcava a aproximação
Pararam a poucos centímetros um do outro
Fixavam-se nos olhos, esboçavam com os dedos os próximos movimentos do pensamento
Queriam-se, tinham a certeza
As dúvidas tinham ficado para trás, estacionadas a alguns metros
A respiração aumentava a cada segundo que se tocavam afavelmente
As mãos traçavam as curvas do rosto, indicavam o caminho onde os beijos iriam passar, lentamente
Provocavam descargas de emoções e aumentavam o ritmo com que se queriam saborear um ao outro
Deixavam-se levar pelos sentidos
Abandonavam-se, apenas num corpo em movimento, nos beijos, nos toques mais ou menos requintados, mais ou menos intensos dos dedos que exploravam as concavidades no corpo
Como que entravam um no outro até se fundirem em suspiros, suores, lágrimas de prazer que floresciam de todos os poros das suas peles
Se tornaram num só, ali naquele metro quadrado , numa rua qualquer
Foram desconhecidos abraçados, num mar de expirarem um no outro, difundidos no gosto balançado do orgasmo que lhes lavrou os corpos em segundos
Foram… mas interligados persistem, num único sentir, algo profundo
Ficou... um novo dia, num novo encontro, num novo olhar...
Nas asas do destino buscam um novo horizonte para recomeçar uma nova estrada... num abraço tão desejado
Deixaram de ser desconhecidos!
Adriana Moreno
EM TEUS BRAÇOS
Em teus braços
Desperto o Amor.
Minha Alma canta!
Quanta emoção...
Em teus braços
Leio-te um verso,
Deixo a paixão me conduzir
E me perder em ti.
Em teus braços
Esqueço-me de tudo
Do Mundo lá fora
De mim...
Quero viver somente
O que existe agora.
Em teus braços
O tempo pára
E só existe nós dois.
Em teus braços
Sinto a plena felicidade,
Renovo emoções...
Sentimentos puros,
Verdadeiros,
Intensos!
É em teus braços
Que de sonhar então me esmero
E pelo teu Amor anseio
Para em ti me perder em leves suspiros...
Isabel Lucas Simões
CONFORTO
Senti no teu olhar um sorriso quente a me desnudar
Aquecendo o meu coração sem perguntar
Levitei neste teu sorriso encantador
Encontrei nele o rimar da poesia do amor
Já soprei, somente para teus ouvidos
escutarem o quanto eu te amo!
Que és a criação de deus
que criou para mim
Como é lindo o que eu sinto por ti
Quero poder te abraçar
Te beijar
E me sentir feliz a cada dia.
E ficar no conforto desta magia.
Almejavam sentir o perfume reciproco
E a distância diminuía cada vez mais
O coração batia cada vez mais forte
A ansiedade corrompia o sangue das veias, aumentava o desejo de se sentirem, desejos misturados, suores partilhados, tudo passava nos seus olhos a cada passo que marcava a aproximação
Pararam a poucos centímetros um do outro
Fixavam-se nos olhos, esboçavam com os dedos os próximos movimentos do pensamento
Queriam-se, tinham a certeza
As dúvidas tinham ficado para trás, estacionadas a alguns metros
A respiração aumentava a cada segundo que se tocavam afavelmente
As mãos traçavam as curvas do rosto, indicavam o caminho onde os beijos iriam passar, lentamente
Provocavam descargas de emoções e aumentavam o ritmo com que se queriam saborear um ao outro
Deixavam-se levar pelos sentidos
Abandonavam-se, apenas num corpo em movimento, nos beijos, nos toques mais ou menos requintados, mais ou menos intensos dos dedos que exploravam as concavidades no corpo
Como que entravam um no outro até se fundirem em suspiros, suores, lágrimas de prazer que floresciam de todos os poros das suas peles
Se tornaram num só, ali naquele metro quadrado , numa rua qualquer
Foram desconhecidos abraçados, num mar de expirarem um no outro, difundidos no gosto balançado do orgasmo que lhes lavrou os corpos em segundos
Foram… mas interligados persistem, num único sentir, algo profundo
Ficou... um novo dia, num novo encontro, num novo olhar...
Nas asas do destino buscam um novo horizonte para recomeçar uma nova estrada... num abraço tão desejado
Deixaram de ser desconhecidos!
Adriana Moreno
EM TEUS BRAÇOS
Em teus braços
Desperto o Amor.
Minha Alma canta!
Quanta emoção...
Em teus braços
Leio-te um verso,
Deixo a paixão me conduzir
E me perder em ti.
Em teus braços
Esqueço-me de tudo
Do Mundo lá fora
De mim...
Quero viver somente
O que existe agora.
Em teus braços
O tempo pára
E só existe nós dois.
Em teus braços
Sinto a plena felicidade,
Renovo emoções...
Sentimentos puros,
Verdadeiros,
Intensos!
É em teus braços
Que de sonhar então me esmero
E pelo teu Amor anseio
Para em ti me perder em leves suspiros...
Isabel Lucas Simões
CONFORTO
Senti no teu olhar um sorriso quente a me desnudar
Aquecendo o meu coração sem perguntar
Levitei neste teu sorriso encantador
Encontrei nele o rimar da poesia do amor
Já soprei, somente para teus ouvidos
escutarem o quanto eu te amo!
Que és a criação de deus
que criou para mim
Como é lindo o que eu sinto por ti
Quero poder te abraçar
Te beijar
E me sentir feliz a cada dia.
E ficar no conforto desta magia.
Sonia Pinto
Poema
Somos assim
Poema
Somos assim
São vastos os horizontes
são vendavais as minhas fontes
és tu o meu poente e nascente
a minha alma fervida e quente.
São nuas as manhãs
são as alvoradas
horas em nós achadas.
Nua te acolho, nua te recolho
nu me entregas a alma nua
nu te retalhas
e em mim te acabas.
Voa o coração entre os dedos da tua mão
entre o vão do teu peito
onde os cabelos deito
e onde sonho somente este presente.
Somos água de cristal, clara e calma
somos um mar sem chão
somos da espuma uma asa de falcão
somos nesta e em toda a hora
... uma boreal aurora.
ANA MARQUES
são vendavais as minhas fontes
és tu o meu poente e nascente
a minha alma fervida e quente.
São nuas as manhãs
são as alvoradas
horas em nós achadas.
Nua te acolho, nua te recolho
nu me entregas a alma nua
nu te retalhas
e em mim te acabas.
Voa o coração entre os dedos da tua mão
entre o vão do teu peito
onde os cabelos deito
e onde sonho somente este presente.
Somos água de cristal, clara e calma
somos um mar sem chão
somos da espuma uma asa de falcão
somos nesta e em toda a hora
... uma boreal aurora.
ANA MARQUES
A ESPERA.
Amor espero-te!
Era o pensamento que o dia inteiro que assomava aos lábios.
Apetecia-me repetir em alta voz! Amor espero-te.
Fui a rainha do lar o dia inteiro, coloquei as flores nas jarras… Tinha-as colhido na manhã, ainda o orvalho as cobria de beijos brilhando como pérolas. Alindei nosso docel, coloquei as rosas mais bonitas nesse quarto. Olhei o céu inúmeras vezes, vi como as aves riscavam caminhos de regresso. Eu esperava-te.
Banhei-me em água de madre silva, lembrando o perfume suave, que enfeitava nossos passeios de mão dada. Alindei-me, retoquei os olhos, com uma leve sombra… desatei o cabelo, estava sedosos os anelados caracóis riam. Por fim amor chegas-te, bateu o coração, minha boca recolheu teu primeiro sorriso. Roubei-te beijos, aqueles que todo o dia meus lábios sonharam. Caiu por fim a noite, e as cortinas se abriram.
O luar, entrava límpido pelo vitral, As rosas vermelhas eram rubis no recanto do quarto.
O nosso refugio. era talvez um lugar de sonho. As nossas mãos uniam-se num entrelaçado de dedos, procuravam –se nossos olhos, os teus profundamente negros, com estrelas reluzindo… Os meus o azul de sempre, dizias-me tens o céu no olhar. Havia o toque das sedas nos nossos corpos. Enleamo-nos como árvore e vento, tu bendizias o que por mim sentias, eu me dava inteira e frágil, em sorvos de mel tu me retribuías, o amor debotado, a sede dos dias, a companhia, a arte de ser mulher por mais um dia. O sonho sempre acontecia, um amor verdadeiro. Na manhã seguinte acordados já do sonho real, éramos os antigos amantes,
O espelho nos mostrava os sulcos do rosto, mas na estrada da vida, sempre o amor é um jovem caminhante!
Augusta Maria Gonçalves
A TEUS PÉS
Serva eu me rendo
Ao teu amor sereno
Com os olhos da alma entendo
Teus desejos escondidos
Num ávido desespero
Tu os mostras á flor da.pele
Criando teu império
Onde es guia do amor
Amante do prazer
Dançando no salão
Sozinho querendo par
Numa dança sensual
Entro eu devagarinho
Te suscitando emoção
E uma entrega sem igual
Meu sentimento está ameno
O coraçáo desocupado
Para te.receber
E te sentires por mim amado
Anabela Fernandes
Simplesmente Mulher
Mulher...
Símbolo da vida
mulher amiga
mulher esposa
mulher mãe
mulher avó
mulher querida
Simplesmente Mulher
Mulher...
Símbolo da vida
mulher amiga
mulher esposa
mulher mãe
mulher avó
mulher querida
Mulher...
mulher carinhosa
mulher afetuosa
mulher, a mais bela flor d'jardim
mulher, a que espalha candura sem fim
mulher, a que encontra o que procura
basta-lhe um beijo, uma flor, um abraço
mulher que quer ser laço
mulher que se dá por inteiro, sem cansaço
mulher é rosa é flor, é jasmim
mulher é céu é mar, é rio é montanha
mulher é raiz,
mulher é entranha
Mulher é tudo aquilo que a valoriza
mulher é desejo
mulher é parideira
mulher é ensejo
mulher é beleza
mulher é tudo, ou nada,
mulher é a força da Natureza
mulher é aquela que acede à vida que faz
mulher é aquela que sabe viver,
em Amor e em Paz.
Florinda Dias
Sinto que ( ainda ) existes !
vejo teu rosto,
marcado pelo tempo,
pelas rugas que chegaram cedo,
trazidas pelo árido vento.
Sinto o sofrimento,
sinto teu choro, teu medo,
as angústias que devoras,
sinto que choras.
Sem lágrimas para derramar,
sinto as tuas palavras escritas,
vontade de fazer coisas bonitas,
vontade de voltar a amar.
Sinto-te distante, mas tão perto,
sozinha nos sentimentos,
sonhando momentos,
na procura do rumo certo!
Sinto que resistes,
numa intensa luta interior,
sinto que sentes dor,
sinto que existes!
mulher carinhosa
mulher afetuosa
mulher, a mais bela flor d'jardim
mulher, a que espalha candura sem fim
mulher, a que encontra o que procura
basta-lhe um beijo, uma flor, um abraço
mulher que quer ser laço
mulher que se dá por inteiro, sem cansaço
mulher é rosa é flor, é jasmim
mulher é céu é mar, é rio é montanha
mulher é raiz,
mulher é entranha
Mulher é tudo aquilo que a valoriza
mulher é desejo
mulher é parideira
mulher é ensejo
mulher é beleza
mulher é tudo, ou nada,
mulher é a força da Natureza
mulher é aquela que acede à vida que faz
mulher é aquela que sabe viver,
em Amor e em Paz.
Florinda Dias
Sinto que ( ainda ) existes !
vejo teu rosto,
marcado pelo tempo,
pelas rugas que chegaram cedo,
trazidas pelo árido vento.
Sinto o sofrimento,
sinto teu choro, teu medo,
as angústias que devoras,
sinto que choras.
Sem lágrimas para derramar,
sinto as tuas palavras escritas,
vontade de fazer coisas bonitas,
vontade de voltar a amar.
Sinto-te distante, mas tão perto,
sozinha nos sentimentos,
sonhando momentos,
na procura do rumo certo!
Sinto que resistes,
numa intensa luta interior,
sinto que sentes dor,
sinto que existes!
Luís Farto
01-03-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 01-03-2016
Astro meu (amante)!
Seguro nas mãos um raio de luz
Deste Sol que ao entardecer
Me ilumina a alma
Me seduz…
Entrego-me a ti…meu astro
De incandescência
Transmite-me as tuas energias
Dá luz ás minhas fantasias
Cobre-me com tua transparência!
Embala-me nas sombras que se adivinham
Adormece-me no teu escurecer
E amanhã…
Estarei contigo ao acordar
Para sentir o teu calor
No raio…
Que minha face virá beijar!
Quero ser sempre tua
E mesmo que no escuro…
Te sinta distante
Ter-me-ás sempre…
Nua…
Sempre Amante!
Seguro nas mãos um raio de luz
Deste Sol que ao entardecer
Me ilumina a alma
Me seduz…
Entrego-me a ti…meu astro
De incandescência
Transmite-me as tuas energias
Dá luz ás minhas fantasias
Cobre-me com tua transparência!
Embala-me nas sombras que se adivinham
Adormece-me no teu escurecer
E amanhã…
Estarei contigo ao acordar
Para sentir o teu calor
No raio…
Que minha face virá beijar!
Quero ser sempre tua
E mesmo que no escuro…
Te sinta distante
Ter-me-ás sempre…
Nua…
Sempre Amante!
Luís Farto
Mulher primavera
Vestiste-te de primavera
Ao vento abriste o vestido
Caminhas-te segura ao sol
Deste ao teu corpo sentido.
De mil aves o céu se encheu
Para teu colorido receber
Primavera que és mulher
Despertas sinfonias no céu.
De pedras encheram o caminho
Tentando teu seguir travar
O medo de poder ficar sozinho
O inverno tenta tudo mudar.
Brilha mulher minha primavera
Minha luz de raios de madrugada
Abre teu vestido o sol te espera
Para teu corpo ver de cor doirada.
Amanhece o dia cheio de luz
Tu caminhas meu olhar te seduz.
Rogerio Bacho.
SINFONIA CREPÚSCULAR
E agora que a sinfonia Crepuscular soa...
As sombras caprichosas afloram...
E o Sol em auréola vermelha se expele
Que se espalha pelo Firmamento,
Volto-me, saudosa,
Na quietude do meu olhar,
E vejo a razão
Porque neste longo tempo
Respiro a luz
Com o olhar no Horizonte
Que diz o meu nome
Aos raios de Sol
Que reluzem às Estrelas,
Nas noites belas!
Cantantes!
Adormecendo em sonhos
Feito ilusão,
Acordando na madrugada
Em pura fascinação!
Isabel Lucas Simões
FLORES DE PRIMAVERA
F eliz o amor floresce
L iberdade da paixão...
O dores perfumados
R ondam aqui e ali...
E ntre os sonhos desejados
S ente-se a beleza que há em ti.
D ás voz aos apaixonados
E ncontros anunciados.
P ardais, melros, melharucos, andorinhas...
R osas, açucenas, jasmins...
I nundam a beleza dos jardins
M ariposas coloridas
A rvores completamente vestidas
V erdes e floridas
E sperança de um novo renascer
R omântica, aqueces o amanhecer
A inspiração do poeta sempre a florescer!
Mª da Graça Dordio Dimas
PRIMAVERA
Estás a chegar primavera
com tuas mil cores salpicadas
Trazendo contigo uma colheita
de jardins enfeitados e aromas perfumados,
Primavera
com tuas citações abres corações para os grandes amores.
Chegas com perfume no ar
com flores e pétalas delicadas,
que nos inspiram paz amor e alegria como uma doce e terna poesia,
Primavera
Mãe natureza nos presenteia
com sua criação tão rara
com sua magia
sua beleza
uma luxuria
renovada
todos os anos
se faz pura sensibilidade á alma.
Ouve-se o canto dos pássaros
talvez uma gota de orvalho
mas é com uma enorme satisfação
que a felicidade brota
em cada contemplação.
De Rosa pinto a manhã
nesta alvorada nascente
que disse adeus a todo o poente
Mulher primavera
Vestiste-te de primavera
Ao vento abriste o vestido
Caminhas-te segura ao sol
Deste ao teu corpo sentido.
De mil aves o céu se encheu
Para teu colorido receber
Primavera que és mulher
Despertas sinfonias no céu.
De pedras encheram o caminho
Tentando teu seguir travar
O medo de poder ficar sozinho
O inverno tenta tudo mudar.
Brilha mulher minha primavera
Minha luz de raios de madrugada
Abre teu vestido o sol te espera
Para teu corpo ver de cor doirada.
Amanhece o dia cheio de luz
Tu caminhas meu olhar te seduz.
Rogerio Bacho.
SINFONIA CREPÚSCULAR
E agora que a sinfonia Crepuscular soa...
As sombras caprichosas afloram...
E o Sol em auréola vermelha se expele
Que se espalha pelo Firmamento,
Volto-me, saudosa,
Na quietude do meu olhar,
E vejo a razão
Porque neste longo tempo
Respiro a luz
Com o olhar no Horizonte
Que diz o meu nome
Aos raios de Sol
Que reluzem às Estrelas,
Nas noites belas!
Cantantes!
Adormecendo em sonhos
Feito ilusão,
Acordando na madrugada
Em pura fascinação!
Isabel Lucas Simões
FLORES DE PRIMAVERA
F eliz o amor floresce
L iberdade da paixão...
O dores perfumados
R ondam aqui e ali...
E ntre os sonhos desejados
S ente-se a beleza que há em ti.
D ás voz aos apaixonados
E ncontros anunciados.
P ardais, melros, melharucos, andorinhas...
R osas, açucenas, jasmins...
I nundam a beleza dos jardins
M ariposas coloridas
A rvores completamente vestidas
V erdes e floridas
E sperança de um novo renascer
R omântica, aqueces o amanhecer
A inspiração do poeta sempre a florescer!
Mª da Graça Dordio Dimas
PRIMAVERA
Estás a chegar primavera
com tuas mil cores salpicadas
Trazendo contigo uma colheita
de jardins enfeitados e aromas perfumados,
Primavera
com tuas citações abres corações para os grandes amores.
Chegas com perfume no ar
com flores e pétalas delicadas,
que nos inspiram paz amor e alegria como uma doce e terna poesia,
Primavera
Mãe natureza nos presenteia
com sua criação tão rara
com sua magia
sua beleza
uma luxuria
renovada
todos os anos
se faz pura sensibilidade á alma.
Ouve-se o canto dos pássaros
talvez uma gota de orvalho
mas é com uma enorme satisfação
que a felicidade brota
em cada contemplação.
Sónia Pinto
Um dia depois do outro...
Vestes-me com rosas amarelas da cor do sol , na boca um sabor a algodão doce, numa ternura que me toca as mãos e o corpo.
Traço cenários irreais de conjugações imperfeitas na escala menor melódica .
Enfeito-te de canções com acordes só audíveis ao coração, que bate sem compasso , onde balanço diariamente.
Cabriolo em volta de mim, e deixo que a semente seja real, cresça e floresça , sem limitações, em cordas de era enroscada num tronco de árvore, apenas só, no cimo do monte,esvoaçando ao vento.
Realço-te em cores escarlate, marfim e dourado, a condizer com o sol que me aquece o rosto, numa luminosa calma.
Na sala fechada, empoeirada pelo tempo, cresces devagarinho, e a ocupas como inquilino permanente.
Onde, com o passar dos anos ficou a marca indestrutível das arcas e malas onde ainda se podem encher dos farrapos de outras eras.
Num piscar de olhos a vida dá uma reviravolta, e volto a ficar nua.
Vens, e torneio-te várias vezes na tela dos meus dias, todos os dias!
É como se todo o mundo fosse a preto branco e tu fosses a cor.
O mundo é uma paisagem a preto e branco.
Só consegue ver o arco-íris...quem tem as cores no sorriso do olhar.
Sonhos ,são simples traços a preto e branco, esperam que a realidade lhe dê a cor que desejarmos .
Adriana Moreno
PRIMAVERA EM MIM
Vesti-me de mil cores
feito arco-iris
na alma verde da esperança
é seu alimento
bordei rosas no meu manto
que é a minha poesia
com doce encanto
apraz em mim cada momento
neste sonho que me inquieta
espero por cada estação
embriagada por tão belos prazeres
da natureza sempre esplendorosa
nesta primavera que hoje sinto
abro os braços e peço a Deus
que me dê asas para voar
e desta VIDA eu poder
de tudo desfrutar
Vestes-me com rosas amarelas da cor do sol , na boca um sabor a algodão doce, numa ternura que me toca as mãos e o corpo.
Traço cenários irreais de conjugações imperfeitas na escala menor melódica .
Enfeito-te de canções com acordes só audíveis ao coração, que bate sem compasso , onde balanço diariamente.
Cabriolo em volta de mim, e deixo que a semente seja real, cresça e floresça , sem limitações, em cordas de era enroscada num tronco de árvore, apenas só, no cimo do monte,esvoaçando ao vento.
Realço-te em cores escarlate, marfim e dourado, a condizer com o sol que me aquece o rosto, numa luminosa calma.
Na sala fechada, empoeirada pelo tempo, cresces devagarinho, e a ocupas como inquilino permanente.
Onde, com o passar dos anos ficou a marca indestrutível das arcas e malas onde ainda se podem encher dos farrapos de outras eras.
Num piscar de olhos a vida dá uma reviravolta, e volto a ficar nua.
Vens, e torneio-te várias vezes na tela dos meus dias, todos os dias!
É como se todo o mundo fosse a preto branco e tu fosses a cor.
O mundo é uma paisagem a preto e branco.
Só consegue ver o arco-íris...quem tem as cores no sorriso do olhar.
Sonhos ,são simples traços a preto e branco, esperam que a realidade lhe dê a cor que desejarmos .
Adriana Moreno
PRIMAVERA EM MIM
Vesti-me de mil cores
feito arco-iris
na alma verde da esperança
é seu alimento
bordei rosas no meu manto
que é a minha poesia
com doce encanto
apraz em mim cada momento
neste sonho que me inquieta
espero por cada estação
embriagada por tão belos prazeres
da natureza sempre esplendorosa
nesta primavera que hoje sinto
abro os braços e peço a Deus
que me dê asas para voar
e desta VIDA eu poder
de tudo desfrutar
Anabela Fernandes
TRANSPARENCIAS
Era de sedas a manhã.
Ela foi delicadamente em bicos de pés á varanda.
Olhar a limpidez deste Março nascido no ventre etéreo de um tempo sem tempo.
Oh! Espelho de ouro na manhã glaciar,
Estava um frio… o frio da pureza das manhãs delicadamente deitadas em camas de orvalho.
O Sol já ria manso por entre as sedas deslizantes.
Ela, era delicada como um biskuí antigo, de uma brancura frágil, como as gueixas de porcelana pintada graciosamente á mão.
Abriu os braços, como quem abraça.
Seu robe pintado de japoneiras em flor cor de rosa, abraçadas a frésias multicolores.
Se abriram em gracioso bailado, tudo era de uma irreal transparência,.
O perfume enebriabra-lhe os sentidos. Abraçou o jardim de sedas que a cobria.
Fechou os olhos tão verdes como lagos, viu de olhos cerrados como era límpida a manhã. Bebeu duas gotas, que rolaram de agradecimento até sua purpúrea boca.
Rodopiou, leve como pétala…
Vestiu uma roupa informal, saindo depois para a labuta.
Porque nada na vida pode ser feito do sonho que a vestia.
É preciso correr atrás de quem nos goste, na simplicidade de sermos nós.
Sonhadores, humanos, repartindo sonhos e risos perfumados de felicidade.
Era sonho dela arar um jardim de puros lírios…
Augusta Maria Gonçalves.
TRANSPARENCIAS
Era de sedas a manhã.
Ela foi delicadamente em bicos de pés á varanda.
Olhar a limpidez deste Março nascido no ventre etéreo de um tempo sem tempo.
Oh! Espelho de ouro na manhã glaciar,
Estava um frio… o frio da pureza das manhãs delicadamente deitadas em camas de orvalho.
O Sol já ria manso por entre as sedas deslizantes.
Ela, era delicada como um biskuí antigo, de uma brancura frágil, como as gueixas de porcelana pintada graciosamente á mão.
Abriu os braços, como quem abraça.
Seu robe pintado de japoneiras em flor cor de rosa, abraçadas a frésias multicolores.
Se abriram em gracioso bailado, tudo era de uma irreal transparência,.
O perfume enebriabra-lhe os sentidos. Abraçou o jardim de sedas que a cobria.
Fechou os olhos tão verdes como lagos, viu de olhos cerrados como era límpida a manhã. Bebeu duas gotas, que rolaram de agradecimento até sua purpúrea boca.
Rodopiou, leve como pétala…
Vestiu uma roupa informal, saindo depois para a labuta.
Porque nada na vida pode ser feito do sonho que a vestia.
É preciso correr atrás de quem nos goste, na simplicidade de sermos nós.
Sonhadores, humanos, repartindo sonhos e risos perfumados de felicidade.
Era sonho dela arar um jardim de puros lírios…
Augusta Maria Gonçalves.
De Rosa pinto a manhã
nesta alvorada nascente
que disse adeus a todo o poente
Espalho na brisa um pensamento com asas
deixo na brasa quente do meu leito
todo o tormento e lamento
O Astro-Rei saúdo
com o meu corpo desperto
de todo o meu desgosto e protesto
De toda a crença que sou uma imaterial presença
de toda a lama que em mim se entranha
e apaga a minha chama
que não avivo quando em mim revivo
uma outra estranha
Sussurro neste recomeço
de mais um dia aceso
uma prece emotiva
Nada tenho realmente de meu
sou pedaço de todo o cheiro
brisa, neve, chuva ou nevoeiro
enquanto me ergo nos pés
que nas ervas fazem cama
E te dou de mim eu
que inteira ainda sou
quando nasces explodindo cor
e acaricias todo o meu corpo e alma
com todo o teu esplendor
ANA MARQUES
Aurora Boreal
Aurora boreal
Desperta a terra adormecida
O seu toucado de cores
Divino criador
A fortifica e ilumina
A sua magia celeste
Porfia luz e calor
A aurora se estabelece
Na terra em plenitude
Colorida a terra quente
Agradece docemente
Terra quente corpo gente
Primavera florida
A mãe Natureza,
Nas suas vestes floridas
De gigantesca beleza
Comanda o mundo
Comanda a vida.
Adelaide Simões Rosa
deixo na brasa quente do meu leito
todo o tormento e lamento
O Astro-Rei saúdo
com o meu corpo desperto
de todo o meu desgosto e protesto
De toda a crença que sou uma imaterial presença
de toda a lama que em mim se entranha
e apaga a minha chama
que não avivo quando em mim revivo
uma outra estranha
Sussurro neste recomeço
de mais um dia aceso
uma prece emotiva
Nada tenho realmente de meu
sou pedaço de todo o cheiro
brisa, neve, chuva ou nevoeiro
enquanto me ergo nos pés
que nas ervas fazem cama
E te dou de mim eu
que inteira ainda sou
quando nasces explodindo cor
e acaricias todo o meu corpo e alma
com todo o teu esplendor
ANA MARQUES
Aurora Boreal
Aurora boreal
Desperta a terra adormecida
O seu toucado de cores
Divino criador
A fortifica e ilumina
A sua magia celeste
Porfia luz e calor
A aurora se estabelece
Na terra em plenitude
Colorida a terra quente
Agradece docemente
Terra quente corpo gente
Primavera florida
A mãe Natureza,
Nas suas vestes floridas
De gigantesca beleza
Comanda o mundo
Comanda a vida.
Adelaide Simões Rosa
23-02-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 23-02-2016
Ouço o Vento cantar
A nossa doce e velha canção
Como suave viagem
Na brisa do Tempo.
No apogeu na bruma da manhã,
Deixo-me levar
Neste constante desalento...
Do choro de lágrimas feridas,
Abertas,
De menina perdida
Que agora se achou.
Imploro pela teia dos teus braços,
Repouso dos meus
Absolutos sonhos.
Olho as Estrelas...
Elas brilharão...
Enquanto vagueio
Em meus pensamentos...
Pedindo à noite
Que cedo te guie
De volta a casa,
Para estar contigo
Como forma de Poesia!
.
Isabel Lucas Simões
SONHAVA
Eras tu!
que vivias em mim,
e dançavas assim
como nunca vi…
Eras tu!
que beijavas tão doce
que olhavas radiante…
tão perto…
tão distante…
como se fosse o fim.
Teus cabelos voando
qual seara dourada
meu rosto acariciando
em minha cama deitada…
Senti o toque,
acordei a pensar
que bom seria…
se não fosse a sonhar!
A nossa doce e velha canção
Como suave viagem
Na brisa do Tempo.
No apogeu na bruma da manhã,
Deixo-me levar
Neste constante desalento...
Do choro de lágrimas feridas,
Abertas,
De menina perdida
Que agora se achou.
Imploro pela teia dos teus braços,
Repouso dos meus
Absolutos sonhos.
Olho as Estrelas...
Elas brilharão...
Enquanto vagueio
Em meus pensamentos...
Pedindo à noite
Que cedo te guie
De volta a casa,
Para estar contigo
Como forma de Poesia!
.
Isabel Lucas Simões
SONHAVA
Eras tu!
que vivias em mim,
e dançavas assim
como nunca vi…
Eras tu!
que beijavas tão doce
que olhavas radiante…
tão perto…
tão distante…
como se fosse o fim.
Teus cabelos voando
qual seara dourada
meu rosto acariciando
em minha cama deitada…
Senti o toque,
acordei a pensar
que bom seria…
se não fosse a sonhar!
Luís Farto
REPOUSANDO
Repousando, docemente,
em ti pensas,
nas brincadeiras de infância,
na doçura da adolescência
nas circunstâncias da actual realidade
nas tristezas e glórias vivenciadas
e te perguntas, valeu a pena?
Valeu.
Pois tua alma não é pequena,
cruzaste a vida em alegria,
semeando flores na caminhada,
odorizando-a, à tua passagem.
REPOUSANDO
Repousando, docemente,
em ti pensas,
nas brincadeiras de infância,
na doçura da adolescência
nas circunstâncias da actual realidade
nas tristezas e glórias vivenciadas
e te perguntas, valeu a pena?
Valeu.
Pois tua alma não é pequena,
cruzaste a vida em alegria,
semeando flores na caminhada,
odorizando-a, à tua passagem.
José Lopes da Nave
Leio nos olhos o rio
das tuas palavras
O teu anseio…por mim…
Palavras distantes e dolorosas
Quentes e saborosas
Leio no mel que me cantas ao ouvido
Um apelo de delícias
Provocando o meu sentido
Pleno de amor
E carícias
Desejo-te como as águas cristalinas
Correndo no imenso rio
Afagando minhas margens
Límpidas
Em desvario
Beijo-te os lábios com toda a ternura
Com o peito arfante
De tanto amor
Tanta loucura
Estonteante
Sinto o calor, a frescura…
E essa carência que demonstras
Com a minha ausência
Penitência
Dolorosa
Transforma-me em batel
Vogando à deriva
No teu rio
De mel
Leio nos olhos o rio
das tuas palavras
O teu anseio…por mim…
Palavras distantes e dolorosas
Quentes e saborosas
Leio no mel que me cantas ao ouvido
Um apelo de delícias
Provocando o meu sentido
Pleno de amor
E carícias
Desejo-te como as águas cristalinas
Correndo no imenso rio
Afagando minhas margens
Límpidas
Em desvario
Beijo-te os lábios com toda a ternura
Com o peito arfante
De tanto amor
Tanta loucura
Estonteante
Sinto o calor, a frescura…
E essa carência que demonstras
Com a minha ausência
Penitência
Dolorosa
Transforma-me em batel
Vogando à deriva
No teu rio
De mel
Sonia Pinto
A noite caíu,
Um manto s' estendeu
O sol s' apagou
O luar s' acendeu
Uma estrela apareceu
A cigarra esmoreceu
O grilo então cantou
e meu sonho apareceu.
Um vislumbre de ti m' apareceu
Lisonja de convite m' embebeceu.
Icei-me no teu olhar
E em teu braço viajei
Ao alto mais alto m' elevei
No rasto d' um comete m' encontrei
E sem saber gravitei.
Sem chão me deparei
E de ti me distanciei.
De repente acordei e senti
Ser revelador o que sonhei.
Voar contigo não mais poderei...
O grilo adormeceu
A cigarra acordou
A estrela s' escondeu
E a noite desapareceu.
O sonho que um dia sonhei
Pra sempre o esconderei!
Talvez... outro dia... to contarei!
Por Zita de Fátima Nogueira
Já é tarde ...as horas escuras asfixiam...queimam o ar que respiro...o meu peito arde ...ao me perseguires como se fosses a minha sombra na madrugada. O tempo teima em correr... os sonhos correm como se neles pudesse voar...ocupando toda a dimensão do meu pensamento neste silêncio ...O orvalho vai caindo com a brisa do amanhecer...deixa um odor a terra orvalhada com gosto a saudade... afaga os pirilampos com marcas frescas... e brilha...e reluz... doce como um favo de mel...e voltam a brilhar... sentindo o aroma suave do rosmaninho na estrada...abraçamos as estrelas numa viagem de horas mortas... trazemos as loucuras escondidas nas transparências da madrugada...
Sucumbo no vermelho veludo
que o meu sangue perdido tingiu
amacio o tecido
tecido por minhas mãos saudosas
que não esqueceram trovador nem trovas
A noite caíu,
Um manto s' estendeu
O sol s' apagou
O luar s' acendeu
Uma estrela apareceu
A cigarra esmoreceu
O grilo então cantou
e meu sonho apareceu.
Um vislumbre de ti m' apareceu
Lisonja de convite m' embebeceu.
Icei-me no teu olhar
E em teu braço viajei
Ao alto mais alto m' elevei
No rasto d' um comete m' encontrei
E sem saber gravitei.
Sem chão me deparei
E de ti me distanciei.
De repente acordei e senti
Ser revelador o que sonhei.
Voar contigo não mais poderei...
O grilo adormeceu
A cigarra acordou
A estrela s' escondeu
E a noite desapareceu.
O sonho que um dia sonhei
Pra sempre o esconderei!
Talvez... outro dia... to contarei!
Por Zita de Fátima Nogueira
Já é tarde ...as horas escuras asfixiam...queimam o ar que respiro...o meu peito arde ...ao me perseguires como se fosses a minha sombra na madrugada. O tempo teima em correr... os sonhos correm como se neles pudesse voar...ocupando toda a dimensão do meu pensamento neste silêncio ...O orvalho vai caindo com a brisa do amanhecer...deixa um odor a terra orvalhada com gosto a saudade... afaga os pirilampos com marcas frescas... e brilha...e reluz... doce como um favo de mel...e voltam a brilhar... sentindo o aroma suave do rosmaninho na estrada...abraçamos as estrelas numa viagem de horas mortas... trazemos as loucuras escondidas nas transparências da madrugada...
Mas é tão tarde ... muitas são as recordações que guardo dos abraços
que um dia se perderam nas longas noites de espera pela realidade ou
quimera... outros abraços não sei inventar... aqueles que prenderiam o
meu corpo sem rumo... deambulam pelas ruas estreitas... nas horas
escondidas no escuro do crepúsculo...envolvidos na longa espera... na
incerteza do instante em que tão perto e tão distante nos traz o cheiro
da aurora. O quente.. doce das frutas... das margaridas... das amoras e
das maçãs perfumadas de rosas e jasmins... a alvorada desce pela calada
da noite... num manto de cetim...
E é tão tarde...que continuo vagueando no silêncio das horas caladas... num destino sem luz... no alvorecer do meu eterno tormento onde deixo deslizar todo o meu retraimento. E a tua sombra vai resvalando vagabunda... numa noite de lua cheia... ávida de beber todo o luar...
É já tão cedo ... a lua afagou mais uma madrugada fria com seu doce encanto...só nos resta esperar o nascer do dia... a noite com o seu perfume doce...espera... para nos envolver com o resto do seu aroma e nas suas pétalas adormecer... e florescer na próxima madrugada...
Triste madrugada foi aquela em que cantei aquela canção...que ninguém ouviu, e o meu coração despedacei...
Adriana Moreno
E é tão tarde...que continuo vagueando no silêncio das horas caladas... num destino sem luz... no alvorecer do meu eterno tormento onde deixo deslizar todo o meu retraimento. E a tua sombra vai resvalando vagabunda... numa noite de lua cheia... ávida de beber todo o luar...
É já tão cedo ... a lua afagou mais uma madrugada fria com seu doce encanto...só nos resta esperar o nascer do dia... a noite com o seu perfume doce...espera... para nos envolver com o resto do seu aroma e nas suas pétalas adormecer... e florescer na próxima madrugada...
Triste madrugada foi aquela em que cantei aquela canção...que ninguém ouviu, e o meu coração despedacei...
Adriana Moreno
Sucumbo no vermelho veludo
que o meu sangue perdido tingiu
amacio o tecido
tecido por minhas mãos saudosas
que não esqueceram trovador nem trovas
Desfaleço e escorro pelo sonho
e vejo-te carne
e vejo-te gente
mais que fumo, mais que fumaça
mais que poalha baça
mais que o breve voo de uma traça
Vejo-te no meu reflexo
ao me ver convertida num longo amplexo
Não voltares tu da terra dos vermelhos ímpios
da cruzada pela Atlanta desejada
da cavalgada desenfreada por uma verdade inventada
da caçada por um Deus que pela palavra pregava
Submeto-me ao descanso
neste meu mundo e canto
vestindo o branco da cambraia
como pele segunda
que se resguarda até à tua chegada
Peço aos dias que morram sem brilhar
e ás noites que fujam do luar
à vela peço uma nesga de luz
para que retornes onde te pus
No emaranhado dos meus louros caracóis
que se perdem desfalecidos
nesta rosa tecida em ponto cruz
No meu colo vazio e frio
no dorso quebrado
sob o peso das quimeras
sobre este tempo tão contado
tão vago, tão perdido
Neste bafiento espaço
... que ainda guarda o teu lado
ANA MARQUES
Poema acróstico
SOLIDÃO
S entes a insatisfação
O isolamento é a tua condição
L evas o sonho até à exaustão
I nterpretas cada momento de solidão
D eixas as marcas do teu coração
A dormeces, voas p`ra eternidade
O s anjos te esperam!
.........
Nem sempre a solidão
significa estar só no mundo
Mesmo no meio da multidão
existe este sentimento profundo.
Mª da Graça Dordio Dimas
SONHE - DESEJE - FANTASIE - SORRIA - AME ...//
SONHEI
Que aqui estavas...tão perto de mim...me falando de amor...trauteando teu fado...rosa enjeitada sem fim...teus lábios senti...de leve tocar...num beijo roubado...pelos dois desejado...tua pele macia...que me acaricia...tem a cor da paixão...o vermelho ardente...o sinto no ventre...e a cor da prata...em teus cabelos...a sede me mata...deste amor desmedido...lá fora rasga a aurora...desperta o dia...acordo do sonho...triste solidão...presente aqui, em meu coração...então sem desdita...meu pensamento acredita...que tu ali estás...sonhando comigo.
e vejo-te carne
e vejo-te gente
mais que fumo, mais que fumaça
mais que poalha baça
mais que o breve voo de uma traça
Vejo-te no meu reflexo
ao me ver convertida num longo amplexo
Não voltares tu da terra dos vermelhos ímpios
da cruzada pela Atlanta desejada
da cavalgada desenfreada por uma verdade inventada
da caçada por um Deus que pela palavra pregava
Submeto-me ao descanso
neste meu mundo e canto
vestindo o branco da cambraia
como pele segunda
que se resguarda até à tua chegada
Peço aos dias que morram sem brilhar
e ás noites que fujam do luar
à vela peço uma nesga de luz
para que retornes onde te pus
No emaranhado dos meus louros caracóis
que se perdem desfalecidos
nesta rosa tecida em ponto cruz
No meu colo vazio e frio
no dorso quebrado
sob o peso das quimeras
sobre este tempo tão contado
tão vago, tão perdido
Neste bafiento espaço
... que ainda guarda o teu lado
ANA MARQUES
Poema acróstico
SOLIDÃO
S entes a insatisfação
O isolamento é a tua condição
L evas o sonho até à exaustão
I nterpretas cada momento de solidão
D eixas as marcas do teu coração
A dormeces, voas p`ra eternidade
O s anjos te esperam!
.........
Nem sempre a solidão
significa estar só no mundo
Mesmo no meio da multidão
existe este sentimento profundo.
Mª da Graça Dordio Dimas
SONHE - DESEJE - FANTASIE - SORRIA - AME ...//
SONHE - Porque só os sonhadores conseguem através dos seus sonhos
viver o presente e imaginar o amanhã. O sonho comanda a vida.
DESEJE! - Porque são os desejos que nos fazem viver e saborear a vida em toda a sua plenitude!
FANTASIE! - Porque é a fantasia que nos dá alento. É o alimento que sacia nossa fome e a água que sacia a nossa sede de realização
SORRIA! - Porque é o sorriso que nos ajuda a enfrentar as tempestades de desanimo que por vezes desabam sobre nós e assolam o nosso viver. Sorrir, sorrir sempre, mesmo que seja um sorriso triste, porque mais triste que a própria tristeza, só a tristeza de não se sorrir
AME! -Porque só amor consegue pôr no nosso semblante um ar de triunfo e no coração a paz, a esperança e nos abre o caminho:... Para os sonhos!... para a fantasia!..., Para o desejo!... Para o sorriso!.. Para o amor.
//... M.aria I.sabel M.achadinho
DESEJE! - Porque são os desejos que nos fazem viver e saborear a vida em toda a sua plenitude!
FANTASIE! - Porque é a fantasia que nos dá alento. É o alimento que sacia nossa fome e a água que sacia a nossa sede de realização
SORRIA! - Porque é o sorriso que nos ajuda a enfrentar as tempestades de desanimo que por vezes desabam sobre nós e assolam o nosso viver. Sorrir, sorrir sempre, mesmo que seja um sorriso triste, porque mais triste que a própria tristeza, só a tristeza de não se sorrir
AME! -Porque só amor consegue pôr no nosso semblante um ar de triunfo e no coração a paz, a esperança e nos abre o caminho:... Para os sonhos!... para a fantasia!..., Para o desejo!... Para o sorriso!.. Para o amor.
//... M.aria I.sabel M.achadinho
SONHEI
Que aqui estavas...tão perto de mim...me falando de amor...trauteando teu fado...rosa enjeitada sem fim...teus lábios senti...de leve tocar...num beijo roubado...pelos dois desejado...tua pele macia...que me acaricia...tem a cor da paixão...o vermelho ardente...o sinto no ventre...e a cor da prata...em teus cabelos...a sede me mata...deste amor desmedido...lá fora rasga a aurora...desperta o dia...acordo do sonho...triste solidão...presente aqui, em meu coração...então sem desdita...meu pensamento acredita...que tu ali estás...sonhando comigo.
Anabela Fernandes
EMBRIAGUEZ.
Deixa-me Amor embriagar de ti.
São cálices de licores raros os teus lábios.
Sabes amor és o néctar da vida, para meu viver.
É na embriaguez desses teus beijos.
Que minha alma se abre feita flor.
EMBRIAGUEZ.
Deixa-me Amor embriagar de ti.
São cálices de licores raros os teus lábios.
Sabes amor és o néctar da vida, para meu viver.
É na embriaguez desses teus beijos.
Que minha alma se abre feita flor.
Sonho amor jardins imensos.
Jardins só nossos para percorrer.
Amar é ventura fervorosa.
Dos que por Amor se deixam corromper.
Mas amor o mundo é que nos abraça.
Num encontro de alma nos bebemos.
Eu a flor perfumada tu a hera,
Que em verde esperança tece,
O abrigo, o teto deste ninho.
São de vento as paredes deste lar.
De giesta florida o chão deste meu ninho.
Fiz para nós um alcoba de luar…
Um leito todo sedas…
Teci, lençois de jasmim e rosmaninho.
Entre o sonho, a embriaguez e todo o amor!
Brindo com licor de flores campestres…
No osculo da tua boca meu amor…
Obrigado por todo o carinho que me é dado.
Augusta Maria Gonçalves
Durmo na noite
e no meu sonho
voo no meio de sonhos dourados
a minha alma cintila de luz
luz que ilumina meu ser
sinto magia no meu corpo
e sonho e sinto-me leve
vejo a minh'aura de emoções
envolvo-me na luz de amor
e sinto paz na minh' alma
Mila Lopes
Um Sonho Feliz
Nas lembranças do seu passado adormeceu
No silêncio em que a saudade se fez notar
A solidão da sua dor venceu
E tranquila feliz a sonhar.
Viveu aventuras e paixões
Viajou ao desconhecido
Reviveu emoções
Encontrou o amor que tinha perdido
O seu coração perdido de amor
Do seu corpo sentiu o calor
Num louco desejo subiu ao céu
Sedente de amor o amor viveu.
E no seu mundo brilhou o luar
A lua serena os comtemplava
Tranquila feliz sonhava
Quando o sol a veio despertar.
O mistério do sonho é absurdo
Parece real no sono profundo
Acordada volta á realidade
E do sonho sente saudade.
De Adelaide Simões Rosa
SONHO
Sonhei que teu rosto se iluminava
e que tua alma se abria diante de mim
e que teus olhos (claros de tanta luz)
apenas me fixavam...
Mas os teus olhos eram um poço de promessas,
os teus lábios um mar de desejo,
o teu corpo um paraíso de tentações...
Sonhei...
Sonhei assim contigo
e chamei-te: “Meu amor!”
Jardins só nossos para percorrer.
Amar é ventura fervorosa.
Dos que por Amor se deixam corromper.
Mas amor o mundo é que nos abraça.
Num encontro de alma nos bebemos.
Eu a flor perfumada tu a hera,
Que em verde esperança tece,
O abrigo, o teto deste ninho.
São de vento as paredes deste lar.
De giesta florida o chão deste meu ninho.
Fiz para nós um alcoba de luar…
Um leito todo sedas…
Teci, lençois de jasmim e rosmaninho.
Entre o sonho, a embriaguez e todo o amor!
Brindo com licor de flores campestres…
No osculo da tua boca meu amor…
Obrigado por todo o carinho que me é dado.
Augusta Maria Gonçalves
Durmo na noite
e no meu sonho
voo no meio de sonhos dourados
a minha alma cintila de luz
luz que ilumina meu ser
sinto magia no meu corpo
e sonho e sinto-me leve
vejo a minh'aura de emoções
envolvo-me na luz de amor
e sinto paz na minh' alma
Mila Lopes
Um Sonho Feliz
Nas lembranças do seu passado adormeceu
No silêncio em que a saudade se fez notar
A solidão da sua dor venceu
E tranquila feliz a sonhar.
Viveu aventuras e paixões
Viajou ao desconhecido
Reviveu emoções
Encontrou o amor que tinha perdido
O seu coração perdido de amor
Do seu corpo sentiu o calor
Num louco desejo subiu ao céu
Sedente de amor o amor viveu.
E no seu mundo brilhou o luar
A lua serena os comtemplava
Tranquila feliz sonhava
Quando o sol a veio despertar.
O mistério do sonho é absurdo
Parece real no sono profundo
Acordada volta á realidade
E do sonho sente saudade.
De Adelaide Simões Rosa
SONHO
Sonhei que teu rosto se iluminava
e que tua alma se abria diante de mim
e que teus olhos (claros de tanta luz)
apenas me fixavam...
Mas os teus olhos eram um poço de promessas,
os teus lábios um mar de desejo,
o teu corpo um paraíso de tentações...
Sonhei...
Sonhei assim contigo
e chamei-te: “Meu amor!”
Mas a vida que, mesmo em sonho, é cruel
mandou a bruma buscar-te
e tu lá foste... poisado no vento
e pediste:
“Fica andorinha
que o teu amor vai buscar a primavera...”
E tu partiste...
E eu disse: “Meu amor!...”
De Maria La-Salete Sá
Procuro seguir o teu sonho
sereno... o sorriso... escondido,
deixa adivinhar a paz que há em ti
no teu doce repousar... no salão
onde tantos doces momentos viveste.
A mesma blusa... branco seda,
Iluminando teu rosto, com a luz do amor.
Aqui e ali uma flor, mão estendida
entregue ao prazer vivido
tocando o sofá de forte colorido
como se teu afagar existisse
Doce... terno de paixão.
Queria seguir o teu sonho
De prazer que engana a solidão.
Queria no sonho entrar
Ser o amor que mora... no teu sonhar.
R.B.
mandou a bruma buscar-te
e tu lá foste... poisado no vento
e pediste:
“Fica andorinha
que o teu amor vai buscar a primavera...”
E tu partiste...
E eu disse: “Meu amor!...”
De Maria La-Salete Sá
Procuro seguir o teu sonho
sereno... o sorriso... escondido,
deixa adivinhar a paz que há em ti
no teu doce repousar... no salão
onde tantos doces momentos viveste.
A mesma blusa... branco seda,
Iluminando teu rosto, com a luz do amor.
Aqui e ali uma flor, mão estendida
entregue ao prazer vivido
tocando o sofá de forte colorido
como se teu afagar existisse
Doce... terno de paixão.
Queria seguir o teu sonho
De prazer que engana a solidão.
Queria no sonho entrar
Ser o amor que mora... no teu sonhar.
R.B.
16-02-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 16-02-2016
Chamamento…
De Norte…
A brisa que vem salgada
Que traz o cheiro da areia molhada
Que me seca as lágrimas do rosto
Numa manhã fresca de agosto
De Norte…
O vento que me empurra
Que silvando me sussurra
Que me pede quase por favor…
Vem a mim,…teu mar
Vem a mim, meu amor!
Para Norte…
Fechando os olhos avanço
Passo a passo sobre ti…mar manso
Sobre a fria rebentação
Solto o grito e peço perdão
E finalmente…
De Norte…
Minha libertação!
Luís Farto
REAL
.
Quero ver-me com asas
Dançando um ballet delicado
Ao som das melodias
Que a brisa cicia
No doce balanço
Das ondas do Mar...
Quero ver-me
Tangindo de mansinho
Ternos versos
Em solfejos do meu respirar...
Quero ver-me
Ave em libertos voos
Levando comigo
As palavras dos Poetas.
Quero ver-me
Vozes de Mar
Que declamam Poemas
Em pleno Apogeu!
Quero ver-me
Num momento mágico,
Num Mundo inventado,
Real como eu!
.
Isabel Lucas Simões
Vou partir
Vou partir... Vou navegar...
Enfrentar o mar feroz...
Arriscar ser marinheira
na minha casca de noz
REAL
.
Quero ver-me com asas
Dançando um ballet delicado
Ao som das melodias
Que a brisa cicia
No doce balanço
Das ondas do Mar...
Quero ver-me
Tangindo de mansinho
Ternos versos
Em solfejos do meu respirar...
Quero ver-me
Ave em libertos voos
Levando comigo
As palavras dos Poetas.
Quero ver-me
Vozes de Mar
Que declamam Poemas
Em pleno Apogeu!
Quero ver-me
Num momento mágico,
Num Mundo inventado,
Real como eu!
.
Isabel Lucas Simões
Vou partir
Vou partir... Vou navegar...
Enfrentar o mar feroz...
Arriscar ser marinheira
na minha casca de noz
Fátima Rodrigues
Asas ao vento
Voando
ao sabor do vento
viajo
no tempo
na memória
no sentimento
na história...
...
Abro
o leque da inspiração
descrevo
cada sensação...
por um momento
sinto
o mundo na mão...
solto
rimas ao vento,
dispo
cada sentimento,
transmito em verso
cada emoção...
...
Sem demagogia
brota
do coração
a minha
poesia!
Asas ao vento
Voando
ao sabor do vento
viajo
no tempo
na memória
no sentimento
na história...
...
Abro
o leque da inspiração
descrevo
cada sensação...
por um momento
sinto
o mundo na mão...
solto
rimas ao vento,
dispo
cada sentimento,
transmito em verso
cada emoção...
...
Sem demagogia
brota
do coração
a minha
poesia!
Maria da Graça Dórdio Dimas
BRISA
Ao te olhar, comecei a sentir uma estranha brisa,
suave então,
a transformar-se em aura branda,
a fazer-me vogar no infinito,
deixando-me emoções e sentimentos,
a dirigir-me para o olho do vento,
fazendo-me aspirar mais rapidamente.
Foi a ligeireza daquele vento
que me fez construir
a comunhão entre o coração, a mente e a alma.
Nos meus sonhos,
comecei a cantar uma canção de amor,
via a existência verde de esperança
e a alegria era a minha linguagem.
BRISA
Ao te olhar, comecei a sentir uma estranha brisa,
suave então,
a transformar-se em aura branda,
a fazer-me vogar no infinito,
deixando-me emoções e sentimentos,
a dirigir-me para o olho do vento,
fazendo-me aspirar mais rapidamente.
Foi a ligeireza daquele vento
que me fez construir
a comunhão entre o coração, a mente e a alma.
Nos meus sonhos,
comecei a cantar uma canção de amor,
via a existência verde de esperança
e a alegria era a minha linguagem.
José Lopes da Nave
De branco me vesti ,na saudade de lembranças trancadas a um passado perdido... nas horas perdidas e mortas, o desespero me arrasta os sonhos que não vivi nas noites vigilantes...
O sol entorpece... a noite vai-se pintando no horizonte... a lua grita cheia de si... banha o céu cheio de estrelas... que se instalam com sede de beber o luar...
Os fantasmas ofuscam os silêncios da calada da noite... e a lua linda e cheia... espreita os sons dos rouxinóis num trinar magoado... e se delicia com a maravilhosa visão da natureza...
De branco me vesti ,na saudade de lembranças trancadas a um passado perdido... nas horas perdidas e mortas, o desespero me arrasta os sonhos que não vivi nas noites vigilantes...
O sol entorpece... a noite vai-se pintando no horizonte... a lua grita cheia de si... banha o céu cheio de estrelas... que se instalam com sede de beber o luar...
Os fantasmas ofuscam os silêncios da calada da noite... e a lua linda e cheia... espreita os sons dos rouxinóis num trinar magoado... e se delicia com a maravilhosa visão da natureza...
E em lembranças passadas há amores inventados... mal amados
,desencontrados ao longo da estrada da vida... que perseguem pela calada
da noite...
Dormir em noite branda, é um desejo... vestida com as rosas mais belas... brancas e perfumadas que me envolvem no seu aroma suave e acolhedor que quase me adormecem pela madrugada...
Há gotas de orvalho cintilando nas folhas e nas pétalas de cada flor do meu jardim... Os sons dos pássaros que cantam a sua eterna lengalenga , pairando no ar um balé acrobático e delirante que me deixam extasiada pela beleza do amanhecer...
Cumprimento o ar fresco da manhã e me despeço da sombra ténue da lua que se esfuma nas sombras do horizonte... e uma oração dança nos meus lábios e se agita no olhar como a colcha da madrugada que terminou...
Hoje e sempre... quero vestir-me de rosas brancas para matar as saudades... mas quando a voz do pensamento se cala... quero gritar ao silêncio as lembranças... os aromas... os sons das tempestades...perdida , numa aurora já sem lua ,ainda vagueio... mas todos os caminhos percorridos são meus... e as esperanças, embora, passageiras acalentam as ilusões fugidias e afagam a solidão ... que dá novo alento às minhas saudades...
Adriana Ferreira
VOA A ILUSÃO
Vem
voar
comigo
num voo
sem destino
perder o tino
nas asas da ilusão
em comunhão
percorrer montes e vales
correr a calçada
curar os males
eu a ti abraçada
subir o Monte-muro
no pico mais alto
beijar-te no escuro
olhar as estrelas
que em conjunção
com a natureza
em seu redor
ouvem a nossa canção
nosso hino de amor
Vem
nesta madrugada
nas asas de condor
ser meu mentor
desta paixão
que viverá
sempre em mim
com a alma denudada
cresce cá dentro
meu sonho feito de marfim
Anabela Fernandes
NA ROTA DO SOL
Na espera do tempo
em corpo de mariposa,
ansiando o voo
em asas de filigrana
me aguardas
como “Fernão Capelo Gaivota”.
Juntos, adejaremos
num firmamento de anil,
em busca das estrelas
que conduzirão
a nossa caminhada
na rota do sol.
Dormir em noite branda, é um desejo... vestida com as rosas mais belas... brancas e perfumadas que me envolvem no seu aroma suave e acolhedor que quase me adormecem pela madrugada...
Há gotas de orvalho cintilando nas folhas e nas pétalas de cada flor do meu jardim... Os sons dos pássaros que cantam a sua eterna lengalenga , pairando no ar um balé acrobático e delirante que me deixam extasiada pela beleza do amanhecer...
Cumprimento o ar fresco da manhã e me despeço da sombra ténue da lua que se esfuma nas sombras do horizonte... e uma oração dança nos meus lábios e se agita no olhar como a colcha da madrugada que terminou...
Hoje e sempre... quero vestir-me de rosas brancas para matar as saudades... mas quando a voz do pensamento se cala... quero gritar ao silêncio as lembranças... os aromas... os sons das tempestades...perdida , numa aurora já sem lua ,ainda vagueio... mas todos os caminhos percorridos são meus... e as esperanças, embora, passageiras acalentam as ilusões fugidias e afagam a solidão ... que dá novo alento às minhas saudades...
Adriana Ferreira
VOA A ILUSÃO
Vem
voar
comigo
num voo
sem destino
perder o tino
nas asas da ilusão
em comunhão
percorrer montes e vales
correr a calçada
curar os males
eu a ti abraçada
subir o Monte-muro
no pico mais alto
beijar-te no escuro
olhar as estrelas
que em conjunção
com a natureza
em seu redor
ouvem a nossa canção
nosso hino de amor
Vem
nesta madrugada
nas asas de condor
ser meu mentor
desta paixão
que viverá
sempre em mim
com a alma denudada
cresce cá dentro
meu sonho feito de marfim
Anabela Fernandes
NA ROTA DO SOL
Na espera do tempo
em corpo de mariposa,
ansiando o voo
em asas de filigrana
me aguardas
como “Fernão Capelo Gaivota”.
Juntos, adejaremos
num firmamento de anil,
em busca das estrelas
que conduzirão
a nossa caminhada
na rota do sol.
José Lopes da Nave
…Voarei bem lá no alto
para chegar ao azul do meu céu
e sonhar os meus sonhos e fantasias
em mantos de nuvens douradas.
…Pedirei á noite
pérolas de estrelas
para eu semear
ao longo do caminho
e eu as semearei
para germinarem
com as cores
dos meus sentimentos .
…E para quando florirem
eu as poder ver e sentir
o perfume das suas pétalas
junto com o néctar do amor.
__________*____________
…Voarei bem lá no alto
para chegar ao azul do meu céu
e sonhar os meus sonhos e fantasias
em mantos de nuvens douradas.
…Pedirei á noite
pérolas de estrelas
para eu semear
ao longo do caminho
e eu as semearei
para germinarem
com as cores
dos meus sentimentos .
…E para quando florirem
eu as poder ver e sentir
o perfume das suas pétalas
junto com o néctar do amor.
__________*____________
E!... para eu oferecer á luz do amor
e á voz da alma…
Mila Lopes
Asas ao vento, gazes pensadoras
planadas, voadoras
são do espaço viagem
numa barcaça descobridora
e á voz da alma…
Mila Lopes
Asas ao vento, gazes pensadoras
planadas, voadoras
são do espaço viagem
numa barcaça descobridora
Ai... junto ao mar te dou todo o meu ar
toda a brancura
desta minha alma que no vazio te procura
Ai... esta leve aragem
vinda desta salgada margem
que molha de sal
esta minha imagem que te oferto
... mundo desperto
Mundo que não enjeito
e nas asas carrego
num arco-iris mágico
dando de mim a comédia e o trágico
Sabes que sou palco
então senta-te nessa plateia
pebleu, pintor, musico ou ator
faz-te Rei
e numa vénia faz de mim poema
ANA MARQUES
NAS ASAS DOS DESEJOS
São gaivotas que voam!
Sublime é seu voo sobre o mar…
Seu cantar
Ecoa pelo céu denso nublado.
O momento era de embarcar!
Dei à minha imaginação
Força para me levar
Nas asas dos desejos!
Desejos de sonhar…
De acreditar.
Elevei meu pensamento!
Voei ao infinito!
Entre nuvens
Vi o sol no horizonte desvanecer.
Foi um sonho de alma…
Um sonho em voo fortuito!
Um sonho com asas
De esperança e alegria de viver.
Rosa Céu (© Direitos de autoria reservados)
toda a brancura
desta minha alma que no vazio te procura
Ai... esta leve aragem
vinda desta salgada margem
que molha de sal
esta minha imagem que te oferto
... mundo desperto
Mundo que não enjeito
e nas asas carrego
num arco-iris mágico
dando de mim a comédia e o trágico
Sabes que sou palco
então senta-te nessa plateia
pebleu, pintor, musico ou ator
faz-te Rei
e numa vénia faz de mim poema
ANA MARQUES
NAS ASAS DOS DESEJOS
São gaivotas que voam!
Sublime é seu voo sobre o mar…
Seu cantar
Ecoa pelo céu denso nublado.
O momento era de embarcar!
Dei à minha imaginação
Força para me levar
Nas asas dos desejos!
Desejos de sonhar…
De acreditar.
Elevei meu pensamento!
Voei ao infinito!
Entre nuvens
Vi o sol no horizonte desvanecer.
Foi um sonho de alma…
Um sonho em voo fortuito!
Um sonho com asas
De esperança e alegria de viver.
Rosa Céu (© Direitos de autoria reservados)
09-02-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 09-02-2016
CARNAVAL!
Mais uma terça feira.
De um mês de Fevereiro de encontro marcado com o Carnaval.
Vestido de véus cinzentos está o dia.
Talvez a máscara mais real veste o próprio tempo!
Carnaval! Sim, desfiles cor folia.
Mas neste cantinho Portugal.
Apenas vestimos letargia.
O Sol cansado de olhares tristonhos,
Fez greve, ao carnaval não quis assistir!
É grave! Derrama-se em ventos o tempo.
A chuva tresloucada e leve dança,
Nos braços transparentes do vento.
Vestidas a rigor estão as árvores,
Fantasias em flor trazem vestidas.
Tão mimosas, graciosas de leveza,
Brancas ou rosadas harmonia e cor.
Mas sei têm frio.
Nos braços do vento sentem-se despidas.
Olho-as… sonho que bailam rodopiam,
Num riso ecoante, de esquecimento.
Pois o vento as desnuda,
Há nelas um rubor!
Mas nas leves pétalas da mimosa flor,
Há colares de flores na fronte do vento.
Sei é Carnaval.
Tempo de rir, de fuliar.
Mas o corso passa, já sem máscaras.
Porque o sol adormeceu,
O dia está a chorar.
Eu, aceno com um lenço todo cor…
Voam confetis…
Para o tempo alindar.
Augusta Maria Gonçalves.
Espelho d'Alma
Em desespero confesso,
ao ver no espelho o que vejo,
sinto…
não mais o desejo
mas algo que me deixa perplexo
Diz-me espelho meu,
liberta-me de ti!
Diz-me que não sou eu,
que não sou quem está ali.
Esfrego desejando apagar
a ruga que aparece vadia,
apenas consigo adiar,
o que a idade não adia!
Volto-me de repente
uma e outra vez,
mas o espelho não mente,
mostrando-me…
o que a alma sente!
Luís Farto
CARNAVAL Carnaval sejas bem-vindo
Com alegria e felicidade
Que as vozes se façam ouvindo
Nesta alegre festividade!
.
O divertimento é permitido
Andam todos mascarados
Pelas ruas se vão exibindo
Em frenesins danados!
.
Carnaval, tempo de folia
Dá-se asas à imaginação
Reinam rostos de alegria
Para alegrar o coração!
.
Neste dia de festival
Permite-se ser de tudo
Uns chamam-lhe Carnaval
Outros chamam-lhe Entrudo
.
Isabel Lucas Simões
CARNAVAL Carnaval sejas bem-vindo
Com alegria e felicidade
Que as vozes se façam ouvindo
Nesta alegre festividade!
.
O divertimento é permitido
Andam todos mascarados
Pelas ruas se vão exibindo
Em frenesins danados!
.
Carnaval, tempo de folia
Dá-se asas à imaginação
Reinam rostos de alegria
Para alegrar o coração!
.
Neste dia de festival
Permite-se ser de tudo
Uns chamam-lhe Carnaval
Outros chamam-lhe Entrudo
.
Isabel Lucas Simões
MEU CARNAVAL
Não duvido da luz das estrelas
Do anoitecer
Da luz do sol
Do calor
Sou fantasia
Folia
Amor
Meu Carnaval é paixão
Realça o que amo em mim
Folia num só dia
Que canto
E celebro
É folia de amor
De gozo
Prazer neste dia.
A dança é constante
Neste palco de alegria
Dessa festa
Sou cúmplice
Dum ato sensual
Sou palhaço
Pirrot
Amado
Amoroso
Que deseja
Apelar ao amor!
Adriana Moreno
A Mascara
O céu se mascara com a mascara do tempo,
A sua cor azul celeste vestida de cinzento.
Desfilam as nuvens em castelos de águas,
Enquanto na terra desfilam as magoas!
No dia-a-dia sem preconceito há mascarados,
Senhores sem pudor que vivem abastados.
No corso da vida, há fantasia há corrupção,
Mascara caída cara conhecida vai para a prisão!
Com alegria e fantasia chega o carnaval,
Haja alegria uma vez no ano não leve a mal,
Se no corso mulher dançar com provocação!
A sátira politica com imaginação e criatividade,
É no carnaval que não tem receio e diz a verdade
Corpos desnudados, olhos regalados prestam atenção!
De Adelaide Simões Rosa
O ARTIFÍCIO DA MÁSCARA
Com o artifício da máscara
Muitos gostam de brincar!
Em tempo de carnaval
Mascaram sua cara,
Vão festejar e dançar
E ninguém leva a mal.
Não se deixam conhecer
Nem deixam transparecer,
Sua identidade
E tampouco sua autenticidade.
Não se embelezando
Com a linda máscara de Veneza,
Há contudo uma certeza…
Muitos deixam de saber quem são
Pelo uso frequente de máscara.
Que, sem ser a máscara tradicional,
A máscara de carnaval
É a sua máscara habitual!
Rosa Céu (© Direitos de autoria reservados)
Máscara
Mascaradas
Sentidas
Perdidas
Na solidáo
Se escrevem
Palavras
Tentando ludibriar
Fantasiar
O sonho
Alimentar a paixão
E sem emoção
Se reinventa
O amor
Hâ tristeza
Amargura
Aventura
Transformada em poesia
E mensagem sem dono
Nem musa presente
Onde o carinho é ausente
Tudo é pura ilusão
Num poema confissão
Onde mentir é traição
E verdade está escondida
Tudo se parece fazer querer
Sem dar a perceber
O que a alma quer dizer
Não duvido da luz das estrelas
Do anoitecer
Da luz do sol
Do calor
Sou fantasia
Folia
Amor
Meu Carnaval é paixão
Realça o que amo em mim
Folia num só dia
Que canto
E celebro
É folia de amor
De gozo
Prazer neste dia.
A dança é constante
Neste palco de alegria
Dessa festa
Sou cúmplice
Dum ato sensual
Sou palhaço
Pirrot
Amado
Amoroso
Que deseja
Apelar ao amor!
Adriana Moreno
A Mascara
O céu se mascara com a mascara do tempo,
A sua cor azul celeste vestida de cinzento.
Desfilam as nuvens em castelos de águas,
Enquanto na terra desfilam as magoas!
No dia-a-dia sem preconceito há mascarados,
Senhores sem pudor que vivem abastados.
No corso da vida, há fantasia há corrupção,
Mascara caída cara conhecida vai para a prisão!
Com alegria e fantasia chega o carnaval,
Haja alegria uma vez no ano não leve a mal,
Se no corso mulher dançar com provocação!
A sátira politica com imaginação e criatividade,
É no carnaval que não tem receio e diz a verdade
Corpos desnudados, olhos regalados prestam atenção!
De Adelaide Simões Rosa
O ARTIFÍCIO DA MÁSCARA
Com o artifício da máscara
Muitos gostam de brincar!
Em tempo de carnaval
Mascaram sua cara,
Vão festejar e dançar
E ninguém leva a mal.
Não se deixam conhecer
Nem deixam transparecer,
Sua identidade
E tampouco sua autenticidade.
Não se embelezando
Com a linda máscara de Veneza,
Há contudo uma certeza…
Muitos deixam de saber quem são
Pelo uso frequente de máscara.
Que, sem ser a máscara tradicional,
A máscara de carnaval
É a sua máscara habitual!
Rosa Céu (© Direitos de autoria reservados)
Máscara
Mascaradas
Sentidas
Perdidas
Na solidáo
Se escrevem
Palavras
Tentando ludibriar
Fantasiar
O sonho
Alimentar a paixão
E sem emoção
Se reinventa
O amor
Hâ tristeza
Amargura
Aventura
Transformada em poesia
E mensagem sem dono
Nem musa presente
Onde o carinho é ausente
Tudo é pura ilusão
Num poema confissão
Onde mentir é traição
E verdade está escondida
Tudo se parece fazer querer
Sem dar a perceber
O que a alma quer dizer
Anabela Fernandes
02-02-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 02-02-2016
Felicidade...
Fazer frente às tormentas
Resplandecer às dificuldades
Acordar com um sorriso
Reconhecer os pingos de felicidade
Que não são sempre iguais
Portas abertas para ela entrar
Como um amor imaginário
Brilho nos olhos de uma criança
Quando houve a sua primeira história
Contada nos braços duma mãe
Caminhar descalça
É ansiedade
Um suspiro
Um sorriso
Abraçar o incerto
Fazer dar certo
Estar longe
Se sentir perto
Coração de janelas abertas
Grão de areia no deserto
Fazer a vida florescer
Antes de qualquer beijo
Toda a criança já sentiu o amor
Um afago que faz do seu olhar um arco íris
Sentir e deixar florescer por si própria
A simples essência de ser
Numa folha em branco
Com infinitas possibilidades de ser...
A força que há em nós
No acreditar...
No ser...
E desabrochar...
Adriana Moreno
VIVE EM MIM
.
Num dia Igual aos demais,
Depressa compreendi
Que contigo brincando
Podia fantasiar voos...
E me elevar ao mais alto Céu,
Beijar as faces da Lua,
Vestir-me com o brilho das Estrelas!
Tocar o Infinito com a Paz e leveza em ti.
Ser como uma flor adolescente
De noite e de dia,
Sinfonia mágica de um violino,
Doce madrigal,
Ascensão de Luz!
A pureza da minha inocência,
Coberta de aconchegos...
Requintados carinhos.
Criança que me estrutura,
Que pisa os meus caminhos,
Que sente o meu sentir,
O mesmo sorrir,
O mesmo chorar.
Que salta! Que corre!
Que canta! Que dança!
Respirando fragrâncias
Debruçada na janela
Da minha esperança,
Dá-me as mãos
E vamos brincar para aquele lugar…
.
Isabel Lucas Simões
Mãe
Mãe,
no seu ventre
gera a vida
que carrega
com amor,
adivinha
até no silêncio,
o sentimento
de dor...
seu afeto
é desmedido,
seu amor
incondicional,
Mãe...
um ser infinito!
Mãe...
um ser imortal!
VIVE EM MIM
.
Num dia Igual aos demais,
Depressa compreendi
Que contigo brincando
Podia fantasiar voos...
E me elevar ao mais alto Céu,
Beijar as faces da Lua,
Vestir-me com o brilho das Estrelas!
Tocar o Infinito com a Paz e leveza em ti.
Ser como uma flor adolescente
De noite e de dia,
Sinfonia mágica de um violino,
Doce madrigal,
Ascensão de Luz!
A pureza da minha inocência,
Coberta de aconchegos...
Requintados carinhos.
Criança que me estrutura,
Que pisa os meus caminhos,
Que sente o meu sentir,
O mesmo sorrir,
O mesmo chorar.
Que salta! Que corre!
Que canta! Que dança!
Respirando fragrâncias
Debruçada na janela
Da minha esperança,
Dá-me as mãos
E vamos brincar para aquele lugar…
.
Isabel Lucas Simões
Mãe
Mãe,
no seu ventre
gera a vida
que carrega
com amor,
adivinha
até no silêncio,
o sentimento
de dor...
seu afeto
é desmedido,
seu amor
incondicional,
Mãe...
um ser infinito!
Mãe...
um ser imortal!
Mª da Graça Dordio Dimas
Mãe
Mãe é sempre protectora
Dotada de grandes habilidades
Pelos filhos incessantemente uma lutadora
Nem sempre compreendida
Chora e ri
Em momentos de dor
Ela dá o seu amor
É porto de abrigo
É começo de vida
Mãe
Mãe é sempre protectora
Dotada de grandes habilidades
Pelos filhos incessantemente uma lutadora
Nem sempre compreendida
Chora e ri
Em momentos de dor
Ela dá o seu amor
É porto de abrigo
É começo de vida
Anabela Fernandes
Oh Mãe!...
Mãe há só uma
É pura como alva espuma
quando o sabe ser...
porque nem toda a mãe
sabe o que é ser mãe
e sendo, mais valia não o ser!
Há a mãe do Céu e da Terra
Há mãe da paz e da guerra
Há meiga mãe do Amor…
Há a verde mãe Natureza
Há a mãe Água em pureza
Ruma ao Mar plena de fulgor.
No seu colo adormeci
Do seu cálido peito bebi
Cresci e fiz-me homem…
Hoje recolhida na mãe terra
Seu espirito e amor encerra
Larvas seu corpo consomem.
Enquanto por aqui andar
Com o coração a palpitar
Nele sempre estás guardada…
Foste minha luz de meninice
Perdoa-me tanta patetice
Que te deixou tão magoada!
Um dia vou-te visitar
Se me quiseres abraçar
Contigo para sempre ficarei…
Quando deste mundo me livrar
Cansado dos tantos passos dar
Sono eterno, contigo repartirei!
David Marques
Arco-íris de amor…
Pincelado de alegria
Este retrato mostrado
Em mil cores ilustrado
Em mil cores de magia!
Aparentando felicidade
Carinho,…muita proteção
Dois corpos um coração
Um amor de verdade.
Pode ser mãe, irmã…tia
Amiga…simplesmente
Mas nunca indiferente
Ao sorriso que se via!
Abraço de cumplicidade
Simbolizando ternura
Na sua forma mais pura
Na isenção…de maldade!
Oh Mãe!...
Mãe há só uma
É pura como alva espuma
quando o sabe ser...
porque nem toda a mãe
sabe o que é ser mãe
e sendo, mais valia não o ser!
Há a mãe do Céu e da Terra
Há mãe da paz e da guerra
Há meiga mãe do Amor…
Há a verde mãe Natureza
Há a mãe Água em pureza
Ruma ao Mar plena de fulgor.
No seu colo adormeci
Do seu cálido peito bebi
Cresci e fiz-me homem…
Hoje recolhida na mãe terra
Seu espirito e amor encerra
Larvas seu corpo consomem.
Enquanto por aqui andar
Com o coração a palpitar
Nele sempre estás guardada…
Foste minha luz de meninice
Perdoa-me tanta patetice
Que te deixou tão magoada!
Um dia vou-te visitar
Se me quiseres abraçar
Contigo para sempre ficarei…
Quando deste mundo me livrar
Cansado dos tantos passos dar
Sono eterno, contigo repartirei!
David Marques
Arco-íris de amor…
Pincelado de alegria
Este retrato mostrado
Em mil cores ilustrado
Em mil cores de magia!
Aparentando felicidade
Carinho,…muita proteção
Dois corpos um coração
Um amor de verdade.
Pode ser mãe, irmã…tia
Amiga…simplesmente
Mas nunca indiferente
Ao sorriso que se via!
Abraço de cumplicidade
Simbolizando ternura
Na sua forma mais pura
Na isenção…de maldade!
Luís Farto
MÃE
Mãe...chamo por ti! Tua voz não mais ouvi.
Há muito, muito tempo desta vida partiste,
Tristezas e alegrias nesta “passagem” sentiste,
Afetos repartidos, momentos que também vivi.
Penso sempre em ti! Cada dia, cada instante,
Um ser de extremo carinho e elevada bondade,
No tempo que passa, mais aumenta a saudade!
Coração fragilizado, por essa dor constante.
Amiga do teu amigo, minha grande confidente.
Incutiste em mim o sentimento de dádiva presente,
Repartindo o que tinhas a quem te estendia a mão.
A todos confortavas! Ser de um nobre coração,
Tinhas sempre a palavra certa, um gesto carinhoso.
Recordo-te todos os dias em pensamento saudoso.
Rosa Céu (© Direitos de autoria reservados)
NÃO HÁ IGUAL
Foi numa tarde fria.
Seu pequeno, seu querubim.
De faces rosadas, num choro queixoso,
Lágrimas mil desabava.
Estava febril, a mãe, a fada, o vaso de amor.
Embalava seu menino seu amor!
MÃE
Mãe...chamo por ti! Tua voz não mais ouvi.
Há muito, muito tempo desta vida partiste,
Tristezas e alegrias nesta “passagem” sentiste,
Afetos repartidos, momentos que também vivi.
Penso sempre em ti! Cada dia, cada instante,
Um ser de extremo carinho e elevada bondade,
No tempo que passa, mais aumenta a saudade!
Coração fragilizado, por essa dor constante.
Amiga do teu amigo, minha grande confidente.
Incutiste em mim o sentimento de dádiva presente,
Repartindo o que tinhas a quem te estendia a mão.
A todos confortavas! Ser de um nobre coração,
Tinhas sempre a palavra certa, um gesto carinhoso.
Recordo-te todos os dias em pensamento saudoso.
Rosa Céu (© Direitos de autoria reservados)
NÃO HÁ IGUAL
Foi numa tarde fria.
Seu pequeno, seu querubim.
De faces rosadas, num choro queixoso,
Lágrimas mil desabava.
Estava febril, a mãe, a fada, o vaso de amor.
Embalava seu menino seu amor!
Mas era tal o choro!
Que a mãe amada num quebranto de dor.
Nada mais podia fazer ao pequenino ser.
Aconchegou-o ao seu seio,
Cantou-lhe um verso de ninar.
Num terno enleio, o petiz adormeceu.
A mãe não parava de o olhar.
No berço seu, era anjo dócil,
Caído do céu.
Ao céu, a mãe amor, ergueu as mãos.
Agradeço Senhor, vosso anjo divino,
Venha cuidar do meu menino.
Sou Senhor a rosa perdida,
No canteiro da vida.
Nada mais tenho,
Que este bago de amor de mim nascido.
É o meu enlevo, a minha semente, pedacinho de mim!
Tudo Senhor desejo dar-lhe.
Só o meu abrigo.
Só o amor peregrino.
Que roubo á esperança.
Que me deste Senhor.
No dia que meu corpo floriu.
Talvez fosse um erro… Senhor!
Foi tudo por AMOR!
Por isso, por AMOR se é MÃE!
Augusta Maria Gonçalves.
Que a mãe amada num quebranto de dor.
Nada mais podia fazer ao pequenino ser.
Aconchegou-o ao seu seio,
Cantou-lhe um verso de ninar.
Num terno enleio, o petiz adormeceu.
A mãe não parava de o olhar.
No berço seu, era anjo dócil,
Caído do céu.
Ao céu, a mãe amor, ergueu as mãos.
Agradeço Senhor, vosso anjo divino,
Venha cuidar do meu menino.
Sou Senhor a rosa perdida,
No canteiro da vida.
Nada mais tenho,
Que este bago de amor de mim nascido.
É o meu enlevo, a minha semente, pedacinho de mim!
Tudo Senhor desejo dar-lhe.
Só o meu abrigo.
Só o amor peregrino.
Que roubo á esperança.
Que me deste Senhor.
No dia que meu corpo floriu.
Talvez fosse um erro… Senhor!
Foi tudo por AMOR!
Por isso, por AMOR se é MÃE!
Augusta Maria Gonçalves.
26-01-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 26-01-2016
PASSARINHOS
Dois passarinhos num ramo vi
De penas de cerúleo lindo
Cantando em piares, fulgindo…
Quão deleite eu vivi!
.
Por meu sorriso se encantaram
Numa emoção sentida
Na minha mão, serenos poisaram
Em sua graça bendita
.
Cantando com subtileza
Ávidas de Poesia e verdade
No seus peitos há a certeza
Bate um Coração de bondade
.
Ao meu lado vivem em cortejos
Alegres e enamoradas…
Com o seu bico dão-se beijos
Não precisam de mais nada!
.
Isabel Lucas Simões
Sentimentos
São tantos ...
Os que povoam o ser
Que não se podem descrever...
Ou mesmo enumerar
Quão pequenos são
E tão fáceis de dar
São gestos....
Lugares...
Momentos ...
Um carinho...
Um afeto...
Um olhar...
Um sorriso...
Um abraço
Um beijo...
Confiança...
Segurança...
E o maior de todos
...AMOR...
Sem ele...
Não temos nada...
Na ausência de sentimentos
Ficamos secos
Como as ribeiras no verão
Se faz mal a alguém
Sem saber a razão
O sentimento não existe
Mas simples carência
Eis a questão...
TUDO
TODOS
Possuem...
Racionais
Irracionais
Pena é ...
Que ninguém os saiba
Guardar...
E deixar...
Transparecer...
Para doar...
E deixar entrar...
Pelo menos uma vez
Por mais que não pareça
No fundo há sempre algo
Por menor que seja...
Dentro de nós...
Saibamos voar...
Nessas coisas mínimas
Mas tão grandes...
Pois fazem toda a diferença
Na existência...
Na relação com os outros
Se nos dermos em sentimentos
Não importa o retorno
Mas certos ficaremos com mais leveza
Na nossa curta existência.
Adriana Moreno
As aves e o amor
A Natureza o amor a compor
À luz do dia o amor porfia
Intenso um beijo de amor
Ao amanhecer trás alegria
O amor a amizade o bem-querer
No seu longo beijo adocicado
O amor é a razão do seu viver
Pela Natureza é admirado
Suas vestes de veludo acetinado
Branco de amarelo matizado
Indefeso e delicado o seu corpinho
Acasalam na primavera e no verão
A seguir os seus filhos nascerão
Depois de fazerem os seus ninhos.
De Adelaide Simões Rosa
As aves e o amor
A Natureza o amor a compor
À luz do dia o amor porfia
Intenso um beijo de amor
Ao amanhecer trás alegria
O amor a amizade o bem-querer
No seu longo beijo adocicado
O amor é a razão do seu viver
Pela Natureza é admirado
Suas vestes de veludo acetinado
Branco de amarelo matizado
Indefeso e delicado o seu corpinho
Acasalam na primavera e no verão
A seguir os seus filhos nascerão
Depois de fazerem os seus ninhos.
De Adelaide Simões Rosa
APENAS SONHO?!...
Sei que sonho…
Sei que sou apenas uma simples pardaloca…
Não tenho penugem dourada nem asas de penas azuis…
Mas no sonho sou tudo! Sou essa bela ave,
Colorida com nuances de paz e de amor,
Capaz dos voos mais altos
E dos feitos mais audazes!
E neste enlevo de tudo ser
Recebo a visita do Anjo-Guardião,
Esse lindo e terno pássaro do Amor,
O pássaro-fada que me leva em altos voos
Aos confins da eternidade
E me ensina que na vida não há limites
Para ser, crescer e AMAR
Na diferença e na igualdade!
E deste sonhar de olhos fechados e alma desperta
Trarei a paz, trarei o amor
E enquanto em mim a vida a pulsar,
Cortarei os ares deste céu que me acolhe
Entoando melodias que o vento levará
Para semear ternuras por onde passar…
Acordei!
Sou uma pardaloca, sim,
Mas livre para ser o pássaro de penugem dourada e de penas azuis!
De Maria La-Salete Sá
O que eu sinto
Quando eu ando
por esses montes e vales
sinto-me fascinada
com tanta beleza
e tudo é obra da natureza.
Olho as flores maravilhosas
com pétalas de mil cores
ouço os passarinhos
a voar e cantar
as suas lindas melodias
olho p´ro céu e vejo nuvens
de várias cores e formas
que parecem pinturas
e eu sinto uma alegria
natural
O sol beija meu rosto
acariciando-o
apanho pedras
que parecem
cristais lapidados
e fico fascinada.
Falo sozinha
vou cantando
inventando
fazendo poemas
que me importa
se me chamam
Louca!
Eu sou assim?
Vivo a minha vida
com tranquilidade
de uma forma simples
e saudável.
Eu sinto-me privilegiada
por tudo o que tenho
por tudo o que vejo
O que eu sinto.
Muita paz !
Milagre da VidaRecebo a visita do Anjo-Guardião,
Esse lindo e terno pássaro do Amor,
O pássaro-fada que me leva em altos voos
Aos confins da eternidade
E me ensina que na vida não há limites
Para ser, crescer e AMAR
Na diferença e na igualdade!
E deste sonhar de olhos fechados e alma desperta
Trarei a paz, trarei o amor
E enquanto em mim a vida a pulsar,
Cortarei os ares deste céu que me acolhe
Entoando melodias que o vento levará
Para semear ternuras por onde passar…
Acordei!
Sou uma pardaloca, sim,
Mas livre para ser o pássaro de penugem dourada e de penas azuis!
De Maria La-Salete Sá
O que eu sinto
Quando eu ando
por esses montes e vales
sinto-me fascinada
com tanta beleza
e tudo é obra da natureza.
Olho as flores maravilhosas
com pétalas de mil cores
ouço os passarinhos
a voar e cantar
as suas lindas melodias
olho p´ro céu e vejo nuvens
de várias cores e formas
que parecem pinturas
e eu sinto uma alegria
natural
O sol beija meu rosto
acariciando-o
apanho pedras
que parecem
cristais lapidados
e fico fascinada.
Falo sozinha
vou cantando
inventando
fazendo poemas
que me importa
se me chamam
Louca!
Eu sou assim?
Vivo a minha vida
com tranquilidade
de uma forma simples
e saudável.
Eu sinto-me privilegiada
por tudo o que tenho
por tudo o que vejo
O que eu sinto.
Muita paz !
Mila Lopes
Milagre é acordar,
abrir a janela
de par em par
e ver o dia a começar.
Milagre é disfrutar,
o doce chilrear dos passarinhos
na disputa de galhinhos...
e de seguida,
em perfeita sedução,
com seu beijo matinal,
um convite a acasalar.
Milagre é contemplar,
no infinito...
as estrelas a brilhar.
Milagre é observar,
no espaço...
quando o Sol se vai deitar,
enquanto a Lua
acorda a chorar.
Milagre é amar,
amar a Terra
e tudo o que a Natureza
encerra.
Milagre é sentir,
sentir o encanto do mar
a marulhar...
e o azul do céu a vibrar,
com as ondas brandas
a quebrar.
Milagre é a vida!...
Milagre sou eu...
és tu!
Eu e Tu,
neste quadro
de singular perfeição,
que nos atrai e eleva
para outra dimensão!
Mª da Graça Dordio Dimas
Tela de cor
Voam pássaros de mil cores
Suaves e delicados
Pousam na minha janela
Me despertam de manhã
Abro os olhos
Vejos os prados
A natureza esplendorosa
Pinto a tela glamorosa
Com pinceladas de carinho
O amor que advinho
E então sem mais demoras
Abro o coraçáo trancado
Na tela foi desenhado
A cor do meu pensamento
E amanhã ao levantar
Eu ouça o chilrear
A me virem brindar
Anabela Fernandes
DELICADEZAS
Olho o céu imenso, vejo um riscar de asas.
são eles que traçam as rotas da esperança.
Voos graciosos melodia raras.
Fazem os seus ninhos nos beirais das casas.
Nas árvores verdes entre as ramarias.
Segredos de ninhos...
Pássaros novinhos. Ou ovos nos ninhos!!!
Há cantares poesia, leveza de asas.
Ninhos são para ELES, os seus lares, são casas!
Vivem a cantar, a agradecer, creio que a louvar,
A enaltecer!
Desde o despertar ao entardecer.
Labutam num canto, louvam num trinado.
Há festa e musica sempre em meu telhado.
Enfeitam o vento que passa a cantar...
" dizem"
Num trinado, dorme a natureza,
Vamos descansar!
Augusta Maria Gonçalves
DELICADEZAS
Olho o céu imenso, vejo um riscar de asas.
são eles que traçam as rotas da esperança.
Voos graciosos melodia raras.
Fazem os seus ninhos nos beirais das casas.
Nas árvores verdes entre as ramarias.
Segredos de ninhos...
Pássaros novinhos. Ou ovos nos ninhos!!!
Há cantares poesia, leveza de asas.
Ninhos são para ELES, os seus lares, são casas!
Vivem a cantar, a agradecer, creio que a louvar,
A enaltecer!
Desde o despertar ao entardecer.
Labutam num canto, louvam num trinado.
Há festa e musica sempre em meu telhado.
Enfeitam o vento que passa a cantar...
" dizem"
Num trinado, dorme a natureza,
Vamos descansar!
Augusta Maria Gonçalves
19-01-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 19-01-2016
Tu e eu
Na margem do destino
Tu e eu, sós, focamos o vazio…
Contigo nunca me sentirei só
Teu faro apurado e fino
Sente a outra margam do rio
De nós, ninguém vai ter dó!
Nestas águas calmas e límpidas
Olho teus olhos em mim…
Vejo o bater do teu coração
Sinto todas as ações frígidas
Que te deixaram assim…
Como lhes posso conceder perdão?
És meu amigo de curta data
Mas sempre te conheci…
Vejo as primaveras passadas
Na linha da vida que se desata…
Sinto os frios invernos em ti
Ouço-te no som das trovoadas!
Estamos perto do fim da linha
Inda que ela esteja distante…
Caminhas submisso ao meu lado
Com apego que mais ninguém tinha!
Meu fiel guarda, sempre vigilante
Alcançaremos o Éden verde prado!
David Marques
MEU AMIGO
Abraço-te com mãos ternas
Para me aconchegar...
Me afagar...
Na maciez do teu pelo,
Com a doçura,
A suavidade
Da nossa cumplicidade.
Tudo passa a ficar bom
A partir desse momento,
Em que os nossos corações em contento
Passam a viver
Numa eterna permanência
Até quando existirmos.
E tudo o que se sente
Na Alma que é penetrada
Fica perpetuada
No sublime aconchego do Coração,
Porque és meu abrigo.
Bom como tu, só tu, meu Amigo!
Isabel Lucas Simões
E porque o Amor é indefinido...Ama-se independentemente do ser amado. Aqui deixo uma homenagem ao Dia Universal do Amo-te.
Nasce o poema!
Olho teus olhos em mim…
Vejo o bater do teu coração
Sinto todas as ações frígidas
Que te deixaram assim…
Como lhes posso conceder perdão?
És meu amigo de curta data
Mas sempre te conheci…
Vejo as primaveras passadas
Na linha da vida que se desata…
Sinto os frios invernos em ti
Ouço-te no som das trovoadas!
Estamos perto do fim da linha
Inda que ela esteja distante…
Caminhas submisso ao meu lado
Com apego que mais ninguém tinha!
Meu fiel guarda, sempre vigilante
Alcançaremos o Éden verde prado!
David Marques
MEU AMIGO
Abraço-te com mãos ternas
Para me aconchegar...
Me afagar...
Na maciez do teu pelo,
Com a doçura,
A suavidade
Da nossa cumplicidade.
Tudo passa a ficar bom
A partir desse momento,
Em que os nossos corações em contento
Passam a viver
Numa eterna permanência
Até quando existirmos.
E tudo o que se sente
Na Alma que é penetrada
Fica perpetuada
No sublime aconchego do Coração,
Porque és meu abrigo.
Bom como tu, só tu, meu Amigo!
Isabel Lucas Simões
E porque o Amor é indefinido...Ama-se independentemente do ser amado. Aqui deixo uma homenagem ao Dia Universal do Amo-te.
Nasce o poema!
Mais um dia a começar!...
O Sol calado
não para de dormitar,
enquanto as nuvens
cobrem o céu pesado.
E o vento?
O vento zangado,
chama a chuva
para o acompanhar.
Repentinamente
um bando de gaivotas esvoaça no ar!...
Passaram a cantar,
a cantar ou a chorar,
não consegui decifrar.
Será tempestade no mar?
...Perante este quadro
com que a Natureza
me brindou ao levantar...
ficou criado o momento,
o momento para a reflexão!...
Caderno vazio
caneta na mão,
dou corpo à inspiração!...
Entre o olhar
e os meus dedos,
no caderno outrora em branco,
saltam palavras
frases
versos com paixão.
Nasce o poema!
...
O poema que vos deixo
não tem palavras em vão,
saíram do coração:
- O Amor
não é só uma emoção
é um sentimento...
um sentimento que,
aliado à paixão,
corporiza uma relação.
O Amor
não tem explicação...
é cumplicidade
é entrega
é lealdade
é sobretudo
absoluta dedicação.
Só entende o Amor verdadeiramente
quem ama incondicionalmente,
quem o vive praticando,
porque só se aprende a amar,
amando!
Mª da Graça Dordio Dimas
AQUI...
Onde a sombra me seduz
eu teimo em pensar
que nem tudo reluz
no leito do rio
espero horas a fio
o ser que não vem
O Sol calado
não para de dormitar,
enquanto as nuvens
cobrem o céu pesado.
E o vento?
O vento zangado,
chama a chuva
para o acompanhar.
Repentinamente
um bando de gaivotas esvoaça no ar!...
Passaram a cantar,
a cantar ou a chorar,
não consegui decifrar.
Será tempestade no mar?
...Perante este quadro
com que a Natureza
me brindou ao levantar...
ficou criado o momento,
o momento para a reflexão!...
Caderno vazio
caneta na mão,
dou corpo à inspiração!...
Entre o olhar
e os meus dedos,
no caderno outrora em branco,
saltam palavras
frases
versos com paixão.
Nasce o poema!
...
O poema que vos deixo
não tem palavras em vão,
saíram do coração:
- O Amor
não é só uma emoção
é um sentimento...
um sentimento que,
aliado à paixão,
corporiza uma relação.
O Amor
não tem explicação...
é cumplicidade
é entrega
é lealdade
é sobretudo
absoluta dedicação.
Só entende o Amor verdadeiramente
quem ama incondicionalmente,
quem o vive praticando,
porque só se aprende a amar,
amando!
Mª da Graça Dordio Dimas
AQUI...
Onde a sombra me seduz
eu teimo em pensar
que nem tudo reluz
no leito do rio
espero horas a fio
o ser que não vem
Este meu amigo de sempre
companheiro vadio
me escuta chorar
aqui...
onde o céu abraça o rio
eu venho desabafar
com a natureza
a me aconchegar
Talvez sem demora
eu veja chegar
a minha hora
de novo sorrir
com um abraço
tão logo a surgir
aqui...
Anabela Fernandes
NO HORIZONTE DO MEU PENSAR
Pelo horizonte do meu pensar
Deslisa o meu passado,
No presente deste meu estar.
Contigo procuro refúgio,
Afasto-me, levo-te comigo
Como amparo desta ideia
Que ‘squecer já não consigo
E fico suspenso no pensamento,
De tu assim me queres amar!
Afago-te porque te sinto fiel,
E sei que fiel é tua lealdade!
Os dois neste querer de verdade
Na mais pura realidade,
Viajamos pelo tempo
Sem pensar no tempo
Que’ imana do teu olhar!
Aqui, neste horizonte fraterno
Nesta dupla fidelidade
Há amor e cumplicidade.
Os dois, neste horizonte perdido
Que tão próximo e tão distante
Juramos buscar outro olhar
Que não fique perdido
Que seja eternamente repartido!
Por: zita de Fátima Nogueira
PARCA É A VIDA.
Aqui no alto da falésia onde a solidão habita!
Eu e tu companheiro de longas caminhadas,
Brincadeiras mil. Sei teu amor canino á amor!
Nunca, nunca me cobras-te um sorriso.
Partilho contigo o pão seco da desventura.
Há dias que nos olhámos,
No lugar onde fica todo o dia a nossa casa.
È longe, deambulámos pela cidade.
Somos o desnorte nobre amigo.
Ninguem por perto! Só a solidão, o frio o desafeto.
Resta-me teu olhar fiel amigo cão!
Repartimos o pão seco da vida.
Na minha mochila há ainda água.
Bebe reparto contigo tudo,
Até os olhares tristes que moram nos meus lábios…
Hoje já estivemos a ver aquele rio,
Tenho as luvas gastas.
Mas este cachecol é para ti camarada.
Vamos… numa corrida, já anoiteceu.
Tenho um yogurte, um caxorro quente. “ de ontem “
Corriam pela avenida. O vento fustigava.
Chegaram abriu Alexandre a caixa de cartão
Era curta a manta que os cobria.
Alexandre sonhou uma lareira acesa,
Abraçou seu amigo de corridas,
Depois de pensar no anjo que os velava.
Adormeceram.
Ali dormiam dois amigos de jornada.
Um criança sem dignidade!
Outro irracional.
Mas… AMAVA DE VERDADE!
companheiro vadio
me escuta chorar
aqui...
onde o céu abraça o rio
eu venho desabafar
com a natureza
a me aconchegar
Talvez sem demora
eu veja chegar
a minha hora
de novo sorrir
com um abraço
tão logo a surgir
aqui...
Anabela Fernandes
NO HORIZONTE DO MEU PENSAR
Pelo horizonte do meu pensar
Deslisa o meu passado,
No presente deste meu estar.
Contigo procuro refúgio,
Afasto-me, levo-te comigo
Como amparo desta ideia
Que ‘squecer já não consigo
E fico suspenso no pensamento,
De tu assim me queres amar!
Afago-te porque te sinto fiel,
E sei que fiel é tua lealdade!
Os dois neste querer de verdade
Na mais pura realidade,
Viajamos pelo tempo
Sem pensar no tempo
Que’ imana do teu olhar!
Aqui, neste horizonte fraterno
Nesta dupla fidelidade
Há amor e cumplicidade.
Os dois, neste horizonte perdido
Que tão próximo e tão distante
Juramos buscar outro olhar
Que não fique perdido
Que seja eternamente repartido!
Por: zita de Fátima Nogueira
PARCA É A VIDA.
Aqui no alto da falésia onde a solidão habita!
Eu e tu companheiro de longas caminhadas,
Brincadeiras mil. Sei teu amor canino á amor!
Nunca, nunca me cobras-te um sorriso.
Partilho contigo o pão seco da desventura.
Há dias que nos olhámos,
No lugar onde fica todo o dia a nossa casa.
È longe, deambulámos pela cidade.
Somos o desnorte nobre amigo.
Ninguem por perto! Só a solidão, o frio o desafeto.
Resta-me teu olhar fiel amigo cão!
Repartimos o pão seco da vida.
Na minha mochila há ainda água.
Bebe reparto contigo tudo,
Até os olhares tristes que moram nos meus lábios…
Hoje já estivemos a ver aquele rio,
Tenho as luvas gastas.
Mas este cachecol é para ti camarada.
Vamos… numa corrida, já anoiteceu.
Tenho um yogurte, um caxorro quente. “ de ontem “
Corriam pela avenida. O vento fustigava.
Chegaram abriu Alexandre a caixa de cartão
Era curta a manta que os cobria.
Alexandre sonhou uma lareira acesa,
Abraçou seu amigo de corridas,
Depois de pensar no anjo que os velava.
Adormeceram.
Ali dormiam dois amigos de jornada.
Um criança sem dignidade!
Outro irracional.
Mas… AMAVA DE VERDADE!
Augusta Maria Gonçalves.
DOCE OLHAR
O amor está na doçura do olhar,
Trespassa no tempo, no espaço,
Vai ao infinito no receber e dar,
Afagos que preenchem um abraço.
Um doce olhar na pequenez da idade,
De amigos que convivem e se gostam,
Fascinam com atitudes de cumplicidade,
No amor e amizade que mostram.
No olhar espelham sentimentos…
De alegria, afeição ou temeridade,
Se espreitam acasos de momentos.
Momentos imbuídos de emoções,
Que vivem com extrema sensibilidade,
Albergada em seus lindos corações.
Rosa Céu (© Direitos de autoria reservados)
DOCE OLHAR
O amor está na doçura do olhar,
Trespassa no tempo, no espaço,
Vai ao infinito no receber e dar,
Afagos que preenchem um abraço.
Um doce olhar na pequenez da idade,
De amigos que convivem e se gostam,
Fascinam com atitudes de cumplicidade,
No amor e amizade que mostram.
No olhar espelham sentimentos…
De alegria, afeição ou temeridade,
Se espreitam acasos de momentos.
Momentos imbuídos de emoções,
Que vivem com extrema sensibilidade,
Albergada em seus lindos corações.
Rosa Céu (© Direitos de autoria reservados)
12-01-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 12-01-2016
.
Começa a entardecer.
Lentamente…
Vou descendo a encosta deste monte,
Vê-se o Sol baixando no Horizonte
Em chamas de ouro,
Brilhando…Flamejando…
Cessam os voos das insubmissas aves,
Calam-se as vozes melodiosas dos campos,
Das ondas,
Até o vento acalmou o seu ventar.
Descansa no meu peito a tua fronte.
Os teus solfejos,
Denunciam teus sentimentos, teu cerne,
Que forram meus olhos de esplendor!
Minha Alma de cor que não cabe em mim!
Fragmentos da noite me tomam,
Numa tela pintada em mestria,
De cenário distinto,
Onde és esperança,
O sonho em mim acordada.
No silêncio que se fez nostalgia, escureceu...
Que importa?!
Se os beijos de quem amo
Me vão saber a mais!
.
Isabel Lucas Simões
Há um lado
Onde o sol entra
Uma tarde que tarda
Com pedras no caminho
Sou um chão
Sem sombra
À noite
Se a solidão entrar
Vem devagar
Acena-me
Com lençol de linho
Num abraço sem tocar
Deita-te a meu lado
Olha nos meus olhos
Sou carne e sonhos
Escondo pássaros no peito
Um coração que ofereço
Visita-me esta noite
Se a solidão deixar
Aponta-me o luar
Depois vem devagar
Como louco
Deita-me
O teu olhar
Bem dentro de mim.
Adriana Ferreira
O SOL ACARICIA A TERRA
O sol desponta,
atrás da serrania,
prenúncio
de novo dia,
de labuta,
de serenidade
e alegria
a acompanhar-nos,
como guia.
O SOL ACARICIA A TERRA
O sol desponta,
atrás da serrania,
prenúncio
de novo dia,
de labuta,
de serenidade
e alegria
a acompanhar-nos,
como guia.
Profecia de paz
entre os homens
que, longe ou próximo
se digladiam
por ideologias
quimeras
fantasias.
E, o sol acaricia a terra,
como a pedir aos homens
que dêem as mãos.
José Lopes da Nave
Abro a janela do coração e vejo
Que num horizonte tão distante
Ainda brilha o teu sorriso sem pejo.
E corro em busca desse passado
Mas perco-me na cascata do pensamento!
Não sei se vá... Não sei se fique...
Talvez não deva fugir deste novo chamamento!
Pela fresta desse horizonte distante
Vejo resplandecer outra certeza,
Mas receio tropeçar, cair de novo no enredo
A braços com o que me faz ter medo!
Teu sorriso é agora nubelado
Feito de sol, apenas desejo,
Que me quer de volta a seu lado
Segura pelo calor de mais um beijo.
Não sei se vá... Não sei se fique...
Quero derrubar este medo
Correr atrás do teu ensejo
Seguir o som do teu sorriso estrelado,
Mas perco-me na cascata do sentimento!
Não consigo derrubar o que me faz ter medo,
Seguir o brilho do teu chamado,
Sentir o calor deste sol Tão desmaiado,
Talvez avisado pra qu' eu tenha cuidado.
Não venha de novo outro lamento
Esvair meu sentimento
Fechar-te de novo no pensamento!
Por Zita Nogueira
Estranha forma escrita
por emoções milagrosas da vida
Inesperadamente, e mutável como o servo do destino
Bendito é, provavelmente, hora santa
E próximas finas sugere uma ferida em sua vida
entre os homens
que, longe ou próximo
se digladiam
por ideologias
quimeras
fantasias.
E, o sol acaricia a terra,
como a pedir aos homens
que dêem as mãos.
José Lopes da Nave
Abro a janela do coração e vejo
Que num horizonte tão distante
Ainda brilha o teu sorriso sem pejo.
E corro em busca desse passado
Mas perco-me na cascata do pensamento!
Não sei se vá... Não sei se fique...
Talvez não deva fugir deste novo chamamento!
Pela fresta desse horizonte distante
Vejo resplandecer outra certeza,
Mas receio tropeçar, cair de novo no enredo
A braços com o que me faz ter medo!
Teu sorriso é agora nubelado
Feito de sol, apenas desejo,
Que me quer de volta a seu lado
Segura pelo calor de mais um beijo.
Não sei se vá... Não sei se fique...
Quero derrubar este medo
Correr atrás do teu ensejo
Seguir o som do teu sorriso estrelado,
Mas perco-me na cascata do sentimento!
Não consigo derrubar o que me faz ter medo,
Seguir o brilho do teu chamado,
Sentir o calor deste sol Tão desmaiado,
Talvez avisado pra qu' eu tenha cuidado.
Não venha de novo outro lamento
Esvair meu sentimento
Fechar-te de novo no pensamento!
Por Zita Nogueira
Estranha forma escrita
por emoções milagrosas da vida
Inesperadamente, e mutável como o servo do destino
Bendito é, provavelmente, hora santa
E próximas finas sugere uma ferida em sua vida
...Mas eu alcanço a sua mão para ir com você através da noite
Peço um desejo só para dar esperança de passar toda a confusão
E eu ir para a sua mão pegando um pedaço de estrada com você
Na certeza do amanhã para ver a luz.
Como destroços no fluxo do ser, vivemos
Muitas vezes, os tempos são sanguessugas sobre o mar
Mas a ousadia resgata muitas vezes com a sorte
Vamos caminhar pela vida com ousadia
Em reverência aqui e ali encalhado
Vamos combinar a nossa luz e encontrar novos horizontes.
Sonia Pinto
Há no sonho que desnudo
e que rompe a madrugada,
um bramido surdo-mudo...
Peço um desejo só para dar esperança de passar toda a confusão
E eu ir para a sua mão pegando um pedaço de estrada com você
Na certeza do amanhã para ver a luz.
Como destroços no fluxo do ser, vivemos
Muitas vezes, os tempos são sanguessugas sobre o mar
Mas a ousadia resgata muitas vezes com a sorte
Vamos caminhar pela vida com ousadia
Em reverência aqui e ali encalhado
Vamos combinar a nossa luz e encontrar novos horizontes.
Sonia Pinto
Há no sonho que desnudo
e que rompe a madrugada,
um bramido surdo-mudo...
Leva um pedaço de tudo,
chega em pitada de nada.
(Rui Tojeira)
DO NASCENTE AO POENTE.
Despertos meus olhos, beijam o acordar sonâmbulo de mais um dia.
Espreita já uma luz difusa dando luminosidade a todos os recantos ao alcance de meu olhar.
As nuvens são de organdi leve, têm o sombreado rosa envolto em fios de oiro.
Já desperto o dia ri! Ri em luz plena sobre a terra. A mim já me beijou num ritual tão meu. Elevo as mãos como quem colhe a luz, abraço meu próprio peito, agradeço mais um dia em contemplação.
Depois parto dentro dessa imagem de beleza. Que espreita em luz cada janela do meu rochedo, a pedra que me dá a segurança de caminhar, sem medos. Faço e refaço meus laços e sonhos, entre orações cantigas e sorrisos. Perante as dificuldades, ajoelho no madrigal da vida, peço entrego na divindade que me mostra a luz do alvorecer. Confio pois em todos os meus passos. Já o dia vai alto! Reclino-me numa das janelas. Toda a natureza está em festa. Há cantos de aves felizes. Há passarinhos novos a reclamar pelo direito á vida. Cumpre a natureza sua função, dedicadamente as aves cuidam das suas crias sem cansaço. A vida é irrequieta. As nuvens tecem bordados de ondulares leves.
As rosas estão já um pouco cansadas. Desprendem-se em pétalas nos beijos da brisa leve.
Já o Sol rasa os montes do poente. Quedo-me ali , um pouco despreocupada. A olhar a tela mágica que está a ser pintada no poente. Muda de cor a terra, ouro velho poalhas perdidas nas asas delicada das aves mansas. Olho, o sentimento é só saudade.
meus olhos prendem-se e perdem-se. Eu não recuo perante tal galeria.
Apaixonadamente. Eu desenho muitos corações na cor do sol, todos somos convidados
pelo poente. Já as aves, tinham dito, entre compassos de melodias, não haver habitáculo mais bonito.
Que um ninho embalado nas ramarias… vendo o Sol deitar-se sobre o mar.
Sem ninho, mas vestida da grandeza luminosa dos sentires, beijo delicadamente o dia que adormece.
Augusta Maria Gonçalves
Astro Rei
Neste inverno
rigoroso,
em que o frio
não acalma...
valha-nos o Astro Rei
para aquecer a alma.
Ao clarear o dia
cumprindo a sua missão,
poderoso
ele aí está
p`ra manter viva
a criação!...
Por vezes,
com sorriso tímido
chega um pouco indeciso,
mas mesmo assim
o esperamos,
porque a todos
é preciso!...
Sua Luz é infinita,
aquece
todas as nações,
consigo a Terra
é mais bonita,
acalenta os corações!...
O seu brilho
transparente,
não faz sequer distinção,
nasce
p`ra toda a gente
e cumpre a sua missão!...
É um Astro
solidário,
trata todos por igual...
até que chega o momento
de encerrar o reinado,
para se ir deitar!
Acaba-se a igualdade
termina assim a magia,
tudo volta ao normal
até ao raiar do dia!
É esta a realidade!...
Só o Sol da Igualdade
abraça a Humanidade
com seus raios
de harmonia!
chega em pitada de nada.
(Rui Tojeira)
DO NASCENTE AO POENTE.
Despertos meus olhos, beijam o acordar sonâmbulo de mais um dia.
Espreita já uma luz difusa dando luminosidade a todos os recantos ao alcance de meu olhar.
As nuvens são de organdi leve, têm o sombreado rosa envolto em fios de oiro.
Já desperto o dia ri! Ri em luz plena sobre a terra. A mim já me beijou num ritual tão meu. Elevo as mãos como quem colhe a luz, abraço meu próprio peito, agradeço mais um dia em contemplação.
Depois parto dentro dessa imagem de beleza. Que espreita em luz cada janela do meu rochedo, a pedra que me dá a segurança de caminhar, sem medos. Faço e refaço meus laços e sonhos, entre orações cantigas e sorrisos. Perante as dificuldades, ajoelho no madrigal da vida, peço entrego na divindade que me mostra a luz do alvorecer. Confio pois em todos os meus passos. Já o dia vai alto! Reclino-me numa das janelas. Toda a natureza está em festa. Há cantos de aves felizes. Há passarinhos novos a reclamar pelo direito á vida. Cumpre a natureza sua função, dedicadamente as aves cuidam das suas crias sem cansaço. A vida é irrequieta. As nuvens tecem bordados de ondulares leves.
As rosas estão já um pouco cansadas. Desprendem-se em pétalas nos beijos da brisa leve.
Já o Sol rasa os montes do poente. Quedo-me ali , um pouco despreocupada. A olhar a tela mágica que está a ser pintada no poente. Muda de cor a terra, ouro velho poalhas perdidas nas asas delicada das aves mansas. Olho, o sentimento é só saudade.
meus olhos prendem-se e perdem-se. Eu não recuo perante tal galeria.
Apaixonadamente. Eu desenho muitos corações na cor do sol, todos somos convidados
pelo poente. Já as aves, tinham dito, entre compassos de melodias, não haver habitáculo mais bonito.
Que um ninho embalado nas ramarias… vendo o Sol deitar-se sobre o mar.
Sem ninho, mas vestida da grandeza luminosa dos sentires, beijo delicadamente o dia que adormece.
Augusta Maria Gonçalves
Astro Rei
Neste inverno
rigoroso,
em que o frio
não acalma...
valha-nos o Astro Rei
para aquecer a alma.
Ao clarear o dia
cumprindo a sua missão,
poderoso
ele aí está
p`ra manter viva
a criação!...
Por vezes,
com sorriso tímido
chega um pouco indeciso,
mas mesmo assim
o esperamos,
porque a todos
é preciso!...
Sua Luz é infinita,
aquece
todas as nações,
consigo a Terra
é mais bonita,
acalenta os corações!...
O seu brilho
transparente,
não faz sequer distinção,
nasce
p`ra toda a gente
e cumpre a sua missão!...
É um Astro
solidário,
trata todos por igual...
até que chega o momento
de encerrar o reinado,
para se ir deitar!
Acaba-se a igualdade
termina assim a magia,
tudo volta ao normal
até ao raiar do dia!
É esta a realidade!...
Só o Sol da Igualdade
abraça a Humanidade
com seus raios
de harmonia!
Mª da Graça Dordio Dimas
Naquele entardecer
Abri os braços
soltei-me ao vento
andei perdida
voei sem rumo
parei no tempo
onde nada via
apenas sentia
que por mim chamavas
mas tinhas medo
de comigo voar
e te escondias
atrás das estrelas
onde era o teu refujio
e lá do alto
então me olhavas
murmurando baixinho
que por mim esperavas
levei-te as asas
do meu amor
abraçados voamos
tudo comtemplando
e por um anjo
fomos abençoados
naquele entardecer
me deixei por ti
amor envolver
Naquele entardecer
Abri os braços
soltei-me ao vento
andei perdida
voei sem rumo
parei no tempo
onde nada via
apenas sentia
que por mim chamavas
mas tinhas medo
de comigo voar
e te escondias
atrás das estrelas
onde era o teu refujio
e lá do alto
então me olhavas
murmurando baixinho
que por mim esperavas
levei-te as asas
do meu amor
abraçados voamos
tudo comtemplando
e por um anjo
fomos abençoados
naquele entardecer
me deixei por ti
amor envolver
Anabela Fernandes
Hoje o sol…
…Soprava raios dourados
que pareciam acordes musicais
iluminou o meu espirito
e fez o meu dia mais feliz.
Hoje o sol …
…Com seus raios de luz
Banhou o meu corpo
e acariciou meu ser.
Hoje o sol…
…Foi essência em mim
e poesia sem fim
trouxe calor há Minh ‘alma.
hoje o sol …
…Foi luz no meu coração
tocou em mim suavemente
como esperança renascida
eu senti-o em mim
e agradeci com emoção.
Mila Lopes
SOL DOURADO
Noite fria, escura… a terra beija!
Há nela a esperança dum novo dia…
Dia que pela manhã o sol corteja,
Que ilumina a vida e lhe dá alegria.
Pouco a pouco luz clara se estende
Sobre a terra cálida adormecida…
Sol dourado e brilhante que dá vida
Sufocando a noite que se esconde.
E foi este sol que hoje me acordou,
Trouxe paz e força à minha alma,
Deu sentido ao meu dia e o iluminou.
Sorri à alegria que a vida me ofertou,
Seu abraço é aconchego que me acalma…
O sol foi a beleza do dia que começou.
Rosa Céu (© Direitos de autoria reservados)
Hoje o sol…
…Soprava raios dourados
que pareciam acordes musicais
iluminou o meu espirito
e fez o meu dia mais feliz.
Hoje o sol …
…Com seus raios de luz
Banhou o meu corpo
e acariciou meu ser.
Hoje o sol…
…Foi essência em mim
e poesia sem fim
trouxe calor há Minh ‘alma.
hoje o sol …
…Foi luz no meu coração
tocou em mim suavemente
como esperança renascida
eu senti-o em mim
e agradeci com emoção.
Mila Lopes
SOL DOURADO
Noite fria, escura… a terra beija!
Há nela a esperança dum novo dia…
Dia que pela manhã o sol corteja,
Que ilumina a vida e lhe dá alegria.
Pouco a pouco luz clara se estende
Sobre a terra cálida adormecida…
Sol dourado e brilhante que dá vida
Sufocando a noite que se esconde.
E foi este sol que hoje me acordou,
Trouxe paz e força à minha alma,
Deu sentido ao meu dia e o iluminou.
Sorri à alegria que a vida me ofertou,
Seu abraço é aconchego que me acalma…
O sol foi a beleza do dia que começou.
Rosa Céu (© Direitos de autoria reservados)
05-01-2016
Imagem a ser interpretada
Terça Feira 05-01-2016
AMAR
Manhã de bocejo
Noite abalroada
Alvorada atordoada!
Gracejo
Beijo de quem desejo
Abraço
Regaço
Calor sem pudor
Amar sem pejo!
Dar
E receber amor
Livre, sem favor
Beijar
Com ardor e com fervor
Abraçar sem pensar!
Paixão
Que’ emerge e remexe
Na ânsia de se dar
Numa manhã de bocejo!
Sem receio
Num momento de calor
O desejo de um beijo
Num corpo ardente
Pendente
Fulgor, rubor que faz calor
Neste momento de amor
Sem reserva e livre de favor!
À FLOR DA PELE
.
Saí do abraço doce das águas,
Deitei-me…
Sentimentos diversos…
A Poesia cabe-me, poisou em mim…
E extravasou numa dança solta
Como borboletas num bailado singular,
Melodioso...
Num Amor de rara beleza do que é crível.
E na amplitude da minha pele,
Notas musicais fluem das minhas sensações,
Num balanço dos meus desejos atentos,
Pairando sereno aroma de desejados tempos.
Doces canções se abriram em mim,
Em doces favos de liberdade
De um Amor que me adoça
E me ausenta da minha sensatez.
E no candor da Alma enamorada
Deixo fluir os pujantes desejos,
A saudade que mora em meu peito,
E no meu Coração coloco asas
Que me poisam à Flor da Pele.
.
Isabel Lucas Simões
Tenho uma borboleta dentro de mim
Deixo-a voar
Renovar os meus momentos...
Redefinir sentimentos...
Voar...
Buscar...
Estar...
Sentir...
Amar...
Viver...
As asas ...
Levam-me pelo vento do prazer...
As asas que querem...
Se abrem ...
Me renovam
Quando eu quero.
Quero muito mais...
Devagar ...
Num renovar do melhor que há em mim
Abrirei a minha janela
Ás asas do vento...
Manhã de bocejo
Noite abalroada
Alvorada atordoada!
Gracejo
Beijo de quem desejo
Abraço
Regaço
Calor sem pudor
Amar sem pejo!
Dar
E receber amor
Livre, sem favor
Beijar
Com ardor e com fervor
Abraçar sem pensar!
Paixão
Que’ emerge e remexe
Na ânsia de se dar
Numa manhã de bocejo!
Sem receio
Num momento de calor
O desejo de um beijo
Num corpo ardente
Pendente
Fulgor, rubor que faz calor
Neste momento de amor
Sem reserva e livre de favor!
Por Zita de Fátima Nogueira
À FLOR DA PELE
.
Saí do abraço doce das águas,
Deitei-me…
Sentimentos diversos…
A Poesia cabe-me, poisou em mim…
E extravasou numa dança solta
Como borboletas num bailado singular,
Melodioso...
Num Amor de rara beleza do que é crível.
E na amplitude da minha pele,
Notas musicais fluem das minhas sensações,
Num balanço dos meus desejos atentos,
Pairando sereno aroma de desejados tempos.
Doces canções se abriram em mim,
Em doces favos de liberdade
De um Amor que me adoça
E me ausenta da minha sensatez.
E no candor da Alma enamorada
Deixo fluir os pujantes desejos,
A saudade que mora em meu peito,
E no meu Coração coloco asas
Que me poisam à Flor da Pele.
.
Isabel Lucas Simões
Tenho uma borboleta dentro de mim
Deixo-a voar
Renovar os meus momentos...
Redefinir sentimentos...
Voar...
Buscar...
Estar...
Sentir...
Amar...
Viver...
As asas ...
Levam-me pelo vento do prazer...
As asas que querem...
Se abrem ...
Me renovam
Quando eu quero.
Quero muito mais...
Devagar ...
Num renovar do melhor que há em mim
Abrirei a minha janela
Ás asas do vento...
Adriana Ferreira
Nuances de amor
Tela vazia
Pintei o amor
Dourado de esperança
Pincelei a rigor
Misturei a paixão
Com vermelho ardente
E preto presente
Para lhe dar emoção
Mas faltava o violeta
Não estava esquecido
Era a cor da borboleta
Que lhe tinha aparecido
Nosso quadro já pintado
Sombreado de harmonia
Seja por ti emoldurado
Talvez o volte a ver um dia
Nuances de amor
Tela vazia
Pintei o amor
Dourado de esperança
Pincelei a rigor
Misturei a paixão
Com vermelho ardente
E preto presente
Para lhe dar emoção
Mas faltava o violeta
Não estava esquecido
Era a cor da borboleta
Que lhe tinha aparecido
Nosso quadro já pintado
Sombreado de harmonia
Seja por ti emoldurado
Talvez o volte a ver um dia
Anabela Fernandes
"MIL SORRISOS NO FINAL"
Uma imagem para mil sorrisos
Diz o coração ao pensamento
Esquecido que são precisos
Muito mais que sorrisos
Para animar uma triste alma
E se o sentimento é forte
E o amor for desmedido
Nem com todo o calor e chama
Nem toda a ventania do norte
O sofrimento será vencido
Mas se depois da tempestade sentimental
Vier o sabor meigo da bonança
Temos mil sorrisos no final
Num coração a transbordar esperança
"MIL SORRISOS NO FINAL"
Uma imagem para mil sorrisos
Diz o coração ao pensamento
Esquecido que são precisos
Muito mais que sorrisos
Para animar uma triste alma
E se o sentimento é forte
E o amor for desmedido
Nem com todo o calor e chama
Nem toda a ventania do norte
O sofrimento será vencido
Mas se depois da tempestade sentimental
Vier o sabor meigo da bonança
Temos mil sorrisos no final
Num coração a transbordar esperança
//... M.aria I.sabel M.achadinho
Meu corpo
Meu corpo
Chama pelo teu
Anseio cada segundo
Pelo toque do teu corpo no meu
Tua volúpia luxante de amor
Me transborda pelos poros
Aquecendo meu desejo
Prosseguido pela paixão
Queimando dentro de mim
Uma chama que inflama
Devoradamente anseia pela tua cama
Meu corpo persiste em segredar
Quero somente este amor despojar
Te quero
Te desejo
Deixa me arrastar
Pela fusão do amor
Assaltar teu ser
Quero-te suplicar
Não quero ficar a imaginar
Quero fazer-te delirar
No meu quente
Fazer-te gatinhar
Na minha entrega ardente
Meu corpo
Meu corpo
Chama pelo teu
Anseio cada segundo
Pelo toque do teu corpo no meu
Tua volúpia luxante de amor
Me transborda pelos poros
Aquecendo meu desejo
Prosseguido pela paixão
Queimando dentro de mim
Uma chama que inflama
Devoradamente anseia pela tua cama
Meu corpo persiste em segredar
Quero somente este amor despojar
Te quero
Te desejo
Deixa me arrastar
Pela fusão do amor
Assaltar teu ser
Quero-te suplicar
Não quero ficar a imaginar
Quero fazer-te delirar
No meu quente
Fazer-te gatinhar
Na minha entrega ardente
Sonia Pinto
No
Mais profundo do meu ser
onde o meu olhar não chega
nem ao reflexo do espelho
posso mostrar a todos
o amor que sinto por ti.
No
Mais profundo do meu ser
onde o meu olhar não chega
nem ao reflexo do espelho
posso mostrar a todos
o amor que sinto por ti.
Tu és luz iluminas meu corpo
que se funde na minh'a alma
fazendo reviver o teu amor em mim.
És a minha essência
és o amor genuíno
és força que me faz caminhar
és felicidade no meu olhar
és tu meu amor que me fazes voar .
Direitos de @utor reservados
Mila Lopes
que se funde na minh'a alma
fazendo reviver o teu amor em mim.
És a minha essência
és o amor genuíno
és força que me faz caminhar
és felicidade no meu olhar
és tu meu amor que me fazes voar .
Direitos de @utor reservados
Mila Lopes